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O Modernismo em Portugal e a poesia de Fernando Pessoa.

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Apresentação em tema: "O Modernismo em Portugal e a poesia de Fernando Pessoa."— Transcrição da apresentação:

1 O Modernismo em Portugal e a poesia de Fernando Pessoa

2 Momento histórico do Modernismo em Portugal 1910: Proclamação da República : Primeira República Domínio do Partido Democrático, com predominância centro- esquerdista. Participação do país na Primeira Guerra Mundial. Instabilidade político-social. 1926: Golpe de Estado : Ditadura militar salazarista.

3 As três gerações do Modernismo português Cronologia Primeira geração: Orpheu Início: 1915 – Fundação da revista Orpheu. Término: 1927 – Fundação da revista Presença. Segunda geração: Presença Início: 1927 – Fundação da revista Presença. Término: 1940 – Eclosão do Neo-realismo. Terceira geração: Neo-realismo Início: 1940

4 As três gerações do Modernismo português Principais escritores Primeira geração: Orpheu Principais escritores: Fernando Pessoa e Mário de Sá-Carneiro Principal característica do grupo:comportamento iconoclasta. Segunda geração: Presença Principais escritores: Branquinho da Fonseca, José Régio e João Gaspar Simões. Principal característica do grupo: elitismo, arte-pela-arte. Terceira geração: Neo-realismo Principais escritores: Ferreira de Castro, Carlos de Oliveira, Fernando Namora, Alves Redol, José Cardoso Pires e Virgílio Ferreira. Principal característica do grupo: literatura engajada.

5 Orfismo características Domínio da Metafísica e do Mistério. Impregnados de uma religiosidade esotérica, do gosto pelas ciências ocultas, de um sebastianismo místico, os escritores da Geração Orpheu tornaram-se herméticos, pouco acessíveis. A obra de Fernando Pessoa, uma das mais significativas já escritas em língua portuguesa, só foi publicada dez anos após a sua morte, que se deu em Desejo de escandalizar o burguês. Desajuste social e cultural. Cosmopolitismo. Elitismo. Incorporação das propostas das vanguardas. Idolatria do poético, do não-prático, do não-burguês.

6 Orfismo O Orfismo constitui o primeiro movimento propriamente moderno. Inicia-se em 1915, com a revista Orpheu, que aglutinou alguns jovens insatisfeitos com a estagnação da cultura portuguesa.

7 Orfismo De idéias futuristas, entusiasmados com as novidades trazidas pelas mudanças culturais postas em curso com o século XX, defendiam a integração de Portugal no cenário da modernidade européia. Para tanto, pregavam o incoformismo e punham a atividade poética acima de tudo.

8 Orfismo Fernando Pessoa é a grande figura da geração, seguido de perto por Mário de Sá- Carneiro, Alfredo Pedro Guisado, Santa Rita Pintor, Armando Cortes-Rodrigues e Almada Negreiros, este último autor de um romance, Nome de Guerra, uma das raras obras em prosa numa geração primordialmente poética.

9 Orfismo De Orpheu ainda sairia um segundo número, em 1915, mas o terceiro, anunciado para o ano seguinte, não chegaria a vir a público.

10 Fernando PessoaFernando Pessoa (Biografia) Fernando Antônio Nogueira Pessoa, nasceu em Lisboa, em 13/06/1888. Órfão de pai aos cinco anos, é levado para Durban (África do Sul), onde faz o curso primário e secundário com excepcional brilho.

11 Fernando Pessoa Em 1905, regressa a Portugal e matricula-se na Faculdade de Letras de Lisboa; assiste às aulas por algum tempo, mas acaba abandonando os bancos escolares para se tornar correspondente comercial em línguas estrangeiras.

12 Fernando Pessoa Em 1912, está como crítico da revista A Águia, e três anos depois lidera o grupo de Orpheu. Extinta a revista, passa a colaborar em outras, como Centauro, Athena, Contemporânea e Presença.

13 Fernando Pessoa Em 1934, participa no concurso de poesia promovido pelo Secretariado Nacional de Informações, de Lisboa, e recebe o segundo lugar.

14 Fernando Pessoa Em 1935, recolhe-se doente ao hospital e falece em 30 de novembro.

15 Fernando Pessoa Heterônimos Fernando Pessoa constitui um caso ímpar de desdobramento de si mesmo em outras personalidades poéticas, o que se torna visível por sua capacidade de deixar-se possuir por outros seres, que como ele são poetas, e de assim criar os outros eus, os heterônimos. Os heterônimos não são pseudônimos. Fernando Pessoa não inventou personagens-poetas, mas criou obras de poetas e, em função delas, as biografias de Álvaro de Campos, Ricardo Reis e Alberto Caeiro, seus principais heterônimos.

16 Álvaro de Campos, o poeta das sensações do homem moderno Poesia marcada pela inquietação do século XX, personalidade citadina, que louva o movimento e as máquinas. Tomado pela emoção da existência, tem a consciência da vida, do progresso, da era das máquinas, do barulho, da eletricidade e da velocidade. Mas é triste, devastadoramente triste. Seus poemas mais conhecidos são Ode Triunfal, Tabacaria e Poema em Linha Reta. Ver p42, p. 5-7.

17 Ricardo Reis, o poeta neoclássico Helenista e, portanto, cultivador de características estruturais e de temas clássicos, Ricardo Reis tem sua poesia marcada pelo carpe diem horaciano, ou seja, em suas odes, aparecerá o lema gozar a brevidade da vida, o momento, aproveitar cada segundo, gozar o dia, desfrutar o que se possa obter do momento em que se vive. Cultua o paganismo. Ver p42, p. 5-7.

18 Alberto Caeiro, o poeta pastor Fernando Pessoa chamava-o de Meu Mestre Caeiro, o mais importante de seus heterônimos. Era um homem do campo, simples. No entanto, um ser especulativo, perquiridor do mundo. Seus poemas mais importantes estão reunidos sob o título O Guardador de Rebanhos e Poemas Completos de Caeiro. Ver p42, p. 5-7.

19 Fernando Pessoa Ortônimo Os poemas assinados por Fernando Pessoa (ele mesmo) têm facetas distintas entre si, mas que no entanto se completam: captou o lirismo do passado português e evoluiu deste saudosismo para o paulismo e, depois para o interseccionismo e o sensacionismo, três formas de requintamento da poesia saudosista, graças ao exacerbamento deliberado ao culto ao vago, ao sutil e ao complexo e à influência simultânea do Cubismo e do Futurismo. Massaud Moisés

20 Fernando Pessoa Ortônimo Mensagem (1934) é um livro exemplar. Composto por 44 poemas, é mesmo uma mensagem ao povo português em plena ditadura salazarista. É como se Pessoa quisesse sacudir os brios da Pátria e fazê-la lembrar-se de um tempo de grandeza, conquista e prosperidade.

21 Fernando Pessoa Ortônimo O livro Mensagem (1934) está dividido em três partes: O Brasão – aqui os heróis são as figuras lendárias de uma antigo Portugal: Viriato, Conde D. Henrique, D. Tareja, D. Affonso Henriques, D. Dinis. É o início do país. Mar português – a época das grandes navegações e conquistas. O Encoberto – aqui o assunto é o Quinto Império, D. Sebastião, Bandarra, Vieira.

22 Fim Retrato de Fernando Pessoa feito por João Luiz Roth.


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