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> > < < > > < < DOCENTE Professor e Engenheiro EDSON CARIS LACERDA Mestre em Ciências Ambientais – UNITAU; Pós-graduado em Administração de Empresas.

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3 > > < < DOCENTE Professor e Engenheiro EDSON CARIS LACERDA Mestre em Ciências Ambientais – UNITAU; Pós-graduado em Administração de Empresas – FAAP, Pós-graduado em Engenharia de Segurança do Trabalho – FEI; Engenheiro Industrial Eletricista – Universidade Santa Cecília dos Bandeirantes; Experiências Internacionais: Argentina – Curso de Capacitação Profissional sobre Eletrificação Ferroviária – CENACAF e Uruguai – Seminário sobre Seguridade Social no Mercosul– INCAUSUR Engenheiro de Segurança do Trabalho: CPTM (Experiência em SEP- 15 anos); Perito Judicial em Processos de Insalubridade e Periculosidade; Consultor e Docente do SENAI; SENAC E Instituições Particulares: Analise Profissiográfica, Segurança em Eletricidade, Segurança Aplicada, Higiene do Trabalho, Administração e Prevenção e Controle de Perdas. Membro da APAEST e do SEESP; Acionista e Diretor Técnico de Empresa SIAT de Consultoria e Assessoria em SST; Empresas que prestou consultoria e/ou desenvolveu cursos: Philips do Brasil, Editora Abril, CBA – Companhia Brasileira de Alumínio, Pirelli Pneus S/A, Votoram / Votorantin Cimentos, Imprensa do Estado de São Paulo, Radiadores Visconde, Correios, Rio Negro Grupo Usiminas, Metro de SP, SEMMCO – Serviços de Manut. Mont. e Construções Ltda., Senai Ipiranga entre outras empresas.

4 > > < < DISCIPLINA E OBJETIVO DISCIPLINA: SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE; OBJETIVO: Demonstrar os aspectos de gestão de segurança e saúde com instalações e serviços com eletricidade (prevenção e controle dos riscos), considerando todo o processo que inclui projeto, construção, montagem, operação e manutenção das instalações. Demonstrar por meio do estudo, análise e interpretação a Norma Regulamentadora - NR-10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade, bem como a interface com as demais Normas Regulamentadoras e com as Normas Técnicas Oficiais da ABNT.

5 > > < < Disciplina e Conteúdo Programático Capítulo 1: Introdução à Segurança com Energia Elétrica; Capítulo 2: Eletricidade – Noções Básicas e Fundamentos; Capítulo 3: Riscos em Instalações e Serviços com Eletricidade; Capítulo 4: NR -10 Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade; Capítulo 5: Regulamentações do MTE e Interface com as Normas da ABNT; Capítulo 6: Medidas de Proteção e Controle em Instalações Elétricas; Capítulo 6: Sinalização de Segurança – NR-10;

6 > > < < NOÇÕES MÁTERIA; MOLÉCULA; ÁTOMO: PRÓTONS; NEUTRONS (NÚCLEO) E ELÉTRONS. CONDUTORES: Possuem elétrons livres em grande quantidade, que pôr sua vez são os elétrons fracamente ligados ao núcleo e que sobre a ação de uma diferença de potencial passam a se locomover no interior do material em questão. ISOLANTES: Os elétrons nos materiais isolantes acham-se fortemente presos em suas ligações, evitando desta maneira a circulação de elétrons.

7 > > < < NOÇÕES A existência da eletricidade é devida a três fatores básicos: Voltagem (D.D.P), corrente e resistência. CORRENTE ELÉTRICA: Fluxo de elétrons que estiver passando num ponto qualquer de um circuito elétrico. Unidade: Ampere; I = A; mA. TENSÃO ELÉTRICA [diferença de potencial (d.d.p), voltagem ou força eletromotriz (fem)]: Força gerada para fazer com que os elétrons se movimentem. RESISTÊNCIA: É a oposição que um condutor oferece a passagem da corrente elétrica.

8 > > < < NOÇÕES FORMAS OU ELEMENTOS ONDE SE CRIAM D.D.P Atrito ou fricção: Eletrização dos campos. Pressão: Cristais. Calor: Elemento térmico. Luz: Fotocélulas. Ação química: Pilhas, baterias. Magnetismo: Principio do funcionamento dos motores e geradores elétricos. OBS: Todo condutor quando corta um campo magnético, em suas extremidades aparece uma d.d.p.

9 > > < < NOÇÕES LEI DE OHM A intensidade da corrente elétrica é diretamente proporcional à tensão e inversamente proporcional a resistência. I = E / R I = Intensidade da corrente, a unidade de medida: ampère (A). E = Tensão a unidade de medida: volts (V). R = Resistência a unidade de medida: ohm (). Para medir essas grandezas utilizamos o voltímetro, o amperímetro e o ohmímetro (multiteste). POTÊNCIA ELÉTRICA É a capacidade de produzir trabalho ou a capacidade de consumo de energia. Podemos dizer que é o produto da diferença de potencial [D.D.P (volts)] pela intensidade da corrente elétrica. P = V x I Unidade de Potência Ativa : [P] = W (Watt)

10 > > < < NOÇÕES O SISTEMA ELÉTRICO: a) Geração de energia elétrica; b) Transmissão de energia elétrica; c) Distribuição de energia elétrica; d) Consumo de energia elétrica.

11 > > < < INVISÍVEL INODORA INAUDÍVEL

12 > > < < CONSEQÜÊNCIAS DOS ACIDENTES

13 > > < < CHOQUE ELÉTRICO CHOQUE ELÉTRICO É UM ESTÍMULO RÁPIDO E ACIDENTAL DO SISTEMA NERVOSO PROVOCADO PELA PASSAGEM DA CORRENTE ELÉTRICA. ESSA CORRENTE CIRCULARÁ PELO CORPO DA PESSOA, QUANDO ELE TORNAR PARTE DE UM CIRCUITO ELÉTRICO, QUE POSSUA DIFERENÇA DE POTENCIAL SUFICIENTE PARA VENCER A RESISTÊNCIA ELÉTRICA OFERECIDA PELO CORPO.

14 > > < < GRAVIDADEDE DO CHOQUE ELÉTRICO Percurso da corrente no organismo Características da corrente elétrica Resistência elétrica do corpo humano Área de contato do corpo Pressão com que é feito o contato Tempo de exposição à corrente elétrica Suscetibilidade individual

15 > > < < 10 %08 %03%02%00 %

16 > > < < Intensidade Miliampéres Perturbações Possíveis Estado possível após o choque Salvamento Resultado Final Provável Liminar de sensaçãoNenhumaNormal- 1 à 9 Sensação cada vez mais desagradável à medida que a intensidade aumenta. Contrações musculares Normal Desnecessário Normal 9 à 20 Sensação dolorosa. Contrações violentas. Perturbações circulatórias Morte Aparente Respiração Artificial Restabelecimento 20 á 100Sensação insuportável. Contrações violentas. Asfixia. Perturbações circulares graves, inclusive fibrilação ventricular. Morte Aparente Respiração Artificial Restabelecimento ou morte Acima de 100Asfixia imediata. Fibração ventricular. Morte Aparente Muito Difícil Morte Vários AmpéresAsfixia imediata.Queimaduras graves Morte aparente ou Imediata Praticamente Impossível Morte QUADRO DE EFEITOS DO CHOQUE ELÉTRICO PARA CORRENTE ALTERNADA DE FREQÜÊNCIA INDUSTRIAL

17 > > < < INFLUÊNCIA DA FREQÜÊNCIA EM RELAÇÃO AO LIMIAR DE SENSAÇÃO DA CORRENTE ALTERNADA QUADRO DA FREQUÊNCIA Freqüência c/ SEG HZ Ordem de grandeza do limiar de sensação (mA) 11,

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19 > > < < RESISTÊNCIA DE MATERIAIS À CORRENTE ELÉTRICA Corpo humano (mão ao pé) 400 a 600 Ohm (interior do corpo) Corpo humano (pele molhada)500 a Ohm Corpo humano (pele seca) a Ohm Madeira seca Ohm ou 10 8 Ohm Madeira molhada Ohm ou 10 3 Ohm Borracha Ohm ou Ohm

20 > > < < QUADRO DE VALORES DA RESISTÊNCIA TOTAL, INCLUINDO A RESISTÊNCIA DOS CONTATOS PARA CORRENTE ALTERNADA DE FREQÜÊNCIA INDUSTRIAL SITUAÇÃOORDEM DE GRANDEZA DA RESISTÊNCIA TOTAL (OHMS) CORRENTE PRODUZIDA COM TENSÃO DE 100 V (MILIAMPERES) 1. A corrente entra pela ponta do dedo de uma das mãos e sai pela ponta do dedo da outra mão (dedos secos) A corrente entra pela palma de uma das mãos e sai pela palma da outra mão (secas) A corrente entra pela ponta do dedo e sai pelos pés descalços A corrente entra pela ponta do dedo e sai pelos pés calçados ou descalços (molhados) A corrente entra pela mão por meio de uma ferramenta e sai pelos pés calçados (molhados)

21 > > < < DANOS NA VISÃO Córneas Cristalino Nervo ótico DANOS AOS RINS / BEXIGA Insuficiência renal Eneuresia ( incontinência urinária ) PERDA DA COORDENAÇÃO MOTORA Atrofia muscular; Danos neurológicos.

22 > > < < DANOS NO CÉREBRO Crise convulsiva; Edema; Isquemia; PARADA RESPIRATÓRIA Tetanização dos músculos do tórax; Paralisação do diafragma; Contração dos músculos das via aéreas CORAÇÃO Paralisação dos músculos ventricular Fibrilação ventricular

23 > > < < QUEIMADURAS PRIMEIRO GRAU SEGUNDO GRAU TERCEIRO GRAU ARTÉRIAS TROMBOSE

24 > > < < PROLAPSO É o deslocamento, com mudança de órgão ou músculos, devido a passagem da corrente elétrica. O corpo sofre uma convulsão. Os músculos se contraem, há uma pane nos sistemas neuro-transmissores.

25 > > < < PRINCIPAIS FALHAS EM SISTEMAS ELÉTRICOS FALHAS TÉCNICAS - Erro de Projeto Aterramento inadequado; Isolamento inadequado Inexistência de barreira física Inexistência de sistemas de bloqueio adequado (intertravamento) Sinalização inexistente / inadequada Falta de espaço físico Dimensionamento de bitola inadequada dos condutores Materiais defeituosos Baixa isolação Contatores defeituosos Componentes eletro-eletrônicos defeituosos FALHAS OPERACIONAIS Negligência / Imperícia / Imprudência Descumprimento de procedimentos operacionais Erro de energização e desenergização de sistemas Falha de logística operacional Exposição desnecessária ao risco Falta de manutenção preventiva e corretiva Falta de EPI´s / EPC´s

26 > > < < ARCOS ELÉTRICOS PERIGOS DOS ARCOS ELETRICOS O arco elétrico possui energia suficiente para queimar roupas e provocar incêndios, emite materiais vaporizados, radiação infravermelha, luminosa e ultravioleta, além de causar sobrepressões quando ocorrem dentro de invólucros como os compartimentos dos painéis elétricos e nas mediações. A exposição ao calor produzido provoca queimaduras de segundo e terceiro grau, alem do grau da queimadura, existe outro fator importante a ser considerado para a avaliação da vitima, que é a sua extensão. Quanto maior a área queimada, mais grave é a situação.

27 > > < < ARCOS ELÉTRICOS CONCEITUAÇÃO O arco elétrico é em resumo, a passagem de corrente elétrica, de um para outro ponto condutor, num meio gasoso e cuja intensidade vai depender, entre outros fatores, da diferença de potencial, da capacidade da fonte, da resistividade do meio. A temperatura de um arco elétrico é extremamente elevada e o calor por ele gerado se propaga tanto por condução, por convecção e por irradiação.

28 > > < < ARCOS ELÉTRICOS A DINÂMICA DO ARCO ELÉTRICO Vamos abordar alguns conceitos físicos: excetuando-se a água, os materiais ocupam menos espaço na forma sólida que na forma líquida. Na passagem da forma líquida para a forma de vapor, as substâncias aumentam de volume. Durante o defeito em que ocorre um arco, a alta temperatura causa primeiramente a fusão do metal condutor, geralmente cobre sólido, e depois a vaporização do metal.

29 > > < < ARCOS ELÉTRICOS A DINÂMICA DO ARCO ELÉTRICO No primeiro estágio, o volume do cobre aumenta ligeiramente, porém ao vaporizar-se, aumenta vezes, o fato de ocorrer tão rápida expansão resulta em grande energia liberada. Adicionalmente as fortes pressões desenvolvidas na mudança de estado do material, temperaturas extremamente elevadas na ocasião aquecem o ar da mesma forma que uma descarga atmosférica, como esta, acompanhada do som provocado pela rápida expansão do ar quando aquecido pela corrente do raio.

30 > > < < ARCOS ELÉTRICOS A OCORRÊNCIA DE ARCOS ELÉTRICOS Registram-se como mais freqüentes as seguintes: a) a) Ocorrência de curto-circuito; b) b) Operação de desligar chaves, seccionadoras, interruptores e disjuntores; c) c) Inserção e remoção de componentes extraíveis com barramentos energizados; d) d) Operação em teste; e e) e) Erros na tarefa de medição de tensão e em outros procedimentos.

31 > > < < Queimaduras Queimadura é a lesão causada por ação de calor ou de outras radiações sobre o organismo. As queimaduras, além de provocarem intensa dor local, podem causar choque e levar a vítima à morte, dependendo do estado e da extensão da área atingida. Os seguintes agentes podem causar queimaduras: Líquidos ferventes, contato direto com chama, sólidos superaquecidos ou incandescentes, vapores quentes, substâncias químicas, radiações infravermelhas e ultravioletas naturais, emanações radiativas e eletricidade.

32 > > < < Queimaduras - CLASSIFICAÇÃO As queimaduras externas podem ser superficiais, quando atingem apenas camadas da superfície da pele, ou profundas, quando há destruição da pele na área atingida. A classificação das queimaduras em graus é uma classificação prática, que indica apenas a profundidade da lesão. Queimaduras de todos os graus podem apresentar-se no mesmo paciente.

33 > > < < Queimaduras - CLASSIFICAÇÃO 1º GRAU: Caracteriza a lesão superficial da pele, sem formação de bolhas. Forma-se somente eritema, isto é, vermelhidão. A dor é suportável. E o caso das queimaduras causadas pelos raios solares e por radioatividade. 2º GRAU: Caracteriza a lesão das camadas mais profundas da pele, com formação de flictenas(bolhas). Por vezes extensas, por desprendimento das camadas superficiais.

34 > > < < Queimaduras - CLASSIFICAÇÃO 3 º GRAU: Neste nível, as lesões atingem todas as camadas da pele, tecido celular subcutâneos, em certos casos, os músculos profundos, podendo chegar à carbonização da área atingida.

35 > > < < CAMPOS ELETROMAGNÉTICOS EXPOSIÇÃO AOS CAMPOS ELETROMAGNÉTICOS A exposição à radiação eletromagnética (EMR). O agente de risco radiação eletromagnética não- ionizante está presente em inúmeras atividades humanas, como na operação com soldas elétricas ou a laser, fornos de microondas, telefonia celular, comunicações radiofônicas, por satélites, fornos RF (radiofreqüência) de indução, assim como diversas outras operações e atividades incluindo-se os trabalhos nas proximidades de linhas e equipamentos energizados.

36 > > < < CAMPOS ELETROMAGNÉTICOS EXPOSIÇÃO AOS CAMPOS ELETROMAGNÉTICOS Neste caso a radiação eletromagnética é originada a partir da passagem da corrente elétrica nos meios condutores. O campo eletromagnético existe nas proximidades de condutores e equipamentos energizados em corrente alternada, tais como linhas de transmissão e distribuição de energia elétrica, transformadores, motores, fornos de indução, e outros dispositivos.

37 > > < < CAMPOS ELETROMAGNÉTICOS CLASSIFICAÇÃO - CAMPOS ELETROMAGNÉTICOS Quase sempre classificado na faixa de extra baixa freqüência (ELF – Extra Low Frequency), quando a oscilação se dá na freqüência de 60 Hertz, ou seja, 60 ciclos por segundo, que é a freqüência utilizada no Brasil para a distribuição e o consumo de energia elétrica. A radiação eletromagnética associa dois campos distintos: a) a) O Campo Elétrico, simbolizado pela letra E; b) b) O Campo Magnético, simbolizado pela letra H.

38 > > < < CAMPOS ELETROMAGNÉTICOS CLASSIFICAÇÃO - CAMPOS ELETROMAGNÉTICOS A unidade de medida do campo E é o volt por metro (V/m), e a unidade de medida do campo H é o ampere por metro(A/m). Também são utilizadas as unidades Gauss – G ou Tesla – T. A associação desses campos cria a densidade de potencia eletromagnética DP dada pelo produto E x H cuja unidade de medida é o watt por metro quadrado (W/m²).

39 > > < < CAMPOS ELETROMAGNÉTICOS EFEITOS - CAMPOS ELETROMAGNÉTICOS Os efeitos mais prováveis no organismo são os seguintes: a) a) O campo elétricoE pode promover descargas elétricas entre o corpo isolado e objetos ligados à terra, provocadas pela indução contínua da corrente elétrica no corpo, tendo como conseqüências o choque e a queimadura; e b) b) O campo magnético H produz a circulação de cargas elétricas pelo entorno do corpo, promovendo efeitos térmicos, endócrinos e suas patologias correlatas. O corpo humano funciona como uma antena captando e absorvendo a energia.

40 > > < < CAMPOS ELETROMAGNÉTICOS EFEITOS - CURIOSIDADES O corpo humano pode compensar as interações fracas, porém campos intensos causam estresse que podem conduzir a danos irreversíveis à saúde, sob certas circunstancias. Contudo nenhum estudo cientifico reconhecido por entidades de crédito internacional conduz a certeza de que os campos eletromagnéticos de baixa freqüência levam a um aumento do numero de casos de câncer, leucemia e tumores cerebrais, dentre outras patologias.

41 > > < < CAMPOS ELETROMAGNÉTICOS Medidas de Proteção Baseiam-se no trabalho à distancia da fonte (termovisão, telecomando, etc.), redução do tempo de exposição e no uso de equipamento de proteção individual especifico para esse agente de risco (roupas condutivas ou óculos). Cuidados especiais devem ser adotadas com relação aos trabalhadores que possuem em seu corpo próteses metálicas (pinos, articulações) e aparelhos eletrônicos (marca-passo, auditivos, dosadores de insulina, etc.), pois quando submetidos a intensos campos eletromagnéticos poderá haver necroses no caso de próteses e disfunções nos equipamentos eletrônicos.

42 > > < < RISCOS ADICIONAIS ALTURA - QUEDAS Constitui-se numa das principais causas de acidentes, sendo característico de diversos ramos de atividade, mas muito representativo nas atividades dos eletricistas. As quedas ocorrem em conseqüência de: Choques elétricos em posições elevadas; Inadequação de equipamentos para trabalhar em altura (escadas, andaimes, cestos e plataformas) Inadequação ou falta de EPI; Falta de treinamento dos trabalhadores; Falta de delimitação e sinalização da área de serviço; Ataque de insetos (trabalhos em redes aéreas).

43 > > < < RISCOS ADICIONAIS Medidas de Controle de quedas em altura, andaimes e escadas Foi selecionado o equipamento mais adequado com vista à segurança, incluindo o acesso e evacuação? As escadas de mão são usadas apenas quando não se justifica a utilização de outro equipamento, por um curto período de tempo ou de risco mínimo? Foi o andaime montado sobre uma superfície firme? Estão as guardas de segurança todas bem posicionadas e a uma altura correta? Existem tábuas suficientes para montar a plataforma de trabalho? Estão as tábuas bem fixas e posicionadas? Foram retirados quaisquer cabos de fixação dos andaimes? A utilização de uma escada é o método mais seguro e adequado para o trabalho em questão? A escada está em boas condições e é adequada para o tipo e altura do trabalho? Pode a escada ser colocada de forma a evitar ultrapassar as extremidades da obra? Pode a escada ser fixada na extremidade superior e na inferior?

44 > > < < RISCOS ADICIONAIS Medidas de Controle de quedas em altura, andaimes e escadas A superfície de apoio é firme e nivelada? Se qualquer das respostas for «não», é necessário tomar medidas de prevenção antes de iniciar o trabalho. Essas medidas incluem: Assegurar que as aberturas como, por exemplo, os buracos no chão, estão vedadas através de barreiras seguras (por exemplo, com guardas de segurança e com pranchas de passagem) ou estão cobertas. Fixar a cobertura em posição ou assinalá-la com um aviso. Verificar todos os elementos do andaime relativamente à segurança antes de iniciar o trabalho de montagem do mesmo. Inspecionar as escadas antes de subir às mesmas, de forma a assegurar que estão em boas condições e corretamente posicionadas e fixadas. Utilizar equipamentos de prevenção de queda quando se está nos andaimes, sobretudo antes de se proceder à colocação das guardas de segurança e das pranchas de passagem, e assegurar que os cabos do arnês estão fixados a uma estrutura firme e que são corretamente utilizados. Não atirar equipamentos ou materiais para níveis mais baixos, para o solo ou para as redes de segurança.

45 > > < < RISCOS ADICIONAIS Ambientes confinados Espaço confinado é qualquer área não projetada para ocupação humana que possua ventilação deficiente para remover contaminantes, bem como a falta de controle da concentração de oxigênio presente no ambiente. É vedada a realização de qualquer trabalho de forma individualizada ou isolada em espaços confinados.

46 > > < < RISCOS ADICIONAIS Ambientes Confinados - Medidas de Proteção As medidas para implantação e revisão do sistema de permissão de entrada em espaços confinados devem incluir, no mínimo: Afixar na entrada de cada espaço confinado avisos de advertência, conforme o anexo I da presente norma; Emitir ordem de bloqueio e ordem de liberação do espaço confinado, respectivamente, antes do início dos serviços e após a conclusão dos mesmos; Assegurar que o acesso ao espaço confinado somente seja iniciado com acompanhamento e autorização de supervisão qualificada; Designar as pessoas que participarão das operações de entrada, identificando os deveres de cada trabalhador e providenciando o treinamento requerido; Garantir que as avaliações iniciais sejam feitas fora do espaço confinado; Proibir a ventilação com oxigênio;

47 > > < < RISCOS ADICIONAIS Ambientes Confinados - Medidas de Proteção Disponibilizar os procedimentos e permissão de entrada para o conhecimento dos trabalhadores autorizados, seus representantes; Testar e calibrar os equipamentos antes de cada utilização; Utilizar equipamento de leitura direta, intrinsecamente seguro, protegido contra emissões eletromagnéticas ou interferências de radio- freqüências providos com alarme; Encerrar a permissão de entrada quando as operações forem completadas, ocorrer uma condição não prevista ou quando houver pausa ou interrupção dos trabalhos; Manter arquivados os procedimentos e permissões de entrada; Utilizar equipamentos e instalações, inclusive o sistema de iluminação fixa ou portátil, certificados no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade, em locais onde há presença de atmosfera potencialmente explosiva;

48 > > < < RISCOS ADICIONAIS Áreas Classificadas É uma área na qual a probabilidade da presença atmosférica explosiva é tal que exige precauções para a construção, instalação utilização de equipamentos elétricos. Atmosfera Explosiva: Mistura do ar, sob condições atmosféricas, de substancias inflamáveis na forma de gás, vapor, névoa, poeira ou fibras, na qual após a ignição, a combustão se propaga através da mistura. Estabelecido que existe a probabilidade de que se formem misturas explosivas, em um determinado local, deve ser definida a classificação desse local, segundo critérios já estabelecidos em normas, de acordo com o grau de probabilidade de atmosfera explosiva.

49 > > < < RISCOS ADICIONAIS Áreas Classificadas A classificação da área pode ser realizada através de uma representação gráfica, definindo o grau de risco em cada local. - - IEC 79.10; NFPA 497. Os equipamentos elétricos podem ser afetados pelas condições ambientais, exemplo: Umidade, acumulo de poeira, corrosão, temperatura, pancadas mecânicas, ataque químico, radiação ultravioleta.

50 > > < < RISCOS ADICIONAIS Áreas Classificadas Os equipamentos elétricos constituem em uma fonte de ignição, portanto devem atender requisitos contido em normas exemplo: API RP 500 e NFPA 497; Onde apresentam critérios para definição de área classificada em função do potencial de risco das substancias inflamáveis. a) a) Classe I – gases e vapores. b) b) Classe II – poeiras; c) c) Classe III – Fibra.

51 > > < < RISCOS ADICIONAIS Áreas Classificadas Classe I – gases e vapores. Grupo A: Acetileno Grupo B: Hidrogênio, Butatilieno, Oxido de Eteno, de propileno, gases fabricados contendo mais do que 30% de hidrogênio. Grupo C: Acetaldeido, Éter de Dietilico, Eteno, Dimetil Hidrazina, Cicloprano, CO e outros.

52 > > < < RISCOS ADICIONAIS Áreas Classificadas Classe II Grupo E: Poeiras metálicas combustíveis, independente de sua resistividade ou outro tipo de poeira combustível de risco similar, tendo resistividade menor do que 10 5 ohm.cm. Grupo F: Poeiras carbonaceas, como carvão mineral, Hulha que tenha mais do que 8% de material volátil e resistividade entre 10² e 10 8 ohm.cm. Grupo G: Poeiras combustível com resistividade superior ou 10 5 ohm.cm., como: farinha de trigo, ovo em pó, goma arábica, celulose e vitaminas.

53 > > < < RISCOS ADICIONAIS Áreas Classificadas Classe III: Fibras combustíveis como rayon, fibras de madeira e outras. Para as classes e grupos ainda temos uma classificação em função da possibilidade de ocorrer mistura explosiva (duas divisões). a) Divisão 2: locais com baixa probabilidade de presença de mistura inflamável. b) Divisão 1: locais com alta probabilidade de mistura inflamável.

54 > > < < RISCOS ADICIONAIS Áreas Classificadas Correspondência entre norma nacional e norma da NFPA 497 e NEC (NFPA 70): Zona 1 corresponde a divisão 1; e Zona 2 corresponde a divisão 2.

55 > > < < RISCOS ADICIONAIS Classificação das Áreas Zona 0 = em que a mistura é encontrada permanentemente ou maior parte do tempo. Zona 1 = em que a mistura explosiva é provável durante a operação normal, mas quando ocorrer, será por tempo limitado. Zona 2 = em que a mistura explosiva só é provável em caso de falhas do equipamento ou do processo. O tempo de duração desta situação é curto.

56 > > < < RISCOS ADICIONAIS Classificação das Áreas Zona 0 = em que a mistura é encontrada permanentemente ou maior parte do tempo. Zona 1 = em que a mistura explosiva é provável durante a operação normal, mas quando ocorrer, será por tempo limitado. Zona 2 = em que a mistura explosiva só é provável em caso de falhas do equipamento ou do processo. O tempo de duração desta situação é curto.

57 > > < < RISCOS ADICIONAIS Condições atmosféricas Raramente a atmosfera oferece condições de estabilidade e transparência, sem umidade, ventos, névoa ou variações de temperatura entre as camadas da atmosfera. São exemplos de Condições atmosféricas adversas: serração, chuva e ventos com a velocidade superior a 3 m/s (10Km/h), vento forte, chuva, nevoeiro, neve, etc.

58 > > < < RISCOS ADICIONAIS ERGONOMICOS a) Biomecânicos: Posturas não fisiológicas de trabalho provocadas pela exigência de ângulos e posições inadequadas dos membros superiores e inferiores para realização das tarefas, principalmente em altura, sobre postes e apoios inadequados, levando a intensas solicitações musculares, levantando e transportando carga, entre outros. b) Organizacionais: Pressão no tempo de atendimento a emergências ou a situações com períodos de tempo rigidamente estabelecidos, realização rotineira de horas extras, trabalho por produção, pressões dos superiores e usuários da falta de energia elétrica.

59 > > < < RISCOS ADICIONAIS ERGONOMICOS a) Biomecânicos: Posturas não fisiológicas de trabalho provocadas pela exigência de ângulos e posições inadequadas dos membros superiores e inferiores para realização das tarefas, principalmente em altura, sobre postes e apoios inadequados, levando a intensas solicitações musculares, levantando e transportando carga, entre outros. b) Organizacionais: Pressão no tempo de atendimento a emergências ou a situações com períodos de tempo rigidamente estabelecidos, realização rotineira de horas extras, trabalho por produção, pressões dos superiores e usuários da falta de energia elétrica.

60 > > < < RISCOS ADICIONAIS ERGONOMICOS c) Psicossociais: Elevada exigência cognitiva necessária ao exercício das atividades associada à constante convivência com o risco de vida devido a presença do risco elétrico e também do risco de queda (neste caso sobretudo para atividades em linhas de transmissão, executadas em alturas elevadas). d) Ambientais: Representado pela exposição ao calor, radiação, intempéries, agentes biológicos, entre outros. Os levantamentos de saúde do setor elétrico mostra que são freqüentes na atividade as lombalgias, entorses, as distensões musculares, e manifestações gerais relacionados ao estresse.

61 > > < < RISCOS ADICIONAIS RISCO NO TRANSPORTE Veículos a caminho dos locais de trabalho em campo; Veículos para elevação de cargas, cestas aéreas e cadeiras; AGENTES QUIMICOS E BIOLOGICOS a) a) PCB – Seu uso como liquido isolante em equipamento elétrico (ASCAREL); b) b) Trabalhos em caixas ou condições subterrâneas; c) c) Animais e insetos em redes aéreas; d) d) Entre outros.

62 > > < < Técnicas de Proteção e Analise de Riscos ART – Analise de Riscos de Tarefa. Definição ART? A ART é uma visão técnica antecipada do trabalho a ser executado, com a exata noção de todos os riscos de cada tarefa e consciência profissional de como evitá-los ou conviver com eles em Segurança. Uma grande virtude da ART é o fato de ser uma atividade de equipe que estimula principalmente a responsabilidade solidária.

63 > > < < Técnicas de Proteção e Analise de Riscos ART – Analise de Riscos de Tarefa. Preenchimento em 4 etapas básicas? Cabeçalho: Contendo a descrição do trabalho (operação) a ser executado, a área onde será aplicada os responsáveis pela preparação da ART. 1ª Coluna: Seqüência de Tarefas do Trabalho – Descrição objetiva e balanceada, sem excessos e ou omissões, da tarefas sucessiva necessárias a realização da operação iniciando-se cada tarefa com um verbo que denote ação. (Ligar / desconectar / colocar / retirar / transportar / abrir...)

64 > > < < Técnicas de Proteção e Analise de Riscos ART – Analise de Riscos de Tarefa. Preenchimento em 4 etapas básicas? 2ª Coluna: Potencial de Acidentes ou Riscos – Estabelecimento de todos os riscos ou possibilidades de acidentes na execução de cada tarefa. Devem ser aplicadas perguntas chaves, tais como: Há perigo de (escorregar?; energizar?; bater contra?; ser colhido por?; ter contato com?;....); As ferramentas a serem utilizadas são ( adequadas?; utilizadas corretamente?; boas as condições?....), entre outras... 3ª Coluna: Procedimentos de Trabalho recomendado - Coma a avaliação das duas etapas anteriores são descritas ações concretas estabelecendo-se um roteiro de procedimentos tecnicamente seguros para a realização de cada tarefa.

65 > > < < Técnicas de Proteção e Analise de Riscos Uma vez preenchido o formulário procede-se a parte mais importante do método ART, ou seja, a discussão e analise critica do seu conteúdo, alem de apresentação de sugestões pela equipe, momento da reflexão grupal, da conscientização profissional de todos, do enriquecimento da analise e sobretudo o compromisso coletivo.


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