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. CREDITOS DE CARBONO ORIGEM E CONCEITO DE MERCADO.

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1 . CREDITOS DE CARBONO ORIGEM E CONCEITO DE MERCADO

2 . EFEITO ESTUFA: EFEITO ESTUFA: ATMOSFERA COMPOSTA POR GASES: 99% N2 E 02 E DEMAIS COMO CO2, CH4 E OUTROS QUE ATUAM NO EFEITO ESTUFA. ATMOSFERA COMPOSTA POR GASES: 99% N2 E 02 E DEMAIS COMO CO2, CH4 E OUTROS QUE ATUAM NO EFEITO ESTUFA. PORTANTO O EFEITO ESTUFA É UM PROCESSO NORMAL DA NATUREZA QUE OCORRE A MILHÕES DE ANO. PORTANTO O EFEITO ESTUFA É UM PROCESSO NORMAL DA NATUREZA QUE OCORRE A MILHÕES DE ANO. O PROBLEMA É A ACELERAÇÃO NO PROCESSO DE AQUECIMENTO, ATRAVÉS DO AUMENTO DA CONCENTRAÇÃO DESSES GASES NA ATMOSFERA POR INFLUÊNCIA DO HOMEM. O PROBLEMA É A ACELERAÇÃO NO PROCESSO DE AQUECIMENTO, ATRAVÉS DO AUMENTO DA CONCENTRAÇÃO DESSES GASES NA ATMOSFERA POR INFLUÊNCIA DO HOMEM. ATRAVÉS DA QUEIMA DE COMBUSTÍVEIS FÓSSEIS (CARVÃO MINERAL, GÁS NATURAL, PETRÓLEO) E A QUEIMA DE FLORESTAS, ELIMINANDO AS RESERVAS DE CARBONO NATURAIS E COLOCANDO O CARBONO NA ATMOSFERA. ATRAVÉS DA QUEIMA DE COMBUSTÍVEIS FÓSSEIS (CARVÃO MINERAL, GÁS NATURAL, PETRÓLEO) E A QUEIMA DE FLORESTAS, ELIMINANDO AS RESERVAS DE CARBONO NATURAIS E COLOCANDO O CARBONO NA ATMOSFERA.

3 . O BALANÇO DOS GASES DO EFEITO ESTUFA NA ATMOSFERA E SUAS EQUIVALÊNCIAS: CO2 - DIOXIDO DE CARBONO (1X) CO2 - DIOXIDO DE CARBONO (1X) CH4 – METANO (21X) CH4 – METANO (21X) N2O – ÓXIDO NITROSO (320X) N2O – ÓXIDO NITROSO (320X) PFCs – PERFLUOROCARBONADOS (500X) PFCs – PERFLUOROCARBONADOS (500X) HFCs – HIDROFLUOROCARBONADOS (8.700X) HFCs – HIDROFLUOROCARBONADOS (8.700X) SF6 – HEXAFLUORETO DE ENXOFRE (23.900X) SF6 – HEXAFLUORETO DE ENXOFRE (23.900X) PORTANTO CADA GÁS TEM SEU VALOR DE INFLUÊNCIA NO EFEITO ESTUFA E ASSIM A EMISSÃO DE CADA UM DELES TEM UM VALOR EQUIVALENTE NO BALANÇO DE EMISSÕES EM RELAÇÃO AO CO2.

4 . O BALANÇO DOS GASES DO EFEITO ESTUFA NA ATMOSFERA E SUAS CONSEQUÊNCIAS: ATUALMENTE A CONCENTRAÇÃO DE CO2, ESTÁ EM 375PPM (PARTES POR MILHÃO) E A PARTIR DE 600 PPM, PODE SER LETAL. ATUALMENTE A CONCENTRAÇÃO DE CO2, ESTÁ EM 375PPM (PARTES POR MILHÃO) E A PARTIR DE 600 PPM, PODE SER LETAL. RELATÓRIO DO IPCC (PAINEL INTERGOVERNAMENTAL DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS) RELATÓRIO DO IPCC (PAINEL INTERGOVERNAMENTAL DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS) INCREMENTO ANUAL DE 1,5PPM (NOS ÚLTIMOS ANOS, ACIMA DE 2PPM) INCREMENTO ANUAL DE 1,5PPM (NOS ÚLTIMOS ANOS, ACIMA DE 2PPM) PODERÁ ATINGIR DE 540 A 970PPM EM 2100 PODERÁ ATINGIR DE 540 A 970PPM EM 2100

5 . PROTOCOLO DE KYOTO: EM 1979 HOUVE A 1ª CONVENÇÃO CLIMATICA MUNDIAL QUE INICIOU O PROCESSO. EM 1979 HOUVE A 1ª CONVENÇÃO CLIMATICA MUNDIAL QUE INICIOU O PROCESSO. EM 1997, EM KYOTO (3ª COP – CONF. DAS PARTES): PROTOCOLO DE INTENÇÕES – 159 PAÍSES (39 DESENVOLVIDOS), QUE SE COMPROMETERAM A REDUZIR A EMISSÃO DE GASES, EM 5,2% EM MÉDIA, EM RELAÇÃO AOS NÍVEIS VERIFICADOS EM 1990, NO PERÍODO ENTRE 2008 E EM 1997, EM KYOTO (3ª COP – CONF. DAS PARTES): PROTOCOLO DE INTENÇÕES – 159 PAÍSES (39 DESENVOLVIDOS), QUE SE COMPROMETERAM A REDUZIR A EMISSÃO DE GASES, EM 5,2% EM MÉDIA, EM RELAÇÃO AOS NÍVEIS VERIFICADOS EM 1990, NO PERÍODO ENTRE 2008 E DEFINIU-SE METAS DIFERENCIADAS PARA CADA PAÍS, EM FUNÇÃO DE SUA RESPONSABILIDADE, FORMANDO UM GRUPO DE PAÍSES MAIS DESENVOLVIDOS (CHAMADO PARTES DO ANEXO I) QUE ASSUMIRAM OS MAIORES COMPROMISSOS. DEFINIU-SE METAS DIFERENCIADAS PARA CADA PAÍS, EM FUNÇÃO DE SUA RESPONSABILIDADE, FORMANDO UM GRUPO DE PAÍSES MAIS DESENVOLVIDOS (CHAMADO PARTES DO ANEXO I) QUE ASSUMIRAM OS MAIORES COMPROMISSOS. CRIOU-SE O GRUPO DOS PAÍSES MENOS INDUSTRIALIZADOS (PARTES NÃO ANEXO I), QUE NÃO TIVERAM METAS DE REDUÇÃO DEFINIDAS. CRIOU-SE O GRUPO DOS PAÍSES MENOS INDUSTRIALIZADOS (PARTES NÃO ANEXO I), QUE NÃO TIVERAM METAS DE REDUÇÃO DEFINIDAS.

6 . METAS DOS PAÍSES DO ANEXO I: PAISES:1990METAS UNIÃO EUROPEIA 32,2% - 8% EUA36,1% - 7% JAPÃO8,5% - 6% CANADA3,3% RUSSIA17,4% 0% 0% OBS: EUA NÃO ASSINOU O PROTOCOLO

7 . AÇÕES PARA REDUÇÃO NOS PAÍSES COM METAS DEFINIDAS: REDUÇÃO NO PRÓPRIO PAÍS: SUBSTITUIÇÃO DE TECNOLOGIAS, AUMENTO DA EFICIÊNCIA E FOMENTO NOS SUMIDOUROS (FLORESTAS). REDUÇÃO NO PRÓPRIO PAÍS: SUBSTITUIÇÃO DE TECNOLOGIAS, AUMENTO DA EFICIÊNCIA E FOMENTO NOS SUMIDOUROS (FLORESTAS). MECANISMOS DE AUXÍLIO PARA CUMPRIMENTO DAS METAS: MECANISMOS DE AUXÍLIO PARA CUMPRIMENTO DAS METAS: COMERCIO DE EMISSÕES: ENTRE PAISES DO ANEXO I COMERCIO DE EMISSÕES: ENTRE PAISES DO ANEXO I IMPLEMENTAÇÃO CONJUNTA: ENTRE PAISES DO ANEXO I IMPLEMENTAÇÃO CONJUNTA: ENTRE PAISES DO ANEXO I MECANISMOS DE DESENVOLVIMENTO LIMPO – MDL: PAISES EM DESENVOLVIMENTO (REDUÇÃO CERTIFICADA DE EMISSÃO) MECANISMOS DE DESENVOLVIMENTO LIMPO – MDL: PAISES EM DESENVOLVIMENTO (REDUÇÃO CERTIFICADA DE EMISSÃO) SANÇÕES SANÇÕES

8 . DIFICULDADES NAS AÇÕES DO PROTOCOLO: COMPLEXIDADE DE INTERESSES COMPLEXIDADE DE INTERESSES QUESTÃO ECONÔMICA QUESTÃO ECONÔMICA AÇÕES POLÍTICAS POUCO EFICIENTE AÇÕES POLÍTICAS POUCO EFICIENTE MOROSIDADE NOS PROCESSOS DE DEFINIÇÃO E PADRONIZAÇÃO DE CRITÉRIOS E METODOLGIAS, PARA PROJETOS DE MDL. MOROSIDADE NOS PROCESSOS DE DEFINIÇÃO E PADRONIZAÇÃO DE CRITÉRIOS E METODOLGIAS, PARA PROJETOS DE MDL.

9 . PROJETOS MDL – MECANISMO DE DESENVOL. LIMPO POSSÍVEIS PARA PAÍSES SEM METAS DE REDUÇÃO POSSÍVEIS PARA PAÍSES SEM METAS DE REDUÇÃO REDUZIR EMISSÕES, GERANDO CRÉDITOS PARA OS PAISES COM METAS DE REDUÇÃO. REDUZIR EMISSÕES, GERANDO CRÉDITOS PARA OS PAISES COM METAS DE REDUÇÃO. PROMOVER O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NO PAIS DE ORIGEM PROMOVER O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NO PAIS DE ORIGEM OS PROJETOS DEVEM SER CERTIFICADOS POR ENTIDADES CREDENCIADAS AO COP, GERANDO OS CRÉDITOS (RCE – REDUÇÃO CERTIFICADA DE EMISSÕES) OS PROJETOS DEVEM SER CERTIFICADOS POR ENTIDADES CREDENCIADAS AO COP, GERANDO OS CRÉDITOS (RCE – REDUÇÃO CERTIFICADA DE EMISSÕES) OS CREDITOS OBTIDOS ENTRE 2000 E 2008 PODERÃO SER USADOS NOS COMPROMISSOS DE 2008 A OS CREDITOS OBTIDOS ENTRE 2000 E 2008 PODERÃO SER USADOS NOS COMPROMISSOS DE 2008 A 1012.

10 . ENTIDADES DE VALIDAÇÃO E CERTIFICAÇÃO ENTIDADE OPERACIONAL DESIGNADA – EOD (EMPRESAS DE CERTIFICAÇÃO CREDENCIADA) – FAZ A VALIDAÇÃO E VERIFICAÇÃO ENTIDADE OPERACIONAL DESIGNADA – EOD (EMPRESAS DE CERTIFICAÇÃO CREDENCIADA) – FAZ A VALIDAÇÃO E VERIFICAÇÃO AUTORIDADE NACIONAL DESIGNADA - AND (MINIST. DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA) – REGISTRA AUTORIDADE NACIONAL DESIGNADA - AND (MINIST. DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA) – REGISTRA CONSELHO EXECUTIVO DO MDL (ONU) – ANALISA E EMITE OS CRÉDITOS (RCE) CONSELHO EXECUTIVO DO MDL (ONU) – ANALISA E EMITE OS CRÉDITOS (RCE) PARA SEREM CERTIFICADOS E VALIDADOS OS PROJETOS DEVEM POSSUIR METODOLOGIA APROVADA, REDUZIR REALMENTE AS EMISSÕES E TER EFEITO DE LONGO PRAZO PARA SEREM CERTIFICADOS E VALIDADOS OS PROJETOS DEVEM POSSUIR METODOLOGIA APROVADA, REDUZIR REALMENTE AS EMISSÕES E TER EFEITO DE LONGO PRAZO

11 . MODALIDADES DE PROJETOS MDL : NÃO FLORESTAIS – REDUÇÃO DE EMISSÕES NÃO FLORESTAIS – REDUÇÃO DE EMISSÕES GERAÇÃO DE ENERGIA COM FONTES RENOVÁVEIS GERAÇÃO DE ENERGIA COM FONTES RENOVÁVEIS TROCA DE COMBUSTÍVEIS TROCA DE COMBUSTÍVEIS EFICIÊNCIA NOS PROCESSOS INDUSTRIAIS EFICIÊNCIA NOS PROCESSOS INDUSTRIAIS TRATAMENTO DE RESÍDUOS TRATAMENTO DE RESÍDUOS FLORESTAIS – REMOÇÃO DE CO2 (SEQUESTRO) – FLORESTAIS – REMOÇÃO DE CO2 (SEQUESTRO) – MUDANÇA NO USO DA TERRA (PÓS 1989) REFLORESTAMENTO PARA EXPLORAÇÃO ECONÔMICA REFLORESTAMENTO PARA EXPLORAÇÃO ECONÔMICA REFLORESTAMENTO DE PRESERVAÇÃO REFLORESTAMENTO DE PRESERVAÇÃO FLORESTA: 80 A 150 TON CO2 HÁ FLORESTA: 80 A 150 TON CO2 HÁ PASTAGEM: 5 A 6 TON CO2 HÁ PASTAGEM: 5 A 6 TON CO2 HÁ SOJA: 7 A 8 TON CO2 HÁ SOJA: 7 A 8 TON CO2 HÁ

12 . CRITÉRIOS PARA PROJETOS: ADICIONALIDADE EFETIVA: QUANTIDADE MENSURADA DE REDUÇÃO DE EMISSÕES OU SEQUESTRO DE CO2 COM O PROJETO. ADICIONALIDADE EFETIVA: QUANTIDADE MENSURADA DE REDUÇÃO DE EMISSÕES OU SEQUESTRO DE CO2 COM O PROJETO. LINHA DE BASE (baseline): SITUAÇÃO ANTES DO PROJETO LINHA DE BASE (baseline): SITUAÇÃO ANTES DO PROJETO CALCULOS DE REDUÇÃO E PERIODO DE AÇÃO: METODOLOGIA APROVADA PELO CONSELHO (ONU) CALCULOS DE REDUÇÃO E PERIODO DE AÇÃO: METODOLOGIA APROVADA PELO CONSELHO (ONU) MONITORAMENTO: METODOLGIA AUDITADA PELAS CERTIFICADORAS ANUALMENTE. MONITORAMENTO: METODOLGIA AUDITADA PELAS CERTIFICADORAS ANUALMENTE. SUSTENTABILIDADE: POLITICAMENTE CORRETO, ECONOMICAMENTE VIÁVEL E SOCIALMENTE JUSTO. SUSTENTABILIDADE: POLITICAMENTE CORRETO, ECONOMICAMENTE VIÁVEL E SOCIALMENTE JUSTO. FORMATO E METODOLOGIA PARA SER APRESENTADO NO SITE FORMATO E METODOLOGIA PARA SER APRESENTADO NO SITE

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15 . PROJETOS FLORESTAIS: COMPLEXIDADE DAS VARIÁVEIS: SOMENTE 15 METODOLOGIAS APROVADAS COMPLEXIDADE DAS VARIÁVEIS: SOMENTE 15 METODOLOGIAS APROVADAS ALTO CUSTO DOS PROJETOS INICIAIS ALTO CUSTO DOS PROJETOS INICIAIS CRÉDITOS TEM VALIDADE – CICLO DA FLORESTA CRÉDITOS TEM VALIDADE – CICLO DA FLORESTA PROJETOS NÃO FLORESTAIS MAIOR FACILIDADE DE MEDIR AS VARIÁVEIS E MENSURAR AS REDUÇÕES. MAIOR FACILIDADE DE MEDIR AS VARIÁVEIS E MENSURAR AS REDUÇÕES. MUITAS METODOLOGIAS APROVADAS MUITAS METODOLOGIAS APROVADAS MUITOS PROJETOS REGISTRADOS NO MUNDO (>1000) MUITOS PROJETOS REGISTRADOS NO MUNDO (>1000) MUITOS PROJETOS APROVADOS NO BRASIL (12,6%) MUITOS PROJETOS APROVADOS NO BRASIL (12,6%)

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17 . ALTERNATIVAS AO PROTOCOLO DE KYOTO AÇÕES PARTICULARES DE ONGs, EMPRESAS E GOVERNOS AÇÕES PARTICULARES DE ONGs, EMPRESAS E GOVERNOS MERCADO DE CRÉDITOS DE CARBONO VOLUNTÁRIO (EXTRA-KYOTO) – BOLSA DE CHICAGO, GOVERNOS, EMPRESAS, BANCOS, ETC. MERCADO DE CRÉDITOS DE CARBONO VOLUNTÁRIO (EXTRA-KYOTO) – BOLSA DE CHICAGO, GOVERNOS, EMPRESAS, BANCOS, ETC. CAPTAÇÃO DE RECURSOS VIA NEGOCIAÇÃO DE CONTRATOS FUTUROS CAPTAÇÃO DE RECURSOS VIA NEGOCIAÇÃO DE CONTRATOS FUTUROS ACELERA O PROCESSO PARA MELHORIAS AO MEIO AMBIENTE ACELERA O PROCESSO PARA MELHORIAS AO MEIO AMBIENTE RISCO DE NÃO TER CONTROLE EFETIVO SOBRE OS PROJETOS E SUA EFICIÊNCIA. RISCO DE NÃO TER CONTROLE EFETIVO SOBRE OS PROJETOS E SUA EFICIÊNCIA.

18 . MERCADO DE CRÉDITOS DE CARBONO VOLUNTÁRIO BOLSA DE VALORES (CHICAGO - CCX) E MERCADO FUTURO BOLSA DE VALORES (CHICAGO - CCX) E MERCADO FUTURO CRIADA EM 2003 POR EMPRESAS AMERICANAS: HOJE TEM MAIS DE 100 EMPRESAS CREDENCIADAS CRIADA EM 2003 POR EMPRESAS AMERICANAS: HOJE TEM MAIS DE 100 EMPRESAS CREDENCIADAS ASSUMEM COMPROMISSO VOLUNTÁRIO DE REDUÇÃO DE EMISSÃO DE CO2 DE 2007 A 2010 EM 4,5 5,0 5,5 E 6,0% DA BASELINE MEDIDA EM ASSUMEM COMPROMISSO VOLUNTÁRIO DE REDUÇÃO DE EMISSÃO DE CO2 DE 2007 A 2010 EM 4,5 5,0 5,5 E 6,0% DA BASELINE MEDIDA EM MESMO PRINCIPIO DE KYOTO, SENDO O BRASIL UM DOS POUCOS PAÍSES FORA DO NAFTA A PODER APRESENTAR PROJETOS, MAS SÓ DE GRANDES EMPRESAS. MESMO PRINCIPIO DE KYOTO, SENDO O BRASIL UM DOS POUCOS PAÍSES FORA DO NAFTA A PODER APRESENTAR PROJETOS, MAS SÓ DE GRANDES EMPRESAS. OUTRAS CERTIFICADORAS PARA VALIDAÇÃO DO PROJETO E PROCESSO MUITO MAIS RÁPIDO. OUTRAS CERTIFICADORAS PARA VALIDAÇÃO DO PROJETO E PROCESSO MUITO MAIS RÁPIDO. EX. PROJETOS APROVADOS: KLABIN, SUZANO, ARACRUZ, VCP EX. PROJETOS APROVADOS: KLABIN, SUZANO, ARACRUZ, VCP

19 . EXEMPLO DE COMERCIALIZAÇÃO DE CRÉDITOS VIA BM&F. BM&F e a Prefeitura de São Paulo concluíram o primeiro leilão da venda de créditos de carbono do pais (set/07 a fev/08). BM&F e a Prefeitura de São Paulo concluíram o primeiro leilão da venda de créditos de carbono do pais (set/07 a fev/08). 808,5 mil toneladas de CO2 geradas pelo projeto Bandeirantes Gás, de Aterro e Geração de Energia, totalizando 13,1 milhões. 808,5 mil toneladas de CO2 geradas pelo projeto Bandeirantes Gás, de Aterro e Geração de Energia, totalizando 13,1 milhões.

20 . DEMAIS FORMAS DE COMERCIALIZAÇÃO: DEMAIS FORMAS DE COMERCIALIZAÇÃO: MERCADO INFORMAL COMO FERRAMENTA DE MARKETING PARA EMPRESAS MERCADO INFORMAL COMO FERRAMENTA DE MARKETING PARA EMPRESAS VALORIZAÇÃO DOS PRODUTOS DA EMPRESA, QUANDO CONSIDERADAS AS QUESTÕES SÓCIO- AMBIENTAIS VALORIZAÇÃO DOS PRODUTOS DA EMPRESA, QUANDO CONSIDERADAS AS QUESTÕES SÓCIO- AMBIENTAIS CONCEITO: EMPRESA CARBONO NEUTRO CONCEITO: EMPRESA CARBONO NEUTRO EX: CARTÃO IPIRANGA, RECICLECARBONO.COM.BR EX: CARTÃO IPIRANGA, RECICLECARBONO.COM.BR

21 . VALORES DE COMERCIALIZAÇÃO DOS CRÉDITOS DE CARBONO: 1 CRÉDITO = 1 TON DE C02 1 CRÉDITO = 1 TON DE C02 KYOTO = 12,00 a 16,00 Euros/ CRÉDITO (alta variação) – MAIOR CONFIABILIDADE KYOTO = 12,00 a 16,00 Euros/ CRÉDITO (alta variação) – MAIOR CONFIABILIDADE CHICAGO = 2,00 A 5,00 U$/ CRÉDITO (alta variação) CHICAGO = 2,00 A 5,00 U$/ CRÉDITO (alta variação) OUTROS MERCADOS: VARIÁVEL (SEGUEM CHICAGO). OUTROS MERCADOS: VARIÁVEL (SEGUEM CHICAGO). OBS: PROJETOS FLORESTAIS = VALORES MENORES QUE OS NÃO FLORESTAIS : CRÉDITOS TEMPORÁRIOS E DE DIFÍCIL MENSURAÇÃO.

22 . FUTURO DO CRÉDITO DE CARBONO BRASIL TEM GRANDE POTENCIAL DE GERAÇÃO DE CRÉDITOS - PROJETOS FLORESTAIS E NÃO FLORESTAIS. BRASIL TEM GRANDE POTENCIAL DE GERAÇÃO DE CRÉDITOS - PROJETOS FLORESTAIS E NÃO FLORESTAIS. PROXIMA COP (14): DEZ/2008 PROXIMA COP (14): DEZ/2008 REDUÇÕES MAIORES PÓS 2012, PARA OS PAISES ANEXO I REDUÇÕES MAIORES PÓS 2012, PARA OS PAISES ANEXO I METAS PARA PAISES EM DESENVOLVIMENTO METAS PARA PAISES EM DESENVOLVIMENTO MAIOR RECURSO E AGRESSIVIDADE NAS AÇÕES MAIOR RECURSO E AGRESSIVIDADE NAS AÇÕES ANÁLISE DE NOVAS MEDIDAS ANÁLISE DE NOVAS MEDIDAS PROBLEMA DO AQUECIMENTO NÃO PARECE TER REDUÇÃO SIGNIFICATIVA A CURTO PRAZO. PROBLEMA DO AQUECIMENTO NÃO PARECE TER REDUÇÃO SIGNIFICATIVA A CURTO PRAZO. AUMENTO NA COBRANÇA DE AÇÕES MITIGADORAS DOS PAÍSES E POSSÍVEL ELEVAÇÃO DOS PREÇOS DOS CRÉDITOS. AUMENTO NA COBRANÇA DE AÇÕES MITIGADORAS DOS PAÍSES E POSSÍVEL ELEVAÇÃO DOS PREÇOS DOS CRÉDITOS.

23 OBRIGADO! ENG. AGR. LEANDRO M ALVES DE SOUSA (67)

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