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Sony de Freitas Itho Presidente CENTROS DE INFORMAÇÃO, CONTROLE E ATENDIMENTO TOXICOLÓGICO 35 ANOS DE SERVIÇOS A POPULAÇÃO.

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1 Sony de Freitas Itho Presidente CENTROS DE INFORMAÇÃO, CONTROLE E ATENDIMENTO TOXICOLÓGICO 35 ANOS DE SERVIÇOS A POPULAÇÃO

2 ABRACIT - Associação Brasileira de Centros de Informação e Assistência Toxicológica e Toxicologistas Clínicos

3 CIATs NO BRASIL Belo Horizonte Porto Alegre São Paulo NORTE-- NORDESTE-- SUDESTE02 SUL01 CENTRO-OESTE-- TOTAL03 DÉCADA DE 70

4 Belo Horizonte Curitiba Florianópolis Porto Alegre Salvador Natal Fortaleza Manaus Rio de Janeiro Campo Grande CIATs NO BRASIL Londrina NORTE01 NORDESTE04 SUDESTE09 SUL04 CENTRO-OESTE03 TOTAL21 DÉCADA DE 80 J. Pessoa São Paulo São Paulo – Jabaquara Campinas Ribeirão Preto São José do Rio Preto São José dos Campos Taubaté Niterói Cuiabá Goiânia

5 Belo Horizonte Florianópolis Porto Alegre Goiânia Salvador Natal Fortaleza Manaus Rio de Janeiro Campo Grande CIATs NO BRASIL Belém Vitória NORTE02 NORDESTE06 SUDESTE15 SUL05 CENTRO-OESTE03 TOTAL31 DÉCADA DE 90 Niterói J. Pessoa Curitiba Londrina Maringá São Paulo São Paulo – Jabaquara São Paulo – HC Santos Taubaté Campinas São José dos Campos Marília Presidente Prudente Ribeirão Preto Botucatu São José do Rio Preto Recife Campina Grande Cuiabá

6 CIATs NO BRASIL – 2006 – COBERTURA POPULACIONAL Belo Horizonte Niterói Curitiba Florianópolis Porto Alegre Rio G. do Sul: S. Catarina: Paraná : São Paulo: R. Janeiro: Esp. Santo: M. Gerais: Vitória Brasília Goiânia Salvador Bahia: Sergipe: Alagoas: Pernambuco: Recife Maceió Aracajú Campina Grande Paraíba: Rio G. do Norte: Natal Ceará: Fortaleza Piauí: Teresina Maranhão: São Luis Belém Pará: Rio Branco Acre: Porto Velho Rondônia: Mato Grosso: Cuiabá Mato Grosso do Sul: Amazonas: Manaus Amapá: Macapá Roraima: Boa Vista Goiás: DF: Tocantins: Palmas Cascavel J. Pessoa Londrina Maringá Rio de Janeiro São Paulo São Paulo – Jabaquara São Paulo – ICr-HC São Paulo – IB Santos Taubaté Campinas São José dos Campos Marília Presidente Prudente Ribeirão Preto Botucatu São José do Rio Preto Campo Grande População Total: hab 2006 REGIÃO CIATs % COBERTURA POPULACIONAL NORTE0269,8% NORDESTE0775,4% SUDESTE16100,0% SUL06100,0% CENTRO-OESTE04100,0% TOTAL3591,0%

7 Institucionalização

8 Objetivos PRODUÇÃO Sistematizar, ampliar e disseminar conhecimentos técnico-científicos de Toxicologia, visando: prevenir e controlar riscos e danos de natureza tóxica; tratar agravos causados por substâncias químicas – medicamentos, agrotóxicos, domissanitários, cosméticos, produtos industriais e outras substâncias potencialmente tóxicas para o ser humano; tratar acidentes por de animais peçonhentos, plantas e outros.

9 Os Centros mantêm plantão permanente durante 24 horas. 1.Auxílio aos profissionais de saúde no diagnóstico e tratamento de intoxicações e envenenamentos, através de atendimento telefônico, ambulatorial e hospitalar. 2.Orientações à população geral, sobre os riscos de exposição a substâncias químicas e biológicas, enfatizando as ocorrências peculiares da sua área de abrangência. Principais Atividades

10 3.Realização ou viabilização de análises toxicológicas de urgência e rotina para diagnóstico e monitoramento das intoxicações e envenenamentos. 3.Realização ou viabilização de análises toxicológicas de urgência e rotina para diagnóstico e monitoramento das intoxicações e envenenamentos. 4.Desenvolvimento 4.Desenvolvimento e participação de atividades educativas e preventivas nas áreas de Toxicologia e Toxinologia, e capacitação de profissionais de saúde para a assistência nessas áreas. 5.Registro 5.Registro dos atendimentos e disponibilização dos dados para produção de informação epidemiológica. Principais Atividades

11 6.Alerta 6.Alerta as autoridades responsáveis sobre o risco de intoxicações e envenenamentos em circunstâncias que exijam providências sanitárias imediatas. 7.Fomenta 7.Fomenta, junto às Instituições responsáveis, o planejamento, a aquisição, o gerenciamento, a distribuição e a manutenção de banco de antídotos. 8.Apóia 8.Apóia o Programa Nacional de Controle de Acidentes por Animais Peçonhentos. 9.Contribui e participa dos sistemas públicos de Farmacovigilância e Toxicovigilância. Principais Atividades

12 Equipes de trabalho Dados obtidos entre julho e outubro de 2006 (*) AGENTES / AUXILIARES / ASSISTENTES / TÉCNICOS FUNCIONÁRIOS DE NÍVEL SUPERIOR 02 SANITARISTA 01 QUÍMICO 08 PSICÓLOGO 15 MÉDICO VETERINÁRIO 154 MÉDICO 54 FARMACÊUTICO - BIOQUÍMICO 17 ENFERMEIRO 01 DIVULGADOR CIENTÍFICO 01 DENTISTA 01 BIOMÉDICO 12 BIÓLOGO 03 BIBLIOTECÁRIO 03 ASSISTENTE SOCIAL 01 ADMINISTRADOR DE EMPRESA Subtotal (26,8%) TOTAL GERAL: SECRETÁRIA 01 MOTORISTA 15 AUXILIAR / AGENTE DE SERVIÇOS GERAIS 07 AUXILIAR / TÉCNICO DE LABORATÓRIO 06 AUXILIAR DE ENFERMAGEM 30 APOIOS ADMINISTRATIVOS (*) FUNCIONÁRIOS DE NÍVEL MÉDIO Subtotal (6,2%) 58 OUTROS ESTAGIÁRIOS 14 RESIDENTES / PÓS-GRADUAÇÃO 609 ESTAGIÁRIOS PLANTONISTAS ESTAGIÁRIOS Subtotal (67%)

13 Produção Tabela 1 - Freqüência de grupos de agentes de acordo com a faixa etária, nas exposições tóxicas reportadas ao SINITOX em 2002

14 Produção Tabela 2 - Freqüência de óbitos por grupos de agentes de acordo com a faixa etária nas exposições tóxicas reportadas ao SINITOX em 2002

15 Os atendimentos realizados pelos centros de informação e assistência toxicológica possibilitam a rápida transferência de dados técnicos e científicos atualizados a todos os profissionais da área da saúde, a qualquer hora do dia ou da noite, em qualquer local do território nacional, sem custos para o usuário final. Os Centros são exemplos da real rede democrática de atenção à saúde que tanto buscamos como ideal brasileiro.

16 A rede de Centros já implantada, se devidamente estruturada e permanentemente apoiada, atenderá à crescente demanda de intoxicações, melhorando a qualidade do atendimento médico de urgência, diminuindo os custos da rede pública de saúde e contribuindo para a qualidade de vida.

17 O reconhecimento do papel dos Centros de Informação e Assistência Toxicológica passa pela instituição de uma política nacional de informação e assistência toxicológica como parte integrante da política nacional de saúde, que contemple: Estratégias de aprimoramento e otimização da gestão Estratégias de aprimoramento e otimização da gestão Adoção de diretrizes estruturantes para os centros Adoção de diretrizes estruturantes para os centros Linhas de financiamento Linhas de financiamento Fortalecimento da interface dos centros com a política nacional de atenção às urgências e emergências Fortalecimento da interface dos centros com a política nacional de atenção às urgências e emergências Definição e ampliação do elenco de antídotos, no contexto da política de assistência farmacêutica e atenção à saúde, que visem o suprimento regular e adequado desses medicamentos. Definição e ampliação do elenco de antídotos, no contexto da política de assistência farmacêutica e atenção à saúde, que visem o suprimento regular e adequado desses medicamentos.

18 A importância e a relação custo- benefício dos Centros para toda a sociedade já está mais do que demonstrada e reconhecida pelos 40 anos de história e de trabalho.

19 É necessário a definição e implantação de uma política nacional de assistência toxicológica, que atenda a crescente demanda de prevenção, controle e atendimento da população exposta a agentes potencialmente tóxicos. Essa política deve ser coordenada e implantada pelas estruturas de saúde do país.

20 Produção Centro de Informação Toxicológica do Rio Grande do Sul Centro de Informação Toxicológica de Santa Catarina Centro de Controle de Intoxicações de São Paulo


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