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ESTUDO DA ASSOCIAÇÃO ENTRE A DENSIDADE MINERAL ÓSSEA E O PERFIL LIPÊMICO EM MULHERES COM OSTEOPOROSE E/OU OSTEOPENIA ATENDIDAS NA CLÍNICA DE FISIOTERAPIA.

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1 ESTUDO DA ASSOCIAÇÃO ENTRE A DENSIDADE MINERAL ÓSSEA E O PERFIL LIPÊMICO EM MULHERES COM OSTEOPOROSE E/OU OSTEOPENIA ATENDIDAS NA CLÍNICA DE FISIOTERAPIA DA UNISUL. Área de conhecimento: Ciências da Saúde Alessandra Brunel Paes (Art. 170). Fisioterapia, Tubarão. Orientador: Professor Dr. Marcos de Oliveira Machado Resultados Conclusões A média de idade foi de 60 anos, variando o tempo de menopausa entre três e 30 anos, sendo que 62% apresentaram osteopenia e 37,5% osteoporose (tabela 1). Os valores de DMO do fêmur e da coluna se correlacionaram positivamente (dados não mostrados) demonstrando que a perda de material ósseo ocorre progressivamente em ambas as regiões. A média de DMO na coluna região L1L4 foi significativamente diferente (p<0,05) entre os valores estratificados segundo os níveis de LDL-c (tabela 2) e colesterol total (tabela 3). As demais variáveis não apresentaram diferenças estatisticamente significativas. Conclui-se que, apesar de algumas variáveis do perfil lipídico apresentar associação estatisticamente significativa com a massa óssea, os dados são contraditórios ao da maioria da literatura. Os valores de DMO da coluna foram maiores nas pacientes que apresentaram um perfil lipídico de menor risco para as doenças cardiovasculares. Isso sugere que mais estudos sejam realizados para investigar a relação do perfil lipídico e a osteoporose e ou osteopenia. Bibliografia Majima, T. et al. Increased Bone Turnover in Patients with Hypercholesterolemia. Endocrine journal, 55 (1), , Zabaglia, S.F.C. et al. Estudo exploratório da associação entre o perfil lipídico e a densidade mineral óssea em mulheres menopausadas, em hospital de referência em Campinas. Cad. Saúde pública, Rio de janeiro, 14 (4): , Parhami, F. et al. Atherogenic diet and minimally oxidized low density lipoprotein inhibit ostogenic and promote adipogenic differentiation of marrow stromal cells. J bone Miner Res 14: , VIEIRA, J.G. Considerações sobre os marcadores bioquímicos do metabolismo ósseo e sua utilidade prática. Arq Bras Endocrinol Metabol 1999;43: Apoio Financeiro: Unisul Dados da População de estudo Mulheres (n)16 Idade (média)60,47 Osteopenia (%)62,5 Osteoporose(%)37,5 Menopausa (anos) (minima - máxima) Densitometria coluna L1-L4 (média± DP)-2,06±1,37 Densitometria femur (média± DP)-1,39±0,66 P.A. Sistólica mmHg (média± DP)124,21±12,16 P.A. Diastólica mmHg (média± DP)74,21±9,01 Colesterol Total mg/dL (média± DP)189,2±54,90 HDL-C mg/dL (média± DP)59,5±15,27 LDL-C mg/dL (média± DP)128,6±32,99 TG mg/dL ( média± DP)153,3±64,35 IMC (média± DP)27,02±5,04 Localização LDL-C (mg/dL) P* <100 (ótimo) N= (limítrofe)N=5 >160 (elevado) N=4 média DP média DPmédiaDP Femur1,09 0,89 1,44 0,490,970,580,377 Coluna L1L4 2,49 0,32 2,41 1,102,300,4580,01* Tabela 2- Média e D. P. da densidade mineral óssea em diferentes localizações segundo os valores estratificados do LDL colesterol LocalizaçãoColesterol Total (mg/dL)P* <200 (desejável)N= (limítrofe)N=6 >240 (elevado)N=2 médiaDPmédiaDPmédiaDP Femur1,180,881,280,340,70,840,067 Coluna L1L42,490,292,381,022,200,070,00* Tabela 3- Média e D. P. da densidade mineral óssea em diferentes localizações segundo os valores estratificados do colesterol total Quadro 1- Características demográficas da população estudada Introdução A osteoporose é uma doença sistêmica do esqueleto caracterizada por uma massa óssea baixa e por uma deterioração micro arquitetônica do tecido ósseo, o que resulta no aumento da fragilidade óssea e conseqüente aumento do risco de fratura. É uma doença lenta e silenciosa, pois é assintomática, com isso, muitas vezes só é diagnosticada após ocorrer fraturas (Lanzillotti, 2003; Rang, et al, 2007). A osteoporose e a osteopenia são mundialmente consideradas como um dos principais problemas de saúde pública, sendo a resistência óssea definida como uma combinação entre qualidade óssea e densidade mineral óssea. A prevalência de osteoporose e osteopenia com a incidência de fraturas varia de acordo com o sexo e a raça. As mulheres brancas na pós-menopausa apresentam maior incidência a fraturas. Estudos realizados no Brasil evidenciam incidência similar, especialmente na população branca. Com Base na definição operacional da OMS estima-se que 13% a 18% das mulheres acima de 50 anos e 3 a 6 % de homens acima de 50 anos apresentem osteoporose e ou osteopenia se considerados apenas os valores de da densitometria do Fêmur. Estudos clínicos prévios associaram à osteoporose com arteriosclerose e/ou doenças cardiovasculares, sugerindo a possibilidade de um fator ou mecanismo em comum entre essas doenças (Parhami et al, 1999, Zabaglia et al, 1998). A hipercolesterolemia tem sido proposta como um dos principais candidatos chave nesse mecanismo associativo. Estudos in vitro demonstraram que os lipídios aterogênicos inibem a diferenciação osteoblástica (Zabaglia et al, 1998). A via do mevalonato foi recentemente proposta como essencial não só para a síntese do colesterol, mas também para a regulação da proliferação óssea ou apoptose (Majima et al, 2008). Além disso, estudos com animal modelo encontraram que a hipercolesterolemia promove ações osteoclásticas e reduzem a DMO em camundongos. Todas essas observações sugerem que a hipercolesterolemia pode promover perda óssea, servindo como um marcador bioquímico importante no início ou na progressão da osteoporose. Contudo, as informações dos estudos na literatura que abordam alterações do metabolismo ósseo em pacientes com hipercolesterolemia são obsoletos ou escassos. Alguns estudos clínicos observaram que a hipercolesterolemia aumentava a DMO e outros não. Torna-se importante então verificar se o impacto dos lipídios sobre o metabolismo in vitro ou em modelos animais ocorrem da mesma forma em humanos, além de esclarecer sobre os resultados controversos da literatura sobre essa associação. O nosso estudo verificou a existência de associações entre os marcadores do perfil lipídico e a DMO em pacientes com osteoporose e osteopenia. Objetivos - Avaliar a possível associação entre algumas variáveis sanguíneas do perfil lipídico e a densidade mineral óssea nos pacientes com osteoporose e ou osteopenia atendidos pela Clínica de Fisioterapia da Unisul. - Determinação da concentração dos níveis sanguíneos do colesterol total, triglicerídeos e HDL-c. - Calcular a concentração de LDL-c pela equação de Friedwald. - Compilar os dados referentes à densitometria óssea dos pacientes com osteoporose e/ou osteopenia. - Verificar se o aumento dos níveis sanguíneos de colesterol e LDL-c estão associados com o aumento da perda óssea. Metodologia A População foi composta por pacientes do sexo feminino com osteoporose e/ou osteopenia diagnosticados pela DMO segundo critério da OMS, atendidos pela clínica de Fisioterapia do curso de fisioterapia, da Universidade do Sul de Santa Catarina, Campus Tubarão. Os pacientes que aceitaram participar da pesquisa, e assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido (TCLE) fizeram parte da amostra, e foram excluídos as pacientes histerectomizadas ou portadoras de alguma patologia crônica (ex. hipo ou hipertireoidismo) que utilizaram algum tipo de medicamento que possa influenciar no metabolismo dos lipídios e ósseo. Para a coleta de dados, os indivíduos que aceitaram participar da pesquisa foram conduzidos à Clínica Escola de Fisioterapia da UNISUL, Campus Tubarão e foram submetidos aos seguintes procedimentos: - Coleta dos dados individuais de identificação (idade, sexo, altura, peso, tempo de menopausa) - Coleta de sangue em jejum de horas para análise do perfil lipídico (colesterol total, triglicerídeos, LDL-c e HDL-c). - Coleta dos dados referentes à DMO realizadas pelos pacientes previamente ao estudo. Instrumentos de pesquisa: - Equipamento Bio-plus e kit labtest para medir a concentração plasmática do colesterol total, triglicerídeos e HDL-c. Tratamento dos dados: Os dados (idade e tempo de menopausa) foram tratados com estatística descritiva (média e desvio padrão), teste t de Student, Anova e testes de correlação para os diferentes índices de desvio padrão da DMO e os diferentes níveis sanguíneos dos lipídios dos pacientes.


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