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Mesa Redonda: Educação Científica na Região Nordeste Marcus Vale.

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Apresentação em tema: "Mesa Redonda: Educação Científica na Região Nordeste Marcus Vale."— Transcrição da apresentação:

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2 Mesa Redonda: Educação Científica na Região Nordeste Marcus Vale

3 Muito elevado Elevado Médio Baixo Sem dados Índice de Desenvolvimento Humano – IDH - (2010) País em desenvolvimento ou país emergente padrão de vida entre baixo e médio base industrial em desenvolvimento IDH entre médio e elevado IDH - medida comparativa usada para classificar os países pelo seu grau de "desenvolvimento humano" classificando em Países desenvolvidos (elevado DH) Países em desenvolvimento DH médio) Países subdesenvolvidos (DH baixo).

4 O IDH Referência de bem-estar da popula ç ão Programa das Na ç ões Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), considera prosperidade econômica individual n í veis de educa ç ão expectativa de vida O cálculo Média simples de : IDH Longevidade: medida pela esperança de vida ao nascer IDH Educação: * medido pela taxa de alfabetização de pessoas de 15 anos ou mais * taxa bruta de matrículas nos três níveis de ensino de 7 a 22 anos IDH Renda: medido pelo PIB real per capita em dólares,

5 Desenvolvimento humano muito elevado

6 Desenvolvimento humano elevado

7 Desenvolvimento humano médio

8 Desenvolvimento humano baixo

9 IDH Estados Brasileiros Situação em setembro de ,800 – 0,900 (Elevado) 0,700 – 0,799 (Médio-alto) 0,600 – 0,699 (Médio-baixo) Fonte: Banco Central do Brasil com base em dados do PNAD realizado pelo IBGE.Banco Central do BrasilPNADIBGE

10 IDH Estados Brasileiros

11 IDH Estados Brasileiros – comparação com outros países

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13 IDH Educação Estados Brasileiros Os valores são baseados em dados do PNUD para o ano de 2005 [nota 1].Também são apresentadas o IDH dos anos de 2006 e 2007 calculado pelo Banco Central. [nota 2]PNUD 2005 [nota 1]IDHBanco Central [nota 2] ki/Anexo:Lista_de_estados _do_Brasil_por_IDH

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15 IDH Esperança de Vida

16 IDH Renda

17 PISA Programa Internacional de Avaliação de Alunos Avaliação desenvolvida conjuntamente pelos países participantes da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento EconómicoOrganização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), aplicada a alunos de 15 anos no ensino regular (7ª série em diante). Education at a Glance 2009: OECD Indicators

18 PISA PROGRAMA INTERNACIONAL DE AVALIAÇÃO DE ALUNOS (Programme for International Student Assessment) É uma avaliação padronizada internacionalmente que foi desenvolvido conjuntamente por países participantes e aplicada nas escolas a alunos com15 anos de idade Já foram realizadas 4 avaliações (em 2000, 2003, 2006 and 2009). Os dados da avaliação realizada em 2009 deverão ser publicados em dezembro de Os testes são aplicados para a estudantes em cada país

19 O PISA avalia competências científicas dos estudantes (letramento científico). Avalia se o aluno: Possui conhecimento científico e utiliza esse conhecimento para identificar questões, adquirir novos conhecimentos, explicar fenômenos científicos e tirar conclusões baseadas em evidência científica sobre questões relacionadas a Ciências. Compreende os traços característicos da Ciência como uma forma de conhecimento humano e investigação. Demonstra consciência de como a Ciência e a Tecnologia moldam nosso ambiente material, intelectual e cultural. Demonstra engajamento em questões relacionadas a Ciências como um cidadão consciente

20 Pisa Resultados do Desempenho em Ciências 2006

21 PISA Resultados do Desempenho em Leitura

22 Pisa Resultados do Desempenho em Matemática

23 Na economia, o Brasil apresenta-se bem: 8 ª maior economia do planeta, 5 º mercado mundial em telefonia celular, 5 º em n ú mero de usu á rios da internet, 7 º maior credor em reservas internacionais, 10 º produtor mundial de energia el é trica

24 10% de analfabetos (são 2,3% na Argentina), 21,9% têm alguma educa ç ão p ó s-secund á ria (no Uruguai são 44,6%) 30% têm acesso ao ensino superior (no Panam á são 45%). 24% Abandono escolar (5,1% no Chile) 18,7% repetência no ensino fundamental (no Peru, são 7,2%). 23 alunos para cada professor, na Argentina são 14,8 Rendimento médio do professor brasileiro é de 44% do rendimento do professor europeu Índices negativos

25 5,2% do PIB brasileiro vai para a Educação, Austrália (4,7%) 2º IDH Alemanha (4,4%) 10º IDH 16% do total da despesa pública brasileira destina-se à Educação União Europeia (12,1%). Segundo a OCDE Gastamos com ensino superior proporcionalmente mais que a Itália e o Japão 73% dos recursos públicos para pagamento de professores da Educação básica Chile (89,2%) México (92,2%). 98% das crian ç as na escola, 7% do PIB para Educa ç ão (em discussão) Falta qualidade

26 Classificação do Brasil dentre 57 países: 52 º em ciências, 54 º em matem á tica 50 º em leitura. 13º. Em produção científica!!!!!

27 Que o CNPq só conceda auxílio na dependência de haver no projeto Algo relativo a trabalho em educação básica e/ou divulgação científica Como contrapartida. (Contar a história da Física e o encontro de nanotecnologia/teatro Seara Ideias Artigos ou trabalhos com museus Contatos com escolas públicas – visitas, conferências, eventos – envolvendo estudantes de PG e IC Conferencia nicolelis

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29 Manifesto da Ciência Tropical: um novo paradigma para o uso democrático da ciência como agente efetivo de transformação social e econômica no Brasil por Miguel Nicolelis 1) Massificação da educação científica infanto-juvenil por todo o território nacional 2) Criação de centros nacionais de formação de professores de Ciência 3) Criação da carreira de pesquisador científico em tempo integral nas universidades federais 4) Criação de 16 Institutos Brasileiros de Tecnologia espalhados pelo país 5) Criação de 16 Cidades da Ciência 6) Criação de um arco contínuo de Unidades de Conservação e Pesquisa da Biosfera da Amazônia 7) Criação de oito Cidades Marítimas ao longo da costa brasileira 8) Retomada e Expansão do Programa Espacial Brasileiro

30 9) Criação de um Programa Nacional de Iniciação Científica 10) Investimento de 4-5% do PIB em ações de ciência e tecnologia na próxima década 13) Criação do Banco do Cérebro 14) Ampliação e incentivo a bolsas de doutorado e pós-doutorado dentro e fora do Brasil 15) Recrutamento de pesquisadores e professores estrangeiros dispostos a se radicar no Brasil 11) Reorganização das agências federais de fomento à pesquisa 12) Criação de joint ventures para produção de insumos e materiais de consumo para prática científica dentro do Brasil Manifesto da Ciência Tropical: um novo paradigma para o uso democrático da ciência como agente efetivo de transformação social e econômica no Brasil por Miguel Nicolelis

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33 DA CIÊNCIA UFC S E A R A Usina Ciência Museu da Vida FioCruz Museus e Centros de Ciência Brasileiros Museu de Ciência e Tecnologia Estação Ciência-PB Museu Exploratório

34 Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciência

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36 ÓRGÃO DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA DA UFC S E A R A DA CIÊNCIA UFC

37 Órgão suplementar da UFC Divulgação científica Popularização da Ciência Auxílio ao ensino de ciências S E A R A DA CIÊNCIA UFC

38 Exposições Exposições Cursos e treinamentos Cursos e treinamentos Produção de peças teatrais e vídeos Produção de peças teatrais e vídeos Orientação de estudantes Orientação de estudantes Site internet Site internet S E A R A DA CIÊNCIA UFC

39 QUÍMICA Tabela periódica interativa Evolução da Química Nutrientes minerais nos vegetais Universo químico em movimento Digestão dos alimentos S E A R A DA CIÊNCIA UFC

40 TabelaPeriódica S E A R A DA CIÊNCIA UFC Salão de Exposições

41 Universo Químico em Movimento S E A R A DA CIÊNCIA UFC Transformações de energia Salão de Exposições

42 FÍSICA Transformações de energia Máquinas simples - Roldanas Giroscópio e movimento de precessão Duplo cone e aparente gravidade Espelhos parabólicos Motor elétrico Máquina de raios Cuba giratória Polarização da luz Associação de espelhos Gerador eletrostático Anel saltitante S E A R A DA CIÊNCIA UFC

43 Duplo cone S E A R A DA CIÊNCIA UFC Espelhos Parabólicos Curva de Gauss Salão de Exposições

44 Transformações de energia MáquinasSimples(roldanas) S E A R A DA CIÊNCIA UFC Salão de Exposições

45 S E A R A DA CIÊNCIA UFC

46 Cenário da Caatinga S E A R A DA CIÊNCIA UFC Salão de Exposições

47 HISTÓRIA DA MEDICINA (Fragmentos Pictóricos) S E A R A DA CIÊNCIA UFC

48 S E A R A DA CIÊNCIA UFC HISTÓRIA DA CIÊNCIA

49 A MAGIA DA CIÊNCIA Show de Química e Física Apresentações em escolas, feiras de ciências e outros eventos Explora fenômenos químicos e físicos com efeitos visuais interessantes Utiliza personagens populares do cinema e da televisão S E A R A DA CIÊNCIA UFC

50 A MAGIA DA CIÊNCIA Show de Química e Física S E A R A DA CIÊNCIA UFC

51 A MAGIA DA CIÊNCIA S E A R A DA CIÊNCIA UFC Show de Química e Física

52 S E A R A DA CIÊNCIA UFC A MAGIA DA CIÊNCIA

53 S E A R A DA CIÊNCIA UFC PROJETO ENERGIA

54 S E A R A DA CIÊNCIA UFC A MAGIA DA CIÊNCIA

55 S E A R A DA CIÊNCIA UFC SEMANA NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA SHOPPING BENFICA

56 S E A R A DA CIÊNCIA UFC SEMANA NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA SHOPPING BENFICA

57 ENCONTROS UNIVERSITÁRIOS

58 GRUPO DE TEATRO Peças montadas: Monólogos (Einstein, Darwin, Lavoisier) Odeio Insetos A Natureza da Luz Conversa sobre energia Bioquímica em Cena Deus e Darwin na Terra do Céu Cearense por opçãoÇ uma desbiografia de Rodolfo Teófiloo S E A R A DA CIÊNCIA UFC

59 S E A R A DA CIÊNCIA UFC A Natureza da Luz Odeio Insetos

60 Conversa sobre energia S E A R A DA CIÊNCIA UFC

61 BIOQUÍMICA EM CENA S E A R A DA CIÊNCIA UFC

62 Teatro São João, Sobral-CE, outubro de 2005 S E A R A DA CIÊNCIA UFC BIOQUÍMICA EM CENA

63 S E A R A DA CIÊNCIA UFC BIOQUÍMICA EM CENA Elenco do Festival de São Carlos-SP – Agosto 2007

64 Natureza da Luz no Ciência em Cena – São Carlos A Natureza da Luz De José Evangelista Moreira S E A R A DA CIÊNCIA UFC

65 Einstein e Darwin S E A R A DA CIÊNCIA UFC

66 Deus e Darwin na terra do céu de José Evangelista Moreira S E A R A DA CIÊNCIA UFC Grupo de Teatro Científico

67 ROTINA DE ATENDIMENTO ÀS ESCOLAS Apoio às Feiras de Ciências Apoio ao professor Orientação e suporte técnicos para trabalhos escolares SÉDE LOCAL DAS OLIMPÍADAS DE FÍSICA Administração Orientação aos participantes OUTRAS ATIVIDADES S E A R A DA CIÊNCIA UFC

68 CURSOS BÁSICOS QUÍMICA FÍSICA BIOLOGIA Ofertados para escolas públicas 330 vagas \ semestre 30 horas aula Práticas laboratoriais S E A R A DA CIÊNCIA UFC MATEMÁTICA

69 PROJETO BUSCA DE JOVENS TALENTOSOS Cursos de Férias e Estágios ClientelaAlunos e professores de escolas públicas Frequência Semestral Carga horária Estudantes – 40h Professores- 80h Apoio – Vitae Capes Finep S E A R A DA CIÊNCIA UFC

70 V Curso de Férias

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74 Peça – A Natureza da Luz

75 S E A R A DA CIÊNCIA UFC Futuro prédio da Seara da Ciência na entrada do Campus do Pici

76 Cientistas homenageados: FCO. JOSÉ DE ABREU MATOS RODOLPHO THEOPHILO EXPEDITO PARENTE MARLÚCIA SANTIAGO MIGUEL CUNHA S E A R A DA CIÊNCIA UFC

77 S E A R A DA CIÊNCIA UFC 13 espetáculos 4 oficinas

78 4.500 VISITAS DIÁRIAS

79 S E A R A DA CIÊNCIA UFC

80 ENCONTROS UNIVERSITÁRIOS

81 Para saber mais sobre a Seara da Ciência: Visite nosso site: Passe uma mensagem : Fale conosco por telefone: (85) (85) (85) Venha nos visitar: Rua Paulino Nogueira, 315 Bloco 1 - Térreo Benfica Fortaleza – Ceará S E A R A DA CIÊNCIA UFC


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