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XXII FÓRUM NACIONAL DE ENSINO EM FISIOTERAPIA III CONGRESSO NACIONAL DE FISIOTERAPIA NA SAÚDE COLETIVA A FISIOTERAPIA NO NASF Débora Dupas G. Nascimento.

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1 XXII FÓRUM NACIONAL DE ENSINO EM FISIOTERAPIA III CONGRESSO NACIONAL DE FISIOTERAPIA NA SAÚDE COLETIVA A FISIOTERAPIA NO NASF Débora Dupas G. Nascimento

2 Área: 17,8 km2 Pop: Área: 15, 1 km2 Pop: Área: 45,8 km2 Pop: Área: 54,3 km2 Pop: Área: 24,3 km2 Pop: Área: 15,0 km2 Pop: Área: 21,7 km2 Pop: Área Total: 194,0 km2 ZL Pop Total: SUS Dependente 62.7 %

3 ARICAN DUVA PONTE RASA LAJEADO ARTUR ALVIM JOSÉ BONIFÁCIO PARQUE DO CARMO IGUATEMI CIDADE LIDER SÃO MIGUEL ITAQUERA GUAIANAZES ERMELINO MATARAZZO VILA JACUÍ Parque Santa Rita Silva Teles Jardim Campos Jardim Jaraguá Curuçá Velha Jardim Robrú Nova Curuçá Dom João Nery Atualpa G Rabelo Cidade Kemel Jd Indaiá AMA Texima/Boa Esperança AMA Jardim Nélia AMA Jardim das Oliveiras CAPS II Jd Fanganiello 1º de Outubro Jd Bandeirantes Santa Luzia Celso Daniel Cosmopolita Jardim Soares (NIR) Jardim São Carlos UBS/AMA Jardim Etelvina Jardim Auróra UBS/AMA Juscelino NISA CAPS AD CAPS Infantil Jardim Copa Gleba do Pêssego Jd Helian Nossa Sra do Carmo Santa Maria Sta Terezinha Santo Estevão Vila Santana Vila Ramos AMA AE Guaianases AMA Carmosina Nitro Operária Nova São Miguel União de Vila Nova Santa Inês Adão Manoel Jardim Maia Pedro Nunes Thérsio Ventura AMA Jardim Helena AMA Jardim Nélia AMA Sítio da Casa Pintada CIDADE TIRADENTES Barro Branco Dom Angélico Jardim Vitória Carlos Gentile Ferroviários Gráficos Profeta Jeremias Inácio Monteiro Tiradentes Prestes Maia UBS/AMA Fazenda do Carmo UBS/AMA Castro Alves CEO NIR CAPS II CURUÇÁ ITAIM PAULISTA SÃO MATEUS OS Unidades de Saúde sob parceria da APS Santa Marcelina

4 Em que cenário produzimos saúde no NASF? A Atenção Primária à Saúde desempenha um papel estratégico no SUS, sendo o principal elo entre o sistema de saúde e a população; APS: primeiro contato; integralidade; longitudinalidade; coordenação do cuidado.

5 Em que cenário produzimos saúde no NASF? ESF: território (vivo) - contexto social amplo e dinâmico Múltiplas dimensões das NECESSIDADES DE SAÚDE

6 NASF: o que é? Qual objetivo ? Portaria GM nº 154, de 24 de Janeiro de 2008, Republicada em 04 de Março de Ampliar a abrangência e o escopo das ações da APS, bem como sua resolutividade, apoiando a inserção da Estratégia de Saúde da Família na rede de serviços e o processo de territorialização e regionalização a partir da APS.

7 Nova PNAB (Portaria MS nº 2488/2011): incrementa a composição das equipes NASF e altera as cargas horárias. NASF 1: No mínimo 200 horas semanais; Mínimo de 20 horas e máximo de 80 horas; PAB Variável: ,00; Apoia de 8 a 15 Equipes de SF. NASF 2 No mínimo 120 horas semanais; Mínimo de 20 horas e máximo de 40 horas; PAB Variável: 8.000,00; Apoia de 3 a 7 Equipes de SF. Modalidades NASF

8 Composição das equipes NASF Categoriais Profissionais: Assistente Social; Prof. de Ed. Física; Farmacêutico; Fisioterapeuta; Fonoaudiólogo; Médico Homeopata; Médico Acupunturista; Médico Ginecologista; Médico Pediatra; Médico Psiquiatra; Nutricionista; Psicólogo; Terapeuta Ocupacional; Médico geriatra; Médico do Trabalho; Médico Veterinário; Médico clínico (clínica médica); Arte educador; Profissional sanitarista. Débora Dupas

9 Fonte: DAB

10 NASF: novo modelo de atenção à saúde Desafios para o desenvolvimento do SUS: A fragmentação do Sistema e sua concepção hierárquica (pirâmide) – rede A baixa qualidade dos serviços O modelo de atenção a saúde voltado às condições agudas – modelo queixa- conduta MENDES (2007)

11 NASF: novo modelo de atenção à saúde Busca superar os tradicionais contextos organizacionais e de processo de trabalho: Lógica de produção e reprodução de procedimentos em si, pela da produção da saúde e da defesa vida individual e coletiva Merhy (2002); Modelo contra hegemônico que confere aos usuários e suas necessidades um lugar central – para quem eu produzo saúde?;

12 NASF: novo modelo de atenção à saúde Desafio de articulação da rede por meio da co- gestão do cuidado; Novas ferramentas para produção de saúde, ou seja para o cuidado: Clínica Ampliada Apoio Matricial Projeto terapêutico singular (PTS) Projeto de Saúde do Território (PST) Pactuação de Apoio

13 Foco do Trabalho no NASF Compreensão e operacionalização da clínica ampliada: enxergar e atuar na clínica para além dos pedaços fragmentados, sem deixar de reconhecer e utilizar o potencial desses saberes (...) lidar com os usuários enquanto Sujeitos buscando sua participação e autonomia no projeto terapêutico. (Oliveira, 2007) O trabalho em saúde não pode ser organizado de maneira parcelar, de modo que cada trabalhador ou especialidade seja responsável apenas pela realização de sua parte, sem compreensão e intervenção no todo.

14 Foco do Trabalho no NASF Clínica ampliada: realiza avaliação diagnóstica considerando não só o saber clínico, mas o contexto singular do sujeito; Queixa/sintoma: ponta do iceberg; Cuidado (escuta, interpretação e vínculo).

15 Foco do Trabalho no NASF APOIO MATRICIAL: incorporação de novas competências e ampliação da capacidade resolutiva das equipes de saúde para lidar com problemas clínicos e sanitários mais prevalentes; Que ESF estamos matriciando? Quais as demandas de cada equipe?

16 Efetivar o Apoio Matricial por meio da interação horizontal e dialógica entre distintas especialidades e profissões – publicizando o saber (núcleo de conhecimento); Suporte técnico-pedagógico e assistencial. Foco do Trabalho no NASF

17 PTS Débora Dupas Foco do Trabalho no NASF

18 PST: é uma estratégia das equipes de Referência (equipe de SF) e de Apoio (NASF) para desenvolver ações na produção da saúde no território a partir da identificação de problemas mais comuns. Pactuação de Apoio: construção coletiva do Projeto NASF e processo de trabalho - Gestores, ESF e Controle Social. Foco do Trabalho no NASF

19 Ações Desenvolvidas pelo Fisioterapeuta no NASF Equipes de Saúde da Família Organização e Planejamento do processo de trabalho ESF / NASF / RAS Atuação Específica do Fisioterapeuta

20 Equipes de Saúde da Família Reunião de Equipe Construção de PTS e PST Ações de EP Atendimentos Individuais Compartilhados Grupos terapêuticos e educativos compartilhados VD Compartilhada Gestão de Casos Complexos Ações Desenvolvidas pelo Fisioterapeuta no NASF

21 Organização e Planejamento do processo de trabalho ESF / NASF / RAS Ações Intrasetoriais e Intersetoriais Monitoramento do perfil epidemiológico Construção de Protocolos Assistenciais (Linha de Cuidado) Planejamento Estratégico Situacional Qualificação Demanda Reprimida Articulação da RAS Ações Desenvolvidas pelo Fisioterapeuta no NASF

22 Atuação Específica do Fisioterapeuta VD Ações de promoção e educação em Saúde Ações de inclusão social e escolar Abordagem Familiar Grupo de cuidadores Reunião Conselho Gestor Local Grupo Terapêutico e Educativo Adaptações e orientações domiciliares Atendimento Individual Ações Desenvolvidas pelo Fisioterapeuta no NASF

23 É necessário ao Fisioterapeuta... Conhecer a realidade das famílias da área de abrangência, assim como os riscos aos quais estão expostos; Identificar problemas de saúde prevalentes e estruturar um plano de ação baseado nesta realidade para o enfrentamento do processo saúde- doença; Atuar em todos os ciclos de vida: saúde da criança, adolescente, mulher, adulto e idoso; Habilidade técnica e relacional. Débora Dupas

24 Profissionais cadastrados no CNES

25 Avanços... Crescimento dos NASFs no Brasil; Construção de protocolos em equipe; Construção de relações pedagógicas e de cooperação; Aprofundamento nos casos discutidos com ampliação do olhar e possibilidades de intervenção; Apropriação das Equipes sobre condições de risco para as diversas categorias profissionais; Identificação de prioridades com detecção precoce de casos no território; NASF no PMAQ; Aumento da resolutividade e da capacidade de cuidado das equipes diante de necessidades individuais e coletivas, clínicas e sanitárias, com incorporação de novas práticas.

26 Os desafios: Formação generalista Tradicionalmente o setor da saúde trabalha com a política de modo fragmentado: saúde coletiva separada da clínica, qualidade da clínica independente da qualidade da gestão, gestão separada da atenção, atenção separada da vigilância (...) e cada um desses fragmentos divididos em tantas áreas técnicas quantos sejam os campos de saber especializado. Essa fragmentação, que orienta a formulação das políticas e a organização das práticas, também tem gerado especialistas, intelectuais e consultores com uma noção de concentração de saberes que terminam por se impor sobre os demais profissionais, os serviços e a sociedade e cujo resultado é a expropriação dos demais saberes e a anulação das realidades locais. Ricardo Ceccim e Laura Feuerweker (2005)

27 Formação mais contextualizada e com inserção precoce no mundo do trabalho (ESF) Capacidade de reconhecer o território, identificando suas vulnerabilidades; Capacidades de escuta, acolhimento e uso de tecnologias leves; Capacidade de compreender diferentes valores e culturas, respeitando a autonomia dos indivíduos; Capacidade de mobilizar soluções para situações aparentemente sem saída; Habilidade para o trabalho em equipe multiprofissional e a articulação intersetorial. OS DESAFIOS...

28 Dificuldade de efetivação do apoio matricial no dia a dia dos serviços (agenda do médico e enfermeiro); Qualidade X Quantidade; Acompanhamento e avaliação de impacto; Inclusão do NASF no SIAB; Diretrizes de trabalho – apoiar X atender. OS DESAFIOS...

29 O NASF É uma estratégia inovadora para a APS/SF; Deve tencionar a mudança na postura, na atitude e na atuação dos profissionais, incluindo ações territoriais, intersetoriais, interdisciplinares, promoção da saúde, humanização, educação permanente, integralidade, com o objetivo, dentre outros, de apoiar/ampliar as ações da SF visando a melhora da qualidade de vida da população.

30 Faz-se necessário imprimirmos a importância do fisioterapeuta dentro deste novo modelo de atenção através de nossa atuação profissional.

31 Débora Dupas


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