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3 3 I. UMA NOVA SENSIBILIDADE a) Alguns desafios da sociedade atual Tradicionalmente ela cumpria a função de iniciar na fé seus membros. A Igreja confiou esta responsabilidade aos pais e padrinhos. Esta diapositia es buena

4 4 O INTERESSE ATUAL PELA INICIAÇÃO CRISTÃ Desejo por recuperar o sentido verdadeiro que deve ter a INICIAÇÃO CRISTÃ Desejo de dar a ela o lugar que lhe corresponde na Vida da Igreja

5 5 I. UMA NOVA SENSIBILIDADE Os pais explicavam e ajudavam os filhos a comprender a fé recebida no batismo. Hoje raramente a socie- dade é o lugar cristão ca- paz de formar para a fé. Outras instituições assu- mem sua função educativa. Esta diapositia es buena

6 6 Era profun- damente unida à Igreja. Cumpria a função de Cate- cumenado social.

7 7 Hoje não se pode pensar numa iniciação de forma espontânea. A secularização que leva ao enfraquecimento e abandono da fé.

8 8 É afetada pelos problemas da sociedade atual. Recebe influ- ência do ambi- ente secularizado A Adminis- tração dos sacra- mentos:

9 9 Não estão iniciados na fé porque não tiveram uma catequese adequada. Não concluíram sua iniciação cristã ou foi uma iniciação defici- ente. Por isso não perseveram em seus compromissos batismais. A situa- ção dos batiza- dos:

10 10 Apesar dos avanços e esforços da catequese, persiste a dificuldade de transmitir a fé e iniciar à vida cristã!

11 11 b) Algumas conquistas a partir da renovação da catequese: Maior conhecimento da obra catequética dos Santos Padres. Progresso da renovação catequética e litúrgica após o Concílio Vat. II

12 12 As recentes pesquisas históricas e teológicas sobre a iniciação cristã A crescente conciência missio- nária e maternal da Igreja na educação da fé.

13 13 A Iniciação cristã toca o coração da Igreja porque refere-se às realidades profundas da fé É a transmissão da mensagem revelada! É a manifestação na Igreja da presença salvadora de Cristo!

14 14 A Iniciação cristã é É o chamado à conversão do coração! É o abandono do pecado e adesão a Deus! É a incor- poração na vida divina pelo batismo!

15 15 A comunidade cristã nascendo num contexto religioso e cultural judeu, recebe a influência de seus costumes e tradições:

16 16 a) Admissão em seitas judias: progressiva, com tempo de formação, purificação, provas e discernimento da comunidade. b) Admissão de Prosélitos: Pregação missionária para a conversão, purificação, escrutínios, instrução sobre os mandamentos e Lei de Deus, Circuncisão – Batismo.

17 17 c) No Novo Testamento: Alusão a um tipo de preparação (At 2,37-39). Necessidade de discernimento (At. 8, 28-30). Implica: pregação, acolhida, conversão, petição e batismo.

18 18 O processo : decisão irreversível (Hb 5,12- 6,3); renúncia aos ídolos e servir ao Deus vivo (1Ts 1,9-10); distinção entre a primeira evangelização, a petição do batismo e a catequese (At. 10,1- 11,18)

19 19 Discurso de Pedro no dia de Pentecostes (At 2, 14-26): Os ouvintes comovidos perguntam: que devemos fazer, irmãos? Convertam-se e que cada um de vocês se faça batizar no nome de Jesus Cristo; e receberão o dom do Espírito Santo (2, 37-41).

20 20 Há um itinerário constituído pelos seguintes elementos: Pregação do Evangelho, Acolhida da fé e conversão A catequese A verificação das disposições do candidato

21 21 O batismo O dom do Espírito Santo Incorporação ao Povo de Deus Participação no Corpo de Cristo.

22 22 DIMENSÕES BÁSICAS DA VIDA CRISTÃ (conforme Atos) 1)O ensino dos Apóstolos: Conhecimento e adesão à Mensagem: Kerigma Kerigma 2) Vida de comu- nhão: Uma fra- ternidade conforme o Evangelho: Koinonia

23 23 DIMENSÕES BÁSICAS DA VIDA CRISTÃ (conforme Atos ) 3) Frequência da Fração do Pão: Celebração da Páscoa, oração e louvor Liturgia 4) Tinham tudo em comum, serviço aos pobre: Diakonia.

24 24 Apologistas: falam de Iniciação por ana- logia com ritos pagãos. ORÍGENES é quem mais usa o termo iniciação, buscando-o nas religiões pagãs que têm processos de iniciação. SÃO JOÃO CRISÓSTOMO: utiliza um vocabulário de iniciação.

25 25 HIPÓLITO: na Tradição Apostólica assinala os elementos característicos da iniciação cristã: 1. Entrada no catecumenato 2. Tempo do Catecumenato ou Catequese 3. Acesso ao Batismo

26 26 MAIOR ESTRUTURAÇÃO DO PROCESSO INICIÁTICO A Igreja toma precauções sobre a admissão para proteger sua Identidade. Institui uma classe dentro da Igreja: os catecúmenos. Há uma progressiva entrega dos arcanos da fé. Após o batismo há o período mistagógico e de verificação da moral. Iniciação na Liturgia.

27 27 O Cristianismo torna-se religião do Império O Batismo se massifica Redução das estruturas de iniciação

28 28 Aumento anormal dos catecúmenos Desaparecem motivações para o catecumenato Facilidade para ser considerado cristão A possibilidade do batismo das crianças.

29 29 A verdadeira conversão é exigida só no começo do segundo período, anterior ao batismo. Assim, o Catecumenato se reduz à Quaresma (40 dias). A iniciação doutrinal (catequese) fica concentrada. Faz-se o ensino moral. Elaboração de uma estrutura Litúrgico Pastoral.

30 30 Estruturação DO PROCESSO INICIÁTICO Coleções de Catequeses Pre- batismais e mistagógicas: São Cirilo de Jerusalém (+ 386) Santo Ambrósio de Milão (+ 397) Teodoro de Mopsuestia (+ 428)

31 31 São João Crisóstomo Santo Agostinho e sua obra A Instrução dos Cate-cúmenos (450)

32 32 Destinada a não crentes; centralizada no primeiro anúncio de Jesus Cristo. Suscita a fé e a conversão. Avaliação das motivações e disposições do candidato. É acompanhada pela assinalação na fronte e a imposição das mãos. a) ETAPA MISSIONÁRIA : Destinada a não crentes; centralizada no primeiro anúncio de Jesus Cristo. Suscita a fé e a conversão. Avaliação das motivações e disposições do candidato. É acompanhada pela assinalação na fronte e a imposição das mãos.

33 33 Com duração aproximada de 3 anos. É tempo de formação e prova sob a guia do catequista. Participavam da Liturgia da Palavra. Termina com um exame sobre a autenticidade das atitudes do catecúmeno b) ETAPA do Catecumenato : Com duração aproximada de 3 anos. É tempo de formação e prova sob a guia do catequista. Participavam da Liturgia da Palavra. Termina com um exame sobre a autenticidade das atitudes do catecúmeno

34 34 c) PREPARAÇÃO IMEDIATA DOS SACRAMENTOS DE INICIAÇÃO : Numa ceremônia no início da quaresma o Bispo inscreve os ELEITOS e pronuncia a PROTO-CATEQUESE 1) Ensino ou Instrução: durante as quatro primeiras semanas o Bispo explica a Sagrada Escritura; no final da quarta, se faz a catequese doutrinal: traditio Symboli- que termina com a redditio Symboli.

35 35 2) Formação Espiritual: - Implica superação do pecado; - Introdução aos costumes cristãos. 3) Formação Litúrgica e Ritual: preparação imediata a os sacramentos de iniciação. d) ETAPA MISTAGÓGICA : Durante o tempo Pascal: explição do simbolismo dos ritos, figuras bíblicas dos sacramentos e a vida em Cristo.

36 36 Desaparece o Catecumenato. A noção de iniciação é alterada. Idade Media Total desconheci- mento teórico e prático da iniciação cristã e do Catecumenato: vive-se a cristandade!

37 37 Tímidas tentativas do CONCÍLIO DE TRENTO: 1. Restaurar a iniciação cristã. Catequese dominical. Formação dos párocos, fiéis A admiração pela cultura clássica provocou a recuperação da linguagem de iniciação.

38 38 3. As necessidades de Evangelização do Novo Mundo exigiu uma tentativa de aplicação do catecumenato. 4. Os Concílios do México, Lima e Quito prescrevem uma preparação prolongada da fé. 5. As casas de catecumenato de S. Inácio (India 1552). 6. Surgem iniciativas particulares (não oficiais) tentando restabelecer o catecumenato.

39 39 Cardeal LAVIGERIE (e fundador dos padres brancos) propõe o catecumenato em 4 anos, inspirando-se na pedagogia e testemunho das primeiras comunidades.

40 40 Três Graus do Catecumenato restaurado: a) Postulantes com Instrução elementar = Evangelização, Kerygma. b) Catecúmenos com Instrução ampla e profunda = Catecumenato. c) Candidatos ao Batismo: precisam superar os escrutínios e ser admitidos na Comunidade.

41 : Experiências na França com diversas orientações. Vários congressos buscam maiores aprimoramentos:

42 42 CORRENTES CATECUMENAIS: 1) BÉLGICA E FRANÇA: iniciação de Convertidos Adultos não batizados. 2) SUIÇA, ALEMANHA, HOLANDA: Ecumênico com cristãos de outras confissões. 3) ESPANHA, ITÁLIA, PORTUGAL: Adultos batizados que precisam de conversão e iniciação à Comunidade.

43 43 A ESTRUTURA CATECUMENAL NA VIDA RELIGIOSA Os candidatos à vida religiosa vivem segre- gados da sociedade num ambiente catecumenal. A duração deste catecumado (=noviciado) é programada. É marcado por ritos de transição; cerimônia de tomada de hábito, no começo; profissão dos votos no final. Estudo dos arcanos da vida religiosa: espiritualidade, carisma próprio, tradições da família religiosa…

44 44 A ESTRUTURA CATECUMENAL NA VIDA RELIGIOSA Os candidatos: formados no sistema de valores e normas próprios da vida religiosa: vida comunitária, votos. Treinados na vida de oração e exercícios ascéticos. Submetidos a diversas provações, às vezes exóticas, para comprovar sua idoneidade... Mudança de nome: assinala a passagem de um tipo de vida para outra, identidade.

45 45 Constituição sobre A LITURGIA: restaurar definitivamente o catecumenato (nº 64, 66 e 71). Constituição sobre a IGREJA: pertença dos catecúmenos à Igreja (LG 14 ) e a ação missionária que se deve realizar com eles (17). Christus Dominus sobre os Bispos: atenção especial à Institução catecumenal (nº 14). Presbiterorum Ordinis sobre os Presbíteros: Evangelização, catecumenato e batismo: grandes momentos da iniciação cristã (nº 5).

46 46 Catecumenato COMO NOVICIADO da VIDA CRISTÃ (Ad Gentes 14): Iniciem-se, pois, os catecúmenos convenien- temente no Mistério da Salvação, na prática das costumes evangélicos e nos ritos sagrados que devem ser celebrados em tempos sucessivos, e sejam introduzidos na vida de fé do Povo de Deus, na liturgia e na caridade. Uma vez libera- dos do poder das trevas, pelos sacramentos da iniciação cristã, mortos, sepultados e ressuci- tados com Cristo, recebem o Espírito de filhos de adoção e celebram com todo o povo de Deus o memorial da morte e ressurreição do Senhor.

47 47 Que os catecúmenos sejam adequadamente iniciados. Estabelece as condições para admitir um adulto ao batismo (Can. 788, 2; 815, 1) O CÓDIGO DE DIREITO CANÔNICO: Que os catecúmenos sejam adequadamente iniciados. Estabelece as condições para admitir um adulto ao batismo (Can. 788, 2; 815, 1) RITUAL A INICIAÇÃO CRISTÃ DE ADULTOS (=RICA) : Propõe itinerário progressivo de evangelização, catequese e mistagogia. O DIRETÓRIO GERAL PARA A CATEQUESE: Opta por uma catequese a serviço da iniciação cristã. A dimensão catecumenal e iniciática são o vértice da catequese.

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