A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Sugestão de Leitura Como se faz uma tese. Umberto Eco. São Paulo. Perspectiva. 2007. O mundo assombrado pelos demônios. A ciência vista como uma vela.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Sugestão de Leitura Como se faz uma tese. Umberto Eco. São Paulo. Perspectiva. 2007. O mundo assombrado pelos demônios. A ciência vista como uma vela."— Transcrição da apresentação:

1

2 Sugestão de Leitura Como se faz uma tese. Umberto Eco. São Paulo. Perspectiva O mundo assombrado pelos demônios. A ciência vista como uma vela no escuro. Carl Sagan. São Paulo. Companhia das Letras. 1996

3 Ciência O que é metodologia científica? O que foi visto em métodos e técnicas de pesquisa?

4

5 Saber da Vida(empírico) Esse tipo de saber baseia-se na vivência espontânea da vida e começa a ser construído tão logo o homem seja lançado no mundo. Ele vive esse processo até o dia de sua morte. Por isso, tudo o que diz respeito á condução da vida na terra pode se tornar objeto a ser "explorado" e representado nesse nível de conhecimento da realidade.

6 Saber da Vida (empírico) As características desse tipo de saber compreendem a não- sistematicidade, razão pela qual ele não é produzido com base em procedimentos metodológicos, feitos para conduzir a relação sujeito-objeto. O que resulta dessa relação com o mundo é um saber que muitos chamam saber empírico, vulgar ou, ainda, senso comum.

7 O conhecimento mítico Trata-se de uma modalidade de conhecimento baseado na intuição e que deriva do entendimento de que existem modelos naturais e sobrenaturais dos quais brota o sentido de tudo o que existe. É um tipo de conhecimento que ajuda o ser humano a "explicar" o mundo por meio de representações que não são logicamente raciocinadas, nem resultantes de experimentações científicas.

8 O conhecimento mítico O conhecimento mítico é "expresso por meio de linguagem simbólica e imaginária" (CYRINO & PENHA, 1992, p. 14). Assim, ainda que o conhecimento mítico crie representações para atribuir um sentido ás coisas, ele ainda se baseia na crença de que seres fantásticos e suas histórias sobrenaturais é que são os responsáveis pela razão de ser do existente.

9 Conhecimento teológico O saber da vida se baseia na experiência de vida e é espontâneo, e se o conhecimento mítico fundamenta-se na crença em seres fantásticos e é elaborado fora da lógica racional, o saber teológico fundamenta-se na fé. É dedutivo por partir de uma realidade universal para representar e atribuir sentido a realidades particulares.

10 Conhecimento teológico Desse modo, o conhecimento teológico parte da compreensão e da aceitação da existência de um Deus ou de deuses, os quais constituem a razão de ser de todas as coisas. Esses seres "revelam-se" aos humanos. Dão ao homem e á mulher as suas verdades, as quais se caracterizam por ser indiscutíveis, inquestionáveis. Se assim são, a razão não precisa compreender esses dogmas, mas aceitá-los. é esse processo que o conhecimento teológico investiga e tenta explicar.

11 Conhecimento filosófico O conhecimento filosófico é racional. Baseia-se na especulação em torno do real, tendo como objeto a busca da verdade. Por isso, diz-se que é uma atitude. Ele é sistemático, mas não experimental. Vai á raiz das coisas e é produzido segundo o rigor lógico que a razão exige de um conhecimento que se quer buscando a verdade do existente.

12 Conhecimento filosófico Nessa busca, o conhecimento filosófico busca os "porquês" de tudo o que existe. é ativo, pois coloca o humano em busca de respostas para as inúmeras perguntas que ele próprio pode formular. Exemplos: Quem é o homem? De onde ele veio? Para onde ele vai? Qual é o valor da vida humana? O que é o tempo? O que é o sentido da vida?

13 Conhecimento técnico O fundamento básico desse tipo de conhecimento é o saber fazer, a operacionalização. Tem como objeto o domínio do mundo e da natureza. É especializado e específico e se esmera na aplicação de todos os outros saberes que lhe podem ser úteis.

14 Conhecimento técnico Trata-se de um tipo de saber que auxilia o homem e a mulher a agirem no mundo, levando-os ás mais diversas atividades visando á produção técnica da vida. A supervalorização da técnica pode levar a um ativismo que coloque em segundo plano as atividades de pensar e de compreender os "porquês" das coisas, razão pela qual o emprego da tecnologia requer prudência e bom senso.

15 Conhecimento científico Semelhantemente ao conhecimento filosófico, o saber científico também é racional e é produzido mediante a investigação da realidade, seja por meio de experimentos seja por meio da busca do entendimento lógico de fatos, fenômenos, relações, coisas, seres e acontecimentos que ocorrem na realidade cósmica, humana e natural.

16 Conhecimento científico Trata-se de um conhecimento que é sistemático, metódico e que não é realizado de maneira espontânea, intuitiva, baseada na fé ou simplesmente na lógica racional. Ele prevê, ainda, experimentação, validação e comprovação daquilo a que chega a título de representação do real. Mediante as leis a que chega, o conhecimento científico possibilita ao ser humano elaborar instrumentos os quais são utilizados para intervir na realidade e transformá-la para melhor ou para pior.

17 O saber das artes As artes e os saberes que elas possibilitam valorizam os sentimentos, a emoção e a intuição racio-sentimental humana. Se o saber da vida busca ordem para preencher o vazio de sentido do caos; se o conhecimento mítico busca na crença a razão de ser de todas as coisas; se a teologia fundamenta-se na idéia de deuses para buscar as verdades acabadas a serem observadas pelo ser humano; se a filosofia busca as representações racionais da realidade; se a ciência busca conhecer de maneira comprovada e segura; se a técnica busca aplicar conhecimentos... o saber das artes busca o belo.

18 O saber das artes Nesse sentido, o saber das artes valoriza as experiências estéticas do humano, proporcionando-lhe o refinamento do espírito ao oferecer-lhe a relação com senso do gosto, do belo e do grotesco. Experimentar o belo e extrair dele a matéria fundamenta para o refinamento de si mesmo é a finalidade maior de tudo aquilo que se produz em termos de artes e sem as quais o ser humano se vê empobrecido e pequeneficado.

19 Wilson Correia. Doutor em Educação pela UNICAMP. é mestre em Educação pela UFU. Cursou especialização em Psicopedagogia pela UFG. Graduou-se em Filosofia pela UCG. é professor universitário. é autor de Saber Ensinar. São Paulo: EPU, 2006

20 Estrutura das Revoluções Científicas Thomas Kuhn usou o termo 'paradigma' para se referir a estruturas e/ou compreensões do mundo de várias comunidades científicas. Para Kuhn, uma noção como a do paradigma científico foi essencial para compor seu argumento alusivo a um aspecto particular da história da ciência, a saber, quando uma estrutura conceitual cede lugar a outra, durante o que ele chamou de revolução científica.

21 Estrutura das Revoluções Científicas Kuhn acreditava que, durante períodos de "ciência normal", os cientistas trabalham dentro do mesmo paradigma. A comunicação e trabalho científico prosseguem de forma relativamente sem percalços até que ocorram anomalias, ou que uma nova teoria ou modelo seja proposta, exigindo que se entenda conceitos científicos tradicionais de novas maneiras, e que se rejeite velhos pressupostos e substitua-os por novos.

22 Estrutura das Revoluções Científicas Um paradigma de uma revolução científica no sentido de Kuhn seria a revolução Coperniciana. O antigo modelo da terra no centro da criação de Deus foi substituído por um modelo que colocava a terra como um entre vários planetas orbitando o nosso Sol. Mais tarde, as órbitas circulares, que representavam a perfeição do projeto divino para os céus na antiga visão do mundo, seriam relutantemente substituídas por órbitas elípticas. Galileu encontraria outras "imperfeições" nos céus, como crateras na lua.

23 Estrutura das Revoluções Científicas Para Kuhn, revoluções científicas ocorrem durante aqueles períodos em que pelo menos dois paradigmas coexistem, um tradicional e pelo menos um novo. Os paradigmas são incomensuráveis, assim como os conceitos usados para entender e explicar fatos e crenças básicas. Os dois grupos vivem em mundos diferentes. O movimento do antigo para o novo paradigma foi chamado de mudança de paradigma.

24

25 Pesquisa Para alunos, consultar alguns poucos sites é fazer pesquisa na internet. Alguns dizem que participaram de uma pesquisa num programa de rádio ou tv. Alguns acreditam que é a pesquisa de rua, ou política.

26 O que é pesquisa Científica Nas universidades, as pesquisa precisam ter objetivos compatíveis com pelo menos parte do conhecimento existente e obedecer a métodos consagrados. Em princípio os pesquisadores começam seus trabalhos com base em algum interesse por determinado aspecto do mundo.

27 O que é pesquisa? A pergunta: o que é pesquisa? abre um enorme leque de respostas. Por hora, entenderemos que pesquisar é buscar informação.

28 Metodologia Científica A palavra método vem do grego(méthodos), caminho para chegar a um fim. O método científico é um conjunto de regras básicas para desenvolver uma experiência a fim de produzir novo conhecimento, bem como corrigir e integrar conhecimentos pré-existentes.

29 Metodologia Científica Na maioria das disciplinas científicas consiste em juntar evidências observáveis, empíricas (ou seja, baseadas apenas na experiência) e mensuráveis e as analisar com o uso da lógica. Para muitos autores o método científico nada mais é do que a lógica aplicada à ciência.

30 Metodologia Científica Metodologia literalmente refere-se ao estudo dos métodos e, especialmente, do método da ciência, que se supõe universal. Embora procedimentos variem de uma área da ciência para outra (as disciplinas científicas), diferenciadas por seus distintos objetos de estudo, consegue-se determinar certos elementos que diferenciam o método científico de outros métodos.

31 Método Para estudar Para o trabalho Para a vida...

32 Antônio Joaquim Severino. Editora Cortez. São paulo

33 Decorar x Estudar Ao entrar no ensino superior o estudante vai se dar conta de que as exigências mudaram. Novas posturas são necessárias. Em primeiro lugar, o estudante precisa se conscientizar que o resultado do processo de ensino DEPENDE FUNDAMENTALMENTE DELE. Exige-se do estudante maior independência em seus estudos

34 Decorar x Estudar O aprofundamento da vida científica passa a exigir do estudante uma postura de auto atividade didática que será sem dúvida crítica e rigorosa. Em segundo lugar, o estudante deve empenhar- se num projeto de trabalho altamente individualizado.

35 Decorar x Estudar Dado o novo estilo de trabalho inaugurado pela vida universitária, a assimilação de conteúdo já não pode ser feita de maneira passiva e mecânica. Já não basta a presença física em sala de aula e o cumprimento forçado das tarefas, é preciso dispor de material específico a sua área e explorá-lo.

36 Instrumento de trabalho A fundamentação universitária dá-se pela atividade prática municiada pelo embasamento teórico. A assimilação destes elementos se dá pelo ensino em sala de aula e é garantido pelo estudo de cada aluno. Ao dar início a sua vida universitária o estudante precisa começar a formar sua biblioteca pessoal, adquirindo os livros fundamentais ao desenvolvimento de seu estudo.

37 Instrumento de trabalho O estudante precisa munir-se de textos básicos para o estudo de sua área específica (dicionário, texto introdutório, revistas especializadas). E a medida que o curso avança deve adquirir textos especializados referentes a matéria. Estes textos tem por finalidade única criar um contexto, um quadro teórico geral a partir do qual se desenvolvera a aprendizagem. Deve-se estimular nos universitários a leitura de periódicos especializados e a participação em eventos.

38 PPRPJORRTV AboutConsumidor Moderno Bravo!Aúdio ExameMundo Corporativo Caros AmigosDiscursos Fotográficos MarketingRPCOMCarta CapitalLuz & Cena Meio & Mensagem Comunicação & Sociedade ImprensaSet PropagandaItercomVejaTela Viva ProxximaOrganicomThe New Yorker Revista ESPM Super Varejo

39 Documentação As informações colhidas nas aulas expositivas, são colhidas num primeiro momento nos cadernos de anotações. Ao retornar em casa as anotações, o estudante deve submetê-las a um processo de correção e complementação e triagem ao que serão transcritas em fichas de documentação. Ao tomar notas durante uma exposição muitas idéias acabam ficando truncadas é preciso reconstruí-las. O contexto ajudará tanto, visto que o que importa não é o texto mais sim as idéias principais.

40 Documentação Esta proposição metodológica pode parecer rígida mas em dúvida é eficiente. Pressupõe um mínimo de organização na vida de estudos. Em virtude dos universitários brasileiros disporem de pouco tempo para o estudo em casa, é indispensável para aproveitar seu curso de graduação uma organização sistemática, orientado suas prioridades.

41 Documentação Feito o levantamento de tempo disponível, predetermina-se um horário de estudo em casa. E uma vez estabelecido o horário, é necessário começar sem muitos rodeios a cumpri-lo.

42 Aula Participação -Exposição da matéria -Discussão ou debate dos temas -Determinação de Tarefas Estudo em Casa Revisão Preparação - Reorganização da matéria exposta ou debatida em classe -DOCUMENTA ÇÃO -Releitura e reestudo do documento da aula anterior. -Contato prévio com a nova unidade. -Aprofundamen to do estudo mediante exploração Aula Participação - Retomada e esclarecimento de pontos da unidade anterior -Exploração de segmentos programados -Discussão e debates -Determinação de novas tarefas. Tarefas

43 Métodos Quantitativos "A estratégia metodológica quantitativa enfatiza o desenvolvimento da investigação dentro de protocolos estabelecidos e técnicas específicas. Situa-se no âmbito do método das ciências em geral, baseado no teste da hipótese".

44 Métodos Quantitativos A pesquisa quantitativa utiliza a linguagem matemática para descrever as causas de um fenômeno e as relações entre variáveis.

45 Métodos Quantitativos Número e índices Correlação e Regressão (grau de relação entre duas variáveis) Regressão Linear Múltipla (mais de uma variável) Séries Temporais (valores ordenados no tempo) Derivadas e Integrais

46 Para próxima Aula Paper (formatado, ABNT, impresso) Individual O que é pesquisa/métodos quantitativa e qualitativa? Quais suas diferenças? E suas utilidades?


Carregar ppt "Sugestão de Leitura Como se faz uma tese. Umberto Eco. São Paulo. Perspectiva. 2007. O mundo assombrado pelos demônios. A ciência vista como uma vela."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google