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ORIENTE MÉDIO: NACIONALISMO E FUNDAMENTALISMO HISTÓRIA INTENSIVO GAUSS 2010.

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1 ORIENTE MÉDIO: NACIONALISMO E FUNDAMENTALISMO HISTÓRIA INTENSIVO GAUSS 2010

2 O ISLÃ Até o século VI: povos árabes organizavam-se em tribos nômades, a maioria Até 632, Muhammad unificou os árabes em torno do islamismo, além de submeter diversos outros povos da África e do Oriente Médio e arabizá-los, formando o Islã Nos séculos seguintes, divisões internas criaram diversas monarquias, identificadas apenas pela língua e pela religião

3 O Império Turco-Otomano Formado a partir do século XIII, a partir do sultanato da Anatólia (Turquia). Atingiu seu auge entre os séculos XVI e XVII No século XIX, enfrentava a decadência interna e o imperialismo europeu, perdendo parte significativa de seu território O movimento dos Jovens Turcos tenta fazer reformas e evitar a expansão européia Derrotado na Primeira Guerra Mundial, o que restava do Império Otomano foi desmembrado transformado em protetorado franco-britânico.

4 O DILEMA DO NACIONALISMO ÁRABE Como enfrentar a invasão cristã? De um lado: atraso representado pelos líderes religiosos, que rejeitavam o progresso tecnológico trazido pelo ocidente (telégrafo, estradas de ferro, etc,) Por outro lado: séculos de domínio islâmico tornaram a religião o traço fundamental da unidade árabe.

5 O Novo Nacionalismo Árabe Gamal Al-Din (Al-Afgãni): lançou as bases do nacionalismo árabe. Incorporar as novas tecnologias e a disciplina ocidental e usá-la para a ressurreição do mundo islâmico Muhamad Abdu, discípulo de Gamal, procura demonstrar que a religião e a modernidade não eram incompatíveis e que era preciso resgatar o orgulho árabe

6 Gamel Abdel Nasser Entre os anos 40 e 50, Nasser se torna o grande expoente do nacionalismo árabe, pondo fim ao domínio franco-britânico no Egito. O exemplo de Nasser no Egito e a nova realidade política (Guerra Fria e o Estado de Israel) estimulam uma onda nacionalista no Oriente Médio. Com apoio soviético, apesar da doutrina socialista soar mal ao religiosos, líderes árabes tentam afirmar sua soberania na região

7 A Liga Árabe Unida Fundada em 1945, pelo Egito, Jordânia, Síria, Líbano, Iraque, Arábia Saudita e Iêmen. Pretendia ser a voz do mundo árabe, defendendo a autonomia e independência dos países árabes frente ao ocidente e contra Israel. Propunha também ação militar conjunta, principalmente contra Israel

8 A Liga Árabe Unida Derrotada seguidamente por Israel, entre os anos 50 e 60, o fracasso da Liga Árabe abriu espaço para outras opções ideológicas, situação agravada pela morte de Nasser nos anos 70, que abriu um vácuo na liderança Novos Nacionalistas Árabes: Gadhafi, na Líbia: não conseguiu impor-se como líder árabe, devido às interferências nos assuntos internos de outros países árabes Saddan Hussein: perdeu a credibilidade ao atacar outros países árabes (Irã, em 80, Kuwait, 91)

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10 FUNDAMENTALISMO ISLÂMICO Os fracassos da Liga Árabe permitiram que líderes religiosos rapidamente ganhassem espaço na luta contra o ocidente e Israel Em 1979, a Revolução Islâmica no Irã tornou esses movimentos ainda mais fortes, espalhando-se por todo o mundo árabe, em grande número de partidos políticos e organizações terroristas

11 FUNDAMENTALISMO ISLÂMICO A Jihad Islâmica: movimento fundamentalista que passa a lutar contra líderes árabes considerados traidores (assassinato de Anuar Saddat, nos anos 80) e pela instituição de Repúblicas Islâmicas, a exemplo do Irã. Movimentos fundamentalistas existem hoje, por exemplo, na Palestina (Hammas), no Líbano (Hezbolah), na Afeganistão (Taleban), no Egito (Jihad Islâmica Egípcia), na Argélia (Frente Islâmica Unida), além de outros grupos supranacionais como a Al Qaeda Base do poder nas Repúblicas Islâmicas: Sharia

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13 Sharia Lei islâmica baseada nos textos sagrados, considerada como revelação divina que liberta a humanidade, possibilitando a evolução espiritual do indivíduo.


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