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A estrutura social e as desigualdades Podemos observar sinais de desigualdades sociais em todos os lugares. Eles aparecem, de imediato, em elementos materiais,

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Apresentação em tema: "A estrutura social e as desigualdades Podemos observar sinais de desigualdades sociais em todos os lugares. Eles aparecem, de imediato, em elementos materiais,"— Transcrição da apresentação:

1 A estrutura social e as desigualdades Podemos observar sinais de desigualdades sociais em todos os lugares. Eles aparecem, de imediato, em elementos materiais, como moradia e roupas, e também se manifestam no acesso à educação e aos bens culturais. Por que as desigualdades existem? Como se constituem? Como são explicadas?

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3 A estrutura social se constitui por meio da relação entre os fatores: econômicos, políticos, históricos, sociais, religiosos e culturais que caracterizam uma determinada sociedade. Uma das características da estrutura social é a estratificação, ou seja, a maneira como os indivíduos ou grupos são classificados em camadas sociais. Thinkstock/Getty Images

4 Capítulo 7 Segundo Octávio Ianni, para entender a estratificação social é necessário investigar as estruturas de apropriação (econômica) e de dominação (política) que se misturam a outros elementos como a religião, a etnia, o sexo, a tradição e a cultura, que interferem nos processos de divisão social do trabalho e de hierarquização. Thinkstock/Getty Images

5 Estrutura e estratificação social Capítulo 7 A estratificação e as desigualdades sociais são produzidas historicamente. Isso significa que elas são geradas por situações diversas e se expressam na organização das sociedades em sistemas de castas, de estamentos ou de classes. Thinkstock/Getty Images

6 Capítulo 7 O sistema de castas é uma configuração social registrada em diferentes tempos e lugares (ex: Grécia, China) mas é na Índia que está a expressão mais acabada desse sistema, iniciado há mais de 3 mil anos. Foi abolido legalmente em 1950, mas sobrevive por tradição. As sociedades organizadas em castas

7 Capítulo 7 a dos brâmanes (sacerdotal e superior às demais); a dos xátrias (intermediária, formada pelos guerreiros, encarregados do governo e da administração pública); a dos vaixás (casta dos artesãos, comerciantes e camponeses); a dos sudras (casta dos inferiores, dos que realizam trabalhos manuais considerados servis). Na Índia, há quatro grandes castas:

8 Capítulo 7 Não há mobilidade social num sistema de castas. Preparação da pira para a cremação de um morto na Índia, em O assistente de cremação herdou essa função de seus antepassados e a passará para os filhos. © Arne Hodalic/Corbis/Latin Stock Na Índia, os integrantes das castas inferiores adotam costumes, ritos e crenças dos brâmanes, o que cria certa homogeneidade de costumes entre as castas.

9 Capítulo 7 O sistema de castas indiano está sendo desintegrado de forma gradativa, sob o impacto da urbanização, da industrialização e da introdução de padrões ocidentais de comportamento. Entretanto, normas e costumes desse sistema ainda sobrevivem. Isso é comprovado pela adoção de cotas nas universidades públicas, como medida de inclusão de estudantes que pertencem a castas consideradas inferiores.

10 Estrutura e estratificação social Capítulo 7 As sociedades organizadas por estamentos Um estamento é identificado por um conjunto de direitos e deveres, privilégios e obrigações, aceitos como naturais e publicamente reconhecidos. Numa sociedade estamental, a condição dos indivíduos e dos grupos em relação ao poder e à participação na riqueza não é somente uma questão de fato, mas também de direito.

11 Estrutura e estratificação social Capítulo 7 Nas sociedades medievais, a possibilidade de mobilidade de um estamento para outro existia, mas era muito controlada. O que definia o prestígio, a liberdade e o poder dos indivíduos era a propriedade da terra: os que não a possuíam eram dependentes econômica e politicamente, além de socialmente inferiores.

12 Estrutura e estratificação social Capítulo 7 O que explica a relação entre os estamentos é a reciprocidade. Os servos tinham obrigações para com os senhores, que, por sua vez, deviam proteger os servos. A desigualdade era vista como algo natural: camponeses e servos sempre estiveram em situação de inferioridade.

13 Estrutura e estratificação social Capítulo 7 Na França, no final do século XVIII, havia três estados: a nobreza, o clero e o terceiro estado, que incluía os demais membros da sociedade: comerciantes, industriais, trabalhadores em geral, etc. The Bridgeman Art Library/Keystone/Other Images Estratificação social na França: o camponês carrega o clérigo e o nobre nas costas. Representação de 1789.

14 Estrutura e estratificação social Capítulo 7 A pobreza é a expressão mais visível das desigualdades sociais. Pobreza: condição de nascença, desgraça, destino... Como ela foi entendida no decorrer da história? WMO

15 Estrutura e estratificação social Capítulo 7 Acreditava-se que a pobreza era uma desgraça decorrente das guerras ou de adversidades como doenças ou deformidades físicas. Na Idade Média, a pobreza era considerada uma condição de nascença. Havia uma visão positiva dessa condição, pois esta despertava a compaixão e a caridade. Na concepção da Igreja Católica, os ricos tinham obrigação moral de ajudar os pobres.

16 Estrutura e estratificação social Capítulo 7 Na Inglaterra, com o aumento da produção e do comércio, a pobreza e a miséria passaram a ser interpretadas como resultado da preguiça e da indolência, já que havia muitas oportunidades de emprego. Tais interpretações tinham por objetivo fazer que o povo se submetesse às condições de trabalho vigentes. A partir do século XVI, iniciou-se um nova ordem, na qual o indivíduo se tornou o centro das atenções. O Estado herdou a função, antes atribuída aos ricos, de cuidar dos pobres.

17 Estrutura e estratificação social Capítulo 7 No final do século XVIII, com o fortalecimento do liberalismo, outra justificativa para a pobreza foi formulada as pessoas eram responsáveis pelo próprio destino e ninguém era obrigado a dar trabalho ou assistência aos mais pobres. Dizia-se que era necessário manter o medo à fome para que os trabalhadores realizassem bem suas tarefas.

18 Estrutura e estratificação social Capítulo 7 Para o economista e demógrafo britânico Thomas Malthus, a população crescia mais que os meios de subsistência. Com base nas ideias de Malthus, dizia-se que a assistência social aos pobres era repudiável, pois os estimulava a ter mais filhos, o que aumentava a miséria. Thomas Malthus ( ). National Portrait Gallery, Londres, Inglaterra

19 Estrutura e estratificação social Capítulo 7 Em meados do século XIX, difundiu-se a ideia de que os trabalhadores eram perigosos: poderiam não só transmitir doenças, já que viviam em condições precárias de higiene, mas também se rebelar, organizar-se e fazer revoluções, questionando os privilégios das classes que detinham riqueza e poder.

20 Estamentos - Sociedade Feudal

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