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ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO Animais Venenosos – são aqueles que possuem veneno, mas são desprovidos de aparelho inoculador. Ex:

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3 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO Animais Venenosos – são aqueles que possuem veneno, mas são desprovidos de aparelho inoculador. Ex: sapos, algumas borboletas. Animais Peçonhentos – são aqueles que inoculam na vítima o veneno (peçonha produzida por glândulas especiais) por meio de dentes ocos, ferrões ou aguilhões.

4 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO Dentre os invertebrados peçonhentos, temos as aranhas, escorpiões. lacraias, e alguns outros de interesse por serem perigosos, como por exemplo: Celenterados (águas-vivas e medusas) Hymenopteras (vespas, abelhas e formigas) Lepidopteras (borboletas e mariposas) Coleopteras (besouros)

5 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO ARANHAS Existem aproximadamente cerca de espécies, habitam praticamente todas as regiões, sendo somente uma aquática (Argyroneta). Todas são predadoras, alimentando-se de insetos, mas algumas podem alimentar-se de animais maiores como lagartixas, rãs, peixes e até filhotes de aves. As espécies de aranhas perigosas para o homem pertencem a quatro gêneros: Phoneutria, Loxoceles, Latrodectus e Lycosa.

6 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO Phoneutria - Aranha armadeira - Rápidas e agressivas - Não formam teias - Hábitos noturnos - Veneno de ação neurotóxica e cardiotóxica

7 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO Loxoceles - Aranha marrom - Agressivas - Teias irregulares em locais escuros - Hábitos noturnos - Veneno de ação necrosante e hemolítico

8 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO Latrodectus - Viúva-Negra - Teias irregulares no meio da vegetação - Hábitos noturnos - Veneno de ação neurotóxica

9 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO Lycosa - Aranha de grama ou de jardim - Não forma teias - Hábitos noturnos e diurnos - Veneno necrosante

10 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO ESCORPIÕES - São animais carnívoros de hábitos noturnos. - Vivem sob pedras, troncos poderes, em solo úmido da matas, em areia de regiões secas, podendo entrar em residências humanas, onde se escondem em fendas, entulhos, madeiras empilhadas e dentro de sapatos. É crença popular que os escorpiões se suicidam quando cercados pelo fogo. Na realidade, por ficarem assustados, elevam a cauda em posição de ataque, dando a falsa impressão de injetar seu próprio veneno na cabeça; geralmente são imunes ao próprio veneno.

11 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO ESCORPIÕES – MORFOLOGIA EXTERNA

12 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO ESCORPIÕES Atualmente são conhecidas cerca de espécies de escorpiões distribuídas pelo mundo, com exceção da Antártida, sendo que no Brasil há cerca de 75 espécies amplamente distribuídas pelo país. Esses animais podem ser encontrados tanto em áreas urbanas quanto rurais.No Brasil as espécies mais importantes em Saúde Pública pertencem ao gênero Tityus, destacando-se as espécies Tityus serrulatus (escorpião amarelo) e Tityus bahyensis (escorpião negro).

13 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO Ação do Veneno Estudos experimentais demonstram que o veneno ocasiona dor local e efeitos complexos nos canais de sódio, produzindo despolarização das terminações nervosas. Tityus serrulatus

14 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO Os acidentes por Tityus serrulatos são os mais graves, principalmente em crianças e idosos. A dor local, uma constante no escorpionismo, pode ser acompanhada por parestesias. Nos acidentes por Tytus serrulatus, após intervalo de minutos até duas horas, podem surgir as seguintes manifestações: - náuseas, vômitos e diarréia. - arritmias cardíacas, hipertensão ou hipotensão arterial. - arritmias respiratórias e edema pulmonar agudo. - agitação, sonolência, confusão mental, tremores e variação de temperatura.

15 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO A gravidade depende de fatores como a esp é cie e o tamanho do escorpião, a quantidade de veneno inoculada, a massa corporal do acidentado e a sensibilidade ao veneno. Tityus bahiensis

16 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO SERPENTES CARACTERÍSTICAS Corpo alongado coberto por escamas. Ausência de membros locomotores. Ausência de ouvido. Língua bífida que capta substâncias suspensas no ar e encaminha ao órgão de Jacobson. Olhos se pálpebras. Ectotérmicos.

17 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO Diferenças entre serpentes peçonhentas e não peçonhentas: - As jararacas, cascavel e a sururucu, possuem em comum, a fosseta loreal, um orifício localizado entre a narina e o olho, em cada lado da cabeça. Somente as serpentes peçonhentas possuem este órgão. Vale a pena ressaltar que existem serpentes venenosas que não possuem fosseta loreal, como é o caso das corais verdadeiras. A fosseta loreal tem como função a captação de calor, que permite às serpentes perceberem as diferenças de temperatura no ambiente.

18 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO Diferenças entre serpentes peçonhentas e não peçonhentas: - Serpentes peçonhentas apresentam corpo coberto por escamas em forma de quilha

19 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO Diferenças entre serpentes peçonhentas e não peçonhentas: - As Serpentes peçonhentas apresentam cabeça com escamas pequenas. - As serpentes não peçonhentas apresentam, em geral, escamas maiores na cabeça

20 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO Diferenças entre serpentes peçonhentas e não peçonhentas: - As Serpentes peçonhentas apresentam, em geral, pupila em fenda. - As serpentes não peçonhentas apresentam pupila circular.

21 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO GÊNEROS DE SERPENTES PEÇONHENTAS DO BRASIL · fosseta loreal presente · chocalho presente = Crotalus · chocalho ausente · ponta da cauda com 4 séries de escamas eriçadas = Lachesis · ponta da cauda normal = Bothrops · fosseta loreal ausente · sem presas anteriores = cobra não peçonhenta · com presas anteriores = Micrurus

22 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO TIPOS DE DENTIÇÃO 1. DENTIÇÃO ÁGLIFA: Não existem dentes inoculadores e nem glândulas secretoras de veneno. Está presente em jibóia, sucuri, boipeva.

23 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO TIPOS DE DENTIÇÃO 2.DENTIÇÃO OPISTÓGLIFA: Dentes inoculadores fixos, contendo um sulco por onde escorre a substância secretada pelas glândulas de veneno. Estão localizados na região posterior da boca, um de cada lado da cabeça. Este tipo de dentição é encontrado em falsas-corais, muçuranas e cobras-cipó.

24 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO TIPOS DE DENTIÇÃO 3. DENTIÇÃO PROTERÓGLIFA: Dentes inoculadores fixos, localizados na região anterior da boca. Esta dentição é característica das corais verdadeiras.

25 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO TIPOS DE DENTIÇÃO 4. DENTIÇÃO SOLENÓGLIFA: Os dentes inoculadores de veneno estão presentes e localizam-se na região anterior da boca. Estes dentes são móveis e grandes, com um canal por onde o veneno penetra no local atingido pela mordida do animal.

26 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO TIPOS DE DENTIÇÃO 4. DENTIÇÃO SOLENÓGLIFA:

27 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO No Brasil são conhecidas aproximadamente 300 espécies e subespécies de serpentes, das quais 70 variedades são peçonhentas e se distribuem em 4 gêneros: 1) Gênero Bothrops: 32 variedades encontradas em todo o território nacional. Responsável por mais de 90% dos acidentes. Veneno de efeito coagulante e necrosante (jararaca, jararacuçu, urutu, caiçara e outros).

28 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO 2) Gênero Crotalus: 6 variedades, comuns em regiões secas e campos. Veneno de efeito neurotóxico e miotóxico (cascavel).

29 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO 3) Gênero Lachesis: 2 variedades, existentes na Mata Atlântica e na Floresta Amazônica (surucucu). São causa pouco freqüente de acidente peçonhento.

30 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO 4) Gênero Micrurus: 31 variedades em todo o país. Provocam os acidentes mais graves, embora raros. Veneno de efeito curariforme (cobra coral). Micrurus frontalis Micrurus corallinus

31 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO Envenenamento Botrópico – Jararacas ( 90% dos acidentes) Manifestações locais: precoce (até 3 horas após o acidente) : - dor imediata, inchaço (edema), calor no local da picada e hemorragia no local da picada ou distante dele. Complicações : - bolhas, gangrena abcesso e insuficiência renal aguda.

32 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO Envenenamento Botrópico – Jararacas Veneno de ação proteolítica e hemorrágica

33 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO Envenenamento Crotálico – Cascavéis ( 8,2% dos acidentes) Sinais e sintomas do envenenamento: Precoce (até 3 horas após o acidente) - dificuldade de abrir os olhos, visão dupla, cara de bêbado, visão turva, dor muscular e urina avermelhada. Após 6 a 12 horas: - escurecimento da urina. Complicações - insuficiência respiratória e renal aguda

34 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO Envenenamento Crotálico – Cascavéis ( 8,2% dos acidentes) Veneno de ação neurotóxica, coagulante e miotóxica

35 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO Envenenamento Laquético – Surucucus ( 2,9% dos acidentes) Envenenamento com reações semelhantes ao de Bothrops. - inchaço no local da picada, diarréia e hemorragia. -Veneno de ação proteolítica, neurotóxica e hemorrágica.

36 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO Envenenamento Elapídico – Corais ( 0,7% dos acidentes) Principais sintomas : -dificuldade de abrir os olhos, cara de bêbado, falta de ar, dificuldade em engolir e insuficiência respiratória aguda. Veneno de ação neurotóxica. * Ação rápida, grande potência e mortal se não houver tratamento a tempo.

37 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO Cuidados Imediatos nos Acidentes Ofídicos: 1) Sempre que houver certeza de picada de serpentes venenosas há necessidade de hospitalização e soroterapia. 2) Toda vez que houver evolução clínica sugestiva, identificado o agressor, a criança deve ser hospitalizada e receber soroterapia. 3) Na dúvida se houve ou não a picada, a criança deve permanecer em observação, pelo menos 24 horas. 4) Paciente deve ser mantido em repouso. 5) Não usar garrote, nem torniquete.

38 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO Cuidados Imediatos nos Acidentes Ofídicos: 6) Não cortar, não furar, não queimar. 7) Membro afetado posicionado para cima. 8) Analgésicos, limpar cuidadosamente o local da picada. 9) Controlar sinais vitais e volume urinário.

39 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO COMO PREVINIR ACIDENTES COM OFÍDIOS Nunca andar descalço, principalmente em mata. (Dependendo da altura do calçado, os acidentes podem ser evitados na ordem de 50 a 72 %); Usar luvas de couro em atividades rurais e de jardinagem; Nunca colocar as mãos em tocas (para pegar pelo rabo do tatu que é visto ao entrar) ou buracos na terra, ocos de árvores, cupinzeiros, montes de pedras ou sob pedras grandes;

40 ANIMAIS PEÇONHENTOS – PROF. ALEXANDRE S. OSÓRIO OUTROS ANIMAIS PEÇONHENTOS


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