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Educação com e para as mídias: desafios e possibilidades Repórter Brasil.

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Apresentação em tema: "Educação com e para as mídias: desafios e possibilidades Repórter Brasil."— Transcrição da apresentação:

1 Educação com e para as mídias: desafios e possibilidades Repórter Brasil

2 O que é comunicação?

3 Segundo Paulo Freire, em Comunicação e Extensão: COMUNICAÇÃO É DIÁLOGO DIÁLOGO É UMA NECESSIDADE HUMANA (sem ele, somos incompletos) DIALOGAR É SE PÔR NO LUGAR DO OUTRO (reconhecer a alteridade é o que nos diferencia dos outros animais)

4 Tipos de comunicação Intrapessoal (reflexiva) Interpessoal (dialógica) Massiva (midiática)

5 Limpando a área: Conceituação MÍDIA Conjunto dos meios de comunicação Rádio, Tv, jornal, revista, internet e seus gêneros de discurso Novela, reportagem, show, música...

6 A importância da mídia Construção de significados, espaço de socialização Mídia na escola (e na própria mídia): maniqueísmo A mídia é testemunho ocular da realidade X A mídia só manipula e engana

7 A importância da mídia Proposta: ampliar e complexificar o debate Pergunta central: qual o significado que as audiências efetivamente constróem a partir das mensagens midiáticas? A perspectiva dos estudos de recepção

8 Estudos de recepção PRINCIPAIS AUTORES Escola de Birmingham (Richard Hoggart, Raymond Williams, Stuart Hall, E. P. Thompson e David Morley). Posteriormente, latino-americanos como Jesús Martin-Barbero ÉPOCA A partir dos anos 1950

9 Estudos de recepção TESES A- O conteúdo veiculado pelos meios de comunicação é polissêmico (aberto a diversos significados). O sentido da mensagem midiática é heterogêneo e circunstanciado. Não se classifica a priori toda e qualquer mensagem midiática como ideológica

10 Estudos de recepção TESES B- O discurso dos meios de comunicação é construído a partir de interações entre emissores e receptores. Processos de negociação, resistência, submissão, oposição e cumplicidade. Cultura das mídias: amálgama e disputa entre culturas populares e eruditas.

11 Estudos de recepção TESES C- Os receptores não são mais tratados como consumidores passivos dos meios de comunicação. Eles têm capacidade de atribuir significados e retrabalhar os conteúdos midiáticos. Interpretação a partir das referências de cultura do receptor

12 Estudos de recepção TESES D- A recepção é um processo e não um momento. Isto é, ela antecede o ato de usar um meio e prossegue a ele. É no espaço social que o significado se completa, que os signos têm sentido (Roseli Fígaro, Estudos de recepção para a crítica da comunicação, p. 41)

13 Estudos de recepção TESES E- Construção de significados da interação entre discursos de diversas instituições: mídia escola família Igreja Grupos de bairro etc.

14 Comunicação e educação COMUNICAÇÃO COMUNITÁRIA Produção de forma de comunicação feita pela comunidade para a comunidade EDUCAÇÃO PARA OS MEIOS Experiências educativas para a recepção das mensagens da mídia

15 Metodologia comunicativa COMUNICAÇÃO COMUNITÁRIA Produção de forma de comunicação feita pela comunidade para a comunidade EDUCAÇÃO PARA OS MEIOS Experiências educativas para a recepção das mensagens da mídia

16 Metodologia comunicativa COMUNICAÇÃO COMUNITÁRIA Produção de forma de comunicação feita pela comunidade para a comunidade EDUCAÇÃO PARA OS MEIOS Experiências educativas para a recepção das mensagens da mídia

17 Metodologia comunicativa METODOLOGIA PROGRESSISTA (FREIRE) 1 Envolver os estudantes Conhecer sua audiência (pesquisa prévia e debates com a comunidade). Partir da realidade da comunidade

18 Metodologia comunicativa METODOLOGIA PROGRESSISTA (FREIRE) 2 Sistematizar o conhecimento deles sobre mídia Todo mundo vê TV. A maioria é fã de algum programa

19 Metodologia comunicativa METODOLOGIA PROGRESSISTA (FREIRE) 3 Questionar e ampliar esse conhecimento Partir do saber de experiência feito para superá-lo e não para ficar nele (Paulo Freire, Pedagogia da Esperança, p. 71)

20 Metodologia comunicativa METODOLOGIA PROGRESSISTA (FREIRE) NINGUÉM SABE TUDO, NINGUÉM IGNORA TUDO Paulo Freire, A Importância do Ato de Ler

21 Práticas comunicativas Sonhar! Aprender a desaprender! Dialogar! Respeitar! (reconhecer o outro, se pôr no lugar dele) Perguntar! (É perguntando que se descobre o caminho – Paulo Freire) Agir! (Coerência entre atitudes e sonho)

22 Práticas comunicativas Nenhuma intervenção pedagógica é neutra Visão ingênua da educação a serviço do bem estar da humanidade. Educador deve honestidade aos educandos (coerência entre teoria e prática), testemunhando sua escolha e mostrando outras.

23 Práticas comunicativas Não existe transferência de conteúdo Conteúdo só se aprende se o educando o apreende – e essa apreensão é subjetiva (p. 109). NINGUÉM EDUCA NINGUÉM. NINGUÉM EDUCA A SI MESMO. AS PESSOAS SE EDUCAM ENTRE SI, MEDIADAS PELO MUNDO. (Freire)

24 Práticas comunicativas Diálogo pedagógico tem de ter conteúdo Não pode ser bate-papo, mas não pode esmagar o pensamento do educando (aula expositiva). Proposta: pequena exposição do tema + discussão com os alunos acerca da própria exposição

25 Práticas comunicativas Mergulhe de cabeça na comunidade Sem que o educador se exponha por inteiro à cultura popular, dificilmente terá mais ouvintes do que ele mesmo (Freire, Pedagogia da Esperança, p. 107)

26 Práticas comunicativas Decisões por consenso (X votações) É a única forma de se respeitar a diversidade de perspectivas. Cada um cede no limite do aceitável para se chegar a um acordo Busca-se consensos básicos para apontar caminhos possíveis

27 Práticas comunicativas Trabalho sem hierarquia (X hierarquia rígida) Partilha do poder contra a delegação do poder. A busca da autonomia contra a submissão.

28 Práticas comunicativas Co-responsabilização X delegação de responsabilidades Socialização de erros e acertos

29 Práticas comunicativas Comunicação virtual (X discussão presencial) O uso da comunicação pela internet para a construção de redes sem comando central

30 Avaliação: o sujeito multidimensional SUJEITO MULTIDIMENSIONAL (Toda Y Terrero) ativo (comparação o texto da TV com seu contexto) conhecedor (sobre a TV) maduro (libera e controlasua imaginação a partir dos estímulos da TV) social (passa a fazer parte de grupos e comunidades interpretativas de construção de sentido) crítico (capaz de julgar e criticar a mensagem da TV a partir de sua identidade cultural) criativo (recria textos e escreve novas histórias)

31 Um mundo por construir LIBERDADE + IGUALDADE = DESAFIO E OPORTUNIDADE! O mundo não é. O mundo está sendo. Paulo Freire


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