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Médico Perito do INSS Assistente Técnico da Procuradoria Especializada do INSS GEx – Centro RJ Doutor em Oncologia pelo Instituto Nacional de Câncer (

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Apresentação em tema: "Médico Perito do INSS Assistente Técnico da Procuradoria Especializada do INSS GEx – Centro RJ Doutor em Oncologia pelo Instituto Nacional de Câncer ("— Transcrição da apresentação:

1 Médico Perito do INSS Assistente Técnico da Procuradoria Especializada do INSS GEx – Centro RJ Doutor em Oncologia pelo Instituto Nacional de Câncer ( INCA ) Mestre em Cirurgia Geral Abdominal HUCFF – UFRJ Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO) Autor do Manual de Cirurgia Oncológica Editor Chefe da Revista Eletrônica de Cirurgia

2 Mortalidade por Câncer de Mama Brasil

3 Mortalidade por Câncer em Mulheres Brasil

4 Mortalidade por Câncer de Mama Brasil

5 Incidência de Câncer de Mama Brasil

6 Incidência de Câncer de Mama Rio de Janeiro

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8 Mortalidade por Câncer de Mama Brasil

9 Perguntas 1 Quantos segurados estão de BI ( B31 + B32) por C50? E quanto custa isso a previdência social? 2 Qual o período médio, mínimo e máximo de auxilio doença (B31) dos segurados C50? 3 Qual o prazo médio entre o inicio do auxilio doença (B31) e a sugestão de LI (B32)? 4 Qual percentual de auxílios doença (B31) por C50 são transformados em aposentadoria por invalidez (B32)? 5 Qual o prazo médio entre a aposentadoria por invalidez (B32) por C50 e o óbito?

10 Total de BIs Mantidos Atualmente por Tipo de Despacho Superintendência Concessão Normal Concessão com Diligencia (Rd ou Sp) Concessão em Fase Recursal Concessão Decorrente de Ação Judicial Conc. Decorrente Revisão Administrat iva Conc. Base Artigo 27 Inciso II do Rbps Conc. com Base Artigo 35 da Lei 8213/91 Total 1:Superintendência Regional Sudeste I :Superintendência Regional Sudeste II :Superintendência Regional Sul :Superintendência Regional Nordeste :Superintendência Regional Norte/Centro-Oeste Total

11 Quantidade de BIs C AX1 Grupo Filiação Superintendência DesempregadoEmpregadoAutônomoOutrosTotal 1:Superintendência Regional Sudeste I :Superintendência Regional Sudeste II :Superintendência Regional Sul :Superintendência Regional Nordeste :Superintendência Regional Norte/Centro-Oeste Total

12 Quantidade de dias C AX1 Grupo Filiação Superintendência DesempregadoEmpregadoAutônomoOutrosTotal Média dias Média meses 1:Superintendência Regional Sudeste I ,6 2:Superintendência Regional Sudeste II ,4 3:Superintendência Regional Sul ,7 4:Superintendência Regional Nordeste ,2 5:Superintendência Regional Norte/Centro-Oeste ,2 Total ,5

13 Custo C – AX1 Grupo Filiação Superintendência DesempregadoEmpregadoAutônomoOutrosTotal 1:Superintendência Regional Sudeste I R$ ,55R$ ,58R$ ,57R$ ,77R$ ,47 2:Superintendência Regional Sudeste II R$ ,36R$ ,11R$ ,78R$ ,12R$ ,37 3:Superintendência Regional Sul R$ ,27R$ ,37R$ ,03R$ ,15R$ ,82 4:Superintendência Regional Nordeste R$ ,84R$ ,33R$ ,09R$ ,88R$ ,14 5:Superintendência Regional Norte/Centro-Oeste R$ ,19R$ ,91R$ ,01R$ ,86R$ ,97 Total R$ ,21R$ ,30R$ ,48R$ ,78 R$ ,77 Média de R$ 826,00 por AX1

14 Quantidade Total de BIs em manutenção C Grupo Filiação Superintendência Empregado Trabalhador Avulso Empregado Domestico Segurado EspecialAutonomoTotal 1:Superintendência Regional Sudeste I :Superintendência Regional Sudeste II :Superintendência Regional Sul :Superintendência Regional Nordeste :Superintendência Regional Norte/Centro-Oeste Total

15 Total de BIs abertos em 2010 por Tipo de Despacho Superintendência Concessao Normal Concessao em Fase Recursal Concessao Decorrente de Acao Judicial Conc. Decorrente Revisao Administrati va Conc. Base Artigo 27 Inciso Ii do Rbps Conc. com Base Artigo 35 da Lei 8213/91 Total 1:Superintendência Regional Sudeste I :Superintendência Regional Sudeste II :Superintendência Regional Sul :Superintendência Regional Nordeste :Superintendência Regional Norte/Centro-Oeste Total

16 Todos os BIs Autorizados no Estado do Rio de Janeiro desde 2000 Total BIs Óbitos segurados Média 800 dias de BI (27 meses) (D.Ob – DIB) Vivos segurados Média 615 dias (21 meses) (DCB – DIB) 0 – dias B31 – (2.673 óbitos) 22,6% B32 – (1.378 óbitos) 39,7%

17 Incidência Idade 1:5.900 aos 30 anos 1:290 aos 80 anos Maioria após 60 anos

18 Tipo Histológico Carcinoma ductal infiltrante – principal tipo histológico, 75% dos casos de câncer de mama. Carcinoma lobular infiltrante – representa 5% a 10% dos casos Carcinoma ductal in situ – proliferação de células epiteliais confinada aos ductos mamários, sem ultrapassar a membrana basal Carcinoma lobular in situ – proliferação de células epiteliais confinada aos lóbulos mamários

19 O Câncer de Mama Mudou?

20 Anatomia

21 Detecção Precoce

22 Patey Madden Halsted

23 Cirurgia Conservadora < 3 cm

24 Cirurgia

25 Pesquisa do Linfonodo Sentinela

26 Pesquisa do Linfonodo Sentinela Linfocintilografia

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28 Pesquisa do Linfonodo Sentinela Azul Patente

29 Reconstrução Retalho Grande Dorsal Mastectomia Subcutânea com Prótese Retalho Reto Abdominal

30 Radioterapia - Indicacão Cirurgias conservadoras Nos casos com tumores maiores que cinco centímetros, Pele comprometida pelo tumor, Dissecção axilar inadequada, Margem cirúrgica comprometida e Quatro ou mais linfonodos comprometidos. A utilização de quimioterapia com antracíclicos no pós operatório retarda o inicio da radioterapia, mas este período nunca deve ser superior a seis meses.

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33 Fatores Prognósticos Status linfonodal – isoladamente com fator mais importante Tamanho do tumor – segundo mais importante, especialmente nas pacientes N negativo, os tumores maiores que cinco centímetros sem doença linfonodal têm melhor prognóstico que tumores entre 3,0 e 4,9 centímetros. Características da paciente – idade, status menopausal e raça. Índices de proliferação tumoral – índice de mitose, Receptores hormonais, Receptores de fatores de crescimento epidérmico – como o HER- 2/neu, um proto-oncogene do cromossomo 17q21.1. Ativadores e inibidores do plasminogênio – marcador molecular a parte dos receptores hormonais, Marcadores que regulam o ciclo e morte celular – genes supressores tumorais (exemplo o p53) e a família Bcl-2.

34 Carcinoma Inflamatório Forma rara e mais violenta de carcinoma localmente avançado, representando 1% a 6% dos carcinomas mamários, Hiperemia, calor, edema cutâneo, equimoses e mastalgia, 50% não apresenta lesão palpável, apresenta evolução rápida, a idade de aparecimento é menor que a média dos casos de câncer de mama, geralmente possui receptor hormonal negativo, Biopsia demonstrando embolização dos linfáticos subdérmicos. Doença sistêmica com péssimo prognósticos, a média de sobrevida é menor que 2 anos e a sobrevida em cinco anos é em torno de 5%.

35 Doença de Paget Está associado a infiltração inflamatória crônica na derme, a história natural evolui com ulceração, erosão, exsudação e descarga papilar, associado a prurido, hipersensibilidade, queimação e dor. O diagnóstico diferencial é com eczema, dermatite e contato e actinica. Nem sempre está associado a um tumor palpável. O tratamento é centralectomia com radioterapia pós operatória, caso associado com tumor deve-se realizar mastectomia.

36 Câncer de mama e gravidez Por definição é o câncer até um ano após o parto, mas o risco aumentado de morte por câncer de mama permanece até quatro anos após a gravidez. 2 a cada gestações, correspondendo a 2,8% dos carcinomas mamários. Cirurgia padrão é a mastectomia radical modificada, Controvérsia sobre iniciar quimioterapia em grávidas, por risco de mal formação fetal, mais importante no terceiro trimestre, estudos recentes tem demonstrado segurança em seu uso no segundo e terceiro trimestre e a radioterapia só pode ser feita após termino da gestação, se for feito FAC ou taxanes, a amamentação é contra-indicada. A placenta deve ser sempre analisada, existe na literatura a descrição de 30 casos de metástases, nenhuma para o feto O aborto terapêutico não demonstrou ser efetivo na melhoria do tratamento.

37 Cistossarcoma filoide Neoplasia fibroepitelial da mama, correspondendo a 0,5% a 1% dos casos de câncer de mama feminino, pode acontecer de adolescentes a pacientes idosas, tendo os 35 aos 55 anos como idade média. Grandes massas com 4 a 5 centímetros de diâmetro. Não costuma ter disseminação linfática, sendo os sítios mais comuns de progressão de doença o pulmão, ossos e mediastino. O tratamento é a excisão cirúrgica completa, podendo ser realizado cirurgia conservadora com o cuidado com as margens cirúrgicas (1 cm), Só realiza-se esvaziamento axilar nos pacientes com axila clinicamente positiva, Não existe consenso para o uso de radioterapia, quimioterapia ou hormonioterapia.

38 Câncer de mama masculino 0,7% dos casos de câncer de mama e 0,2% das malignidades masculinas, 64 anos, 0,1 caso por homens aos 35 anos para 9 por aos 90 anos. Fatores de risco: Síndrome de Klinerfelter (XXY) – os pacientes apresentam atrofia testicular, ginecomastia, aumento dos níveis de FSH e LH e diminuição da testosterona sérica, este individuo tem 14 a 50 vezes mais chances de câncer de mama que outros homens, Desordens crônicas do fígado, como cirrose, alcoolismo crônico e esquistossomose, Relatos de casos em pacientes pós orquite e pós trauma testicular, Ginecomastia por digoxina e thioridazine, Mutação BRCA 1 e 2 Massa indolor em 90% dos casos, é comum ter ginecomastia associado, 20% tem descarga papilar, além de inversão papilar, edema e ulceração. 85% são CDI, seguido de CDIS, o carcinoma lobular é raro no homem. 87% dos carcinomas expressam receptores de estrogênio e 69% receptores de progesterona. Mastectomia radical modificada, Adjuvância com tamoxifeno e caso seja receptor negativo faz quimioterapia.

39 Complicações – Linfedema Crônico

40 Classificação do linfedema quanto à escala clínica (NCI, 1998). 1 + : edema que é somente visível 2 + : Uma depressão leve que é visível quando se pressiona a pele 3 + : um sinal digital e profundo que volta ao normal em 5 a 30 segundos 4 + : A extremidade pode ser 1.5 a 2 vezes o tamanho normal

41 Classificação Clínica Simplificada de Linfedema

42 Mobilidade do Ombro após Biópsia do Linfonodo Sentinela Axilar no Tratamento do Carcinoma Infiltrante Inicial de Mama. Favarão KUFavarão KU, Mantese JC, Barros AC., Eur J Gynaecol Oncol. 2010;31(1):23-6. Mastology Department, Hospital Sírio- Libanes, São Paulo, Brazil.Mantese JCBarros AC Avaliar alterações sensitivas e motoras no membro superior Alterações significativas na mobiliadade do ombro foram encontradas no primeiro mês A limitação é transitória e incipiente. Tratamento profilático pós operatório precoce tem impacto significativo na recuperação

43 Avaliação pré-operatória precoce favorece a recuperação da função do ombro nos pacientes com câncer de mama. Springer BA, Levy E, McGarvey C, Pfalzer LA, Stout NL, Gerber LH, Soballe PW, Danoff J., Breast Cancer Res Treat Feb;120(1): Proponency Office for Rehabilitation and Reintegration, Office of the Surgeon General, 5109 Leesburg Pike, Suite 684, Falls Church, VA , USA Springer BALevy EMcGarvey CPfalzer LAStout NLGerber LHSoballe PWDanoff J Todas as alterações melhoraram em 1 mês pós op. Linfedema surgiu em 3 a 12 meses pós op. A maioria das mulheres se recuperam em 3 meses. O linfedema é independente à mobilidade do braço. O tratamento precoce impacta na recuperação definitiva.

44 Restrição do Membro Superior

45 Volume do membro superior A. Absoluto. B. Relativo. C. Com ou Sem Linfedema.

46 Prevenção Drenagem Linfática e Fisioterapia

47 Campanhas

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50 MUITO OBRIGADO ! (21)


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