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Técnicas de Mobilização e Manipulação Articular INTRODUÇÃO Abordagem fisioterapêutica prescrição de exercícios avaliação biomecânica História antiga Hipócrates.

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1 Técnicas de Mobilização e Manipulação Articular INTRODUÇÃO Abordagem fisioterapêutica prescrição de exercícios avaliação biomecânica História antiga Hipócrates Formas primitivas de manipulação na Grécia Antiga, Roma e Sula da América. Século XIX massagem e manipulação Surgia a Osteopatia(Andrew Taylor Still EAO) e Quiropraxia (David Palmer) – Paget (livro de cura dos bonesetters). Maitland, Paris, Kalterborn, McKenzie que incorporaram e evoluíram estes conceitos. Evolução Terapia Manual – EUA, Austrália, Europa

2 Conceitos Mobilização e Manipulação Articular: Método sistemático de avaliação e tratamento das disfunções do sistema neuromusculoesquelético visando aliviar a dor, diminuir ou aumentar a mobilidade articular e normalizar as funções. Gold, James A., 1993 Dorland, define manipulação como o tratamento realizado com grande habilidade e destreza realizado pelas mãos. O objetivo da terapia manual é influenciar a capacidade de reparo e de cura do organismo. Grieve: Mobilização articular é definido como restauração da função indolor da articulação através de movimentos passivos, repetitivos e rítmicos dentro da tolerância e da amplitude acessória e graduada de acordo com os achados do examinador.

3 Mobilização X Manipulação Articular Mobilização – Mobilização do segmento articular dentro do limite do movimento acessório ou no final da ADM. OBJETIVOS: Alongar o tecido conectivo; liberar aderências; Estimular os receptores cutâneos e articulares com conseqüente diminuição da dor. Manipulação – Movimento de pequena amplitude, rápido, decisivo e localizado realizado após o posicionamento do paciente. Realizado no limite patológico do movimento acessório. Pode ter efeito localizado ou regional dependendo da técnica utilizada. Thrust de alta velocidade. OBJETIVOS: Alterar a posição relativa da articulação; Liberar a aderência e efeitos neurofisiológicos para reduzir a dor.

4 Tratamento segundo classificação Paris Depende do tipo de lesão: 1. Tipo de tecido acometido 2. Função 3. Tipo de disfunção - Hipo X hipermobilidade 4. Severidade da lesão 5. Identificar e localizar a direção da limitação 6. Preparar os tecidos moles e proteger as hipermobilidades.

5 CLASSIFICAÇÃO MOBILIZAÇÕES E MANIPULAÇÕES ARTICULARES SEGUNDO ST.AUGUSTINE: Alívio pressão pontos nervosos Quiropraxia Disfunção vertebral responsável pela compressão de estruturas nervosas com conseqüente alteração muscular periférica ou dor local. Resumi-se ao tratamento da coluna vertebral. Cyriax Manipulação global associada a tração longitudinal. Todo o problema vertebral está associado a problema discal. MTP – tratamento dos tecidos moles. Avalia o tecido contrátil e não contrátil, end-feels e padrões capsulares e não-capsulares.

6 CLASSIFICAÇÃO MOBILIZAÇÕES E MANIPULAÇÕES ARTICULARES SEGUNDO ST.AUGUSTINE: Alívio da dor Maitland Sistema de avaliação e tratamento dos sinais e sintomas através de oscilações realizadas dentro do movimento acessório da articulação. Graduação – I e II – alívio de dor Maigne Trata no sentido da não dor ou da limitação da ADM. Cyriax MTP

7 CLASSIFICAÇÃO MOBILIZAÇÕES E MANIPULAÇÕES ARTICULARES SEGUNDO ST.AUGUSTINE: Normalização da mobilidade e função articular Kaltenborn e Mennel Baseado nos movimentos artrocinemáticos e liberação da hipomobilidade articular. Translação, deslizamento, rolamento e tração. Mckenzie Método de avaliação e tratamento baseado nos movimentos ativos e auto-tratamento, bem como mobilizações e manipulações.

8 CLASSIFICAÇÃO MOBILIZAÇÕES E MANIPULAÇÕES ARTICULARES SEGUNDO ST.AUGUSTINE: Normalização da mobilidade e função articular Paris Baseado na desordem facetaria como causa primária dos problemas vertebrais. Osteopatia Método de avaliação e tratamento baseado no diagnóstico da causa primária. Utiliza técnicas de mobilização, de manipulação, Articulatórias, de tecidos moles e de músculo energia. Thrust – manipulação em alta velocidade.

9 Filosofia Escolas Terapia Manual Cadeias Musculares Leopold Busquet Método de avaliação e tratamento analítico e global baseado nas cadeias articulares, musculares e nas influências dos tecido conjuntivo sobre as vísceras e todo o corpo.

10 Princípios e papéis da mobilização e manipulação: Considerar as contra-indicações e condições desfavoráveis Realizar uma avaliação é fundamental Fazer um diagnóstico acurado, baseado no sólido conhecimento da anatomia./ Para o tratamento ser efetivo é necessário atingir a causa primária. Constantemente reavaliar para determinar o efeito das técnicas usadas. Evolução está determinada pelo tratamento utilizado. Se possível, use a força do próprio paciente durante o tratamento. Relaxar o paciente previamente; reduzir a ansiedade do paciente. Não impor força contra um espasmo muscular de proteção. Uma leve alteração da posição articular ou do ângulo de thrust permite freqüentemente uma técnica ser mais efetiva. Em geral, a manipulação é realizada em casos agudos ou quando o tratamento de mobilização articular não está sendo efetivo. Não realizar excesso de tratamento. Parar quando os sintomas cessarem. Atingir o objetivo de restaurar a função e a mobilidade articular indolor.


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