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Versão 3 – fevereiro/2014 Tecgraf PUC-Rio Fevereiro de 2014 Introdução ao SCS.

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1 Versão 3 – fevereiro/2014 Tecgraf PUC-Rio Fevereiro de 2014 Introdução ao SCS

2 Versão 3 – fevereiro/2014 Reuso de Software Definição: desenvolvimento de novos sistemas computacionais a partir de artefatos de software pré-existentes, em sua forma integral ou parcial, desenvolvidos originalmente para atender a outros sistemas e contextos (requisitos, especificações, tecnologias, etc) O reuso pode ocorrer em diferentes níveis de abstração Padrões de projeto (design patterns) Tipos abstratos de dados Arquivos com código-fonte Bibliotecas de funções Frameworks em linguagens OO Componentes de Software Serviços

3 Versão 3 – fevereiro/2014 Reuso no Ciclo de Desenvolvimento

4 Versão 3 – fevereiro/2014 Noções básicas O que são componentes de software? – Unidades binárias desenvolvidas de forma independente que cooperam através de interfaces bem definidas e dependências explícitas para compor sistemas computacionais – Implantação (deployment) independente – Devem poder ser conectados, formando composições maiores – A composição pode ser realizada por terceiros – Promovem o reuso de interfaces e sistemas mais modulares – Podem ser locais ou distribuídos – A linguagem de implementação não faz parte de seu contrato – Fácil substituição em tempo de execução, promovendo melhor adaptabilidade, escalabilidade e manutenibilidade

5 Versão 3 – fevereiro/2014 Baixo acoplamento – Definição do componente (conjunto de interfaces e dependências) separada da implementação – Facilidade de carga de novos módulos em tempo de execução Diferente de uma biblioteca ou mudanças no código, que demandam nova compilação ou link-edição É possível a troca de dependências em tempo de execução – Podem contar com independência de linguagem e arquitetura, principalmente em modelos distribuídos Dinamismo – Noção de conexões entre componentes Configuração e re-configuração dos provedores das dependências em tempo de execução Noções básicas

6 Versão 3 – fevereiro/2014 Facilidade de Integração – Um sistema define que é dependente de outro – Essa dependência é suprida enquanto o software já está rodando – Se a dependência for perdida ou se tornar problemática, pode ser substituída sem a parada do sistema Noções básicas

7 Versão 3 – fevereiro/2014 Motivação Por quê usar um modelo de componentes no OpenBus? – Representação única para as aplicações distribuídas que participem do barramento, independente de linguagem – Camada, regras e ferramentas padronizadas para a comunicação entre essas aplicações (CORBA e conexões SCS) – Necessidade de inspeção e controle em tempo de execução Suporte a reflexão deve ser nativo nas aplicações distribuídas Acesso fácil a suas interfaces providas, dependências remotas e conexões com outras aplicações Maior dinamismo necessário para que essas ações possam ser feitas em tempo de execução, devido ao ambiente complexo e heterogêneo

8 Versão 3 – fevereiro/2014 Motivação Exemplos de cenários de uso de sistemas de componentes Integração de Softwares Gerência e controle do domínio como um todo Permissões, autenticação, etc Implantação e execução (grid, cloud) Visualização em tempo real do estado de aplicações / composições Monitoração e métricas de recursos e dados Diagnósticos Reconfiguração manual ou automática do domínio, tanto pelas aplicações como pelo administrador Qualidade de serviço Tolerância a falhas Outras

9 Versão 3 – fevereiro/2014 SCS Modelo SCS – Inspirado em COM e CCM Com intuito de ser menor e mais simples – Suporte a Java, C++, C# e Lua – Componentes SCS são compostos por: Facetas ‒ Interfaces providas por um componente Receptáculos ‒ Dependências (remotas) de um componente Conexões entre facetas e receptáculos Identificador do componente

10 Versão 3 – fevereiro/2014 Componente SCS

11 Versão 3 – fevereiro/2014 Interfaces definidas em IDL Exportam as funcionalidades de um componente no ambiente CORBA Podem ser vistas como serviços Facetas básicas, presentes em todos os componentes SCS: – IComponent – IReceptacles – IMetaInterface – Existem implementações padrão mas podem ser substituídas por outras do usuário Usuário define facetas adicionais Facetas

12 Versão 3 – fevereiro/2014 Conjunto de dependências remotas de um componente Definidos por interfaces IDL das quais o componente depende Podem requerer apenas uma conexão ou suportar várias NÃO são objetos remotos – Acessíveis apenas localmente – Manipulados remotamente através da faceta IReceptacles Receptáculos

13 Versão 3 – fevereiro/2014 Permitem o fácil acesso a objetos remotos, que implementem interfaces necessárias ao funcionamento do componente (dependências) Compatibilidade com outros sistemas – Suportam quaisquer objetos CORBA, não somente facetas SCS Conexões

14 Versão 3 – fevereiro/2014 Visão de um componente

15 Versão 3 – fevereiro/2014 Visão de componentes conectados

16 Versão 3 – fevereiro/2014 – Visão distribuída de um componente – Em um ambiente distribuído (CORBA), existe apenas o que está no contrato da IDL (scs.idl) – O componente é essencialmente o conjunto das facetas IComponent, IReceptacles, IMetaInterface e facetas adicionais – NÃO existe uma “caixa” que agrupe essas facetas em um bloco, representando o componente como um todo – A faceta IComponent é o que mais se aproxima de representar o componente – Receptáculos não existem de fato, e são manuseados apenas através da faceta IReceptacles – Não importa a linguagem de implementação – Visão local de um componente – Referente a uma implementação específica em uma linguagem específica – Dependendo da implementação, pode existir um objeto ou estrutura que represente o componente como um todo – Facetas são objetos CORBA registrados em um ORB local – Receptáculos são estruturas locais, concretas, que podem ser manipuladas diretamente, não necessariamente através da faceta IReceptacles O que é de fato um componente SCS?

17 Versão 3 – fevereiro/2014 A IDL do SCS Define os tipos e as facetas básicas para a criação de componentes SCS (ver site ou pacote para a IDL completa) module scs { module core {... }; // core }; // scs

18 Versão 3 – fevereiro/2014 IComponent

19 Versão 3 – fevereiro/2014 Estrutura utilizada para identificar um componente Similar a uma definição de tipo Não existe checagem por parte do SCS pois o mesmo não define um domínio struct ComponentId { /** O nome identificador do componente. */ string name; /** O número principal da versão. */ octet major_version; /** O número secundário da versão. */ octet minor_version; /** O número de revisão da versão. */ octet patch_version; /** A especificação da plataforma necessária para o funcionamento do componente. */ string platform_spec; }; Identificador de um Componente

20 Versão 3 – fevereiro/2014 IComponent – Representação básica do componente no ambiente distribuído – Ciclo de vida – Porta de acesso a outras facetas Por nome ou interface – Obtenção do identificador do componente interface IComponent { void startup() raises (StartupFailed); void shutdown() raises (ShutdownFailed); Object getFacet (in string facet_interface); Object getFacetByName (in string facet); ComponentId getComponentId (); }; Facetas básicas

21 Versão 3 – fevereiro/2014 Ativa o componente, em termos do seu funcionamento como uma aplicação distribuída NÃO é um “construtor” do componente Exemplo: testar se conexões necessárias para seu funcionamento foram realizadas Noção de “tempo de configuração” Pode lançar as exceções: StartupFailed caso haja algum problema na execução do método ou alguma condição necessária não tenha sido verificada interface IComponent { void startup() raises (StartupFailed); void shutdown() raises (ShutdownFailed); Object getFacet (in string facet_interface); Object getFacetByName (in string facet); ComponentId getComponentId (); Facetas básicas

22 Versão 3 – fevereiro/2014 Desativa o componente, em termos do seu funcionamento como uma aplicação distribuída NÃO é um “destrutor” Não necessariamente finaliza o componente Pode lançar as exceções: ShutdownFailed caso haja algum problema na execução do método interface IComponent { void startup() raises (StartupFailed); void shutdown() raises (ShutdownFailed); Object getFacet (in string facet_interface); Object getFacetByName (in string facet); ComponentId getComponentId (); Facetas básicas

23 Versão 3 – fevereiro/2014 O parâmetro recebido é uma string no formato de um repositoryId de CORBA, com a interface desejada Retorna uma faceta que implemente a interface CORBA especificada pelo parâmetro facet_interface, se houver Caso exista mais de uma faceta que implemente essa interface, qualquer uma pode ser retornada interface IComponent { void startup() raises (StartupFailed); void shutdown() raises (ShutdownFailed); Object getFacet (in string facet_interface); Object getFacetByName (in string facet); ComponentId getComponentId (); Facetas básicas

24 Versão 3 – fevereiro/2014 Retorna a faceta especificada pelo nome O parâmetro é uma string que atua como identificador único para uma faceta, dentro daquela instância de componente Desta forma, haverá apenas uma (ou nenhuma) faceta a ser retornada interface IComponent { void startup() raises (StartupFailed); void shutdown() raises (ShutdownFailed); Object getFacet (in string facet_interface); Object getFacetByName (in string facet); ComponentId getComponentId (); Facetas básicas

25 Versão 3 – fevereiro/2014 Retorna o identificador do componente interface IComponent { void startup() raises (StartupFailed); void shutdown() raises (ShutdownFailed); Object getFacet (in string facet_interface); Object getFacetByName (in string facet); ComponentId getComponentId (); Facetas básicas

26 Versão 3 – fevereiro/2014 IReceptacles

27 Versão 3 – fevereiro/2014 Identificador de uma Conexão Identificador único de uma conexão, dentro de uma instância de componente específica O identificador é compartilhado entre todos os receptáculos do componente /** Número identificador da conexão. */ typedef unsigned long ConnectionId;

28 Versão 3 – fevereiro/2014 Estrutura que contém todos os dados sobre uma conexão Identificador único da conexão Referência para uma faceta que implemente a interface esperada pelo receptáculo dono dessa conexão struct ConnectionDescription { /** Identificador da conexão. */ ConnectionId id; /** Referência para o objeto remoto. */ Object objref; }; Descrição de uma Conexão

29 Versão 3 – fevereiro/2014 Faceta IReceptacles IReceptacles – Gerenciamento de receptáculos (dependências remotas) – Facilita a conexão e descoberta das dependências remotas de um componente – Manipula as dependências remotas de um componente, a serem supridas em tempo de configuração ou de execução interface IReceptacles { ConnectionId connect (in string receptacle, in Object obj) raises (InvalidName, InvalidConnection, AlreadyConnected, ExceededConnectionLimit); void disconnect (in ConnectionId id) raises (InvalidConnection, NoConnection); ConnectionDescriptions getConnections (in string receptacle) raises (InvalidName); };

30 Versão 3 – fevereiro/2014 Conecta um objeto remoto a um receptáculo, caso o objeto implemente a interface esperada pelo receptáculo Gera internamente uma ConnectionDescription e retorna o identificador ConnectionId gerado interface IReceptacles { ConnectionId connect (in string receptacle, in Object obj) raises (InvalidName, InvalidConnection, AlreadyConnected, ExceededConnectionLimit); void disconnect (in ConnectionId id) raises (InvalidConnection, NoConnection); ConnectionDescriptions getConnections (in string receptacle) raises (InvalidName); }; Faceta IReceptacles

31 Versão 3 – fevereiro/2014 Pode lançar as exceções: InvalidName caso não exista um receptáculo com o nome fornecido InvalidConnection caso o objeto seja inválido ou não implemente a interface esperada AlreadyConnected caso o receptáculo aceite apenas uma conexão e essa já esteja preenchida ExceededConnectionLimit caso o limite de conexões tenha sido atingido em um receptáculo múltiplo interface IReceptacles { ConnectionId connect (in string receptacle, in Object obj) raises (InvalidName, InvalidConnection, AlreadyConnected, ExceededConnectionLimit); void disconnect (in ConnectionId id) raises (InvalidConnection, NoConnection); ConnectionDescriptions getConnections (in string receptacle) raises (InvalidName); }; Faceta IReceptacles

32 Versão 3 – fevereiro/2014 Desfaz uma conexão, a partir do identificador Pode lançar as exceções: InvalidConnection caso o identificador fornecido seja inválido NoConnection caso a conexão especificada não exista interface IReceptacles { ConnectionId connect (in string receptacle, in Object obj) raises (InvalidName, InvalidConnection, AlreadyConnected, ExceededConnectionLimit); void disconnect (in ConnectionId id) raises (InvalidConnection, NoConnection); ConnectionDescriptions getConnections (in string receptacle) raises (InvalidName); }; Faceta IReceptacles

33 Versão 3 – fevereiro/2014 Retorna as descrições de conexões de um receptáculo específico Pode lançar as exceções: InvalidName caso o receptáculo fornecido não exista interface IReceptacles { ConnectionId connect (in string receptacle, in Object obj) raises (InvalidName, InvalidConnection, AlreadyConnected, ExceededConnectionLimit); void disconnect (in ConnectionId id) raises (InvalidConnection, NoConnection); ConnectionDescriptions getConnections (in string receptacle) raises (InvalidName); }; Faceta IReceptacles

34 Versão 3 – fevereiro/2014 IMetaInterface

35 Versão 3 – fevereiro/2014 Descritor de uma faceta Nome que atua como identificador único da faceta dentro de uma instância específica de componente Interface que a faceta implementa, no formato de um RepositoryId de CORBA Formato “IDL:modulo/interface:versão” Referência CORBA para a faceta struct FacetDescription { /** O nome identificador da faceta. */ string name; /** O número principal da versão. */ string interface_name; /** O número secundário da versão. */ Object facet_ref; }; Descrição de uma Faceta

36 Versão 3 – fevereiro/2014 Descritor de uma faceta Nome que atua como identificador único do receptáculo dentro de uma instância específica de componente Interface esperada pelo receptáculo, no formato de um RepositoryId de CORBA Configuração como receptáculo simples ou múltiplo Sequência de descrições de conexões, que mantém todas as conexões feitas ao receptáculo. Geradas automaticamente no processo de conexão struct ReceptacleDescription { /** O nome identificador do receptáculo. */ string name; /** O número principal da versão. */ string interface_name; /** Define se o receptáculo aceita uma ou múltiplas conexões. */ boolean is_multiplex; /** Conexões mantidas pelo receptáculo. */ ConnectionDescriptions connections; }; Descrição de um Receptáculo

37 Versão 3 – fevereiro/2014 Faceta IMetaInterface IMetaInterface – Suporte a reflexão Acesso a metadados referentes ao conjunto de facetas Acesso a metadados referentes ao conjunto de receptáculos interface IMetaInterface { FacetDescriptions getFacets(); FacetDescriptions getFacetsByName(in NameList names) raises (InvalidName); ReceptacleDescriptions getReceptacles(); ReceptacleDescriptions getReceptaclesByName(in NameList names) raises (InvalidName); };

38 Versão 3 – fevereiro/2014 Retorna o conjunto das descrições de facetas do componente interface IMetaInterface { FacetDescriptions getFacets(); FacetDescriptions getFacetsByName(in NameList names) raises (InvalidName); ReceptacleDescriptions getReceptacles(); ReceptacleDescriptions getReceptaclesByName(in NameList names) raises (InvalidName); }; Faceta IMetaInterface

39 Versão 3 – fevereiro/2014 Retorna um subconjunto das descrições de facetas do componente, especificado por uma lista de nomes fornecida A lista de nomes é composta de nomes de facetas, não interfaces Pode lançar as exceções: InvalidName caso algum dos nomes não seja um nome de faceta existente interface IMetaInterface { FacetDescriptions getFacets(); FacetDescriptions getFacetsByName(in NameList names) raises (InvalidName); ReceptacleDescriptions getReceptacles(); ReceptacleDescriptions getReceptaclesByName(in NameList names) raises (InvalidName); }; Faceta IMetaInterface

40 Versão 3 – fevereiro/2014 Retorna o conjunto das descrições de receptáculos do componente interface IMetaInterface { FacetDescriptions getFacets(); FacetDescriptions getFacetsByName(in NameList names) raises (InvalidName); ReceptacleDescriptions getReceptacles(); ReceptacleDescriptions getReceptaclesByName(in NameList names) raises (InvalidName); }; Faceta IMetaInterface

41 Versão 3 – fevereiro/2014 Retorna um subconjunto das descrições de receptáculos do componente, especificado por uma lista de nomes fornecida A lista de nomes é composta de nomes de receptáculos, não interfaces Pode lançar as exceções: InvalidName caso algum dos nomes não seja um nome de receptáculo existente interface IMetaInterface { FacetDescriptions getFacets(); FacetDescriptions getFacetsByName(in NameList names) raises (InvalidName); ReceptacleDescriptions getReceptacles(); ReceptacleDescriptions getReceptaclesByName(in NameList names) raises (InvalidName); }; Faceta IMetaInterface

42 Versão 3 – fevereiro/2014 Site público do SCS http://www.tecgraf.puc-rio.br/scs COM http://www.microsoft.com/com/default.mspx CCM http://www.omg.org/technology/documents/corba_spec_catalog.htm#CCM Referências


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