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Caracterização, monitorização e recuperação ambiental Invasões biológicas de plantas.

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Apresentação em tema: "Caracterização, monitorização e recuperação ambiental Invasões biológicas de plantas."— Transcrição da apresentação:

1 Caracterização, monitorização e recuperação ambiental Invasões biológicas de plantas

2 As invasões biológicas são neste momento um problema global que ameaça as fronteiras naturais dos diferentes biomas. O problema das espécies vegetais exóticas que invadem ambientes naturais está cada vez mais presente nos modelos de ordenamento e gestão do território e neste contexto são contempladas medidas de erradicação de exóticas principalmente em áreas protegidas.

3 OBJECTIVOS: Recolha de informação biológica relevante acerca das diferentes espécies que permita uma classificação provisória dos diferentes tipos funcionais; Recolha de informação florística no campo que permita determinar padrões de ocorrência da flora exótica; Desenvolvimento de modelos preditivos, com aplicação de técnicas de modelação baseadas em metodologias de regressão implementadas em ferramentas SIG que permitam modelar a distribuição da diversidade de espécies exóticas. Invasões biológicas de plantas

4 Um das aproximações mais comuns no estudo das plantas invasoras e que permite determinar quais são as espécies que levam a alterações dos ecossistemas é o agrupamento das espécies em grupos funcionais discretos. Invasões biológicas de plantas

5 Como os impactos nas funções dos ecossistemas resultam das diferenças nas características entre as espécies exóticas e as autóctones é muitas vezes utilizado o conceito dos grupos funcionais para prever quais serão as espécies que irão afectar o funcionamento dos ecossistemas. Invasões biológicas de plantas

6 Em teoria, o agrupamento das espécies que possuem uma fisiologia e forma de vida semelhante em grupos funcionais pode ajudar a explicar como é que as plantas exóticas invasoras podem afectar o funcionamento dos ecossistemas no seu novo ambiente. Invasões biológicas de plantas

7 A maior parte dos estudos que investigam os processos de invasão focaram-se ou nas características funcionais das invasoras ou na caracterização dos atributos das comunidades invadidas, sendo poucos os estudos que se debruçam sobre estes dois aspectos em conjunto. Invasões biológicas de plantas

8 Estas abordagens implicam uma situação em já estamos confrontados com o problema da invasão e a resposta a este problema passa por soluções que controlem ou erradiquem as espécies invasoras. Invasões biológicas de plantas

9 Contudo este não é o único objectivo no maneio de invasões biológicas sendo que os outros dois são: a prevenção e a rápida detecção. Dado que a controle e a erradicação são mais difíceis de conseguir quando a invasão já esta bem estabelecida é importante apostar na prevenção e rápida detecção. Invasões biológicas de plantas

10 Classificação das espécies invasoras segundo tipos funcionais. Invasões biológicas de plantas

11 Amostragem na área de estudo para a determinar os padrões de distribuição de espécies exóticas. Invasões biológicas de plantas

12 Estudos de modelação preditiva da diversidade de espécies exóticas. Invasões biológicas de plantas

13 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: Chapin FS III (1993) Functional role of growth forms in ecosystem and global processes. In: Ehleringer JR and Field CB (eds) Scaling Physiological Processes: Leaf to Globe, pp 287–312. Academic Press, San Diego, CA. Eviner VT (2004) Plant traits that influence ecosystem processes vary independently among species. Ecology 85: 2215–2229. Gordon, D.R. (1998) Effects of invasive, non-indigenous plant species on ecosystem processes: lessons from Florida. Ecological Applications, 8, 975–989. Guisan, A. & N. E. Zimmermann (2000). Predictive habitat distribution models in ecology. Ecological Modelling, 135: Higgins SI and Richardson DM (1996) A review of models of alien plant spread. Ecological Modelling 87: 249– 265. Mack, R.N., Simberloff, D., Lonsdale, W.M., Evans, H., Clout, M. & Bazzaz, F.A. (2000) Biotic invasions: causes, epidemiology, global consequences, and control. Ecological Applications, 10, 689–710. Peng, C.H., Guiot, J. & Van Campo, E. (1998) Estimating changes in terrestrial vegetation and carbon storage: using palaeoecological data and models. Quaternary Science Reviews, 17, 719–735. Pimentel, D., Lach, L., Zuniga, R. & Morrison, D. (2000) Environmental and economic costs of nonindigenous species in the United States. BioScience, 50, 53–65. Pysek P, Richardson DM (2007) Traits associated with invasiveness in alien plants: where do we stand?. In: Nentwig W (ed) Biological invasions. Springer-Verlag, Berlin/Heidelberg, Germany, pp 97–125. Rejmanek M (2000) Invasive plants: approaches and. predictions. Aust Ecol 25:497–506. Santos M., Vaz C., Travassos P. & Cabral J. A. (2007) Simulating the impact of socio-economic trends on threatened Iberian wolf populations (Canis lupus signatus) in North-eastern Portugal. Ecological Indicators, 7, Sharma, G.P., Singh, J.S. & Raghubanshi, A.S. (2005) Plant invasions: emerging trends and future implications. Current Science, 88, 726–734. Vermeij, G.J. (1996) An agenda for invasion biology. Biological Conservation, 78, 3–9. Williamson, M. & Fitter, A. (1996) The varying success of invaders. Ecology, 77, 1661–1666. Invasões biológicas de plantas


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