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INDÚSTRIA DO COURO / MEIO AMBIENTE FIMEC/2007. Datas 1972 – Estocolmo 1978 – DMA – Tratamento Primário em Curtume 1982 – DMA – Tratamento Primário em.

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1 INDÚSTRIA DO COURO / MEIO AMBIENTE FIMEC/2007

2 Datas 1972 – Estocolmo 1978 – DMA – Tratamento Primário em Curtume 1982 – DMA – Tratamento Primário em Setores de Acabamento 1985 – Tratamento Secundário 1988 – Controle Resíduos Sólidos em Curtume 1988 – Início Ultresa 1989 – Criação da Portaria – Portaria para Efluentes Líquidos 128/06 Portaria de Toxicidade 129/06 – 4 anos

3 CUSTOS AMBIENTAIS DO SETOR COURO ABATES Abates brasileiros: cabeças Abates RS: cabeças

4 CUSTOS AMBIENTAIS DO SETOR COURO ECONOMIA PIB RS/CouroUS$ 800 milhões Exportação de CourosUS$ 400 milhões Número empregos diretos em curtume colaboradores Exportação RS de Calçados US$ 1,2 bilhão (Abicalçados)

5 CUSTOS AMBIENTAIS DO SETOR COURO PRODUÇÃO DE COUROS Produção do RS total: couros Produção Wet-Blue RS: couros Semi-Acabado RS: couros Produção Pronto RS: couros

6 CUSTOS AMBIENTAIS DO SETOR COURO ORIGEM DA MATÉRIA PRIMA Abate Gaúcho : couros Salgado de outros Estados: couros Wet-Blue de outros Estados: couros Importação Wet-Blue: couros Importação Semi-Acabado: couros

7 CUSTOS AMBIENTAIS DO SETOR COURO GERAÇÃO DE RESÍDUOS E CUSTOS AMBIENTAIS DE DEPURAÇÃO Efluentes Líquidos couros0,6 m³ m³ couros0,4 m³ m³ Total de Água m³ CustoR$ 4,00/m³ Custo Total R$ ,00

8 CUSTOS AMBIENTAIS DO SETOR COURO GERAÇÃO DE RESÍDUOS E CUSTOS AMBIENTAIS DE DEPURAÇÃO Resíduos Sólidos couros3,06 kg aparas cruas ton 2,12 kg carnaça ton 8,50 kg Raspa Tripa ton 6,00 kg Lodo Caleiro ton com Destinação Agrícola

9 CUSTOS AMBIENTAIS DO SETOR COURO GERAÇÃO DE RESÍDUOS E CUSTOS AMBIENTAIS DE DEPURAÇÃO Resíduos Sólidos couros2,12 kg aparas curtidas ton 3,40 kg serragem ton 8,80 kg lodo ton Total de Resíduo Sólido ton Custo de DeposiçãoR$ 60,00 TOTAL R$ ,00

10 CUSTOS AMBIENTAIS DO SETOR COURO TOTAL R$ ,00 EQUIVALENTE À 4,4 % do PIB do setor

11 CUSTOS AMBIENTAIS DE RESÍDUOS SÓLIDOS COURO E CALÇADO VOLUME ANUAL ton (FEPAM) SISTEMA COOPERATIVADO Custo de Deposição R$ 60,00R$ ,00 EMPRESA PRIVADA Custo de DeposiçãoR$ 260,00R$ ,00 DIFERENÇA R$ ,00

12 CONTRIBUIÇÃO DE POLUIÇÃO INDUSTRIAL E URBANA NO RIO DOS SINOS kg/dia DBOPopulação Civil ( X 54g DBO/habitante dia) kg/dia DBOProcedência Industrial

13 CUSTO DE REDUÇÃO POR SETOR Para reduzir 1 ton de DBO no Rio dos Sinos: DBO de origem animal US$ 2,00 de investimento DBO de origem urbana US$ 200,00 de investimento DBO de origem industrialUS$ ,00 de investimento Fonte de informação: CANEPA

14 REALIDADE

15 Em palestra proferida na Associação Brasileira de Engenharia Química - ABEQ/RS – Jackson Müller apontou existência de grande acúmulo de lodos orgânicos no Rio dos Sinos acima da foz do Arroio Portão, cujo assoreamento já emerge na superfície do rio e possui alta taxa de consumo de oxigênio dissolvido. Acima da foz do Arroio Portão o ponto de maior impacto ambiental é a foz do Arroio João Correia que drena o esgotamento de São Leopoldo (foto anterior).

16 CONCLUSÕES A exigência para a iniciativa privada é constante, continua e crescente. A exigência para o poder público é protelada sem data para atendimento. A próxima mortandade de peixes será novamente culpa da indústria? Devemos ter a coragem de olhar no espelho e ver o refletido o rosto do assassino procurado pelas autoridades.


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