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XIV SEMANA PEDAGOGICA FAEST – UNISERRA 20 a 23 de agosto de 2012 Educar – ato de consenso ou de conflito? 27/12/20131.

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1 XIV SEMANA PEDAGOGICA FAEST – UNISERRA 20 a 23 de agosto de 2012 Educar – ato de consenso ou de conflito? 27/12/20131

2 Um novo paradigma na pacificação de conflitos escolares. Prof. Hélder Risler de Oliveira (69) 27/12/20132

3 Sumario Teoria do Conflito. Teoria da Comunicação. O novo paradigma (Educação em Direitos Humanos. Mediação em Conflitos Escolares. 27/12/20133

4 Conflito O conflito é luz e sombra, perigo e oportunidade, estabilidade e mudança, fortaleza e debilidade, o impulso para avançar e o obstáculo que se opõe. Todos os conflitos contêm a semente da criação e da destruição. (Sun Tzu: A arte da guerra, 480- a.c.). 27/12/20134

5 Percepção de Conflito DIFERENÇA DESACORDO PROBLEMA DISPUTA CONFLITO VIOLÊNCIA HOMICIDIO 27/12/20135

6 Diferenças As pessoas são diferentes por nascimento. As diferenças fazem a vida interessante. Imagina se todas as pessoas preferissem a mesma comida, roupa, profissão... A diferença por si mesma não é uma causa de conflito, mas a diferença pode ser uma fonte de conflito. 27/12/20136

7 Desacordo O desacordo surge quando as pessoas expressam suas preferências e prioridades em comparação com as preferências e prioridades de outras pessoas. O desacordo pode não ter consequências negativas e pode ocorrer que não haja necessidade de solucionar o desacordo. 27/12/20137

8 Problema Os problemas surgem quando os desacordos e diferenças têm alguma consequência para, um ou ambas as partes. Os problemas podem ser evitados em ocasiões, mas são molestos, custosos ou ambos. Na vida diária da gente há uma série de problemas a serem resolvidos. Os problemas não resolvidos têm o potencial de escalar e entrar em crise ou de resolver-se. 27/12/20138

9 Disputa A disputa ocorre quando uma parte reconhece ante a outra as diferenças, o desacordo ou o problema. A disputa é a parte pública do conflito. 27/12/20139

10 Conflito Num conflito as partes percebem que seus interesses ou necessidades parecem incompatíveis. 27/12/201310

11 Violência A violência aparece em situações de escalada do conflito. É um tipo de resposta ao mesmo. A violência não só é física, ela pode ainda ser emocional, psicológica, patrimonial, moral, sexual... 27/12/201311

12 Homicidio Neste ponto, a violência escalou até converte-se no método para ganhar no conflito, eliminando a parte oponente. 27/12/201312

13 Tipos e Causas de Conflitos Muitas e variadas são as definições do conflito, não o são menos as classificações e tipologias às que deu lugar seu estudo. Maori (94), identifica cinco tipos de conflitos em função de suas causas: 27/12/201313

14 Os Conflitos de Relação Devem-se a fortes emoções negativas, percepções falsas ou estereótipos, a escassa ou nula comunicação, ou a condutas negativas repetitivas. Estes problemas levam frequentemente ao que se chamaram conflitos irreais (Coosturar, 1956). Ou desnecessários (Moore, 1986), nos quais se pode incorrer ainda quando não estejam presentes as condições objetivas para um conflito, tais como recursos limitados ou objetivos mutuamente excludentes. Os problemas de relação, muitas vezes dão vazão a discussões e conduzem a uma desnecessária espiral de escala progressiva do conflito destrutivo. 27/12/201314

15 Os Conflitos de Informação Dão-se quando falta às pessoas as informações necessárias para tomar decisões corretas, estão mal informadas, diferem sobre que informação é relevante, ou têm critérios de estimação discrepantes. Alguns conflitos de informação podem ser desnecessários, como os causados por uma informação insuficiente entre as pessoas em conflito. Outros conflitos de informação podem ser autênticos ao não ser compatíveis à informação e/ ou os procedimentos empregados pelas pessoas para recolher dados. 27/12/201315

16 Os conflitos de interesses São causados pela competição entre necessidades incompatíveis ou percebidas como tais. Os conflitos de interesses resultam quando uma ou mais partes creem que para satisfazer suas necessidades, devem ser sacrificadas as de um oponente. Os conflitos com fundamentos em interesses ocorrem a respeito de questões substâncias (dinheiro, recursos físicos, tempo, etc...), de procedimento (a maneira como a disputa deve ser resolvida), ou psicológicos (percepções de confiança, jogo limpo, desejo de participação, respeito, etc.). Para que se resolva uma disputa fundamentada em interesses, em cada uma destas três áreas deve ter-se em conta e/ou satisfeito um número significativo dos interesses de cada uma das partes. 27/12/201316

17 Os conflitos estruturais: São causados por estruturas opressivas de relações humanas (Galtug, 1975). Estas estruturas estão muitas vezes por forças externas à gente em conflito. A escassez de recursos físicos ou autoridade, condicionamentos geográficos (distância ou proximidade), tempo (demasiado ou pouco), estruturas organizacionais, estruturas sociais, etc., promovem, com frequência condutas conflitivas. 27/12/201317

18 Os conflitos de valores: São causados por sistemas de crenças incompatíveis. Os valores são crenças que as pessoas empregam para dar sentido as suas vidas. Os valores explicam o que é bom ou ruim, verdadeiro ou falso, justo ou injusto. Valores diferentes não tem por que causar conflito. As pessoas podem viver juntas em harmonia com sistemas de valores muito diferentes. As disputas de valores surgem somente quando uns tentam impor pela força um conjunto de valores a outros, ou pretende que tenha vigência exclusiva um sistema de valores que não admite crenças divergentes. (Moore,1994). 27/12/201318

19 Níveis do conflito Conflito intrapessoal ou intrapsíquico neste nível o conflito ocorre dentro dos indivíduos. A origem dos conflitos inclui ideias, pensamentos, emoções, valores, predisposições, impulsos, que entram em colisão uns com outros. Dependendo da origem do conflito intrapsíquico, será um domínio da psicologia cognitiva, teoria da personalidade, psicologia clínica, etc. 27/12/201319

20 Este tipo de conflito ocorre entre as pessoas individuais: professor e aluno, marido e mulher, chefe e subordinado, amigos, etc.... Conflito interpessoal 27/12/201320

21 Conflito intragrupal Este tipo de conflito se dá dentro de um pequeno grupo: sala de aula, dentro das famílias, corporações, entidades de classe, etc... Neste nível se analisa como o conflito afeta a capacidade do grupo para resolver suas disputas e continuar perseguindo eficazmente seus objetivos. 27/12/201321

22 Conflito intergrupal Neste último nível o conflito se produz entre dois grupos: duas escolas, sindicatos e associações patronal, etc. Neste nível o conflito é muito complicado devido a grande quantidade de pessoas implicada e às interações entre eles. Os conflitos podem dar-se simultaneamente dentro e entre grupos. 27/12/201322

23 Teoria da comunicação na resolução de conflitos A comunicação é um ingrediente essencial para o manejo eficaz dos conflitos. Não podes resolver um conflito que não entendemos e não pode entender o conflito até que não tenha a informação completa e exata. Em geral, uma pobre comunicação costuma estar presente na raiz do conflito. Portanto, a comunicação é um elemento importante na resolução de conflitos devido a três razões: A comunicação objetiva é uma ferramenta necessária para entender aos outros e aos problemas que podem levar os conflitos. Uma comunicação pouco objetiva pode ser a mesma causa do conflito. A comunicação nos poderá ajudar a entender as diferenças em valores culturais e ideológicos que causam ou complicam muitos conflitos. 27/12/201323

24 Fatores que influenciam a comunicação VALORES PERCEPÇÕES ASSUNÇÕES 27/12/201324

25 Valores Nossos valores estão baseados em nossas crenças. Definem quem somos e nos servem para guiar as decisões que tomamos sobre como viver nossas vidas. É difícil uma comunicação suave a não ser que esta diferença de valores seja identificada e que cada pessoa esteja aberta a apreciar e compreender os valores do outro e como estes valores afetam à conduta. 27/12/201325

26 Percepções Os psicólogos sabem que dois indivíduos que experimentam o mesmo acontecimento ou que olham o mesmo objeto, podem perceber coisas muito diferentes (anciã/jovem). A razão de que se deem estas percepções diferentes é que cada um de nós levamos a cada situação um marco mental que molda o que vemos e ouvimos. Este marco está formado a partir de nossos valores, nossa experiência prévia, nossa cultura e nossas expectativas. Quando duas pessoas tem diferentes percepções do mesmo acontecimento pode ter incompreensão e conflito. 27/12/201326

27 27/12/201327

28 27/12/201328

29 Assunções Uma assunção é uma afirmação ou juízo cuja veracidade se aceita sem prova nem demonstração. As assunções a respeito de outras pessoas ou situações influenciam em nossos valores e percepções. Assumimos ou inferimos coisas a respeito dos outros baseados no que cremos e no que percebemos. As suspeitas que envolvam dúvida ou desconfiança e os estereótipos que são suposições mantidas por muita gente, são formas que com frequência tomam as assunções. Quando duas pessoas entram em discussão com assunções muito diferentes a respeito do objeto de discussão ou a respeito de sua relação, há uma ampla oportunidade para que se de uma má comunicação. 27/12/201329

30 Chaves para uma comunicação intercultural Mostrar respeito para com os outros. Expressar nossas opiniões como pessoais. Mostrar empatia. Aceitar o mal-estar. Escutar abertamente e respeitar os limites. Evitar expressões de juízo. 27/12/201330

31 ESCUTA ATIVA Escuta Ativa é uma forma de responder que implica o conhecimento dos pensamentos, sentimentos e experiências dos outros, em outras palavras, empatia. Isso mostra a crença do ouvinte de que a comunicação não é um mero processo unidirecional e que o que se diz merece ser ouvido, entendido e respeitado. 27/12/201331

32 Mensagem - EU Mensagem - VOCÊ têm impactos muito diferentes no ouvinte. Em resposta a uma mensagem-Você, é provável que o ouvinte se sinta julgado ou culpado, e pode ser que tente, defender-se do ataque. Dado que uma mensagem-Eu se centra no que o falante quer, precisa ou lhe preocupa, é menos provável que o ouvinte se sinta julgado. Deste modo, ele/ela será mais capaz de escutar o que está dizendo quem fala. Ex. José você não gosta da minha aula. José eu acho que você não gosta da minha aula. 27/12/201332

33 Educação em Direitos Humanos A Educação em Direitos Humanos busca formar uma nova mentalidade coletiva para o exercício da solidariedade, do respeito às diferenças e da tolerância. Preocupa-se com a difusão e disseminação do conhecimento que combatam o preconceito, a discriminação e a violência e promovam valores como liberdade, igualdade e justiça. 27/12/201333

34 Educar em Direitos Humanos Educar em Direitos Humanos parte de uma perspectiva multidimensional que orienta a formação do sujeito de direitos, promovendo, assim, uma cidadania participativa. Trata-se de uma articulação de várias dimensões que visam: a) a apreensão de conhecimentos historicamente construídos sobre Direitos Humanos e a sua relação com os contextos internacional, nacional e local; b) a afirmação de valores, atitudes e práticas sociais que expressem a cultura dos Direitos Humanos em todos os espaços da sociedade; c) a formação de uma consciência cidadã capaz de se fazer presente nos níveis cognitivo, social, ético e político; d) o desenvolvimento de processos metodológicos participativos e de construção coletiva, utilizando linguagens e materiais didáticos orientados à mudança de mentalidades e de práticas individuais e coletivas que possam gerar ações e instrumentos em favor da defesa, da promoção e ampliação dos Direitos Humanos. SEEDDHH/PR 27/12/201334

35 Educação em Direitos Humanos o novo paradigma da educação. 27/12/201335

36 Se sai pela porta. Por que ninguém quer utilizar esta saída? Confucio. 27/12/201336

37 Sobre adolescencia… Esta idade não tem compaixão; separadamente são anjos, porem todos juntos são impiedosos, sobre tudo na escuela. Dostoyevski, Los hermanos Karamazov (Libro IV, Cap. VII) 27/12/201337

38 Se Na sociedade não é suficiente que hajam regras, pois as vezes são as regras as causas da violencia. Émile Durkheim. 27/12/201338

39 A violência que se exerce sobre as crianças é devolvida logo a sociedade… Uma criança castigada e humilhada em nome da educação interioriza muito cedo a linguagem da violência e da hipocresia e a interpreta como o único meio de comunicação eficaz. A. Miller, A origen do ódio (pp.186 y187) 27/12/201339

40 Isso é insuportável. Da asco entrar em classe.. A situação é infustentável. Que os aguentem seus pais. Anónima 27/12/201340

41 O conflito é inerente a condição humana: Diferença em opiniões. Diferentes desejos. Diferentes desafios. … são inevitaveis entre as pessoas. 27/12/201341

42 Ante o conflito a cosequencias natural pode ter duas vertentes: 1).- Gerar violência, destruição, piorar as relações. 2).- Converter-se em um elemento positivo que nos permita a evolução e a transformação das relações entre as partes para uma maior aproximação, compreensão, respeito e inclusão colaborativa 27/12/201342

43 como Vai depender de como se enfrenta e aborde os conflitos para que isso possa resultar negativo, destrutivo ou converter-se em uma oportunidade para aprender mais acerca de si mesmo e dos demais. 27/12/201343

44 O processo para tomar a 2ª vía não é outro se não a MEDIAÇÃO entendida como: 27/12/201344

45 Ferramenta de diálogo e de encontro interpersoal que pode contribuir na melhora das relações e a busca satisfatória de acordos aos conflitos. 27/12/201345

46 Bases teóricas ou principios em que se sustenta nosso conceito de mediação escolar: 27/12/201346

47 Concessão positiva do conflito. Uso do diálogo. Aposta no potencial contextos cooperativos nas relações interpersoais. Desenvolvimeto de habilidades de autorregulação e auto controle. Pratica de participação democrática. Desenvolvimento de atitudes de abertura, compreensão e empatia. Protagonismo das partes em na resolução de seus conflitos. (saída vantajosa para as partes). 27/12/201347

48 Objetivos a perseguir: 1.- Prevenir a violência. 2.- Ensinar as estrategias e habilidades necessárias. 3.- Fomentar um clima associativo. 27/12/201348

49 HABILIDADES SOCIAIS PARA TRABALHAR COM OS ESTUDANTES. 27/12/201349

50 1.Escutar. 2.Acalmar-se. 3.Ser positivo e recompensante. 4.Enviar mensajes >. 5.Ajudar a pensar e fazer perguntas. 6.Fazer rir. 7.Defender os própios direitos. 8.Receber crítica. 9.Estruturar. 27/12/201350

51 PERSPECTIVAS DE LOS CONFLICTOS (PIRÁMIDE DE COHEN, 1995) Conflitos arbitrados Conflitos solucionados por mediação Conflitos que os estudantes resolvem com suas habilidades de resolução de conflitos Conflitos que nunca ocorrerão devido ao clima escolar 27/12/201351

52 Na base da pirâmide se encontrariam os conflitos potenciais que nunca chegariam a ocorrer devido a fatores como: a melhora do clima escolar, a utilização do curriculo em DDHH, um manejo efetivo da aula e uma estrutura escolar mais democratica. 27/12/201352

53 Em segundo lugar, a maior parte dos conflitos que ocorrem poderiam ser solucionados pelos própios estudantes usando para isso as habilidades aprendidas de autocontrole, e solução cooperativa de problemas. 27/12/201353

54 Aqueles problemas que não podem ser solucionados pelos propios estudantes iriam a um processo de mediação entre colegas ou mediação por intermédio de um adulto. 27/12/201354

55 Por último, um pequeno grupo de conflitos serían arbitrados por um adulto. 27/12/201355

56 CATEGORIZAÇÃO DOS FENÔMENOS DE VIOLÊNCIA, E COMPORTAMENTO ANTISOCIAL, CONVIVÊNCIA E DISCIPLINA NAS ESCOLAS 27/12/201356

57 1.Problemas de disciplina (conflitos interpersoal, em especial entre professor e alunos, relacionados com a transgressão de normas de convivência. 2.Bullying (asédio moral, intimidação e maus tratos entre iguais). 3.Vandalismo. 4.Agressão física. 5.Asédio sexual. 6.Absentismo. 7.Fraude (colar, plagio de trabalhos e tráfico de influencias para melhorar as notas.) J.M.Moreno y J.C.Torrego 27/12/201357

58 CRITÉRIOS NA HORA DE CONSIDERAR, AVALIAR E DECIDIR 27/12/201358

59 Os problemas e conflitos de convivência não se resolvem a curto prazo com a simple utilização de uma boa técnica ou a aplicação pactuada de um determinado programa. Não costuma haver soluções rápidas e faceis para problemas deste tipo. 27/12/201359

60 Os problemas e conflitos de convivência tem um fundo cultural, familiar e sociocomunitario. Por tanto, nenhum plano de atuação deve obviar a análise do mesmo. 27/12/201360

61 Os problemas e conflitos de convivência não são alheios a tarefa nuclear dos centros escolares, isso é o ensino a aprendizagem. Em outras palavras, as questões metodológicas, curriculares e de funcionamento da aula costuma ser em muitas ocasiões a causa dos problemas com o principal espaço a considerar para a solução dos conflitos. 27/12/201361

62 Os problemas de conflitos de convivência não afetan de maneira exclusiva às pessoas - alunos, professores, pais, pessoal não docente – diretamente implicados neles; pelo contrario, afetan sensivelmente a todos os > da comunidade escolar, e em consequencia qualquer plano de atuação deverá contar com a máxima implicação dos ditos atores. 27/12/201362

63 FATORES DE RISCO NOS ADOLESCENTES O PROPIO ALUNO A FAMILIA A ESCOLA OS COLEGAS A SOCIEDADE 27/12/201363

64 O PROPIO ALUNO A.Hábitos de vida inadequados. B.Falta de autocontrole, de segurança em sí mesmos, e atitude de desprezo de seus semelhantes. C.Baixa autoestima. D.Problemas emocionais e psicológicos em geral. E.Desprezo aos valores comunmente establecidos. F.Fracasso Escolar. G.Falta de vínculos afetivos com a escola. H.Um comportamento antisocial precoce como mentir, roubar, agredir, especialmente nos merninos, combinando muitas vezes com timidez e hiperatividade. 27/12/201364

65 A FAMILIA A.Conflitos familiares e violência doméstica. B.Desorganização do vínculo familiar. C.Falta de coesão familiar. D.Isolamento social da familia. E.Aumento del estrés familiar. F.As atitudes familiares favorecen esses comportamentos. G.Normas e castigos pouco eficaz, ambiguos e incoerentes. 27/12/201365

66 A ESCOLA A.Falta de vínculos afetivos na escola. B.Um costume de tratamento rispidos e ou arbitrario. C.As regras e castigos sócio-punitivas e não sócio- educativas, ambiguos e incoerentes. 27/12/201366

67 A SOCIEDADE A.A pobreza ou necesidades básicas. B.O desemprego ou sub emprego. C.A discriminação. D.As mensagens de fomento da conduta violenta nos meios de comunicação. 27/12/201367

68 A COMUNIDADE A.A desorganização da comunidade. B.A falta de vínculos afetivos nesta comunidade. C.A falta de orgulho cultural. D.Atitudes da comunidade que favorecem os comportamentos antisociais. 27/12/201368

69 PRINCIPIOS E PROCESSOS A SE LEVAR EM CONTA NA MEDIAÇÃO DE CONFLITOS ESCOLARES 27/12/201369

70 Criar atmosfera positiva que permita tratar o conflito. Deve existir motivação e contar com um procedimento consensuado Formulação de problema. Conhecimento das diferentes perspectivas do conflito. Cada pessoa deve deixar explícita sua visão sobre o mesmo. Esclarecer e definir as dimensões do conflito. Seleccionar as dimensões fundamentais do mesmo. Para isso buscar os elementos de acordo e desacordo. 27/12/201370

71 Busca de soluções. Serão soluções assumidas pelas partes litigantes do conflito. Terão em conta seus sentimentos, necessidades, interesses e valores Avaliação das soluções. Reflexão profunda sobre as soluções propostas. Descartar as que acreditam ser as mais satisfatorias. Destacar as que existem mais consenso. 27/12/201371

72 Seleccionar aquela que seja mais satisfatória para todos os implicados. Que seja la mais justa, equilibrada, harmônica e realizavel. Definição de estrategias para a solução dos conflitos. Relacionar e estruturar a sequencia de decisões que permita a aplicação pratica da solução (ões) ecolhida (as). 27/12/201372

73 Erros comuns que não devem cometer os mediadores 27/12/201373

74 1.- Fazer demasiadas peguntas. 2.- Peguntar demasiados porques. 3.- Discutir com uma das partes. 4.- Emitir juízos de valores. 5.- Dar conselhos. 6.- Ameaçar as partes. 7.- Forçar a reconciliação. 8.- Impor a mediação 27/12/201374

75 1.- Fazer demasiadas peguntas. Não vamos considerar fundamental dispor de mais informações, o importante é ter claro que se dispõe das mais importantes. Se praticará a escuta ativa e deixamos que as partes se expressem a seu modo. 2.- Peguntar demasiados porques. No lugar de peguntar Por que o insultou?, dezer-lhe melhor conta-me mais sobre oque ocorreu antes de que houvesse sua reação. 27/12/201375

76 3.- Discutir com uma das partes. Não mostre desgoste nem te oponha ao que diga uma das partes. 4.- Emitir juízos. Não diga: Um de vocês deve estar mentindo MAS Ambos tem pontos de vista diferentes sobre o que ocorreu. Isso é bobagem DIGA : Se isso o interessa podemos ver em outro momento. 27/12/201376

77 5.- Dar conselhos. No lugar de dizer: Você deve recordar como é importante o respeito mutuo, pergunte: Como gostaria que fosse sua relação no futuro? 6.- Ameaçar as partes. Não diga: Se não resolverem isto terei que solucionar com uma suspensão das atividades escolares. Pelo contrario se pode dizer. É importante que vocês encontrem uma solução para este conflito de maneira satisfatória ao interesse de ambas as partes. 27/12/201377

78 7.- Forçar a reconciliação Quando as partes chegarem a um acordo: Não lhes peça que sejam amigos outra vez, que peçam ou deem desculpas ou que se deem as mãos, pregunte- lhes: O que podem fazer para ficarem mais satisfeitos com o acordo? 27/12/201378

79 Apreciado profesor/a, Soy un superviviente de un campo de concentración. Mis ojos vieron lo que ningún hombre debería presenciar: Cámaras de gas construidas por ingenieros instruidos. Niños envenenados por médicos profesionales. Niños muertos por enfermeros profesionales. Mujeres y recién nacidos muertos a tiros y quemados por graduados en altas escuelas mayores y universidades. Por tanto, sospecho de la educación. Mi petición es: ayuda a tus estudiantes a llegar a ser personas. Tus esfuerzos nunca deben producir monstruos, hábiles psicópatas, futuros Eichmans. Leer, escribir, la aritmética son importantes tan sólo si sirven para hacer a nuestros hijos más personas. (Supple,1993). UBC. 27/12/201379


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