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DESENVOLVIMENTO CAPITALISTA E SEUS ESTÁGIOS CD, 2003 setembro/ 2004 março 1 Transição do feudalismo ao capitalismo reprodução ampliada/ excedente: renda/

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Apresentação em tema: "DESENVOLVIMENTO CAPITALISTA E SEUS ESTÁGIOS CD, 2003 setembro/ 2004 março 1 Transição do feudalismo ao capitalismo reprodução ampliada/ excedente: renda/"— Transcrição da apresentação:

1 DESENVOLVIMENTO CAPITALISTA E SEUS ESTÁGIOS CD, 2003 setembro/ 2004 março 1 Transição do feudalismo ao capitalismo reprodução ampliada/ excedente: renda/ feudos: mercados separados / dissolução do F^: erosão da renda-trabalho /aumento da produtividade aumento do exc=r=m^ unificação dos M^ 2 Capitalismo: generalização da forma-mercadoria cercamentos assalariamento ( urbanização) subsist+excedente: mercadoria 3 Regulação: dialética do mercado e do Estado Mercado: preço; Estado: intervenção/ Postulada primazia do M^/ Pressupostos da economia vulgar/ Desvalorização do capital (progresso técnico) 4 Periodização: Estágios extensivo e intensivo Periodização do K^: extensivo e intensivo (Aglietta)/ Outras periodizações Intensivo: gênese do planejamento Tendências do capitalismo contemporâneo: aumento da interv E^/ privatização: negação da negação/ endividamento ( 5 Capitalismo contemporâneo e neoliberalismo) Ahistoricidade/ neologismos/ concetração de capital e de renda Anexos 4a Pressupostos do marginalismo 4b Capital fixo e progresso técnico 4c Expansão do Estado no estágio intensivo 5 Investimento em infraestrutura e= (e)R = (t) (LD-C4 spc-inv) Análise de custo/benefício: discussão O Estado e o mercado na produção capitalista

2 1 A transição do feudalismo ao capitalismo n reprodução ampliada n excedente: renda n feudos: mercados separados n dissolução do F^ u erosão da renda-trabalho ( renda em espécie renda em dinheiro) u aumento da produtividade aumento do excedente: r = m^ u unificação dos M^ comprar barato e vender caro troca de equivalentes u Estado-nação Expansão: P

3 Cercamentos M subsistência excedente lucro salário (guerras camponesas) segunda servidão/ campesinato cercamentos assalariamento ( urbanização) acumulação é o crescimento do proletariado subsist+excedente: mercadoria mercado unificado: espaço nacional suporte: infraestrutura (homogeneização) limites à generalização da forma-M^ Fetichismo: uso pela troca Igualdade formal / ideologia Descobrir a essência atrás das aparências 2 Capitalismo: generalização da forma-mercadoria

4 3 Regulação: dialética do mercado e do Estado n Mercado: preço; Estado: valores de uso (intervenção) n Postulada primazia do mercado u ação necessária, mas antagônica do E^ n Pressupostos da economia vulgar derivados da teoria de renda diferencial u marginalismo (equilíbrio) u perfeita fluidez de K^ n Intervenção do Estado u instituições (propriedade) u violência (monopólio) u ideologia u infraestrutura u indústrias nascentes e obsoletas n Desvalorização do capital (progresso técnico) u imprevisibilidade

5 4 Estágios extensivo e intensivo e crise atual n Periodização do K^( e suas) formas ideológicas u extensivo e intensivo (Ricardo, Aglietta) n Extensivo liberalismo u Generalização da forma-mercadoria Altas taxas de acumulação (ext + ) u Baixo nível de subsistência da Ft n Intensivo social democracia u limites da extensão F matérias-primas colonização F assalariamento urbanização reprodução da (T) condições urbanas Dickens, Hugo F gênese do planejamento u social-democracia/ E^de bem-estar n Capitalismo contemporâneo neoliberalismo u Crise do Estado de bem-estar u privatização: negação da negação u superprodução; endividamento u Neoliberalismo: ahistórico; neologismos Tabela /.. Crise fiscal do Estado neologismos, globalização, ONG -s.... Outras periodizações primitivo, free-trade (concorrencial), monopolista... Colonial, imperialismo Hobson 1905, Lenin 1917 acumulação primitiva Marx K^ financeiro Engels, Hilferding revolução industrial (sem agrária), tecnológica (2ª, 4ª)

6 4a Pressupostos da economia marginalista (vulgar) n Os pressupostos da teoria de renda diferencial fundamentais (Smith, Ricardo, Marx) Pagamento por uma dádiva da natureza, monopolizada por uma classe. Pag~ de transferência de uma classe a outra.. Soc em três classes. u Da renda diferencial (Ricardo) F Equilíbrio: retornos marginais iguais F Perfeita fluidez de capitais: após inovação, novas técnicas, novo equilíbrio a custo=0 (K fixo!) F produto único (grão) F pior terra não paga renda n Economia vulgar: generalização da TR u para todos os fatores da produção: F capital, trabalho, matérias-primas: F definem técnica de produção F Enfoca a situação; a não-transformação: F a-histórico n Keynes: expectativas (racionais) u taxa de lucro (retorno) desconhecido u I= f (expectativas) Crise fiscal do Estado neologismos, globalização, ONG -s....

7 4b Capital fixo Desvalorização do capital (progresso técnico) imprevisibilidade Fig.5.1 Obsolescência do processo individual de produção- Na medida em que cai o preço de mercado com o aumento de produtividade do traba- lho t, cai também o retorno R de um deter- minado processo de individual produção (a), e em decorrência cai igualmente a taxa de retorno r sobre seu capital circulante (b). Quando essa cai ao nível da taxa de lucro presumida (estimada), a técnica de produ- ção torna-se obsoleta e é substituída. Nessa altura, o respectivo capital fixo é completamente desvalorizado (a área mais escura no diagrama a é a contribuição do capital fixo ao retorno total R). Deák (1985) Rent theory and the price of urban land PhD Thesis, Cambridge Deák (2001) À busca das categorias da produção do espaço LD Tese, FAUUSP A taxa de lucro não sòmente é imprevisível (Keynes), como é desconhecida até mesmo para períodos já pretéritos -- porque em todo momen- to existem capitais fixos parcialmente amortiza- dos e cuja desvalorização ainda é desconhecida (assim, também, seu retorno final).

8 4c O Estado na produção Gastos governamentais, 1880-1985 GASTOS GOVERNMENTAIS EM PAÍSES SELECIONADOS, 1880-1985 Em proporção ao produto nacional (% do PIB) AnoInglaterraAlemanha FrançaJapãoSuécia EEUU 1880 10 10 15 11 6 8 1929 24 31 19 19 8 10 1960 32 32 35 18 31 28 1985 48 47 52 33 65 37 World Bank, World Development Report 1991, Washington Gastos governamentais em países selecionados Um século de ampliação do âmbito do Estado- O estágio intensivo do capitalismo é caracterizado pelo fortalecimento da contra-tendência à generalização da forma-mercadoria (Deák, 1989 ) Receita do governo central, 1970-98 19701998 19 % 30 % Obs.: exclui governos locais e empresas estatais (Fonte: http://www.worldbank.org/data/wdi2000/pdfs/tab1_5.pdf)

9 Efeito contracíclico US, 1929: 50% do inv em construção (Aglietta, 1976) e= (e) Em crise? Construa IE. n Por exemplo, se o desvio de 10% da força de trabalho durante 2 anos cria um sistema de transporte (ou melhora o existente) de forma a reduzir o trabalho necessário (ou evita seu aumento) em 5% para os subsequentes 18 anos, tal investimento resulta em uma redução do trabalho necessário, e, se o tempo de trabalho total permanecer inalterado, em um acréscimo correspondente da mais-valia e em um acréscimo (relativo) ainda maior da taxa de excedente. (Deák, 1985,2001) Aglietta: US, 1929: 50% Inv IE n Mas: necessidade R = (t) n Todo investimento implica em um sacrifício inicial com ganho futuro Robinson & Eatwell n ROBINSON, Joan & EATWELL, John (1973) An introduction to modern economics McGraw Hill, London ––––––––––––––––––––––––––––––––––––––– e e' e (%) –––––––––––––––––––––––––––––––––––––––.03.078160.05.099 97.10.151 50.15.202 35.33.391 17.50.563 13 ––––––––––––––––––––––––––––––––––––––– taxas incòmodamente baixas, abaixo de 5%, serão mais que duplicadas, enquanto taxas acima de 50% crescerão meros 10% ou menos. 5 Investimento em infraestrutura

10 Análise de custo-benefício (discussão) u Transferência da lógica do investimento individual à construçao de infraestrutura u imprevisibilidade ficção da taxa de desconto u necessidade F meio ambiente F transportes F comunicações F energia etc u usos alternativos (de IE!) do investimento Brasil: sociedade de elite acumulação entravada (5 Investimento em infraestrutura/ Cont.)


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