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SERGIO BUARQUE DE HOLANDA A construção da identidade nacional : povo, cultura e identidade. UNISAL - Lorena Departamento de História e de Geografia. Núcleo.

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1 SERGIO BUARQUE DE HOLANDA A construção da identidade nacional : povo, cultura e identidade. UNISAL - Lorena Departamento de História e de Geografia. Núcleo de Pesquisa Regional - biblioteca e arquivo do IEV -

2 SERGIO BUARQUE DE HOLANDA Vida e obra O homem

3 TEXTO E CONTEXTO A criação da identidade nacional. In : Outros Caminhos, p.68-78

4 HISTORIOGRAFIA BRASILEIRA Paulo Prado - Retrato do Brasil 1928: obra marcada pela inovação e pelo conservadorismo; o Brasil visto pelo sob o viés cultural e com base nos sentimentos de luxúria,cobiça, tristeza, romantismo e visto pelos portugueses como um degredo ou como um purgatório.

5 GILBERTO FREYRE Casa Grande e Senzala marco inaugural da análise da cultura brasileira, procura caracterizar a família patriarcal, considerada como a célula da sociedade escravista colonial. A mestiçagem como marca distintiva da civilização brasileira.

6 S. Buarque de Holanda - Raízes do Brasil Obra marca o início de uma história cultural madura e rigorosa do ponto de vista teórico e metodológico

7 Raízes do Brasil As raízes ibéricas da tradição colonial brasileira são vistas sem traço de nostalgia ou grandeza, como entraves à democracia; legou excessiva ruralização e o personalismo.

8 Historiografia brasileira Vertente culturalista Escritores, pensadores, estudiosos que procuram entender a História do Brasil pelo viés cultural. Importante influência nos rumos da produção histórica nacional.

9 O Texto Raízes do Brasil analisa os fundamentos do destino histórico brasileiro a partir de nossas origens européias, da colonização, do personalismo e da falta de coesão social da nossa cultura.

10 A tipologia básica do livro separa: - o trabalhador do aventureiro; - a escravidão - o homem cordial e a revolução brasileira.

11 PERSPECTIVAS -sociológica e psicológica, com um objetivo político; -ao estudar o passado, tenta ver o nosso futuro; -busca a identidade nacional, a essência do homem brasileiro.

12 Fronteiras da Europa Mostra que os países ibéricos são menos europeizados... Cada homem tinha que depender de si próprio. Homens mais flexíveis.

13 Trabalho e Aventura Portugueses homens que buscaram o mar... O aventureiro e o trabalhador. O gosto pela aventura foi que possibilitou a colonização. Brasileiros: não solidários; a preguiça; a violência nas senzalas.

14 Herança Cultural A estrutura da sociedade colonial é rural. Os senhores tinham domínio sobre os seus súditos. A abolição da escravatura grande marco da nossa História. Segunda metade do séc. XIX, grande desenvolvimento urbano.

15 Semeador e o Ladrilhador - realiza comparação entre a colonização espanhola e portuguesa. - Portugueses: corajosos e prudentes; maior flexibilidade social; todos queriam ser nobres; preocupados com as aparências;

16 -Igreja = braço do poder secular -Vida intelectual menos desenvolvida - forte presença da índia como matriarca da família - aversão às virtudes econômicas, comércio e indústria

17 O HOMEM CORDIAL As relações da família patriarcal, rural, colonial foram ruins para a formação de homens responsáveis. Gerou dificuldades para distinguir o público do privado

18 O homem cordial: é aquele generoso, de bom trato, que para confiar em alguém precisa conhecê-lo primeiro. Todos são amigos em todos os lugares. O rigor é totalmente afrouxado. A intimidade chega a ser desrespeitosa; ex. Chamar pelo sufixo inho, apelidos,etc.

19 O Brasil constitue uma sociedade onde o Estado é apropriado pela família, os homens públicos são formados no círculo doméstico, os laços familiares são transportados para o ambiente do Estado; o homem age mais pelo coração e tem medo de ficar sozinho.

20 Novos Tempos Há na sociedade brasileira um apego muito forte ao recinto doméstico. Há um grande desejo em alcançar prestígio e dinheiro sem esforço. A democracia é um mal entendido.

21 Nossa Revolução A revolução brasileira é um processo demorado. Marco: abolição da escravatura Brasil: país pacífico e brando Com a cordialidade dificilmente chegaremos a revolução.

22 Fonte: ickensino/sbuarque.ppt


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