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O desafio municipal para provimento e fixação do Profissional Médico Jorge Harada.

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Apresentação em tema: "O desafio municipal para provimento e fixação do Profissional Médico Jorge Harada."— Transcrição da apresentação:

1 O desafio municipal para provimento e fixação do Profissional Médico Jorge Harada

2 Trabalho Médico Razão médico/ habitante (Brasil) = 1,8/1000 Distribuição por regiões: Sudeste: 2,61/1000 Sul: 2,03/1000 Centro Oeste: 1,99/1000 Nordeste: 1,19/1000 Norte: 0,98/1000 Distribuição em algumas unidades da federação: DF: 4,02/1000 SP: 2,58/1000 AP, PA, MA < 1/1000 Conselho Federal de Medicina, 2011

3 Trabalho Médico Distribuição nas regiões, estados, municípios, territórios... aspectos quantitativos, especialidades médicas... heterogênea Iniquidades Relação Público-privado

4 Quantos médicos e quantas escolas médicas o Brasil precisa? E para quê? Como fazer?

5 Mesmo que a proporção fosse de 5 médicos/1000 hab....

6 Quais os desafios municipais para provimento e fixação do Profissional Médico?

7 Áreas de competência da Gestão Cuidado Conhecimento Sistema

8 Diretrizes para os processos de gestão Descentralização Regionalização Financiamento Planejamento Programação Regulação Participação e Controle Social Gestão do Trabalho Médico l Educação em Saúde

9 Decreto n°7508, 28/06/2011 Regulamentação da Lei n°8080/90 Região de Saúde Portas de Entrada Mapa de Saúde Redes de Atenção à Saúde Relação Nacional de Ações e Serviços de Saúde (RENASES) Relação Nacional de Medicamentos (RENAME) Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde (COAP)

10 SUS Princípios Universalidade Integralidade Equidade

11 DO SISTEMA FRAGMENTADO PARA A REDE DE ATENÇÃO À SAÚDE ORGANIZAÇÃO HIERÁRQUICA ORGANIZAÇÃO POLIÁRQUICA (REDES) FONTE: MENDES (2002) ABS ALTA COMPLEXIDADE MÉDIA COMPLEXIDADE ATENÇÃO BÁSICA

12 SUPORTE DIAGNÓSTICO Hospital Geral Hospital Especializado Hospital de Clínicas SAMU CAPS CEO UER Maternidade SUPORTE DIAGNÓSTICO Residência Terapêutica SPA UBS USF UBS USF ACS UPA Rede de Atenção à Saúde

13 Ciência e tecnologia Procedimentos Insumos Equipamentos Gestão

14 Tecnologia Dura Leve - Dura Leve Consiste em grande complexidade

15 Gestão do Cuidado Linhas de Cuidado Protocolos Clínicos e de Acesso Projeto Terapêutico Singular Apoio Matricial Clinica Ampliada Matriciamento Redes de Atenção à Saúde

16 Atenção à Saúde Resolutivo Integralidade do cuidado Acolhimento Humanização Vínculo trabalhador-cidadão Adscrição Populacional Territorialização

17 Serviços de Saúde Qualificação Ambiência Equipamentos Processos de trabalho Gestão Participativa

18 Territorialização Respeito às realidades locais – critérios para o desenho dos territórios Contexto sócio-econômico e cultural Território vivo Fatores de risco e de proteção Vulnerabilidades Dados epidemiológicos Distribuição de equipamentos de saúde Protagonistas no processo

19 Educação em Saúde Integração Ensino-Serviço-Comunidade Gestor local e Instituições de Ensino Contratualização Plano de ações e metas Compromissos e atribuições Qualificação dos serviços e das Instituições de Ensino

20 Educação em Saúde PROVAB Residência Médica Educação Permanente Telessaúde PET e Pró-Saúde PPSUS

21 Educação em Saúde Formação profissional Lógica das necessidades da população e não somente de mercado Indissociabilidade entre Graduação, Residência Médica, Educação Permanente... de forma articulada e integrada

22 Residência Médica Treinamento em Serviço Habilidades, atitudes e conhecimentos Romper com a fragmentação Garantir a integralidade do cuidado Fixação de médicos

23 Credenciamento Programas de Residência Médica Contextualizado na lógica da implementação do Sistema de Único de Saúde e das necessidades da população Regulação do Estado

24 Multiprofissional Interdisciplinar Transdisciplinar Trabalho em Equipe

25 Universidade e Centros de Pesquisa Ensino, assistência, pesquisa e extensão universitária Graduação e Pós-Graduação inseridos e integrados no contexto dos serviços e da política do SUS Com as dificuldades, deficiências e limites Com a realidade e as qualidades destes serviços Necessidade de preceptoria adequada

26 Cenários de Práticas HOSPITALAR URGÊNCIA/ EMERGÊNCIA AMBULATORIA L ATENÇÃO BÁSICA INTERSETORI ALIDADE Rede-Escola

27 Desafios Gestão do Trabalho Plano de Cargos, Carreira e Salários Desprecarização Mesa de Negociação Trabalhador como ser crítico, ator e autor do processo Médicos Estrangeiros

28 Áreas de ação na atenção básica Clínica – escuta, sujeito integral/família Comunidade – grupos vulneráveis, intersetorialidade: escolas, CRAS, entre outros Macro-política – defesa e implementação do sistema, legislação, determinantes sociais da saúde Movimento de sujeitos profissionais e usuários do SUS – foco: integralidade, efetividade

29 Outros Desafios...

30 Outros desafios Regionalização Participação efetiva dos gestores na CIR Planejamento Pactuações... Pacto Interfederativo Financiamento Apoio técnico Movimento técnico, jurídico, financeiro, administrativo e político

31 Saúde Não é bem de consumo É direito de cidadania!

32 Pacto em Defesa do SUS Repolitização do SUS Movimento que retoma a Reforma Sanitária Brasileira Promoção da Cidadania como estratégia de mobilização social e de um processo civilizatório Consolidação do processo democrático no país

33 O grande desafio O SUS como movimento social Promoção do desenvolvimento econômico e do capital humano Políticas Públicas como meio poderoso para a efetiva defesa da vida Gastão W. S. Campos, 2007

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