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U F C PSICOPATOLOGIA E DIAGNÓSTICO PSIQUIÁTRICO: A POSIÇÃO DA A.C. Ant. Maia Olsen do Vale Mestre em Saúde Pública

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1 U F C PSICOPATOLOGIA E DIAGNÓSTICO PSIQUIÁTRICO: A POSIÇÃO DA A.C. Ant. Maia Olsen do Vale Mestre em Saúde Pública

2 O Termo Psicopatologia Tanto os comportamentos chamados normais quanto os anormais ou patológicos são regidos pelos mesmos princípios de seleção por consequências. Tanto os comportamentos chamados normais quanto os anormais ou patológicos são regidos pelos mesmos princípios de seleção por consequências. O termo psico faz referência a uma entidade/local metafísico, no caso a psiquê, que não está de acordo com uma concepção monista de homem. O termo psico faz referência a uma entidade/local metafísico, no caso a psiquê, que não está de acordo com uma concepção monista de homem. O PROBLEMA DO DIAGNÓSTICO

3 O termo sintoma, como colocado pelo modelo médico mecânico, não faz sentido em um modelo de seleção por consequências. Os chamados sintomas ocorrem por terem uma função, ou são uma impossibilidade biológica e/ou social para agir, e não são efeitos de algo. O termo sintoma, como colocado pelo modelo médico mecânico, não faz sentido em um modelo de seleção por consequências. Os chamados sintomas ocorrem por terem uma função, ou são uma impossibilidade biológica e/ou social para agir, e não são efeitos de algo. Realizar diagnósticos com base na identificação de sintomas, com a finalidade de identificar uma entidade ou estrutura psicopatológica metafísica que é a causa destes sintomas não é a proposta da Terapia Analítico Comportamental.

4 O PROBLEMA DO DIAGNÓSTICO Rapaz de 27 anos procura terapia para lidar com problemas de relacionamento com esposa alcoolista. Durante a quinta sessão relata que de vez em quando em situações de tédio arranca os fios de cabelo de forma ritualizada (caso fictício) O diagnóstico pelos manuais classificatórios explica algo? Ou apenas nomeia uma topografia de respostas? Será que ele é útil para a explicação do comportamento?

5 O PROBLEMA DO DIAGNÓSTICO Duas pessoas com o mesmo diagnóstico pela CID-10 muito provavelmente, apesar de terem respostas semelhantes, serão tão diferentes em suas histórias de vida e, conseqüentemente, na funcionalidade de suas respostas, que não tem utilidade o diagnóstico para a condução clínica do caso. Duas pessoas com o mesmo diagnóstico pela CID-10 muito provavelmente, apesar de terem respostas semelhantes, serão tão diferentes em suas histórias de vida e, conseqüentemente, na funcionalidade de suas respostas, que não tem utilidade o diagnóstico para a condução clínica do caso.

6 O PROBLEMA DO DIAGNÓSTICO Os diagnósticos podem, no máximo, serem entendidos como rótulos (nomes) de uma categoria (grupo) de respostas. Rotulação esta feita apenas com a topografia (forma) das respostas. Os diagnósticos podem, no máximo, serem entendidos como rótulos (nomes) de uma categoria (grupo) de respostas. Rotulação esta feita apenas com a topografia (forma) das respostas. Um dos riscos é criar um erro de categoria, e transformar um conceito abstrato em entidade psíquica causal (mentalismo). Um dos riscos é criar um erro de categoria, e transformar um conceito abstrato em entidade psíquica causal (mentalismo). Fruta Fobia Fruta Fobia UvaMaçãBananaUvaMaçãBanana Evitar lugares altos Ansiedade em alturas Evitar aeroportos Evitar lugares altos Ansiedade em alturas Evitar aeroportos

7 O PROBLEMA DO DIAGNÓSTICO Análise idiográfica X Análise nomotética

8 O PROBLEMA DO DIAGNÓSTICO InternalismoXExternalismo (...) não há nada de errado em uma explicação interior, como tal, mas os eventos que se localizam no interior de um sistema tendem a ser difícieis de observar. Por esta razão, é fácil conferir-lhe propriedades sem justificação. Pior ainda, é possível inventar-se causa desta espécie sem medo de contradição. Skinner (1953/2000, p. 28)

9 O PROBLEMA DO DIAGNÓSTICO O uso ou não da CID-10 entre terapeutas comportamentais em geral não é consenso. Alguns usam o diagnóstico para: O uso ou não da CID-10 entre terapeutas comportamentais em geral não é consenso. Alguns usam o diagnóstico para: facilitar a comunicação interdisciplinar. facilitar a comunicação interdisciplinar. realizar estudos epidemiológicos. realizar estudos epidemiológicos. agrupar estudos de caso com a mesma temática. agrupar estudos de caso com a mesma temática. pesquisa sobre base biológica de alguns transtornos. pesquisa sobre base biológica de alguns transtornos. pesquisas transculturais. pesquisas transculturais.


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