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OBJETIVO DEGOMAGEM Produzir lecitina Preparar óleo degomado para transporte a longa distância Preparar o óleo degomado para refino físico.

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2 OBJETIVO DEGOMAGEM Produzir lecitina Preparar óleo degomado para transporte a longa distância Preparar o óleo degomado para refino físico

3 Composição do Óleo de Soja

4 Composição média de lecitina de soja Óleo de soja: 35% Fosfatidilcolina: 16 % Fosfatidiletanolamina: 14% Fosfatidilinositol: 10% Fitoglicolipídios: 17 % Carboidratos: 7% Umidade: 1%

5 LECITINA DE SOJA Composição Fonte: Catálogo Stern

6 Molécula de Fosfolipídio X X e Y Y Y Z Ácidos Graxos Fonte: Lucas Meyer. Lecithin - Properties and Applications. Base nitrogenada

7 Fosfolipídios Composição molecular

8 Glicolipídios Ésteres do glicerol com dois ácidos graxos e um carbohidrato

9 Fosfolipídios em Óleos Brutos Canola

10 Fosfolípidios Existem 2 tipos de fosfolipídios, segundo sua natureza: uHidratáveis (90%) uNão Hidratáveis (10%) = causam problemas de coloração marrom - irreversível: - sais de Ca++ ; Mg++ e Fe++ - degomagem ácida

11 Fosfolipídios: Grau de Hidratação Relativa

12 Fosfolipídios - Hidratação Fonte: Lucas Meyer. Lecithin - Properties and Applications.

13 AGENTES DEGOMANTES ÁGUA (LECITINA COMESTÍVEL) ÁCIDO FOSFÓRICO (ESCALA COMERCIAL) ÁCIDO CÍTRICO (ESCALA COMERCIAL) ÁCIDO OXÁLICO ÁCIDO NÍTRICO ÁCIDO BÓRICO ÁCIDO TÂNICO ANIDRIDO ACÉTICO (ESCALA COMERCIAL)

14 Tipos e condições para Degomagem Clássica Batelada 2% água em tanque de mistura 30 min - 1h a o C Centrífuga / Decantação Contínuo Pré-aquecimento do óleo a o C 2% água min Centrífuga óleo degomado ( < 200 mg.kg -1 ): - secagem (umidade <1%) a vácuo - resfriamento (38-49 o C) - estocagem

15 Degomagem Ácida Ácido (90°C) Fosfórico cítrico acético, etc (< 10 mg/kg P) (4 h) (1 min./ 90ºC)

16 Efeito do pré-tratamento com ácido fosfórico sobre os níveis de ferro e fósforo e óleo de soja durante o processamento x-x sem pré-tratamento o-o com pré-tratamento (1) refino alcalino Fonte: JAOCS, 55: 280 (1978) Óleo bruto Óleo degomado Óleo clarificado ppm de Fe ppm de P 800

17 Superdegomagem Óleo Bruto Trocador de Calor Misturador Tanque de Repouso Trocador de Calor Misturador Tanque de Repouso Trocador de Calor Centrífuga Óleo Degomado Lecitina Água < 40 ºC Ácido Cítrico Lecitina Hidratada (opcional) 70 o C 3 h P < 30 ppm [H+]=20% em p. 0,15% em V. Forte agit. 0,35%

18 Degomagem Enzimática

19 ÓLEO BRUTO Fonte: Seminário: Preparração de matérias-primas e Extração de óleos, 1995 (50%) (3%) (1 a 6h) (2-6 ppm) (100 LU/Kg óleo)

20 Traços de Metais em Óleo de Soja e Gomas Óleo

21 LECITINA Processo de Fabricação 1 1 tanque de óleo bruto 2 Filtro 3 Misturador 4 Hidratação óleo de soja degomado 5 Centrífuga 6 Homogeneizador 7 Secador 8 Estocagem Fonte: Catálogo Santista Alimentos

22 Lecitinas Especiais IAC = Insolúveis em Acetona

23 CLASSIFICAÇÃO LECITINA NATURAL – PLÁSTICA/ FLUIDA- PODEM SER :NÃO BRANQUEADA/ BRANQUEADA E DUPLAMENTE BRANQUEADA REFINADA – NATURAL/LIVRE DE ÓLEO/FRACIONADA QUÍMICAMENTE MODIFICADA- hidrogenadas, hidroxiladas, acetiladas, sulfonadas e com produtos halogenados

24 USOS DE FOSFOLIPÍDIOS ALIMENTOS-ALIMENTOS INSTANTÂNEOS, PROD. PANIFICAÇÃO, CHOCOLATE, MARGARINA, DIETÉTICOS COSMÉTICOS FARMACÊUTICOS- PARENTERAL / SUPOSITORIOS /CREMES E LOÇÕES TEXTIL TINTAS FITAS MAGNÉTICAS COURO INSETICIDAS

25 FUNÇÕES FOSFOLIPÍDIOS AGENTE DISPERSANTE EMULSIFICANTE REDUTOR DE VISCOSIDADE ANTIOXIDANTE SUPLEMENTO ALIMENTAR ESTABILIZANTE PENETRANTE DE ÓLEO ESTABILIZADOR DE ESPUMA

26 COMPOSIÇÃO COMERCIAL DE FRAÇÃO DE LECITINA REFINADA LECITINA LIVRE DE ÓLEO: PC 29%/ LECITINA SOLÚVEL EM ÁLCOOL :PC 60% LECITINA INSOLÚVEL EM ÁLCOOL: PC 4%

27 DEGOMAGEM POR MEMBRANAS

28 Princípio do funcionamento do processo de separação por membrana ALIMENTAÇÃO PERMEADO CONCENTRADO

29 Tipos de filtração Filtração perpendicularFiltração tangencial Fluxo específico do filtrado Espessura da torta Fluxo específico do filtrado Membrana Tempo

30 Processos de separação por membranas Fonte:

31 Processos de separação por membranas

32 Membrana Água Sais Membrana ÁguaSais Membrana Água Açúcar Proteína Açúcar Membrana Água Colóides Proteína ORNF MFUF

33 Classificação das membranas Estrutura Densa Porosa Material utilizado na produção poliméricos – ( PVDF,PES, PS, etc.) não poliméricos - Simétricas Assimétricas Cerâmicas Metais Grafite

34 Classificação das membranas Fonte: Membrana assimétrica

35 Membranas multicanais Fonte:

36 Características das membranas Perfil de tamanho dos poros Porosidade Fluxo de permeado Capacidade de separação - retenção de determinados solutos Resistência à temperaturas elevadas, solventes e pressões utilizadas

37 Degomagem por membranas Remoção de fosfolipídios miscela : %R > 98 baixa resistência dos materiais poliméricos óleo sem adição de solventes %R > 96 baixos fluxos de permeados

38 Aplicação de membranas em tecnologia de óleos vegetais Recuperação do solvente Degomagem Remoção de pigmentos Remoção de ceras Separação de ácidos graxos Produção enzimática de lipídios estruturados específicos

39 Teses realizadas HASEGAWA (2000) JRemoveu fósforos em óleo de milho bruto JMicrofiltração - membrana PP, área= 0,036m 2, poro= 0,2 m ÝTemperatura: 50ºC ÝPressão: 2,5 bar ÝFluxo: 58L/m 2.h JUltrafiltração - memb.PVDF, área= 0,018m 2,MMC= 150KDa ÝTemperatura: 50ºC ÝPressão: 2,5 - 3 bar ÝFluxo: 6L/m 2.h J%R: 78 MOURA (2002) JRemoveu fósforos em miscela de óleo de soja - membrana PES, área= 1, m 2, MMC= 69KDa JUltrafiltração ÝTemperatura: 50ºC ÝPressão: 0,5 bar ÝFluxo: 70L/m 2.h Ý%R: 84

40 Células de ultrafiltração utilizadas em ensaios experimentais HASEGAWA (2000)MOURA (2002)

41 Refino convencional x Tecnologia de membranas Desvantagens do processo convencional de refino Vantagens da aplicação de membranas no processamento de lipídios Substituição/suplementação – economia em torno de 15 a 21 trilhões Btu/ano


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