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Gerenciamento de Contratos e Riscos nos Leilões de Energia de Fontes Alternativas.

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Apresentação em tema: "Gerenciamento de Contratos e Riscos nos Leilões de Energia de Fontes Alternativas."— Transcrição da apresentação:

1 Gerenciamento de Contratos e Riscos nos Leilões de Energia de Fontes Alternativas

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3 Energia Renovável É a energia permanente que vem de recursos naturais como sol, vento, rios e correntes de água doce chuva, matéria orgânica, marés e calor, que são renováveis (naturalmente reabastecidos) na medida em que são mantidas ou substituídas pela natureza. O conceito de renovabilidade depende da escala temporal utilizada e os padrões de utilização dos recursos. Energia Renovável Poluente Todos os biocombustíveis produzidos produzem maior quantidade de dióxido de carbono por unidade de energia produzida ao equivalente fóssil. Mas essa emissão maior é absorvida na produção da biomassa pelo processo de fotossíntese. Teoricamente o ciclo fechado não teria emissões de dióxido de carbono. Na prática, é empregada a energia poluente no plantio, na colheita e na transformação, pelo que o saldo pode ser positivo ou negativo. Fontes de Energia - Tipologias

4 Energia Não- Renovável É a energia temporária que vem de recursos naturais, como a energia da fissão nuclear e os combustíveis fósseis (petróleo, gás natural e carvão) dos quais há uma provisão finita e que não pode ser reposta. Os combustíveis fósseis são considerados não- renováveis já que a taxa de utilização é muito superior à taxa de formação do recurso propriamente dito. Energia Alternativa Energia obtida de fontes diferentes das usadas nas grandes usinas comerciais, que atualmente são as usinas térmicas convencionais, as hidrelétricas e as nucleares. Referente à matriz energética vigente: energia nuclear é alternativa no Brasil e principal na França. Energia Geotérmica é principal na Islândia e outros poucos países e insignificante na maioria dos países. Os principais tipos atuais de energia alternativa são a energia solar, eólica, das marés, geotérmica, das ondas e da biomassa. Novas tecnologias até desenvolvimento pleno e aplicabilidade econômica também podem ser classificadas como alternativas. Fontes de Energia - Tipologias

5 Energia Limpa Conceito relativo e subjetivo onde se busca maior ecoeficiência em relação ao Business as usual scenario. Pressupõe uma avaliação comparativa do ciclo de vida do produto para determinar se os ganhos serão positivos. Energia Sustentável Envolve a produção de energia que não compromete a capacidade das gerações futuras de atender suas próprias necessidades. Deve melhorar a qualidade de vida sem causar danos (mas admite impactos negativos). Objetivos de sustentabilidade devem abranger desempenho econômico, ambiental e social de fontes renováveis e não renováveis. Avaliações abrangentes de sustentabilidade devem assegurar que os impactos sociais e ambientais negativos sejam evitados, reduzidos ou compensados e que os resultados positivos sejam maximizados. Fontes de Energia - Tipologias

6 AMBIENTAIS SOCIAIS (perceptividade) ECONÔMICOS Emissões: locais e globais Geração de Efluentes e de Resíduos Uso de recursos naturais Riscos ambientais Qualidade de vida: acesso a bens, saúde e conforto Empregabilidade e características da ocupação e renda Receptividade de ações Custos e preços Riscos de mercado Consumo de matérias primas e demais insumos energéticos ou não energéticos Legislação Indicadores de Sustentabilidade A figura abaixo relaciona os aspectos mais comumente utilizados na definição de indicadores de sustentabilidade - GEE é apenas um deles. O que define a classificação de sustentabilidade é a inter-relação entre todos os aspectos.

7 Competitividade Socioambiental PCH: Pequenas Centrais Hidrelétricas, Bio: Biomassa, Eol: Eólica, Sol: Solar, UHE: Usina Hidrelétrica, UTE: Usina Termelétrica, UTN: Usina Termonuclear

8 Competitividade Socioambiental

9 Energia Competitiva Sustentabilidade Segurança no abastecimento Desafios da Sustentabilidade

10 1.A questão de Segurança Energética e a agroenergia se transformam em um novo paradigma agrícola mundial; 2.O Brasil é detentor da melhor situação mundial (áreas disponíveis, solo, clima e tecnologia) para produzir biocombustíveis, em especial o etanol e bioeletricidade, terá, então, posição privilegiada; 3.Perspectivas promissoras de expansão das exportações mundiais de etanol - vários países deverão ter mandatos para o uso da mistura etanol/gasolina; 4.Uso crescente da biomassa como fonte de energia pela indústria guarda relação direta com a redução dos custos de produção desse energético; 5.Crescimento da cogeração na indústria; Macrotendências Energéticas

11 11 FONTES NÃO-RENOVÁVEIS Estocável+ Estocável+++ Estocável+ Estocável+++

12 6.Elevado potencial remanescente para geração de eletricidade, principalmente decorrente da utilização de novas tecnologias; 7.O desenvolvimento da geração a biomassa depende das políticas do Governo: programa de leilões periódicos, conexão, incentivos e financiamentos. 8.Migração (???) de leilões segmentados por preço, para leilões de incentivos para entrar no mercado a preços competitivos; 9.A geração elétrica com biomassa residual requer criterioso gerenciamento dos riscos de indisponibilidade do combustível. 10.Com o desenvolvimento de etanol de segunda e terceira geração, Bio-etileno/Álcoolquímica (bioplásticos), Bio-hidrocarbonetos (diesel de cana, combustível de aviação) produtos com maior agregado, poderá haver frustração na expansão da oferta de bioeletricidade num futuro próximo. Macrotendências Energéticas

13 Energia Incentivada Energia elétrica oriunda de empreendimentos de geração que utilizam as seguintes fontes primárias alternativas incentivadas: I - aproveitamentos de potencial hidráulico de potência superior a kW e igual ou inferior a kW, destinados à produção independente ou autoprodução, mantidas as características de pequena central hidrelétrica; II - empreendimentos com potência instalada igual ou inferior a kW; III - empreendimentos com base em fontes solar, eólica e biomassa, cuja potência instalada seja menor ou igual a kW. Recebem incentivos fiscais (IPI, PIS-COFINS, ICMS, etc.) e redução ou isenção de encargos setoriais (TUST, TUSD, CFURH, etc.) Fontes de Energia - Tipologias

14 Energia Incentivada Especial Empreendimento com base em fontes solar, eólica, ou biomassa, cuja potência injetada nos sistemas de transmissão/distribuição seja menor ou igual a kW Características Comerciais –Gera contratos do tipo CCEIE –Confere desconto nas tarifas de uso dos sistemas de transmissão e distribuição –Confere lastro a consumidores especiais e demais consumidores

15 Energia de Cogeração Qualificada Empreendimento regularizado perante a Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL, atendendo ao disposto na Resolução ANEEL nº 390, de 15 de dezembro de 2009 e legislação específica; Potência elétrica instalada maior ou igual a 1.000kW e menor ou igual a kW; Atender aos requisitos mínimos de racionalidade energética, conforme estabelecido na Resolução ANEEL nº 235/06. Características Comerciais –Gera contratos do tipo CCEICOGQ –Confere desconto nas tarifas de uso dos sistemas de Transmissão e distribuição a consumidores livre –Confere lastro a consumidores livres –Não é permitida a venda a consumidores especiais

16 Energia Convencional Empreendimentos não enquadrados nas condições anteriores Características Comerciais –Não confere desconto nas tarifas de uso dos sistemas de Transmissão e distribuição a consumidores livre –Confere lastro somente a consumidores livres –Não é permitida a venda a consumidores especiais

17 Responsabilidades dos Agentes Agente de Geração de Energia: Deverá cumprir os Procedimentos de Rede do ONS, as Regras da ANEEL e da CCEE e remunerar o Agente de Distribuição através da TUSD Fio de Geração. Agente de Distribuição: Firmará com os Agentes de Geração e de Consumo, os Contratos: CUSD - Contrato de Uso do Sistema de Distribuição; CCD - Contrato de Conexão ao Sistema. Assegurará os Níveis de Qualidade e os Índices de Continuidade no Fornecimento de Energia Elétrica através da remuneração da TUSD Fio. Agente de Comercialização: Firmará com os Agentes de Geração e de Consumo o CCEI: CCEI - Contrato de Compra e Venda de Energia Elétrica de Fonte Incentivada. Se compromete a entregar a energia elétrica contratada através do registro dos montantes mensais no SINERCOM (CCEE).

18 Contrato de Uso do Sistema (CUST/CUSD) Contratos de Conexão e Uso do Fio Contrato de Uso do Sistema de Distribuição (CUSD) Contrato de Conexão (CCT/CCD) Contrato de Conexão à Distribuição (CCD) Centro de Gravidade Distribuição AGENTE CONSUMIDOR DE ENERGIA AGENTE DE GERAÇÃO DE ENERGIA

19 FATURA ACL = TUSD Fio + Encargo + Energia Elétrica concessionária local gerador / comercializador Composição da Fatura no ACL 1)CUSD – CONTRATO DE USO DO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO Ponta = R$/kW 1.1) TUSD Fio Fora-Ponta = R$/kW 1.2) TUSD Encargo = R$/MWh 2)CCD – CONTRATO DE CONEXÃO AO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO 3) CCVE / CCEI – CONTRATO DE COMPRA E VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA / CONTRATO DE COMPRA DE ENERGIA INCENTIVADA

20 1.Leilões federais (A-5, 3, 1 e Ajuste) A.2º Leilão de Fontes Alternativas (A-3) (atendimento às necessidades de mercado das Distribuidoras) 17/08/ Produto Disponibilidade: início de suprimento em 01/03/2014 e com prazo de duração de 20 anos; 2.Preço Inicial: R$ 139,00/MWh/R$ 102,41/MWh Bio Result. B.3º Leilão de Energia de Reserva-LER (destinada ao Sistema Interligado Nacional (SIN), no Ambiente de Contratação Regulada-ACR) 18/08/ Produto Quantidade: início de suprimento em 01/07/2014 e com prazo de duração de 20 anos; 2.Preço Inicial: R$ 146,00/MWh/R$ 100,29/MWh Bio Result. Formas de Comercialização

21 2.Venda direta aos consumidores livres e especiais; 3.Geração distribuída: venda à Concessionária local através de chamada pública limitado a 10% de sua carga e ao VR –Valor de Referência para repasse aos consumidores cativos (R$ 151,20/MWh). Formas de Comercialização

22 Leilão Agosto 2011

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26 Comercialização da Energia PlanejamentoNegociaçãoContrataçãoGestão

27 Planejamento Negociação total ou parcial no ACL Participação no MRE (Geradores) Prazo da contratação Flexibilidades de Volume Flexibilidades de preço Garantias Mercado Participação em leilões ou venda bilateral Equipe própria ou terceirizada

28 Negociação Quantidades Flexibilidades de volume Sazonalização Modulação Submercado Preço Prazos de Pagamento Garantias

29 Contratação Negociação da parte jurídica Formalização da Negociação Assinatura dos contratos

30 Gestão Administração de Contratos Operacionalização na CCEE Gestão de Portfólio Gestão de Riscos Gestão dos Ativos de Medição

31 Riscos e Oportunidades ACL x ACR Riscos –Necessita gestão especializada –Risco operacional elevado –Maior percepção da variação de encargos Oportunidades –Maior flexibilidade nas negociações –Maior quantidade de serviços agregados –Contratos customizados –Melhor previsão de custos

32 1.Ampliação da elegibilidade de acesso ao mercado livre (de 3 MW para 1 MW); 2.Contratos padronizados (hoje cada comercializadora tem critérios próprios de contratação); 3.Comercializadoras varejistas; 4.Venda de excedentes por consumidores livres; 5.Criação de derivativos como mecanismos de proteção (certificados de energia, mercado secundário, maior abertura de acesso ao mercado livre, etc.) Oportunidades e Perspectivas

33 Gerenciamento de Riscos Universo de Risco Estratégico Stakeholder Estrutura de Mercado Governança Fornecedores Governo Cliente Parceiros no Negócio Acionista Reputação Monitoramento Empresarial Monitoramento Empresarial Alocação de Recursos Alocação de Recursos Planejamento Estratégico Ética Transações Economia País Dinâmica de Mercado Concorrentes Conhecimento Sistemas Propriedade Intelectual Gerenciamento de Informações Hardware Software Redes Planejamento e Desenvolvimento Operações Organização e Monitoramento Ativos Intangíveis Gerenciamento do Conhecimento Informação Operações Processo Ativos Físicos Marketing e Vendas Entrega do Produto Processos de Suporte Imobilizado Outros Tangíveis Pessoas & Cultura Recursos Humanos Learning Organisation Learning Organisation Jurídico Obrigações Contratos Assuntos Legais e Normativos Novos Produtos/ Desenv. Serviços Financeiro Liquidez & Crédito Cobrança Gerenciamento de Caixa Gerenciamento de Caixa Hedging Funding Estrutura de Capital Patrimônio Dívida Mercado Commodities Taxas de Juros Câmbio Relatórios Impostos Contabilidade Assuntos Normativos e Compliance

34 Histórico do PLD no SE/CO à 2010 Linha de Tendência

35 jan/10 fev/10 mar/10 abr/10 mai/10 jun/10 jul/10ago/10 set/10 out/10 nov/10 dez/10 jan/11 fev/11 mar/11 abr/11 mai/11 jun/11 Adaptado de: Excelência Energética

36 1.Universos distintos e só agora iniciando sua interação: o Agronegócio (commodities com preços ditados pelo mercado internacional) X Setor Elétrico (fortemente regulado, com expcetativas de riscos e TIR menores e payback mais longos) 2.Volatilidade dos preços de liquidação das diferenças - PLD (mercado Spot); 3.Inadimplência no mercado de curto prazo por atraso na entrada em operação de novos empreendimentos/descumprimento de contratos (2% do mercado); 4.Mercado de energia elétrica dada vez mais complexo e volátil; 5.Competição crescente da bioeletricidade com a integração comercial de microrredes (µredes) – microgeração, elementos armazenadores de energia e cargas controláveis; Centrais de geração virtuais (VPPs) – monitoração e controle de geradores distribuídos atuando como muma única usina virtual; integração de veículos elétricos; leilões de eficiência energética; Riscos e Desafios

37 6.Fim das concessões vincendas e eventual acesso dos consumidores livres a energia velha, reduzindo o interesse por novas fontes mais caras (bioeletricidade, por ex.); 7.Peso crescente dos subsídios e incentivos sobre o consumidor cativo estimulando num futuro próximo (???) a revisão destes incentivos. Os incentivos e desoneração tributária não são sinônimos de competitividade; 8.Abundância de Fontes e Alternativas Energéticas: (abundante oferta de opções energéticas disponíveis e também pelo enorme potencial hidroelétrico ainda inexplorado, sem falar nas recentes descobertas de petróleo em águas profundas); 9.O custo de produção das fontes convencionais é baixo, representando 20% do preço final pago pelo consumidor; 10.Complexidade das relações contratuais e custos de transação das operações de cogeração; Riscos e Desafios

38 11.Embora os consumidores esperem menor impacto ambiental das atividades de fornecimento de energia elétrica não estão dispostos a pagar mais caro por isso. Aumento do custo de energia é sinônimo de perda de competitividade no setor produtivo; 12.Tradicionalmente no setor elétrico existem restrições de toda a ordem para tratar a energia elétrica como uma commoditie, aplicando a lei da oferta e da procura para diferenciar os preços; 13.As fontes alternativas, renováveis, limpas, incentivadas tradicionalmente não assumem suas responsabilidades proporcionais nos serviços ancilares, tais como controle de freqüência, redução de harmônicos, reserva de potência, reserva de prontidão e suporte de reativos, aumentando a demanda das fontes convencionais para garantir a qualidade no fornecimento de energia elétrica. Riscos e Desafios

39 1.Fatores de instabilidade na conjuntura internacional determinando um ingresso menor de investimentos estrangeiros de longa maturação; 2.Elevação constante dos preços dos derivados de petróleo, cujo efeito multiplicador poderá provocar um aumento do nível de inação; 3.Piora dos fundamentos da economia; 4.Estímulo para maior uso do gás natural, fruto da exploração do pré-sal, em especial nos setores de transportes e indústria. 5.O histórico da matriz energética e elétrica brasileira não deixa o setor de bioeletricidade em uma posição confortável. Preferência atual na eletricidade produzida por térmicas a óleo combustível e carvão do que na bioeletricidade cogerada. Faltam políticas públicas que garantam que a atual tendência de matriz limpa não vai mudar em função do pré-sal, por exemplo. Riscos Inibidores de Investimentos

40 Qual é o nível de aversão ao risco desejado?

41 Rede Energia | Assessoria Especial de Meio Ambiente Fone: (11)


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