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Indicador de queda de pressão e válvulas auxiliares Princípios físicos da frenagem Pressão X área 70% frenagem dianteira. e 30% traseira Freios a tambor.

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2 Indicador de queda de pressão e válvulas auxiliares Princípios físicos da frenagem Pressão X área 70% frenagem dianteira. e 30% traseira Freios a tambor Molas retorno

3 Indicador de queda de pressão e válvulas auxiliares Freios a disco Retorno das pinças, deslocamento de acionamento. Cilindro mestre Pressão residual Armação das gaxetas Pressão aciona embolo secundário

4 Indicador de queda de pressão (válvula de pressão diferencial) Necessidade de monitoramento de um sistema de segurança passiva. Tem a função de alertar o condutor sobre alguma anomalia em um dos circuitos de freio.

5 alta pressão no circuito de frenagem alta pressão vinda do cilindro-mestre interruptor aberto baixa pressão no circuito de frenagem interruptor aberto alta pressão no circuito de frenagem

6 Indicador de queda de pressão (válvula de pressão diferencial) Pode ser avulsa ou incorporada ao bloco de válvulas.. Quando ocorre uma diferença de pressão em uma das câmaras o interruptor é acionado Animação luz de advertência

7 Limitador de frenagem Aplicados em veículos de grande porte com sistemas de freio a disco na dianteira e tambor na traseira. Retarda o tempo de acionamento nos freios a disco. Contrabalançar a tensão das molas de retorno As pastilhas e as guarnições tocam ao mesmo tempo a área de frenagem. Animação Válvula de restrição

8 Compensador de frenagen (valvula equalizadora/proporcionadora) Limitar a pressão nos freios traseiros. Diminui o risco de travamento prematuro das rodas traseiras em frenagens bruscas. A válvula é calibrada para cada carro não havendo válvulas universais. Seu principio de funcionamento se da em função das diferenças de área entre a entrada e saída da válvula.

9 Compensador de frenagen (valvula equalizadora/proporcionadora) A dificuldade de evitar o travamento se da em função do corte de pressão internamente a válvula. Quanto maior a pressão na entrada maior será a pressão na saída da válvula, no entanto o corte se dá através de percentual da pressão aplicada. Animação Válvula proporcionadora

10 Válvulas corretoras de frenagem sensível a carga Um veículo de carga possui usos distintos, em um mesmo período. Sem carga Com carga Com carga em situação de frenagem em lombada. Durante a frenagem 70% da massa é transferida para a dianteira.

11 Válvulas corretoras de frenagem sensível a carga Fixação no chassi Acionado por uma pequena biela. Com a suspensão traseira abaixada a pressão é aumentada e vice versa. A regulagem desta válvula é extremamente importante para sua perfeita operação. Uma anomalia na suspensão pode influenciar na performance do sistema de freios. Animação Válvula sensível a carga

12 Fluido de freio Função: transmitir força aplicada no cilindro mestre às rodas dos veículos. O fluido de freio deve conter um pacote de aditivos capazes de atender a norma DOT. D epartament O f T ransport

13 Fluido de freio Não é óleo e sim um fluido hidráulico concebido especificadamente para os circuitos hidráulicos de frenagem. Deve possuir compatibilidade química com os elementos de vedação. O fluido de freio é uma substancia desidratada, evite expor ao ambiente desnecessariamente. A presença de umidade baixa seu ponto de ebulição Promove a corrosão.

14 Norma DOT Uma entidade federal emitiu normas sobre as especificações dos fluídos de freio, DOT3,DOT4,DOT5. Os fluídos DOT 3 e 4 ou SAE - J –1703 são de cor âmbar claro. O fluido DOT 4, possui ponto de ebulição mais elevado e absorve umidade mais lentamente que o DOT3.

15 DOT 5 O FLUIDO POSSUI A COR VIOLETA. Em sua composição contem silicone Possui ponto de ebulição mais elevado que o DOT3 e 4. Não possui compatibilidade química com os fluidos DOT 3 e 4.

16 Manutenção do fluído de freio Deve ser substituído periodicamente conforme manual do fabricante Km ou a cada 6 meses. A contaminação ocorre mesmo com o reservatório fechado, conhecido como higroscopia. Animação higroscópica

17 Outras Contaminações Jamais devemos usar qualquer solvente subproduto de petróleo. Uma vez contaminado o sistema a ação do produto é contínua. O único produto recomendado é o álcool desidratado (isopropílico). Uma contaminação de 3% de umidade no fluído, baixa o ponto de ebulição em 50% Animação fade fluído de freio

18 Considerações Finais Indicadores de queda de pressão não são intercambiáveis. As especificações das válvulas auxiliares devem ser respeitadas a risca. Válvulas semelhantes de especificações diferentes alteram de forma significativa uma frenagem de emergência. O fluído de freio deve fazer parte integrante de qualquer manutenção do sistema de freios.

19 Próxima aula Sistema de freios assistidos Válvulas de retenção Servo freio a depressão Servo freio Tandem. Válvula de controle Freios ABS (Princípios de funcionamento)


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