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1. Imunologia Biologia dos linfócitos – Reconhecimento do próprio x não próprio (self x non-self) – Reconhecimento celular – Organização gênica 2 Folclore.

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2 Imunologia Biologia dos linfócitos – Reconhecimento do próprio x não próprio (self x non-self) – Reconhecimento celular – Organização gênica 2 Folclore Antigo Ciência Moderna

3 The Plague at Ashdod Nicolas Poussin, 1630 Musée du Louvre, Paris 3

4 História da Imunologia Aqueles que sentiam mais pena pelos doentes e pelos que morriam eram aqueles que haviam tido a praga eles próprios e não haviam morrido dela.....eles se sentiam seguros, uma vez que ninguém adquiriu a mesma doença duas vezes, ou, se adquiriu, o segundo ataque nunca foi fatal. Estas pessoas se sentiam afortunadas e imaginavam que elas poderiam nunca morrer de nenhuma outra doença no futuro. Tucídides, A guerra do Peloponeso, 430 a.C. 4

5 História da Imunologia 5

6 6 Edward Jenner ( médico inglês) – inoculou numa criança com 08 anos (Phillip) material de pústula de vaccínia – varíola das vacas Vaccínia- derivado de vacas- vacina

7 HISTÓRIA DA IMUNOLOGIA Robert Kock - Teoria dos Microorganismos

8 HISTÓRIA DA IMUNOLOGIA Louis Pasteur Bactérias que causam cólera em galinhas Vacinas atenuadas contra cólera, antrax e raiva 8

9 – Vacinação de Joseph Meister – Por Pauster

10 HISTÓRIA DA IMUNOLOGIA Elie Metchnikoff 1883 Teoria dos fagócitos Fagocitose Imunidade celular 10

11 HISTÓRIA DA IMUNOLOGIA Behring e Kitasato 1890 Antitoxina da difteria Imunidade humoral 11

12 HISTÓRIA DA IMUNOLOGIA Paul Ehrlich 1898 Primeira teoria de formação da especificidade dos anticorpos (Teoria da cadeia lateral) 12

13 Teoria da Cadeia Lateral – Ehrlich O microrganismo se ligava a receptores pré-formados em células, levando então essa célula a produzir mais receptores (anticorpos), portanto a especificidade era determinada antes do encontro com o patógeno. 13

14 Teoria da Cadeia Lateral – Ehrlich Prof. Aguinaldo R. Pinto14

15 HISTÓRIA DA IMUNOLOGIA Karl Landsteiner 1900 Grupos sanguíneos Anticorpos naturais Transfusão sanguínea 15

16 HISTÓRIA DA IMUNOLOGIA Burnet Teoria da Seleção Clonal: linfócitos existem antes do contato com o antígeno e são específicos 16

17 HISTÓRIA DA IMUNOLOGIA Zinkernagel 1974 descoberta da especificidade das respostas imunes mediadas por células T (restrição das células T) 17

18 HISTÓRIA DA IMUNOLOGIA Tonegawa 1978 descoberta do mecanismo genético (recombinação somática) que produz a imensa variabilidade das imunoglobulinas 18

19 Prof. Aguinaldo R. Pinto19

20 Imunologia É o estudo do sistema imune (SI) e dos mecanismos que os seres humanos e outros animais usam para defender seus corpos da invasão de microorganimos 20

21 Introdução Imunidade = resistência a infecções latim immunis (Senado romano) Células, tecidos e moléculas que medeiam resistência = sistema imune Reação coordenada destas = a resposta imune. 21

22 Introdução Imunologia = estudo do SI e suas respostas. – Idéia simples: o sistema imune é para prevenir infecções e erradicar infecções estabelecidas. 22

23 Introdução SI se baseia no reconhecimento do self x non-self Este reconhecimento também tem sido observado em outros sitemas – Colônias de esponjas – Polinização 23

24 Por que é importante? O SI é essencial à vida: – A falta ou deficiência dele levam à doença ou morte 24

25 Células do Sistema Imune

26 Células Linfócitos NK Células Dendríticas Macrófagos e Monócitos Neutrófilos Eosinófilos Mastócitos Basófilos

27 Linfócitos São as únicas células com receptores específicos para antígenos – Chaves da imunidade adaptável. Morfologicamente semelhantes – São heterogêneos em: Linhagem Funcionamento Fenótipo Capacidade de respostas e atividades biológicas complexas e atividades.

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30 Linfócitos B São as únicas células capazes de produzir anticorpos – Imunidade humoral. Expressão de ac de sup – Receptores que reconhecem antígenos » Antígenos solúveis e antígenos na superfície de microorganismo e outras células » Ativação celular » Resposta imune humoral.

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32 Linfócito T Imunidade Celular – Receptores reconhecem fragmentos de peptídeos de Ag Ligados a major histocompatibility complex ou complexo de histocompatibilidade principal (MHC). – T CD4+ = helper ou auxiliares Ajudam B a produzir anticorpos Fagócitos a destruir microorganismos fagocitados – T CD8+ = citotóxicos ou citolíticos Destroem células que abrigam microrganismos intracelulares

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36 Linfócitos NK NK = Natural Killer ou assassina natural – Mediadores de imunidade inata – Não expressam receptores de antígeno como as células B ou células T. – Importante contra vírus e tumores

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38 Células Apresentadoras de Antígenos ou Antigen Presenting Cells -APCs Portas de entrada para microrganismos – a pele, área gastrointestinal e área respiratória, Contêm células especializadas localizadas abaixo do epitélio que captura Ag e os transporta para tecidos linfóides. – Células dendríticas e macrófagos

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40 Células Dendríticas A função de APC é melhor representada pelas células dendríticas – Nome por causa dos processos dendríticos longos. – Capturam ag protéicos – Exibem partes dos Ags para os linfócitos T Pele: células de Langerhans

41 Macrófago

42 Macrófagos Célula grande com vacúolos citoplasmáticos Apresenta diferentes nomes, de acordo com o tecido Presente em tecidos saudáveis Fagocitose Apresentação de antígenos

43 Macrófago + pseudopodes

44 macrófago interagindo com vários linfócitos

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47 Leucócitos Polimorfonucleares ou granulócitos Possuem inúmeros grânulos no citoplasma Núcleo irregular – Neutrófilos Menor que o macrófago, não presente em tecidos saudáveis Fagocitose – Eosinófilos Defesa contra parasitas e vermes – Mastócitos/Basófilos Alergias

48 Núcleo bilobado/reniforme Núcleo multilobulado Núcleo em forma de ferradura

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50 Hematopoiese

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52 Marcadores celulares Células separadas por proteínas de superfície – A nomenclatura standard é o " CD " (cluster of differentiation = agrupamento de diferenciação) A designação numérica que é usada para delinear proteínas de superfície que definem uma fase de diferenciação de célula e são reconhecidas por um agrupamento ou grupo de anticorpos.

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54 DÚVIDAS? ?

55 Órgãos e Tecidos do Sistema Imune

56 Órgãos Linfóides Órgãos linfóides primários ou centrais – Maturação de linfócitos (TCR e BCR) Timo e medula óssea Órgãos linfóides secundários ou periféricos – Resposta imune Baço, linfonodos, placas de Peyer. Amigdala, etc

57 Timo Bilobulado – Cada lobo se divide em múltiplos lóbulos, e cada lóbulo é dividido em córtex e medula Mediastino anterior Maturação de linfócitos T

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61 Timo Seleção tímica – CD4 ou CD8 Maturação de linfócitos T principalmente no período fetal e depois do nascimento % dos timócitos entram em apoptose Ausência de Timo: falta de células T

62 Órgãos Linfóides Periféricos Linfonodos, baço,placas de Peyer e os tecidos linfóides associados a mucosa (BALT, GALT) – Onde os linfócitos encontram os antígenos e onde se inicia a resposta imune – Estes tecidos estão conectados através dos vasos linfáticos - Linfa

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64 Linfonodos Agregados ovóides de tecido linfóide localizados ao longo de canais linfáticos no corpo. – Transporta fluido chamado linfa dos epitélios, tecidos conjuntivos e da maioria do órgãos parenquimatosos é escoado por vasos linfáticos dos tecidos para os linfonodos. – A linfa é uma mistura de substâncias que são absorvido nos epitélios e tecidos.

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66 Linfonodos Região cortical – Folículos primário e secundário Região paracortical Região medular Linf. B Linf. T Plasmócitos

67 A passagem da linfa no linfonodo Como as passagens de linfa por linfonodos resulta: – APCs podem capturar os antígenos de microrganismo que entraram pelos epitélios nos tecidos. – Células dendríticas apanham antígenos de microrganismos do epitélios e transportam estes antígenos para linfonodos pela linfa. O resultado líquido destes processos: – captura, transporte e concentração dos Ags que entram por epitélios ou tecidos colonizados que escoam para os linfonodos.

68 Posição de T e B nos órgãos linfóides Dentro dos órgãos linfóides periférico T e B são segregados em compartimentos anatômicos diferentes – B Concentram-se em folículos, localizados no córtex – Se responderam a um ag » centro germinal. – T Concentram-se fora do córtex na regiâo parafolicular. – Contém células dendríticas

69 Recirculação de linfócitos Linfócitos circulam nos tecidos – Linfócito virgem Órgãos linfóides – Linfócito efetor Locais de infecção – é melhor descrito para T. » T citotóxico em qualquer local de infecção. » B permanecem em órgãos linfóides » não precisam migrar para locais de infecção. » Secretam anticorpos » Ac entram no sangue » Microrganismos de achado e toxinas microbianas na circulação ou tecidos distantes.

70 O baço Órgão abdominal É o principal local de produção de Ac Mesmo papel em respostas imunes para antígeno sanguíneos – Sangue que entra no baço por uma cadeia de canais (sinusóides) forrada de fagócitos. Apanham antígenos e os concentra – células de dendríticas e macrófagos.

71 O baço Polpa branca – Rica em linfócitos Polpa vermelha – Local onde hemácias são removidas

72 No Baço... Linfócitos T em bainha periarteriolar Linfócitos B em folículos linfóides 50% Linf. B 30-40% Linf. T

73 MALT e GALT Sistemas linfóide debaixo dos epitélios da pele, do trato gastro-intestinal e áreas respiratórias – Amígdalas e placas de Peyer são MALT São locais de respostas imunes a antígenos que superam a barreira epitelial

74 OBA, INTERVALO!

75 75 Agora, uma visão geral

76 Imunidade Natural e Adquirida Imunidade do hospedeiro – Defesa inata e adaptativa Inata – Proteção inicial contra infecções Adaptiva – Adaptável – Mais lenta – Resposta recente e mais efetiva. 76

77 Imunidade Inata Imunidade inata = natural ou nativa – Defesa presente em indivíduos saudáveis, desde o nascimento e preparada para bloquear a entrada de micróbios e eliminar micróbios que têm sucesso entrando em tecidos. Imunidade adaptável = específica ou adquirida – Defesa estimulada por microrganismos que invadem tecidos, i.e., adapta à presença de invasores microbianos. 77

78 Imunidade Inata Barreiras epiteliais Antibióticos naturais Se microrganismos quebram barreiras e entram nos tecidos ou circulação... – Natural Killer (NK)/Macrófagos – Proteínas do plasma e sistema de complemento. 78

79 Sistema Imune Adaptativo Consiste de... – Linfócitos e os seus produtos, i.e., anticorpos. – Reconhecem subst diferentes Microbianas ou não – Estas substâncias são chamadas antígenos. – Só ativadas se atravessam barreiras e podem ser reconhecidas. – Geram mecanismos que são especializados para combater tipos diferentes de infecções. Anticorpos -> micróbios em fluidos de extra-celular Linfócitos T ativados -> microorganismos intra-celular. 79

80 Tipos de resposta imune adaptativa – Humoral Ac produzidos por Linfócitos B – Defesa extra-celular – Celular Diversas células e moléculas – Defesa intra-celular 80

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82 Imunidade Humoral Proteínas (anticorpos) produzidas por linfócitos B. – Secretados na circulação e mucosas – Neutralizam e eliminam microorganismos e toxinas microbianas no sangue e no lumen de órgãos mucosos. Funções dos anticorpo... – Impedir que micróbios presentes na mucosa ganhem acesso para colonizar células e tecidos. » Previnem infecções de se estabelecer. 82

83 83 Anticorpo

84 Imunidade Celular Anticorpos não têm acesso a microrganismos que vivem e dividem dentro de células infectadas. Defesa contra tais microrganismos é chamada imunidade celular Mediada por linfócitos T. – Linfócitos T... Ativam fagócitos para destruir microorganismos Citotóxico matam células que estão abrigando microorganismos infecciosos no citoplasma. 84

85 Imunidade Adquirida Ativa e Passiva (imunidade ativa). Imunidade pode ser induzida em um indivíduo por infecção ou vacinação (imunidade ativa). (imunidade passiva). Ou conferida a um indivíduo por transferência de anticorpos ou linfócitos de um indivíduo ativamente imunizado (imunidade passiva). 85

86 Imunidade Ativa Um indivíduo exposto monta uma resposta ativa e desenvolve resistência. – É dito que o indivíduo é imune, em contraste ao indivíduo virgem. Iremos ver principalmente mecanismos de imunidade ativa. 86

87 Imunidade Passiva Um indivíduo virgem, recipiente de céls ou mols, combate uma infecção. Imunidade passiva é útil... – para conferir imunidade rapidamente, mesmo antes de montar uma resposta ativa Não induz resistência duradoura a infecção. – Natural » Ac maternos (leite e placenta) – Não natural » Tratamentos médicos 87

88 Propiedades da Resposta Imune Adaptativa Especificidade Discriminação entre o próprio e o não-próprio Memória 88

89 Especificidade O SI potencial p/ distinguir um bilhão de ag diferentes ou porções. – Exposição anterior para um antígeno não modifica a resposta para outro. Especificidade = especificidade de linfócito = repertório de linfócitos. 89

90 Memória Propriedade compartilhada com o Sistema Nervoso, é a capacidade de recordar um contato prévio com uma molécula e responder a este novo contato de forma mais rápida e ampla. 90

91 Memória Imunológica Memória imunológica… – Aperfeiçoa a habilidade do SI p/ combater infecções persistentes e reincidentes Ativa céls de memória previamente geradas. Cada encontro gera + céls de memória. – Razões porque vacinas e/ou infecções conferem proteção longa e duradoura. 91

92 Fases da resposta imune Reconhecimento de antígeno Ativação de linfócitos Eliminação do antígeno Declínio Memória 92

93 Teoria da Seleção Clonal Linf. T e B de diferentes especificades existem antes do contato com o antígeno Presença de receptores específicos Cada linfócito apresenta receptor contra um antígeno específico Após ligação com antígeno, o linfócito entra num processo de ativação Linf. Auto-reativos são eliminados 93

94 Prof. Aguinaldo R. Pinto94 CANSEI!


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