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Memórias de um sargento de milícias Manuel Antônio de Almeida Análise por: Vivianne Fleury de Faria.

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1 Memórias de um sargento de milícias Manuel Antônio de Almeida Análise por: Vivianne Fleury de Faria

2 Memórias de um sargento de milícias surgiu como um romance de folhetim. A obra originalmente foi publicada semanalmente em capítulos, no jornal Correio Mercantil, do Rio de Janeiro, entre junho de 1852 e julho de Os folhetins não indicavam quem era o autor. A história só saiu em livro em 1854 (primeiro volume) e 1855 (segundo volume), com autoria de Um Brasileiro. O nome de Manuel Antônio de Almeida aparecerá apenas na terceira edição, já póstuma, em 1863.

3 Resumo A obra conta as aventuras de Leonardo ou Leonardinho, filho ilegítimo dos portugueses Leonardo Pataca e Maria da Hortaliça. Como os pais não desejassem criá-lo, Leonardo fica por conta de seu padrinho (um barbeiro) e de sua madrinha (uma parteira), após a separação dos seus pais. Sempre metido em travessuras, desde cedo Leonardo mostra-se um grande malandro. Já moço, apaixona-se por Luisinha, mas põe o romance a perder e se envolve com a mulata Vidinha. A primeira decide, então, casar-se com outro. Tempos depois, Leonardo é preso pelo Major Vidigal, enfrenta diversos problemas, mas acaba sendo perdoado pelo vidigal por intervenção de sua madrinha. Quando Luisinha fica viúva, reaproxima- se da moça. Os dois casam-se e Leonardo é nomeado sargento de milícias e recebe 5 heranças.

4 Estrutura da obra O romance é dividido em duas partes, com 23 capítulos a primeira e 25 a segunda. A primeira parte, mais próxima da crônica, temos a histórias do pai de Leonardo em paralelo com a sua, e a segunda parte, em que predomina o gênero romanesco, gira em torno das aventuras do herói Leonardinho.

5 Dialética da malandragem Antonio Candido, maior crítico literário vivo, escreveu sobre as Memórias de um sargento de milícias um texto singular que servirá de base para esta explanação. Trata-se de Dialética da Malandragem, de que trataremos a seguir.

6 Romance de costumes Os críticos nem sempre concordam com certas classificações sobre As memórias, mas em um ponto todos estão de acordo. Memórias de um sargento de milícias é um romance de costumes, como o queria seu autor, dada a recorrência em que descreve em sua obra os costumes fluminenses do tempo do rei.

7 Segundo Antonio Candido Poderíamos, então, dizer que a integridade das Memórias é feita pela associação íntima entre um plano voluntário (a representação dos costumes e cenas do Rio) e um plano talvez na maior parte involuntário (traços semi-folclóricos, manifestados sobretudo no teor dos atos e das peripécias). Como ingrediente, um realismo espontâneo e corriqueiro, mas baseado na intuição da dinâmica social do Brasil na primeira metade do século XIX. E nisto reside provavelmente o segredo da sua força e da sua projeção no tempo.

8 Romance de costumes (exemplo) Citando Memórias de um sargento de milícias: As festas daquele tempo eram feitas com tanta riqueza e com muito mais propriedade, a certos respeitos, do que as de hoje: tinham entretanto alguns lados cômicos; um deles era a música de barbeiros à porta. Não havia festa em que se passasse sem isso; era coisa reputada quase tão essencial como o sermão; o que valia porém é que nada havia mais fácil de arranjar-se; meia dúzia de aprendizes ou oficiais de barbeiro, ordinariamente negros, armados, este com um pistão desafinado, aquele com uma trompa diabolicamente rouca, formavam uma orquestra desconcertada, porém estrondosa, que fazia as delícias dos que não cabiam ou não queriam estar dentro da igreja. (ALMEIDA, p. 45)

9 Romance de costumes (exemplo) Citando Memórias de um sargento de milícias: Um dia de procissão foi sempre nesta cidade um dia de grande festa, de lufa-lufa, de movimento e de agitação; e se ainda é hoje o que os nossos leitores bem sabem, na época em que viveram as personagens desta história a coisa subia de ponto; enchiam-se as ruas de povo, especialmente de mulheres de mantilha; armavam-se as casas, penduravam-se às janelas magníficas colchas de seda de todas as cores, e armavam-se coretos em quase todos os cantos. E quase tudo o que ainda hoje se pratica, porém em muito maior escala e grandeza, porque era feito por fé, como dizem as velhas desse bom tempo, porém nós diremos, porque era feito por moda. (ALMEIDA, p. 98)

10 Romance picaresco? Alguns críticos, entre eles nomes de peso como Mário de Andrade e Alfredo Bosi, entendem que As memórias de um sargento de milícias seriam uma manifestação no Brasil do romance picaresco espanhol, como o romance La vida de Lazarillo de Tormes, do século XVI. Candido discorda alegando que alguns pontos de contato não são suficientes para tornar este um romance pícaro.

11 Romance picaresco? Para explicar seu ponto de vista Antonio Candido cita Darcy Damasceno: Não há que considerar-se picaresco um livro pelo fato de nele haver um pícaro mais adjetival que substantival, mormente se a este livro faltam as marcas peculiares do gênero picaresco; nem histórico seria ele, ainda que certa dose de veracidade haja servido à criação de tipos ou à evocação de época; menos ainda realista, quando a leitura mais atenta nos torna flagrante o predomínio do imaginoso e do improvisado sobre a retratação ou a reconstituição histórica.

12 Romance picaresco? Nãos é um romance picaresco, pois: O herói não é abandonado pela família como os heróis picarescos, é cuidado depois por um pai mais amoroso que seus pais originais, o padrinho; Ele não desempenha a função servil como os heróis picarescos, pelo contrário Leonardinho sempre é acolhido por todos, inclusive vive por um tempo como agregado na casa de Vidinha; Não passeia pelas várias camadas sociais, pelo contrário, sempre convive com a pequena burguesia; Não se torna incapaz de emoção e de amor; Não termina em desgraça e miséria.

13 Romance malandro Novamente, citando Antonio Candido: Digamos então que Leonardo não é um pícaro, saído da tradição espanhola; mas o primeiro grande malandro que entra na novelística brasileira, vindo de uma tradição quase folclórica e correspondendo, mais do que se costuma dizer, a certa atmosfera cômica e popularesca de seu tempo, no Brasil.

14 Romance malandro Malandro que seria elevado à categoria de símbolo por Mário de Andrade em Macunaíma (4) e que Manuel Antônio com certeza plasmou espontaneamente, ao aderir com a inteligência e a afetividade ao tom popular das histórias que, segundo a tradição, ouviu de um companheiro de jornal, antigo sargento comandado pelo major Vidigal de verdade.

15 Romance malandro O malandro, como o pícaro, é espécie de um gênero mais amplo de aventureiro astucioso, comum a todos os folclores. Já notamos, com efeito, que Leonardo pratica a astúcia pela astúcia.

16 Romance documentário? O romance de Manuel Antônio de Almeida é constituído por algumas linhas constantes: (1) os fatos narrados, envolvendo os personagens; (2) os usos e costumes descritos; (3) as observações críticas do narrador e de certos personagens.

17 Romance documentário? Quando o autor os organiza de modo integrado, o resultado é satisfatório e nós podemos sentir a realidade. Quando a integração é menos feliz, parece-nos ver uma justaposição mais ou menos precária de elementos não suficientemente fundidos, embora interessantes e por vezes encantadores como quadros isolados. Neste último caso é que os usos e costumes aparecem como documento.

18 Romance representativo Nas Memórias, o segundo estrato é constituído pela dialética da ordem e da desordem, que manifesta concretamente as relações humanas no plano do livro.

19 Tomemos como base o personagem central do livro, Leonardo Filho, imaginando que ocupa no respectivo espaço uma posição também central; à direita está sua mãe, à esquerda seu pai, os três no mesmo plano. Com um mínimo de arbítrio podemos dispor os demais personagens, mesmo alguns vagos figurantes, acima e abaixo desta linha equatorial por eles formada.

20 Acima estão os que vivem segundo as normas estabelecidas, tendo no ápice o grande representante delas, major Vidigal; abaixo estão os que vivem em oposição ou pelo menos integração duvidosa em relação a elas. Poderíamos dizer que há, deste modo, um hemisfério positivo da ordem e um hemisfério negativo da desordem, funcionando como dois ímãs que atraem Leonardo, depois de terem atraído seus pais. A dinâmica do livro pressupõe uma gangorra dos dois pólos, enquanto Leonardo vai crescendo e participando ora de um, ora de outro, até ser finalmente absorvido pelo pólo convencionalmente positivo.

21 Ordem e desordem Hemisfério positivo: Vidigal D. Maria Madrinha Padrinho --Leonardinho Hemisfério negativo: Vidinha Caboclo Ciganos Teotônio

22 Se analisarmos o sistema de relações em que está envolvido, veremos primeiro a atuação dos que procuram encaminhá-lo para a ordem: seu padrinho, o Compadre; sua madrinha, a Comadre. Através deles, entra em contacto com uma senhora bem posta na vida, Dona Maria, que se liga sobretudo à sobrinha Luisinha, herdeira abastada e futura mulher de Leonardo, depois de um primeiro casamento com o dito José Manuel.

23 Ordem e desordem O jogo dialético da ordem e da desordem funciona como correlativo do que se manifestava na sociedade daquele tempo. Ordem dificilmente imposta e mantida, cercada de todos os lados por uma desordem vivaz(...). Sociedade na qual uns poucos livres trabalhavam e os outros flauteavam ao Deus dará, colhendo as sobras do parasitismo, da sorte ou do roubo miúdo. Suprimindo o escravo, Manuel Antônio suprimiu quase totalmente o trabalho; suprimindo as classes dirigentes, suprimiu os controles do mando.

24 . Estamos no mundo das alianças, das carreiras, das heranças, da gente de posição definida; em nível modesto, o Padrinho barbeiro e a Vizinha; em nível mais elevado, Dona Maria. Todos estão do lado positivo que a polícia respeita e cujas festas o major Vidigal não vai rondar.

25 Par simétrico Luisinha e Vidinha constituem um par admiravelmente simétrico. A primeira, no plano da ordem, é a mocinha burguesa com quem não há relação viável fora do casamento, pois ela traz consigo herança, parentela, posição e deveres. Vidinha, no plano da desordem, é a mulher que se pode apenas amar, sem casamento nem deveres, porque nada conduz além da sua graça e da sua curiosa família sem obrigação nem sanção, onde todos se arrumam mais ou menos conforme os pendores do instinto e do prazer.

26 Vidigal Mais do que um personagem pitoresco, Vidigal encarna toda a ordem; por isso, na estrutura do livro é a única força reguladora de um mundo solto, pressionando de cima para baixo e atingindo um por um os agentes da desordem.

27 Vidigal Ele prende Leonardo Pai na casa do Caboclo e o Mestre de Cerimônias na da Cigana. Ele ronda o baile do batizado de Leonardo Filho e intervém muitos anos depois na festa de aniversário de seu irmão, consequência de novos amores do pai. Ele persegue Teotônio, desmancha o piquenique de Vidinha, atropela o Toma-Largura, persegue e depois prende Leonardo Filho, fazendo-o sentar praça na tropa. O seu nome faz tremer e fugir.

28 O major Vidigal, na descrição inicial do livro, em tudo demonstra ser um defensor da ordem: O major Vidigal era o rei absoluto, o árbitro supremo de tudo que dizia respeito a esse ramo de administração; era o juiz que julgava e distribuía a pena, e ao mesmo tempo o guarda que dava caça aos criminosos; nas causas da sua imensa alçada não haviam testemunhas, nem provas, nem razões, nem processo; ele resumia tudo em si; a sua justiça era infalível; não havia apelação das sentenças que dava, fazia o que queria, e ninguém lhe tomava contas. Exercia enfim uma espécie de inquirição policial. (ALMEIDA, p. 45)

29 Agora, ao final do romance – agora ele pende para o hemisfério da desordem: O major recebeu-as de rodaque de chita e tamancos, não tendo a princípio suposto o quilate da visita; apenas porém reconheceu as três, correu apressado à camarinha vizinha, e envergou o mais depressa que pôde a farda; como o tempo urgia, e era uma incivilidade deixar sós as senhoras, não completou o uniforme, e voltou de novo à sala de farda, calças de enfiar, tamancos, e um lenço de Alcobaça sobre o ombro, segundo seu uso.

30 Continuando: A comadre, ao vê-lo assim, apesar da aflição em que se achava, mal pôde conter uma risada que lhe veio aos lábios. Na atropelação em que entrara o major a comadre enxergou logo um bom agouro para o resultado do seu negócio. Acrescia ainda em seu favor que o major guardava na sua velhice doces recordações da mocidade, e apenas se via cercado por mulheres, se não era um lugar público e em circunstâncias em que a disciplina pudesse ficar lesada, tornava-se um babão, como só se poderia encontrar segundo no velho Leonardo.

31 Continuando: Se estas lhe davam então no fraco, se lhe faziam um elogio, se lhe faziam uma carícia por mais estupidamente fingida que fosse, arrancavam dele tudo quanto queriam; ele próprio espontaneamente se oferecia para o que podiam desejar, e ainda em cima ficava muito obrigado. (ALMEIDA, p. 109)

32 O mundo sem culpa Como Antonio Candido: Diversamente de quase todos os romances brasileiros do século XIX, mesmo os que formam a pequena minoria dos romances cômicos, as Memórias de um sargento de milícias criam um universo que parece liberto do peso do erro e do pecado. Um universo sem culpabilidade e mesmo sem repressão, a não ser a repressão exterior que pesa o tempo todo por meio do Vidigal e cujo desfecho já vimos.

33 O sentimento do homem aparece nele como uma espécie de curiosidade superficial, que põe em movimento o interesse dos personagens uns pelos outros e do autor pelos personagens, formando a trama das relações vividas e descritas. A esta curiosidade corresponde uma visão muito tolerante, quase amena. As pessoas fazem coisas que poderiam ser qualificadas como reprováveis, mas fazem também outras dignas de louvor, que as compensam. E como todos têm defeitos, ninguém merece censura.

34 Análise dos paradigmas ficcionais

35 Foco narrativo Narrador em terceira pessoa, onisciente e intruso. Ele inaugura em nossa tradição a prática de conversar com o leitor, o que chamamos de leitor incluso. Esta prática ficará famosa em Machado de Assis. É o que ocorre em:

36 Com os emigrados de Portugal veio também para o Brasil a praga dos ciganos. Gente ociosa e de poucos escrúpulos, ganharam eles aqui reputação bem merecida dos mais refinados velhacos: ninguém que tivesse juízo se metia com eles em negócio, porque tinha certeza de levar carolo. A poesia de seus costumes e de suas crenças, de que muito se fala, deixaram-na da outra banda do oceano; para cá só trouxeram maus hábitos, esperteza e velhacaria, e se não, o nosso Leonardo pode dizer alguma coisa a respeito. (Almeida, p.54)

37 tempo Era no tempo do rei, ou seja o tempo da narrativa é o primeiro reinado, e o tempo da narração, ou o tempo de que fala o narrador, é o segundo reinado. Ainda quanto ao tempo, mas em outra perspectiva, podemos dizer que é cronológico, ainda que Antonio Candido note certa incoerência na cronologia deste romance.

38 espaço Espaço restrito à região central do Rio de Janeiro joanino – mais uma razão pela qual não é possível chamá-lo de romance documentário – onde vivia a pequena burguesia, a qual também limita-se o recorte social da obra.

39 ação a ação só importa na medida em que tem ligação com os personagens centrais, ou seja, Leonardo Pataca no início do romance e Leonardinho daí por diante. As personagens neste romance valem como representantes de suas atuações dentro da trama ou da comunidade. Assim temos a comadre o compadre, o mestre de rezas, o cura. Poucos personagens têm nome, como as duas mulheres do herói.

40 linguagem A linguagem coloquial é, segundo Candido, um dos pilares de certo realismo deste romance, primeiro entre nós – e por muito tempo o único – em que as classes populares têm representação inclusive quanto seu jeito de falar, ainda bem cadenciado pelo português lusitano.

41 herói Primeiro malandro da literatura nacional, precursor de Macunaíma, Leonardinho é, como os demais personagens, carente de profundidade psicológica e de evolução moral. De fato, ele termina como nasceu, ainda que tenha se voltado para o lado do bem, ele não o fez por culpa ou amadurecimento senão por sina, com diria sua madrinha. Contudo representa um tipo da tradição oral, como Pedro Malazarte.

42 personagens P ersongens planas, ou seja, sem aprofundamento psicológico como o próprio herói. Muitas delas, inclusive, não têm nome, são chamadas pelas designações profissionais – o barbeiro, o cura, o mestre–de –reza, Maria da Hortaliça - ou pela relação que mantêm com o herói – madrinha, padrinho. Poucas, como as suas namoradas são chamadas pelo nome, como Vidinha e Luisinha. Contudo são muitas as personagens deste romance. A intenção do autor, nos parece, seria de abarcar todo um universo social, ainda que seja um recorte da sociedade do Rio de Janeiro joanino.

43 agregados Uma categoria de personagens que aparecem nas Memórias, peculiar da formação da sociedade brasileira, é a dos agregados. Citando Roberto Schwarz em As ideias fora do lugar: Esquematizando, pode-se dizer que a colonização produziu, com base no monopólio da terra, três classes de população: o latifundiário, o escravo e o "homem livre", na verdade dependente. Entre os primeiros dois a relação é clara, é a multidão dos terceiros que nos interessa. Nem proprietários nem proletários seu acesso à vida e a seus bens depende materialmente do favor, indireto ou direto, de um grande. O agregado é a sua caricatura. O favor é, portanto, o mecanismo através do qual se reproduz uma das grandes classes da sociedade, envolvendo também outra, a dos que têm. Note-se ainda que entre estas duas classes é que irá acontecer a vida ideológica, regida, em conseqüência, por este mesmo mecanismo (SCHWARZ, p. 45) Em Memórias de um sargento de milícias temos dois exemplos de agregados. O padrinho de Leonardinho vive como agregado de um senhor que lhe ensina o ofício de barbeiro, contudo cobra mais tarde pelo ensinamento. Pela narrativa ficamos com a impressão de que o padrinho seria filho ilegítimo do tal senhor. Outro exemplo, como citamos anteriormente, é o do herói, quando vive certo tempo como agregado, ou seja, de favor na casa de Vidinha.

44 bibliografia CANDIDO, Antonio. "Dialética da Malandragem (caracterização das Memórias de um sargento de milícias)" in: Revista do Instituto de estudos brasileiros, nº 8, São Paulo, USP, 1970, pp SCHWARZ, Roberto. As ideias fora do lugar. In: Ao vencedor as batatas. São Paulo: editara 34, 2000.


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