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PREMATURIDADE E ALEITAMENTO MATERNO SILVANA SALGADO NADER ULBRA/RS.

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Apresentação em tema: "PREMATURIDADE E ALEITAMENTO MATERNO SILVANA SALGADO NADER ULBRA/RS."— Transcrição da apresentação:

1 PREMATURIDADE E ALEITAMENTO MATERNO SILVANA SALGADO NADER ULBRA/RS

2 ALEITAMENTO MATERNO BENEFÍCIOS Papel imunológico Papel imunológico Maturação gastrointestinal Maturação gastrointestinal Desempenho neurocomportamental Desempenho neurocomportamental Vínculo mãe-filho Vínculo mãe-filho Coordenação sucção/deglutição Coordenação sucção/deglutição Saturação de oxigênio Saturação de oxigênio Temperatura corporal Temperatura corporal

3 PAPEL IMUNOLÓGICO Leucócitos = 90% - macrófagos = fagocitose (S.aureus, E.coli, C.albicans) Leucócitos = 90% - macrófagos = fagocitose (S.aureus, E.coli, C.albicans) Imunoglobulinas - + importante IgAs = ação local - impede a aderência de microorganismos Imunoglobulinas - + importante IgAs = ação local - impede a aderência de microorganismos Lactoferrina(26%) + lisozima = bactericida Lactoferrina(26%) + lisozima = bactericida Kapa-caseína = evita a aderência das bactérias na mucosa intestinal Kapa-caseína = evita a aderência das bactérias na mucosa intestinal Lactoperoxidase = bactericida no TGIsup. Lactoperoxidase = bactericida no TGIsup. Mãe internada produz Ac = transmitidos ao RNPT Mãe internada produz Ac = transmitidos ao RNPT Menor incidência de NEC, meningite, sepse. Menor incidência de NEC, meningite, sepse. Maior efeito antiinflamatório – citocinas Maior efeito antiinflamatório – citocinas Molina MC,2004. Goldman AS et al, Lucas A,Cole TJ,1990. Hylander MA et al,1998

4 MATURAÇÃO GASTROINTESTINAL MATURAÇÃO GASTROINTESTINAL Fatores de crescimento no LM - IGF-1 e EGF = crescimento e maturação do TGI Fatores de crescimento no LM - IGF-1 e EGF = crescimento e maturação do TGI Lactoferrina – estimula as cél. das criptas Lactoferrina – estimula as cél. das criptas Maturação do intestino = imunoproteção Maturação do intestino = imunoproteção Digestão da caseína = PEPTIDEOS = atividade antitrombótica, opióide, anti- hipertensiva Digestão da caseína = PEPTIDEOS = atividade antitrombótica, opióide, anti- hipertensiva Molina MC, AEP

5 DESEMPENHO NEUROCOMPORTAMENTAL LC-PUFA – docosaexanóico ( 22:6n-3) e ác. araquidônico ( 20:4n-6) - último trimestre de gestação e no LH = no cérebro e retina LC-PUFA – docosaexanóico ( 22:6n-3) e ác. araquidônico ( 20:4n-6) - último trimestre de gestação e no LH = no cérebro e retina Melhor desenvolvimento cognitivo e motor aos 3 e 12 meses de IC ( Bier JB et al J Hum Lact.) Melhor desenvolvimento cognitivo e motor aos 3 e 12 meses de IC ( Bier JB et al J Hum Lact.) Bayley - IMD (>85) – psicomotor - comportamental- 18 e 22 meses (Vohr et al 2006 – pediatrics) Bayley - IMD (>85) – psicomotor - comportamental- 18 e 22 meses (Vohr et al 2006 – pediatrics)

6 VÍNCULO MÃE-FILHO Contato mãe-filho – demorados,calorosos, aconchegantes Contato mãe-filho – demorados,calorosos, aconchegantes Ocitocina – relaxamento, bem-estar, sentimento de amor Ocitocina – relaxamento, bem-estar, sentimento de amor Papel de mãe – êxito favorece o vínculo e motiva para dar mais afeto Papel de mãe – êxito favorece o vínculo e motiva para dar mais afeto

7 COORDENAÇÃO SUCÇÃO-DEGLUTIÇÃO LÍNGUA- movimento peristáltico TGI- movimentos peristálticos DEGLUTIÇÃODEGLUTIÇÃO Língua Musculatura trabalhada Anteriorizada Orofaringe desobstruida MENOS GASTO ENERGÉTICO Controle do volume ingerido MALDONADO JÁ AEP

8 SATURAÇÃO DE OXIGÊNIO SATURAÇÃO DE OXIGÊNIO Figura comparando alimentação com mamadeira x seio materno- medida da Saturação de O2 a cada minuto por 6 minutos.( Marino BL,1995-J Pediatr Nurs)

9 TEMPERATURA CORPORAL TEMPERATURA CORPORAL Figura comparando alimentação com mamadeira x seio materno- medida da Temperatura axilar a cada minuto por 6 minutos. ( Marino BL,1995-J Pediatr Nurs)

10 ESTIMULAÇÃO MOTORA- ORAL RNPT – prepara para alimentação VO RNPT – prepara para alimentação VO Seio vazio – dedo enluvado Seio vazio – dedo enluvado Dedo enluvado - + eficiente p/ padrão de sucção - melhor avaliação Dedo enluvado - + eficiente p/ padrão de sucção - melhor avaliação Reduz o tempo de introdução da VO Reduz o tempo de introdução da VO Estimula o desenvolvimento motor-oral Estimula o desenvolvimento motor-oral

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13 DIFICULDADES/BARREIRAS Profissionais da saúde Profissionais da saúde Características do prematuro Características do prematuro Aspectos sócio-culturais Aspectos sócio-culturais

14 PROFISSIONAIS DA SAÚDE Não estimulam as mães Não estimulam as mães Extração LM + Ansiedade + desconforto da gravidez de risco = Aumenta estresse Extração LM + Ansiedade + desconforto da gravidez de risco = Aumenta estresse Orientação incorreta sobre medicações/lactação Orientação incorreta sobre medicações/lactação Insegurança em relação ao volume ingerido/ganho de peso Insegurança em relação ao volume ingerido/ganho de peso Meier PP,2001-Pediatr Clin North Am

15 CARACTERÍSTICAS DO PREMATURO Imaturidade fisiológica Imaturidade fisiológica Imaturidade neurológica Imaturidade neurológica Hipotonia muscular Hipotonia muscular Períodos curtos de alerta Períodos curtos de alerta

16 ASPECTO SÓCIO-CULTURAIS Insegurança da mãe quantidade/qualidade Insegurança da mãe quantidade/qualidade Papel da família – avó Papel da família – avó Homem – não percebem Homem – não percebem a importância de seu apoio

17 ESTRATÉGIAS NA AMAMENTAÇÃO DO PREMATURO Sensibilizar equipe Sensibilizar equipe Informar a mãe – vantagens do LM p/ PT Informar a mãe – vantagens do LM p/ PT Ordenhar precocemente Ordenhar precocemente Ordenhar à beira do leito Ordenhar à beira do leito Armazenar adequadamente Armazenar adequadamente Favorecer SNN – seio vazio Favorecer SNN – seio vazio Proporcionar contato pele-pele – M. Canguru Proporcionar contato pele-pele – M. Canguru Organizar grupo de mães Organizar grupo de mães Usar galactogos- quando necessário Usar galactogos- quando necessário

18 ORDENHA MAMÁRIA Início precoce : < 48 h ( 1ª 6h) Início precoce : < 48 h ( 1ª 6h) Número de ordenhas : 8 -10x/dia Número de ordenhas : 8 -10x/dia Lavar as mãos : massagem das mamas Lavar as mãos : massagem das mamas Manual : fácil - sem trauma mamilar Manual : fácil - sem trauma mamilar Mecânica : preferir bomba elétrica c/ extração simultânea Mecânica : preferir bomba elétrica c/ extração simultânea Disponível ? Disponível ? Custo ? Custo ? Trauma mamilar ? Trauma mamilar ?

19 ORDENHA MAMÁRIA Tempo de ordenha : Tempo de ordenha : Primeiros 3 dias: min Entre 3-5 dias : min ( continuar por + 2 min após últimas gotas ) Onde ordenhar : Ao lado do berço Lugar tranqüilo Meier PP,2001-Pediatr Clin North Am Meier PP, NeoRewiew

20 ARMAZENAMENTO Ideal: uso imediato do leite ordenhado Ideal: uso imediato do leite ordenhado Recipiente plástico : polipropileno,policarbonato Recipiente plástico : polipropileno,policarbonato Recipiente de vidro Recipiente de vidro Refrigerado : 24h Refrigerado : 24h Congelado : 15 dias Congelado : 15 dias

21 GALACTOGOGOS Metoclopramida : 10mg 3x/d 7-14dias Metoclopramida : 10mg 3x/d 7-14dias Domperidona : 20-40mg 3x/d 7-14 dias( WHO- 2009) FDA ( não indica ) Domperidona : 20-40mg 3x/d 7-14 dias( WHO- 2009) FDA ( não indica )

22 AM AO SEIO : QUANDO INICIAR ? Indicadores tradicionais Estabilidade fisiológica Estabilidade fisiológica P 1500g P 1500g IG 34 sem IG 34 sem Ingestão do volume prescrito Ingestão do volume prescrito AVALIAÇÃO INIDIVIDUAL Estabilidade fisiológica Estabilidade fisiológica Reflexo de busca Reflexo de busca Sucção presente Sucção presente Estado – alerta, sonolência Estado – alerta, sonolência Iniciar com peito vazio Iniciar com peito vazio IG : sem – boa coordenação sucção- deglutição IG : sem – boa coordenação sucção- deglutição Posicionamento correto Posicionamento correto Meier PP Pediatr Ann 2003

23 Walker M.,JOGNN 2008; Vol. 37, Issue 6

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25 Apoiado no braço da mãe- mamando do lado oposto Rego,JD.2002

26 POSIÇÃO INVERTIDA- bebê apoiado no braço da mãe

27 Posição elevada Rego,JD.2002

28 Instituições Participantes Porto Alegre Hospital da Criança Conceição Hospital Ernesto Dorneles Hospital Fêmina Hospital Luterano ULBRA Hospital Mãe de Deus Hospital Moinhos de Vento Hospital São Lucas da PUCRS Santa Casa de Misericórdia Caxias do Sul Hospital do Círculo Hospital Geral Hospital Nsa. Sra. de Pompéia Hospital Saúde Alvorada Hospital de Alvorada Santa Maria Hospital Universitário Bagé Santa Casa de Caridade de Bagé Cachoeirinha Hospital de Cachoeirinha Pelotas Hospital Escola UFPel Hospital Univ. São Francisco de Paula Rio Grande Hospital Miguel Rieth Correa Jr São Leopoldo F. Hospital de Clínicas Centenário Uruguaiana Santa Casa Caridade de Uruguaiana

29 Tipo de alimentação na alta RGN g Alimentação 2002/ Fórmula láctea 22,0%20,9%19,5% Leite materno exclusivo 16,8%16,9%12,9% Mista61,2%61,8%67,4% AM 78%78,7%80,3%

30 Do Nascimento MBR,Issler H. J Hum Lact,2005 – vol.21 Tipo de alimentação na alta Hospitalar – Joinvile - SC N- 244 Freqüência do uso de leite Materno na alta hospitalar – 94,6% PN < 1500g = 23% – 1.999g = 31,5% 2.000g = 45,5%

31 O êxito do aleitamento materno no prematuro depende de muitos fatores : Motivação materna para amamentar Motivação e atenção da equipe dos profissionais Apoio institucional Apoio familiar Continuidade da atenção MUITO OBRIGADO !


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