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Seminário Ética e Filosofia Discurso do Método. Equipe: Bruna Felipe Jardiela Leonardo Maria Lucimar.

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Apresentação em tema: "Seminário Ética e Filosofia Discurso do Método. Equipe: Bruna Felipe Jardiela Leonardo Maria Lucimar."— Transcrição da apresentação:

1 Seminário Ética e Filosofia Discurso do Método

2 Equipe: Bruna Felipe Jardiela Leonardo Maria Lucimar

3 René Descartes – biografia René Descartes nasceu em La Haye, em 31 de março de Ao terminar os estudos em uma escola jesuíta o jovem decidiu viajar pelo mundo,com o intuito de explorar outras terras e costumes, fazendo do mundo um objeto de leitura. Em plena pausa de guerra, no meio do inverno o filosofo teve uma iluminação que o levou a escrever o Discurso do método. A filosofia cartesiana impõe-se como a nova filosofia, inaugurando o pensamento moderno. O que consideramos o racionalismo encontra neste filosofo uma de suas grandes expressões. Seu falecimento ocorreu em Estocolmo, em 1650.

4 Aventura e Filosofia Propósito Central: Consistia em nada reconhecer como verdadeiro sem que, antes, tivesse passado previamente pela sua razão, pelo crivo de um procedimento metódico, baseado na dúvida e na hiperbolização. Para Descartes o Dogmatismo é o pior companheiro da filosofia. Para ele um novo edifício seria necessário, construído a partir de alicerces, que só seriam alcançados pela elaboração de novos princípios e preposições indubitáveis.

5 Obras mais expressivas Discurso do Método – (estabelecer um método voltado para a busca da verdade, que possa ser publicamente reproduzido por qualquer um, de tal modo que desse exame coletivo possa surgir um conhecimento incontestável.) Meditações metafísicas – (aprovas as suas provas sobre a existência de Deus) Paixões da alma – (aqui fala- se do homem propriamente dito, onde se conjugam as duas formas de existências, a da alma e a do corpo)

6 Argumentos Filosóficos Bom senso e razão: a razão é formalmente igual em todos, o que os distingue é a sua aplicação, pois essa deriva dos costumes, religião, dos conhecimentos adquiridos, daquilo que ganhou o estatuto da verdade, embora não seja. Descartes expõe sua experiência de vida, como uma experiência filosófica; trata-se portanto do uso público da razão, que tem como ponto de partida o reconhecimento de que a ignorância impera naquilo que se considera com conhecimento, isto é, na ciência e na filosofia, com todas as suas repercussões do ponto de vista da ação humana.

7 A reforma do pensamento Descartes afirma que seu propósito consiste em apresentar uma experiência individual que poderia, se verdadeira, ser adotadas por outros. O fundamento principal da filosofia cartesiana consiste na pesquisa da verdade, com relação a existência dos "objetos", dentro de um universo de coisas reais. O método cartesiano esta fundamentado no principio de jamais acreditar em nada que não tivesse fundamento para provar a verdade. Com essa regra nunca aceitara o falso por verdadeiro e chegará ao verdadeiro conhecimento de tudo

8 Regras do Método Como etapa do caminho a seguir, Descartes propõe quatro regras: Não aceitar nada como verdadeiro sem antes ter passado pelo crivo da razão. Dividir o complexo em partes simples. A simplificação deve seguir um ordenamento Possibilitar revisões.

9 A moral Provisória A vida tem necessidade urgentes que se situam acima do discernimento imediato de cada um. Para descartes é necessária uma moral provisória; pois o pensamento segue seu próprio curso independentemente das vicissitudes do mundo. Regras da moral provisória: Seguir as regras existentes em cada país. Ser resolutos e firmes nas ações. As mudanças devem ser feitas na consciência de cada um. Escolha de vida.

10 As certezas de Descartes: Penso, logo existo: O método cartesiano põe em dúvida tanto o mundo das coisas sensíveis quanto o das inteligíveis, ou seja, duvidar de tudo, as coisas só podem ser apreendidas por meio das sensações ou do conhecimento intelectual. A evidência da própria existência – o "penso, logo existo" – traz uma primeira certeza. A razão seria a única coisa verdadeira da qual se deve partir para alcançar o conhecimento Deus: Para o filosofo um ser imperfeito não pode ser a criação de um ser perfeito, pois o menos não pode ser a causa do mais. Só um ser sumamente perfeito pode ser a causa de si mesmo; quanto ás criaturas – seres imperfeitos -, essas não podem se atribuir existência.

11 Argumentos Filosóficos Homem-máquina: A física dos corpos humanos: aqui vigora a experiência, que nos mostram como as coisas se apresentam a uma razão e segue o método, que segue preceitos indubitáveis que nos dão acesso ao conhecimento propriamente cientifico. Para Descartes o corpo humano aparece como sendo do mesmo tipo do corpo dos animais, funcionando de forma mecânica como se fosse uma máquina. O Bem- está: Descartes defende vigorosamente A DIVISÃO DO TRABALHO como principio do progresso da sociedade, pois muitos pesquisando coletivamente e seguindo os mesmos princípios, podem produzir resultados muito melhores e mais abrangentes do que aqueles que seria conseguido por um individuo isolado.

12 Para bem conduzir a razão e buscar a verdade nas ciências Para fácil compreensão o autor dividiu o discurso do método em seis partes:

13 Primeira parte Considerações relativas às ciências Descartes afirma: Não basta ter espírito bom, o principal é aplicá-lo bem. Seu propósito não é ensinar o método que cada um deve seguir para bem conduzir sua razão, apenas mostrar de que maneira procurou conduzir a sua. Mostrando como cada ciência influenciou na sua razão. O caminho não está menos aberto aos mais ignorantes que aos mais sábios.

14 Segunda parte Principais regras do método que o autor buscou; 1° Estipula não aceitar nada como verdadeiro sem antes ter passado pelo crivo da razão. 2° Tudo que aparece como complexo deve ser dividido em tantas partes simples o quanto possíveis. 3° Uma vez feita a simplificação, ela deve seguir um ordenamento, de modo que a remontagem para com o composto complexo possa ser feita sem desvios, que prejudiquem a verdade almejada. 4° O procedimento pode se retomado e repetido por qualquer um, ele deve dar lugar a tantas revisões quanto necessárias, de modo que as contribuições e objeções de todos possam ser levadas em consideração, pois ela é a condição mesma de estabelecimento da verdade.

15 Terceira parte Algumas regras da moral que tirou desse método; 1° Seguir regras existentes em cada país, de modo que os costumes e as leis sejam observados. 2° Devemos ser resolutos e firme em nossas ações, pois por maior incerteza que tenhamos devemos agir de modo que cheguemos a algum lugar, mesmo que reconheçamos, depois que chegamos a um lugar errado. 3° Pressupõe que as mudanças sejam feitas na consciência de cada um, para que o exercício da razão se torne uma maneira habitual de pensar, sem preconceitos. 4° A moral, implica, principalmente, uma escolha de vida.

16 Quarta parte As razoes pelas quais prova a existência de Deus e da alma humana: Rejeitar como totalmente falso tudo aquilo em que pudesse supor a menor dúvida; Há uma natureza mais verdadeira e perfeita que a de Descartes, ou seja, Deus; O primeiro princípio da filosofia que Descartes considerou: Penso, logo existo

17 Quinta parte Ordem das questões de física, movimento do coração e diferença entre alma humana e animal: Da descrição dos corpos inanimados e das plantas, passei à dos animais e particularmente à dos homens (Descartes). Descrição, minuciosa, do corpo humano (coração, pulmões e pele).

18 Sexta parte Coisas necessárias para ir mais adiante na pesquisa e que razões o levaram a escreve: As experiências são necessárias para avanço do conhecimento; Oposições são uteis para que os outros compreendam melhor, para que vejam melhor, para ajudar nas invenções.

19 Contribuição Com suas obras e pensamentos Descartes; Trouxe significativas, contribuições para a física, matemática (geometria) e Racionalismo da Idade Moderna. Primeiro a levantar a doutrina do dualismo corpo/mente.

20 Boa Noite Apenas desejo a tranqüilidade e o descanso, que são os bens que os mais poderosos reis da terra não podem conceder a quem os não pode tomar pelas suas próprias mãos. [René Descartes]


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