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Economia Brasileira Prof. Ricardo de Almeida Breves, Ms A INFLAÇÃO Saindo da recessão Em 1984, a economia brasileira começou a se recuperar da recessão.

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1 Economia Brasileira Prof. Ricardo de Almeida Breves, Ms A INFLAÇÃO Saindo da recessão Em 1984, a economia brasileira começou a se recuperar da recessão do período anterior, graças ao aumento das exportações da indústria extrativa mineral, que foram beneficiadas com a volta do crescimento da economia mundial; Seguiu-se o rápido crescimento do PIB, nos dois anos seguintes, baseado na ocupação da capacidade ociosa existente no período anterior de recessão; A recuperação se beneficiou da capacidade produtiva gerada pelos investimentos em obras públicas, feitos pelo segundo PND, que chegavam à sua fase de maturação;

2 Economia Brasileira Prof. Ricardo de Almeida Breves, Ms CONTINUAÇÃO Foram os gastos de consumo que estimularam o crescimento: não houve aumento do investimento nesse período. Além disso, ao longo de 1984 e dos dois anos seguintes, as exportações foram diminuindo em relação ao período anterior.

3 Economia Brasileira Prof. Ricardo de Almeida Breves, Ms AS DESVALORIZAÇÕES CAMBIAIS CONTINUAM A política de gerar divisas para o pagamento do serviço da dívida externa continuou sendo perseguida, e, portanto, a taxa de câmbio continuou desvalorizada para promover as exportações e desestimular as importações; Mais produtos importados começaram a ser produzidos domesticamente, e, por causa disso, o superávit comercial foi conseguido sem reduzir a atividade econômica. Por outro lado, a inflação aumentou.

4 Economia Brasileira Prof. Ricardo de Almeida Breves, Ms A NOVA REPÚBLICA Em 1985, a economia manteve a tendência de recuperação do crescimento iniciada em 1984; Embora os pagamentos do serviço da dívida externa tenham exigido a manutenção do superávit comercial, este deixou de ser o principal objetivo da política do governo; O governo da Nova República priorizou a manutenção do crescimento e a renegociação dos prazos e dos juros da dívida externa.

5 Economia Brasileira Prof. Ricardo de Almeida Breves, Ms O CONTROLE DIRETO DOS PREÇOS Para reduzir a inflação, houve controle direto de preços e, secundariamente, interrupção da expansão monetária com taxas de juros mantidas altas; No início, houve a estabilidade da inflação, conseguida à custa do rígido controle de preços e do congelamento dos preços dos serviços públicos; Isso criou distorções nos preços públicos, prejudicando a capacidade de auto-financiamento das empresas estatais, o que aumentou o déficit público. As estatais recorreram, cada vez mais, aos recursos do Tesouro para se manter em funcionamento; Para conter o seu déficit, o governo tinha de cortar gastos e aumentar a arrecadação tributária.

6 Economia Brasileira Prof. Ricardo de Almeida Breves, Ms O PLANO CRUZADO A partir de 1986, a estabilização da inflação passou a ser a principal preocupação da política macroeconômica; O governo adotou o Plano Cruzado, que procurou eliminar os mecanismos de indexação, fez uma reforma monetária e congelou preços e salários.

7 Economia Brasileira Prof. Ricardo de Almeida Breves, Ms O PLANO CRUZADO A partir de 1986, a estabilização da inflação passou a ser a principal preocupação da política macroeconômica; O governo adotou o Plano Cruzado, que procurou eliminar os mecanismos de indexação, fez uma reforma monetária e congelou preços e salários; O governo acreditava que a inflação era INERCIAL, alimentada pela indexação formal vigente na economia; Com os preços controlados, o produto e o emprego da economia cresceram no primeiro semestre de 1986, baseados no aumento do consumo; Com as taxas de juros congeladas a um nível muito baixo, seguiu-se uma expansão monetária, o que provocou a explosão do consumo;

8 Economia Brasileira Prof. Ricardo de Almeida Breves, Ms O PLANO CRUZADO - CONTINUAÇÃO Os gastos do governo, que vinham crescendo desde 1985, continuaram a crescer em 1986 e, em 1987, atingiram o recorde histórico; A demanda agregada aumentada esbarrou na insuficiência de produtos, que começavam a desaparecer das prateleiras por causa do congelamento, caracterizando um grande excesso de demanda; Como não havia incentivo para o investimento privado, o governo resolveu investir. Para obter a poupança para esse investimento, instituiu o Fundo Nacional de Desenvolvimento (FND). O FND foi uma contribuição forçada das pessoas que consumiam os bens considerados não-essenciais pelo governo;

9 Economia Brasileira Prof. Ricardo de Almeida Breves, Ms O PLANO CRUZADO - CONTINUAÇÃO Com a taxa de câmbio congelada em nível sobrevalorizado, houve a progressiva queda das exportações, acompanhada de elevação das importações; Aumentou o consumo de importados e o saldo da balança comercial teve uma queda; Em vez de descongelar os preços e cortar o seu gasto, o governo insistiu no congelamento, tentou restringir seletivamente o consumo e fez gastos de investimento; Com a persistência do excesso de demanda, aumentou o desabastecimento e surgiram os ágios cobrados sobre os produtos em falta;

10 Economia Brasileira Prof. Ricardo de Almeida Breves, Ms O PLANO CRUZADO - CONTINUAÇÃO Para reduzir o desabastecimento, o governo tentou aumentar as importações, mas isso não foi possível diante da queda do saldo comercial e da necessidade de pagar os juros da dívida externa; Depois das eleições de novembro de 1986, o governo descongelou os preços, e a inflação galopou.

11 Economia Brasileira Prof. Ricardo de Almeida Breves, Ms DE VOLTA À REALIDADE A política do governo restaurou a indexação e passou a dar importância ao controle da demanda agregada; Para reduzir a demanda agregada, o governo tentou diminuir os seus gastos, ao mesmo tempo que aumentou os impostos indiretos. Do lado das contas externas, o governo fez minidesvalorizações da taxa de câmbio. Contudo, a queda do superávit comercial levou à moratória: não foi possível cumprir os compromissos assumidos de pagamento dos juros da dívida externa.

12 Economia Brasileira Prof. Ricardo de Almeida Breves, Ms EXERCÍCIOS 1. Em que se baseou o crescimento econômico a partir de 1984? 2. Como se comportaram o PIB, a taxa de inflação e a taxa de câmbio, no ano de 1984? 3. Por que, a partir de 1984, os saldos comerciais puderam ser obtidos sem precisar reduzir muito a atividade da economia brasileira? 4. Quais foram os objetivos gerais de política econômica estabelecidos pelo governo da Nova República? 5. Qual foi a forma de estabilizar a inflação tentada em 1985? 6. Quais foram os objetivos gerais do Plano Cruzado? 7. Qual foi o diagnóstico da inflação feito pelo Plano Cruzado? 8. O que provocou o aumento do consumo agregado durante o Plano Cruzado?

13 Economia Brasileira Prof. Ricardo de Almeida Breves, Ms EXERCÍCIOS 9 O que ocorreu com os gastos do governo, entre 1985 e 1987? 10 Por que o crescimento do consumo criou problemas para o Plano Cruzado? 11 Para que foi criado e por quem foi financiado o Fundo Nacional de Desenvolvimento? 12 Como se comportou a balança comercial em 1986? 13 Qual foi o comportamento do governo diante do excesso de demanda surgido no Plano Cruzado? 14 Qual foi o resultado desse comportamento? 15 Com a volta da inflação, após o descongelamento, quais foram as duas principais atitudes de política do governo?


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