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Superior 1. 2 Classificada em aguda ou crônica Inflamação dos seios paranasais Aguda quando de início rápido e resolvida com tto Crônica quando sintomas.

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1 Superior 1

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3 Classificada em aguda ou crônica Inflamação dos seios paranasais Aguda quando de início rápido e resolvida com tto Crônica quando sintomas duram mais de 3 meses Geralmente sucede uma infecção do trato respiratório superior 3

4 4

5 Dor facial Obstrução nasal Fadiga Febre Cefaléia Diminuição no olfato Otalgia Tosse agravada em decúbito dorsal Rouquidão crônica Congestão nasal 5

6 História clínica Raio X Tomografia computadorizada Swab seios paranasais 6

7 Meningite Abscesso cerebral Infarto cerebral isquêmico Osteomielite Encefalite 7

8 Tem como meta tratar a infecção, diminuir edema da mucosa nasal e aliviar a dor. Antibioticoterapia Descongestionantes nasais Antihistamínicos Irrigação com soro fisiológico Cirurgia 8

9 Ensinar o auto cuidado aos pacientes: Umidificação do ar em casa Aumento de ingesta de líquidos Inalação de vapor Compressas quentes Orientar evitar natação, mergulho, fumo Orientar sobre congestão de rechaço Cuidados de higiene Conhecimento dos sinais de alerta 9

10 Correção de septos desviados Retirada e cauterização de pólipos Drenagem seios paranasais 10

11 Inflamação súbita da faringe Mais comum em adolescentes e adultos jovens Viral ou bacteriana Complicações: sinusite, otite, pneumonia, febre reumática, nefrite 11

12 Membrana faríngea e tonsilas avermelhadas Linfonodos cervicais aumentados e dolorosos Febre Mal estar Dor de garganta Vômito, anorexia, erupção escarlatiniforme com urticária (estreptococo A) 12

13 13

14 Antibioticoterapia Analgésicos Dieta branda Líquidos gelados 14

15 Viral: sintomáticos Bacteriana: administração correta do antibiótico Repouso no leito Exame pele Orientar gargarejos com soro fisiológico morno 15

16 Infecção das tonsilas e adenóides Mais comum em crianças Estreptococo A maior agente causador 16

17 TONSILITE Dor de garganta Febre Roncos Dificuldade de deglutição ADENOIDITE Respiração bucal Otalgia Drenagem auditiva Obstrução nasal 17

18 18

19 Aumento ingesta líquida Analgésicos Gargarejos Antibióticos Cirurgia (tonsilectomia e adenoidectomia) 19

20 CUIDADOS PÓS OPERATÓRIOS Posicionar paciente com cabeça lateralizada Compressas frias no pescoço Atenção à hemorragia, febre, dor intensa Instruí-lo para evitar conversar e tossir Alimentos frios e de fácil deglutição 20

21 21 ABSCESSO PERITONSILAR

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23 Inflamação e irritação da mucosa do nariz Aguda ou crônica Não alérgica ou alérgica Sazonal ou perene Causas: alteração da temperatura, umidade, odores,infecção,drogas, descongestionantes,corpo estranho, resfriado comum 23

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25 Rinorréia Congestão nasal Secreção nasal Espirros Prurido do nariz, palato, garganta, olhos e ouvidos Cefaléia 25

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27 Medicamentos sintomáticos Antihistamínicos Descongestionantes nasais Lavagem cavidade nasal Antibióticos Encaminhamento ao otorrinolaringologista 27

28 Evitar ou reduzir exposição aos alérgenos e irritantes Salientar o não uso de descongestionantes sem prescrição Manter narinas limpas Orientar higiene mãos Vacina influenza 28


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