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BIE 314 – ECOLOGIA HUMANA Depto de Ecologia, IB – USP 2º Semestre, 2005 AULA 01 (versão 05/08/2005) Gisela Y. Shimizu.

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1 BIE 314 – ECOLOGIA HUMANA Depto de Ecologia, IB – USP 2º Semestre, 2005 AULA 01 (versão 05/08/2005) Gisela Y. Shimizu

2 A ecologia do Homo sapiens ?

3 Homo sapiens, uma espécie animal É igual a outras espécies?

4 Classificação Reino Animalia Filo Chordata Subfilo Vertebrata Classe Mammalia Ordem Primates Família Hominidae Subfamília Gênero Homo Espécie Homo sapiens Nome popular Humano

5 Classificação Reino Animalia Filo Chordata Subfilo Vertebrata Classe Mammalia Ordem Primates Família Hominidae Cebidae Subfamília Alouattinae Gênero Homo Alouatta Espécie Homo sapiens* Alouatta caraya Nome popular Humano Guariba

6 Distribuição geográfica de bugios

7 Distribuição geográfica de Homo sapiens

8 Mais classificações Reino Animalia Filo Arthropoda Subfilo Classe Insecta Ordem Diptera Família Culicidae Subfamília Culicinae Gênero Aedes Espécie Aedes aegypti Nome popular Mosquito-da-Dengue

9 Aedes aegypti

10 Distribuição geográfica de Aedes aegypti

11 Distribuição geográfica da Dengue

12 A Peste Bulbônica no Egito dos Faraós Agente: Yersinia pestis (bactéria) Hospedeiros: Xenopsylla cheopis (pulga do rato-do-Nilo) Arvicanthis niloticus (rato-do-Nilo) Rattus rattus (sp sinantrópica i ntroduzida) Local: Aldeia de Amarna, Vale do Nilo Período: 1350 – 1323 A.C. Fonte dos relatos: Cartas de Amarna Arquivos dos Hititas Papiros de Ebers

13 A Peste Bulbônica no Egito dos Faraós

14 Mais classificações Reino Animalia Filo Mollusca Classe Bivalvia Gastropoda Ordem Pteromorphia Stylommatophora Família Mytilidae Achatinidae Gênero Limnoperna Achatina Espécie Limnoperna fortunei Achatina fulica Nome popular Mexilhão-dourado Caramujo-gigante- africano

15 Limnoperna fortunei http : //www.chez.com/malacos/htm/N08.HTM

16 Achatina fulica

17 Homo sapiens, uma espécie animal É igual a outras espécies? Apresenta uma ampla distribuição geográfica e um grande tamanho populacional. Transporta outras espécies para além da sua distribuição geográfica original.

18 Dinâmica de Populações

19 Malthus e a população humana Populações sem freio crescem geometricamente. Os meios de subsistência crescem aritmeticamente. Freios humanos de Malthus ( ) positivos: eventos ou condições que aumentam a mortalidade (guerras, epidemias, fome). preventivos: eventos ou condições que reprimem a natalidade (miséria, vícios). morais: repressão voluntária da natalidade (celibato, casamento tardio).

20 Malthus e a população humana Leitura moderna de Malthus (Catton, 1998) A população desvinculada da resistência ambiental tende a crescer exponencialmente e pode, potencialmente, ultrapassar a capacidade de suporte do ambiente.

21 Crescimento da população mundial

22 Homo sapiens? Homo colossus! (Catton, 1987)

23 Homo sapiens? – Homo colossus! Usos da água para produção de alimento ALIMENTO L de água : 1kg de produto batata500 trigo900 alfafa900 sorgo milho arroz soja frango carne bovina

24 Homo sapiens? – Homo colossus! Uso de energia per capita

25 Crescimento populacional insustentável

26 Crescimento populacional sustentável

27 Capacidade de suporte Teórica da curva logística: Número constante (K) de indivíduos sustentado pelo ambiente. População com controle dependente de densidade (competição intraespecífica). Ecológica: Tamanho máximo da população de uma espécie que uma área pode suportar, sem reduzir a sua capacidade de suportar a mesma espécie no futuro. É uma função das características da área e do organismo.

28 Capacidade de suporte sustentável (Catton, 1987)

29 Capacidade de suporte transgredida (Catton, 1987)

30 Um método de estimativa da capacidade de suporte humana K = D/E PC onde: K = Capacidade de suporte D = disponibilidade do recurso E PC = exigência per capita do recurso

31 Um método de estimativa da capacidade de suporte humana De uma lista de recursos, escolher o que apresenta o valor de K mínimo (Lei do Mínimo de Liebig) Pessoas D 1 = águaD 1 = L E PC1 = 10L K 1 = D 2 = alimento D 2 = 1.200kgE PC2 = 1kg K 2 = D 3 = lenhaD 3 = 5.000kgE PC3 = 3kg K 3 = (Taxas de disponibilidade e uso diárias) Obs.: valores apenas para fins didáticos

32 Desenvolvimento Sustentável – o que é? A capacidade da humanidade em garantir a obtenção das necessidades no presente, sem comprometer a capacidade das futuras gerações em obter suas próprias necessidades. WCED 1987 Our common future. Oxford, Oxford University Press

33 Dissecando a Sustentabilidade Uma tipologia das concepções de Ambiente

34 Dissecando a Sustentabilidade (Sauvé, 1996) Uma tipologia das concepções de Ambiente...como NATUREZA, a ser apreciada, respeitada, preservada. O ambiente original, prístino; a natureza como um santuário; a natureza como um útero.

35 Dissecando a Sustentabilidade Uma tipologia das concepções de Ambiente...como um RECURSO, a ser gerenciado. Nossa herança biofísica coletiva, sustentando a qualidade da vida.

36 Dissecando a Sustentabilidade Uma tipologia das concepções de Ambiente...como um PROBLEMA, a ser resolvido. O ambiente biofísico, que sustenta a vida, ameaçado pela poluição e deterioração.

37 Dissecando a Sustentabilidade Uma tipologia das concepções de Ambiente...como um LOCAL PARA SE VIVER, para se conhecer e aprender sobre, para se planejar e cuidar. O ambiente da nossa vida cotidiana, com os seus componentes sócio-culturais, tecnológicos e históricos..

38 Dissecando a Sustentabilidade Uma tipologia das concepções de Ambiente...como a BIOSFERA, onde todos nós vivemos, hoje e no futuro. A espaçonave Terra, objeto da consciência planetária, um mundo de interdependências entre os seres e as coisas.

39 Dissecando a Sustentabilidade Uma tipologia das concepções de Ambiente...como um PROJETO DA COMUNIDADE, para se envolver. Um meio vivo compartilhado; o foco de análises socialmente críticas; uma preocupação política pela comunidade.

40 Dissecando a Sustentabilidade Uma tipologia das concepções de Desenvolvimento Sustentável

41 Dissecando a Sustentabilidade Uma tipologia das concepções de Desenvolvimento Sustentável Desenvolvimento CONTÍNUO devido à inovação tecnológica e livre negociação. CREDO: O crescimento econômico, seguido de princípios neoliberais, resolverão os problemas sociais e ambientais. Ambiente = RECURSO

42 Dissecando a Sustentabilidade Uma tipologia das concepções de Desenvolvimento Sustentável Desenvolvimento dependente de uma ORDEM MUNDIAL. CREDO: O crescimento econômico resolverá os problemas sociais e ambientais se uma ordem mundial (de organização de topo) regular o consumo, a poluição e o mecanismo de distribuição de bens. Ambiente = RECURSO de gestão global

43 Dissecando a Sustentabilidade Uma tipologia das concepções de Desenvolvimento Sustentável Desenvolvimento ALTERNATIVO. CREDO: Apenas uma mudança global completa de valores e escolhas sociais permitirá o desenvolvimento de comunidades sustentáveis. Ambiente = PROJETO DA COMUNIDADE

44 Dissecando a Sustentabilidade Uma tipologia das concepções de Desenvolvimento Sustentável Desenvolvimento AUTÔNOMO (Desenvolvimento indigenista). CREDO: O desenvolvimento é valorizado se enraizado em identidade cultural, e se preservada a integridade territorial. Ambiente = TERRITÓRIO (um local para viver) e um projeto cultural da comunidade

45 Bibliografia utilizada (bom para leitura!) CATTON, Jr., W.R The Worlds most polymorphic species. Carrying capacity transgressed two times. BioScience 37 (6):413-9 (1) CATTON, Jr., W.R If Malthus was so wrong why is our World in trouble? The Social Contact, Spring 1998, p (4) COHEN, J.E Population growth and Earths human carrying capacity. Science 269 :341-6 (2) DAILY, G.C.; EHRLICH, P.R Population, sustainability, and Earths carrying capacity. BioScience 42 (10): (1)

46 Bibliografia utilizada (bom para leitura!) PANAGIOTAKOPULU, E Pharaonic Egypt and tha origins of plague. Journal of Biogeography 31 : (3) SAUVÉ, L Environmental education and sustainable development: a further appraisal. Canadian Journal of Environmental Education 1 :7-34 (5) SHIMIZU, R.M. ( on-line ) Dinâmica de populações. (1) Biblioteca IB (2) Periódicos on-line no site da Biblioteca IB (3) Revistas Eletrônicas SiBiNet (4) Acesso livre no site da revista (5) No xerox da Biblioteca do IB


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