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Docente: Prof. Cláudio Ivan Muller Contador : Registro no CRC SC sob nº 024838/O-4; Pós Graduado em Contabilidade Gerencial; Pós Graduado em Formação Didática.

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1 Docente: Prof. Cláudio Ivan Muller Contador : Registro no CRC SC sob nº /O-4; Pós Graduado em Contabilidade Gerencial; Pós Graduado em Formação Didática Pedagógica Metodológica; Professor do Senai S.C. 0xx

2 REGIMES TRIBUTÁRIOS E SEUS ENQUADRAMENTOS A escolha do regime tributário e seu enquadramento é que irão definir a incidência e a base de cálculo dos impostos federais. No Brasil são três os tipos de regimes tributários mais utilizados nas empresas, nos quais estas podem se enquadrar de acordo com as atividades desenvolvidas: Simples Nacional; Lucro Presumido; Lucro Real Convém ressaltar que cada regime tributário possui uma legislação própria que define todos os procedimentos a serem seguidos pela empresa a fim de definir um enquadramento mais adequado.

3 SIMPLES NACIONAL: O Simples Nacional implica o recolhimento mensal, mediante documento único de arrecadação, dos seguintes tributos: Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ); Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI); Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL); Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS); Contribuição para o Programa de Integração Social (PIS); Contribuição para a Seguridade Social (cota patronal); Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS); Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN). Todos os Estados e Municípios participam obrigatoriamente do Simples Nacional. Anexos do Simples Nacional

4 LUCRO PRESUMIDO: Neste tipo de regime tributário, o montante a ser tributado é determinado com base na receita bruta, através da aplicação de alíquotas variáveis em função da atividade geradora da receita. No regime do lucro presumido são quatro os tipos de impostos federais incidentes sobre o faturamento, dentre eles o PIS e a COFINS, que devem ser apurados mensalmente, e o IRPJ e a CSLL cuja apuração deverá ser feita trimestralmente. Podemos dizer que o lucro presumido é uma presunção por parte do fisco, do que seria o lucro de uma empresa caso não existisse a contabilidade

5 LUCRO REAL: Lucro Real é o lucro líquido do período, apurado com observância das normas das legislações comercial e societária, ajustado pelas adições, exclusões ou compensações prescritas pela legislação do Imposto de Renda. Os impostos Federais incidentes nas empresas optantes pelo Lucro Real são o PIS, a COFINS, o IRPJ e a CSLL, sendo os dois primeiros apurados mensalmente sobre o faturamento e os dois últimos anualmente ou trimestralmente, tendo como base o Lucro Líquido contábil, ajustado pelas adições, exclusões e compensações permitidas ou autorizadas pelo Regulamento do Imposto de Renda. A palavra real é utilizada em oposição ao termo presumido, com o principal objetivo de exprimir o que existe de fato, verdadeiramente, no sentido de ser aceito para todos os fins e efeitos de direito.

6 Demonstrações Contábeis As demonstrações contábeis são relatórios extraídos da contabilidade após o registro de todos os documentos que fizeram parte do sistema contábil de qualquer entidade (empresa) em um determinado período.determinado Essas demonstrações servirão para expressar a situação patrimonial da empresa, auxiliando assim os diversos usuários no processo de tomada de decisão. A norma internacional de contabilidade define as demonstrações financeiras como uma representação estruturada da posição financeira e do desempenho financeiro de uma determinada entidade.desempenho As demonstrações contábeis devem especificar a natureza, data e/ou o período e a Entidade (empresa) a que se referem. Deverão ser elaboradas por profissional registrado no CRC – Conselho Regional de Contabilidade e o mesmo deverá respeitar e aplicar as normas e procedimentos determinados pelo Conselho Federal de Contabilidade. determinados

7 BALANÇO PATRIMONIAL Reflete a posição financeira da empresa em um determinado momento. Um dos mais importantes demonstrativos financeiros. Ativos são os valores a esquerda, que indicam os bens e diretos da empresa,expressos em moeda. Passivos são os valores a direita, que indicam as fontes de recursos.

8 GRUPO DE CONTAS ATIVO CIRCULANTE: Composto de disponibilidades ( dinheiro ou banco ) ou contas que serão transformadas em dinheiro em até 1 ano ATIVO NÃO CIRCULANTE: São incluídos neste grupo todos os bens de permanência duradoura, destinados ao funcionamento normal da sociedade e do seu empreendimento, assim como os direitos exercidos com essa finalidade. O Ativo Não Circulante será composto dos seguintes subgrupos: - Ativo Realizável a Longo Prazo - Investimentos - Imobilizado - Intangível

9 Ativo Realizável a Longo Prazo: são classificáveis no Realizável a Longo Prazo contas da mesma natureza das do Ativo Circulante, que, todavia, tenham sua realização certa ou provável após o término do exercício seguinte, o que, normalmente, significa realização num prazo superior a um ano a partir do próprio balanço. Investimentos: devem ser classificadas as participações societárias permanentes, assim entendidas as importâncias aplicadas na aquisição de ações e outros títulos de participação societária, com a intenção de mantê-las em caráter permanente, seja para se obter o controle societário, seja por interesses econômicos, entre eles, como fonte permanente de renda.

10 Imobilizado: é formado pelo conjunto de bens e direitos necessários à manutenção das atividades da empresa, caracterizados por apresentar- se na forma tangível (edifícios, máquinas, etc.). O imobilizado abrange, também, os custos das benfeitorias realizadas em bens locados ou arrendados. Intangível: compreendem o leque de bens incorpóreos destinados à manutenção da companhia ou exercidos com essa finalidade

11 PASSIVO CIRCULANTE: Neste grupo são escrituradas as obrigações da entidade, inclusive financiamentos para aquisição de direitos do ativo não-circulante, quando se vencerem no exercício seguinte. PASSIVO NÃO CIRCULANTE: Neste grupo são escrituradas as obrigações da entidade, inclusive financiamentos para aquisição de direitos do ativo não-circulante, quando se vencerem após o exercício seguinte. PATRIMÔNIO LÍQUIDO: É a diferença entre o valor dos ativos e dos passivos. É constituído por Capital Social, Reservas de Capital, Ajustes de Avaliação Patrimonial, Reservas de Lucros, Ações em Tesouraria e Prejuízos Acumulados

12 ATIVO Ativo Circulante Disponível Clientes Estoques Ativo Não Circulante Realizável a Longo Prazo Investimento Imobilizado Intangível

13 PASSIVO+PATRIMÔNIO LÍQUIDO Passivo Circulante Fornecedores Contas a Pagar Passivo Não Circulante Patrimônio Líquido Capital Social Reservas de Capital Reservas de Lucros Lucros (Prejuízos) Acumulados (*)

14 Exercício proposto A empresa ABC Ltda operou as seguintes transações: – Dia 01: Iniciou as suas atividades com um Capital de R$ , totalmente depositado em conta bancária aberta pela empresa no Banco do Brasil S/A. – Dia 05: Comprou Estoque de Matéria Prima a prazo por R$ – Dia 10: Fez um Empréstimo Bancário no valor de R$ , totalmente depositado em conta bancária, que será liquidado em 6 meses. – Dia 15: Comprou Máquinas para a fabrica, à vista, utilizando cheque bancário no valor de R$ – Dia 20: Pagou R$ através de cheque, referente a transação do dia 5 – Dia 30: Compra de um caminhão usado para transporte de mercadorias,à vista, conforme cheque bancário no valor de R$ – Dia 31: Comprou Estoque de Matéria Prima, por R$ , sendo que, 10% foram pagos a vista através do caixa da empresa e o restante será liquidado no próximo mês. Faça a contabilização por balanços sucessivos da empresa ABC Ltda.

15 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO ( DRE ) A demonstração do resultado do exercício é um relatório contábil que evidencia a situação econômica da entidade. Através dessa demonstração, pode-se verificar o resultado que a entidade obteve ( lucro ou prejuízo ) no desenvolvimento de sua atividade, durante um certo período, geralmente igual a 1 ano.

16 Princípio da competência de exercícios: As receitas e despesas são atribuídas aos períodos de acordo com a real incorrência dos mesmos, isto é, de acordo com o fato gerador, e não quando são recebidas ou pagas em dinheiro: Despesa desembolso Receita recebimento

17 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO ( DRE ) RECEITA BRUTA DE VENDAS ( - ) Deduções de Vendas RECEITA LÍQUIDA DE VENDAS ( - ) Custos das Vendas LUCRO BRUTO ( - ) Despesas Operacionais + Receitas Operacionais LUCRO OPERACIONAL ( - ) Outras Despesas + Outras Receitas LUCRO ANTES DO IR E CSSL ( - ) Imposto de Renda e Contribuição Social LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO

18 Exercício proposto Elaborar a Demonstração do Resultado do Exercício (DRE), considerando os seguintes dados: - A receita bruta da empresa foi de R$ Sobre o valor da receita será deduzido o ICMS de 18% e IPI de 10%. - Os gastos na fabricação do produto vendido foram: Matéria-Prima R$ 1.000; Mão de Obra mais os Encargos Sociais: R$ 2.000; Outros Custos de Fabricação: R$ Dessa forma, a empresa calculou o seu Lucro Bruto. No que diz respeito as Despesas Operacionais, as mais significativas foram as comissões de Vendedores e Propaganda, que somaram R$ As despesas administrativas somaram R$ 400. As Despesas Financeiras de R$ 600 foram aliviadas com as Receitas Financeiras de R$ 300. Assim a empresa apurou seu Lucro Operacional. Em termos de Despesas Não Operacionais, houve apenas a venda de um Imobilizado no valor de R$ 500 chegando assim ao Lucro antes do IR (LAIR). Sobre esse lucro, a empresa calculou a Contribuição Social na base de 9% e o IR de 15%.

19 FLUXO DE CAIXA: A demonstração do fluxo de caixa (DFC) é um demonstrativo contábil que evidencia as variações nas disponibilidades da entidade (caixa, banco e aplicações financeiras de liquidez imediata). Apesar do nome, a demonstração não estuda somente o caixa, mas sim as disponibilidades financeiras da empresafinanceiras MÉTODO DE ELABORAÇÃO: Esta demonstração poderá ser elaborada por dois métodos que são: - Método direto - Método indireto

20 Método direto Este método de elaboração é de mais fácil compreensão, pois o fluxo operacional é analisado diretamente através das entradas e saídas de dinheiro dinheiro Método indireto Este método de elaboração é de mais difícil compreensão, pois o fluxo operacional parte do lucro liquido do exercício, ajustado pelas contas que não afetam o caixa ( depreciação, amortização, exaustão e etc.), por isso ele é conhecido como método da reconciliação.

21 ESTRUTURA DA DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA – Método Direto Saldo inicial do disponível ( Caixa / Bancos ) R$ _________________ FLUXO DAS ATIVIDADES OPERAÇÕES: (+) recebimento de cliente (+) Vendas a vista ( -) Pagamento de fornecedores (- ) Pagamento de impostos ( -) Pagamento de salários (- ) Pagamento de outras despesas operacionais

22 FLUXO DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTOS (+) Aquisição de financiamentos (+) Aquisição de empréstimos (+) recebimento de empréstimos (+) Integralização do capital social (-) Pagamento de financiamento (-) pagamento de empréstimos (-) pagamento de dividendos

23 FLUXO DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTOS (+) Alienação de imobilizado e investimentos (-)Aquisição de imobilizado (-)Aquisição de investimentos VARIAÇÃO DO DISPONIVEL SALDO INICIAL DO DISPONIVEL SALDO FINAL DO DISPONIVEL

24 EXERCÍCIO PROPOSTO – Método Direto A empresa Alunos Inteligentes & Cia apresenta inicialmente os seguintes saldos contábeis: Banco – R$ Duplicatas a receber – R$ Financiamentos –R$ Capital Social –R$ No decorrer do mês realizou as seguintes operações: 1) comprou R$ em mercadorias, sendo a vista; 2) comprou um veículo por R$ a prazo; 3) obteve um empréstimo de R$ ; 4) recebeu R$ das duplicatas com juros de 10%; 5) pagou os juros do financiamento de R$ 8.000; 6) vendeu a vista o estoque por R$ ) emprestou R$ para receber a longo prazo; 8) comprou à vista um imóvel por R$ ; 9) aceitou um novo sócio com aporte de R$ em dinheiro; O objetivo do exercício é elaborar o fluxo de caixa.

25 Capital de giro Capital de giro = ativos circulantes – passivos circulantes

26 A administração do capital de giro assume grande importância e toma muito tempo do administrador financeiro, devido ao imenso número de itens a serem acompanhados e controlados, como contas, estoques, etc. Além disso, é o capital de giro que torna os ativos fixos (equipamentos e instalações) produtores de serviços ou bens, pois é ele que permite comprar e manter estoques de insumos, pagar pessoal, consertar equipamentos, etc. Em outras palavras, é o total dos recursos de curto prazo necessários para fazer "girar" a empresa ou instituição no dia-a-dia.

27 O que quebra uma empresa?

28 Orçamento Empresarial O orçamento é o plano financeiro para implementar a estratégia da empresa para determinado exercício. É mais do que uma simples estimativa, pois deve estar baseado no compromisso dos gestores em termos de metas a serem alcançadas. Contém as prioridades e a direção da entidade para um período. Proporciona condições de avaliação de desempenho da entidade, suas áreas internas e seus gestores.

29 Dependendo do tipo de organização, pode ser desenvolvido de várias maneiras quanto à participação nas definições estruturais: - top-down, ou seja, de cima para baixo; -bottom-up, ou fluindo de baixo para cima da pirâmide organizacional ou a mistura dessas duas abordagens. Necessidade de Flexibilidade As condições do empreendimento estão sempre mudando. Por isso, é necessário que o processo orçamentário seja visto como um guia para ações futuras em vez de um plano rígido que deve ser seguido, a despeito das mudanças circunstanciais.

30 Princípios Orçamentários Correspondem aos princípios clássicos apresentados por Welsch (1997), que levam em conta a necessidade estrutural e servem de checklist para o adequado desenvolvimento do orçamento. São eles: a) Envolvimento administrativo: Este princípio é fundamental. Caso não esteja presente como ingrediente dos gestores, todo o processo é afetado de maneira significativamente desfavorável. b) Adaptação organizacional: Quem faz e o que faz. Princípio é fundamental para que os gestores saibam quem deve ser chamado para discutir o plano e, posteriormente, ser cobrado.

31 c) Contabilidade por área de responsabilidade: Unidades de negócios, centros de lucros, centros de custos e centros de responsabilidades devem estar claramente definidos na contabilidade e devem ser considerados na geração de informações. d) Orientação por objetivos: Uma amarração adequada dos objetivos permite coerência entre as ações. e) Comunicação Integral: Quanto mais clara e apoiada for a comunicação no processo de planejamento, mais facilmente os problemas serão tratados por todos. f) Expectativas realísticas: Deve ser evitado tanto o plano acomodado, ou seja, sem desafios, como também o plano agressivo em demasia, mas com baixa probabilidade de se converter em realidade.

32 g) Oportunidade: A oportunidade está ligada ao momento mais adequado de dispor das informações para sua utilização. Se o relatório referente ao mês de janeiro só está disponível no mês de maio, certamente a sua serventia será muito pequena, em face da defasagem entre a ocorrência do fato e a sua divulgação. h) Aplicação flexível: O plano não deve dominar a organização i)Acompanhamento: O planejamento só se consuma se for monitorado, acompanhado e controlado. j) Reconhecimento do esforço individual e do grupo: Não apenas o desempenho negativo deve ser evidenciado. A ênfase sobre o desempenho negativo cria a percepção de que o orçamento só existe para punir os executivos

33 Ilustração do processo orçamentário Orçamento de Vendas Orçamento de Produtos Acabados Orçamento de Produção Orçamento de Materiais Orçamento de MOD Orçamento de GIF Relação de Materiais Orçamento de Compras Orçamento de Caixa Lucro e Balanço Projetado Orçamento de Despesas de Vendas e Distribuição Orçamento de Despesa de Capital Orçamento de Despesa de Pesquisa e Desenvolvimento

34 OBRIGADO Todas as coisas são difíceis antes de se tornarem fáceis John Norley.


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