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Campanha da Fraternidade 2012 PARÓQUIA NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO - MONDUBIM.

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1 Campanha da Fraternidade 2012 PARÓQUIA NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO - MONDUBIM

2 Como era sem o SUS? O modelo de saúde adotado dividia os brasileiros em 3 categorias: O modelo de saúde adotado dividia os brasileiros em 3 categorias: Quem podiam pagar; Quem podiam pagar; Que tinha carteira assinada; Que tinha carteira assinada; Quem não possuíam direito algum. Quem não possuíam direito algum.

3 E atualmente? o SUS foi criado para oferecer atendimento igualitário, cuidar e promover a saúde de toda a população.

4 269 Dioceses Paróquias Comunidades (Aprox) 17 Regionais 05 Regiões Amparado por um conceito ampliado de saúde, foi criado, em 1988 pela Constituição Federal Brasileira, para ser o sistema de saúde dos mais de 180 milhões de brasileiros. SUS

5 O Sistema constitui um projeto social único que se materializa por meio de ações de promoção, prevenção e assistência à saúde dos brasileiros.

6 Conhecendo melhor o SUS... É um dos maiores sistemas públicos de saúde do mundo. É um dos maiores sistemas públicos de saúde do mundo. Abrange atendimento ambulatorial, transplante de órgãos, garantindo acesso integral, universal e gratuito. Abrange atendimento ambulatorial, transplante de órgãos, garantindo acesso integral, universal e gratuito. Promove campanhas de vacinação e ações de prevenção e de vigilância sanitária, atingindo a vida de cada um dos brasileiros. Promove campanhas de vacinação e ações de prevenção e de vigilância sanitária, atingindo a vida de cada um dos brasileiros.

7 Princípios do SUS - Universalidade - Integralidade - Equidade - Participação Social

8 Universalidade Saúde é um direito de todos e um dever do poder público a provisão de serviços e ações

9 Integralidade Garantia do fornecimento de um conjunto articulado e contínuo de ações e serviços preventivos, curativos e coletivos, exigidos em cada caso. Engloba ações de promoção, proteção e recuperação da saúde

10 Equidade É um princípio de justiça social porque busca diminuir desigualdades. Significa tratar desigualmente os desiguais, investindo mais onde a carência é maior

11 Participação Popular Como forma de garantir a efetividade das políticas públicas de saúde e como via de exercício do controle social, é preciso criar canais de participação popular na gestão do SUS, em todas as esferas.

12 Fraternidade e Saúde Pública Que a Saúde se difunda sobre a terra

13 Indicações para ação transformadora no Mundo da Saúde

14 O mundo da saúde, em suas múltiplas expressões, ocupou sempre um lugar privilegiado na ação caritativa da Igreja O mundo da saúde, em suas múltiplas expressões, ocupou sempre um lugar privilegiado na ação caritativa da Igreja

15 Presença de Jesus Prolonga-se no tempo, graças à ação do Espírito Santo na missão da Igreja, na Palavra, nos Sacramentos, nos homens de boa vontade, nas atividades de assistência que as comunidades promovem com caridade fraterna, mostrando assim o verdadeiro rosto de Deus e o seu amor.

16 PASTORAL DA SAÚDE Representa atividade desempenhada pela igreja no setor saúde. Representa atividade desempenhada pela igreja no setor saúde. Entende que não é lícito delegar o alívio do sofrimento apenas à medicina, mas é necessário ampliar o significado deste atividade humana Entende que não é lícito delegar o alívio do sofrimento apenas à medicina, mas é necessário ampliar o significado deste atividade humana

17 Objetivo Geral Promover, educar, prevenir, cuidar, recuperar, defender e celebrar a vida ou promover ações em prol da vida saudável e plena de todo o povo de Deus, tornando presente, no mundo de hoje, a ação libertadora de Cristo na área da saúde.

18 Dimensões Solidária Solidária Comunitária Comunitária Político-institucional Político-institucional

19 1. Ampliar as concepções de cuidados devidos aos doentes; 2. Submissão da vida a técnica: fertilização assistida, aborto eugênico, distanásia e a eutanásia 3. Descuido do devido calor humano aquele que sofre Desafios

20 Carta Apostólica Salvifici doloris Cristo ensinou ao homem, ao mesmo tempo, a fazer o bem com o sofrimento e a fazer o bem a quem sofre.Cristo ensinou ao homem, ao mesmo tempo, a fazer o bem com o sofrimento e a fazer o bem a quem sofre.

21 A dignidade de viver e morrer Sabedoria (eutanásia e distanásia) Ética samaritana Santa indignação ética.

22 Resolução CFM 1931/2009 Nas situações clínicas irreversíveis e terminais, o médico evitará a realização de procedimentos diagnósticos e terapêuticos desnecessários e propiciará aos pacientes sob a sua atenção os cuidados paliativos apropriados.

23 Papa Bento XVI, 2007 É necessário promover políticas que criem condições em que os seres humanos possam suportar as doenças incuráveis e enfrentar a morte com dignidade.É necessário promover políticas que criem condições em que os seres humanos possam suportar as doenças incuráveis e enfrentar a morte com dignidade.

24 Agentes de Pastoral Religiosos Religiosos Leigos Leigos Profissionais de saúde cristãos,católicos Profissionais de saúde cristãos,católicos

25 Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora a) Defender e promover a dignidade da vida humana em todas as etapas da existência; b) Tratar o ser humano como fim e não como meio, respeitando-o em tudo que lhe é próprio: corpo, espírito e liberdade; c) Tratar todo ser humano sem preconceito nem discriminação, acolhendo, perdoando, recuperando a vida e a liberdade de cada pessoa, tendo presente as condições materiais e o contexto histórico, social, cultural em que cada pessoa vive

26 Propostas de ação para a Igreja cooperar no avanço do Sistema Público de Saúde a) Trabalhar, com as comunidades e os grupos pastorais, estilo de vida saudável; b) Incentivar as comunidades a promoverem seminários, cursos e encontros de conscientização e formação política, c) Criar na Pastoral da Saúde, um trabalho específico, especialmente nas datas de grandes santos que se empenharam na assistência aos doentes;

27 d) Articular a participação efetiva de membros das comunidades nas instâncias colegiadas do SUS; e) Criar observatórios locais da saúde, com membros competentes e idôneos, que se tornem referências para a população f) Estabelecer parcerias com Defensoria Pública, CGU, Procons, Ministério Público, Fóruns de Justiça, dentre outros;

28 Como as famílias podem colaborar para a saúde se difundir? a) Incentivar o cuidado pleno aos extremos de vida, buscando atendimento digno, humano e com qualidade nos serviços de saúde, nos três níveis de governo; b) Garantir que a prevenção avance para além da informação; c) Buscar a sensibilização e a mobilização de familiares e amigos quanto às ações básicas de prevenção e promoção da saúde; d) Estimular a adoção e a manutenção de padrões e estilos de vida saudáveis;

29 e) Estimular o uso dos serviços de saúde, de forma consciente organizada e cuidadosa, visando à otimização de recursos públicos; f) Estimular a disseminação do conceito de que a prevenção ao uso de drogas é de responsabilidade de todos; g) Incentivar e difundir programas de coleta seletiva e de reciclagem, no suporte a projetos de pesquisa na área ambiental e no estímulo a práticas sustentáveis, divulgadas em empresas, escolas e comunidades.

30 Em relação à sociedade em geral a) Incentivar a intersetorialidade das ações; b) Comunicar sistematicamente problemas não resolvidos nos serviços de saúde à Ouvidoria do SUS (difundir o disque saúde 136); c) Reivindicar atendimento humanizado, acolhedor e digno; d) Garantir e valorizar métodos e princípios de uma educação de qualidade e acessível, fazendo com que a promoção em saúde seja prioridade nas políticas públicas de saúde e para a população em geral; e) Valorizar os profissionais da área da saúde.

31 Cuidar antes de tudo é uma atitude. (Waldow,1998) PROPOSTAS TEMÁTICAS

32 Quanto à gestão a) Exigir maior responsabilização sanitária dos gestores técnicos e políticos em relação à boa condução das políticas públicas de saúde; b) Defender maior formação e vinculação técnica (suprapartidária) aos pretendentes aos cargos de gestores do SUS e propiciar sua capacitação permanente; c) Melhorar a informação e comunicação dos aspectos da saúde pública para com a comunidade em geral;

33 d) Estimular a realização de planejamento estratégico e de levantamento de oportunidades de melhorias nas unidades de saúde; e) Reforçar a necessidade de gestão essencialmente pública nas unidades de saúde, desestimulando a prática abusiva de terceirização na saúde; f) Estimular capacitações sistemáticas em controle social e políticas públicas de saúde aos interessados em contribuir para uma melhor saúde pública.

34 Fortalecimento do SUS a) Priorizar a atenção básica em relação aos outros níveis de atenção à saúde, fortalecendo e interiorizando as redes especializadas de atenção à saúde; b) Estudar uma forma de co-participação ou contribuição emergencial à saúde pública dos setores empresariais que usufruem ou estimulam hábitos inadequados à saúde; c) Provocar a discussão com vistas à criação, no Poder Judiciário, da Vara da Saúde;

35 OBRIGADO; Marcos Marques – Conselho de Consulta


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