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A identidade negra não surge da tomada de consciência de uma diferença de pigmentação ou de uma diferença biológica entre populações negras e brancas e(ou)

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Apresentação em tema: "A identidade negra não surge da tomada de consciência de uma diferença de pigmentação ou de uma diferença biológica entre populações negras e brancas e(ou)"— Transcrição da apresentação:

1 A identidade negra não surge da tomada de consciência de uma diferença de pigmentação ou de uma diferença biológica entre populações negras e brancas e(ou) negras e amarelas. Ela resulta de um longo processo histórico que começa com o descobrimento, no século XV, do continente africano e de seus habitantes pelos navegadores portugueses, descobrimento esse que abriu o caminho às relações mercantilistas com a África, ao tráfico negreiro, à escravidão e, enfim, à colonização do continente africano e de seus povos. (K. Munanga. Algumas considerações sobre a diversidade e a identidade negra no Brasil. In: Diversidade na educação: reflexões e experiências. Brasília: SEMTEC/MEC, 2003, p. 37).

2 Com relação ao assunto tratado no texto acima, é correto afirmar que (A) a colonização da África pelos europeus foi simultânea ao descobrimento desse continente. (B) a existência de lucrativo comércio na África levou os portugueses a desenvolverem esse continente. (C) o surgimento do tráfico negreiro foi posterior ao início da escravidão no Brasil. (D) a exploração da África decorreu do movimento de expansão européia do início da Idade Moderna. (E) a colonização da África antecedeu as relações comerciais entre esse continente e a Europa. Com relação ao assunto tratado no texto acima, é correto afirmar que (A) a colonização da África pelos europeus foi simultânea ao descobrimento desse continente. (B) a existência de lucrativo comércio na África levou os portugueses a desenvolverem esse continente. (C) o surgimento do tráfico negreiro foi posterior ao início da escravidão no Brasil. (D) a exploração da África decorreu do movimento de expansão européia do início da Idade Moderna. (E) a colonização da África antecedeu as relações comerciais entre esse continente e a Europa.

3 (PUC-Campinas) "Recentemente, por questões humanitárias, os Estados Unidos atuaram na Somália mas, poderiam ter optado pelo Sudão ou Etiópia, países vizinhos, com guerras civis e milhões de esfomeados. Nunca o caráter periférico da África foi tão evidente quanto agora, pois não há superpotências que disputem o continente e os países são entregues à própria sorte (ou infortúnio)." (PUC-Campinas) "Recentemente, por questões humanitárias, os Estados Unidos atuaram na Somália mas, poderiam ter optado pelo Sudão ou Etiópia, países vizinhos, com guerras civis e milhões de esfomeados. Nunca o caráter periférico da África foi tão evidente quanto agora, pois não há superpotências que disputem o continente e os países são entregues à própria sorte (ou infortúnio)." Da leitura do texto e de seus conhecimentos sobre a África é possível afirmar que

4 a) as disputas internas provocadas pelos clãs tribais têm alterado a posição do continente no cenário mundial, transformando a África numa área de fracos investimentos. b) o processo de islamização forçado, pelo qual passa grande parte da África, restringe as possibilidades de intervenção estrangeira no continente. c) hoje, a busca de mercados consumidores substitui os antigos critérios geopolíticos, e a pobreza da África como um todo, pouco interessa ao mundo desenvolvido. d) vários órgãos supranacionais têm tentado promover a destribalização da parte mais pobre da África, no sentido de torná-la mais atraente aos investimentos estrangeiros. e) a manutenção de regimes autoritários, com guerrilhas e atos de terrorismo, tem dificultado a ação das forças de paz e de certa forma influído na Nova Ordem Mundial.

5 1: "(...) O recurso ao terror por parte de quem já detém o poder dentro do Estado não pode ser arrolado entre as formas de terrorismo político, porque este se qualifica, ao contrário, como o instrumento ao qual recorrem determinados grupos para derrubar um governo acusado de manter-se por meio do terror" 2: Em outros casos "os terroristas combatem contra um Estado de que não fazem parte e não contra um governo (o que faz com que sua ação seja conotada como uma forma de guerra), mesmo quando por sua vez não representam um outro Estado. Sua ação aparece então como irregular, no sentido de que não podem organizar um exército e não conhecem limites territoriais, já que não provêm de um Estado." (Dicionário de Política (org.) BOBBIO, N., MATTEUCCI, N. e PASQUINO, G., Brasília: Edunb, 1986). De acordo com as duas afirmações, é possível comparar e distinguir os seguintes eventos históricos:

6 I- Os movimentos guerrilheiros e de libertação nacional realizados em alguns países da África e do sudeste asiático entre as décadas de 1950 e 70 são exemplos do primeiro caso. II- Os ataques ocorridos na década de 1990, como às embaixadas de Israel, em Buenos Aires, dos EUA, no Quênia e Tanzânia, e ao World Trade Center em 2001, são exemplos do segundo caso. III- Os movimentos de libertação nacional dos anos 50 a 70 na África e sudeste asiático, e o terrorismo dos anos 90 e 2001 foram ações contra um inimigo invasor e opressor, e são exemplos do primeiro caso. É correto o que se afirma apenas em (A) l. (B) II. (C) l e II. (D) l e III. (E) II e III. I- Os movimentos guerrilheiros e de libertação nacional realizados em alguns países da África e do sudeste asiático entre as décadas de 1950 e 70 são exemplos do primeiro caso. II- Os ataques ocorridos na década de 1990, como às embaixadas de Israel, em Buenos Aires, dos EUA, no Quênia e Tanzânia, e ao World Trade Center em 2001, são exemplos do segundo caso. III- Os movimentos de libertação nacional dos anos 50 a 70 na África e sudeste asiático, e o terrorismo dos anos 90 e 2001 foram ações contra um inimigo invasor e opressor, e são exemplos do primeiro caso. É correto o que se afirma apenas em (A) l. (B) II. (C) l e II. (D) l e III. (E) II e III.

7 Anda fugido, desde o dia 18 de Outubro de 1854, o escravo crioulo de nome FORTUNATO, de 20 e tantos annos de idade, com falta de dentes na frente, com pouca ou nenhuma barba, baixo, reforçado, e picado de bexigas que teve há poucos annos, é muito pachola, mal encarado, falla apressado e com a bocca cheia olhando para o chão; costuma às vezes andar calçado intitulando-se forro, e dizendo chamar-se Fortunato Lopes da Silva. Sabe cozinhar, trabalhar de encadernador, e entende de plantações de roça, donde é natural. Quem o prender, entregar à prisão, e avisar na côrte ao seu senhor Eduardo Laemmert, rua da Quitanda n.¡ 77, receberá 50U000 de gratificação. Rio de Janeiro - Typ. Universal de LAEMMERT, Rua dos Inválidos, 61 B. Cartazes, como o reproduzido anteriormente, registram algumas das características da escravidão na sociedade brasileira, durante o século XIX. Com base nas informações contidas no documento e no seu conhecimento acerca da escravidão, assinale a única opção que NÃO apresenta uma característica correta.

8 a) Os escravos especializados em algum ofício usufruíam de melhores condições de trabalho; viviam, nas cidades, como homens livres, e evitavam fugas ou revoltas. b) O costume de andar calçado era um símbolo de status social que permitia estabelecer critérios de distinção entre trabalhadores libertos (forros) e escravos. c) A identificação do escravo como "crioulo" apontava para sua condição de nascido no Brasil, distinguindo-o, do "africano", o recém-chegado, trazido pelo tráfico. d) As diferenças entre escravos e "forros", isto é, cativos que haviam conseguido sua alforria, em áreas urbanas, eram pouco expressivas em termos de matizes raciais. e) As fugas de escravos, a despeito de sua recorrência, eram compreendidas pelos proprietários como a perda de um bem constituído, o que justificava o pagamento de recompensa pela captura. a) Os escravos especializados em algum ofício usufruíam de melhores condições de trabalho; viviam, nas cidades, como homens livres, e evitavam fugas ou revoltas. b) O costume de andar calçado era um símbolo de status social que permitia estabelecer critérios de distinção entre trabalhadores libertos (forros) e escravos. c) A identificação do escravo como "crioulo" apontava para sua condição de nascido no Brasil, distinguindo-o, do "africano", o recém-chegado, trazido pelo tráfico. d) As diferenças entre escravos e "forros", isto é, cativos que haviam conseguido sua alforria, em áreas urbanas, eram pouco expressivas em termos de matizes raciais. e) As fugas de escravos, a despeito de sua recorrência, eram compreendidas pelos proprietários como a perda de um bem constituído, o que justificava o pagamento de recompensa pela captura.

9 Será que já raiou a liberdade? Ou se foi tudo ilusão? Ou se foi tudo ilusão? Será que a Lei Áurea tão sonhada Será que a Lei Áurea tão sonhada Há tanto tempo assinada Há tanto tempo assinada Não foi o fim da escravidão? Hoje, dentro da realidade Onde está a liberdade? Onde está que ninguém viu? Moço, não se esqueça que o negro também construiu As riquezas do nosso Brasil. Pergunte ao criador (Pergunte ao criador) Quem pintou esta aquarela Livre do açoite da senzala Preso na miséria da favela. Sonhei Sonhei que Zumbi dos Palmares voltou (ôô, ôô) A tristeza do negro acabou Foi uma nova redenção Senhor (ai, senhor) Eis a luta do bem contra o mal (contra o mal) Eis a luta do bem contra o mal (contra o mal) Que tanto sangue derramou Contra o preconceito racial O negro samba, negro joga capoeira Ele é o rei da verde e rosa da Mangueira.


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