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8º CURSO BÁSICO DE VACINAÇÃO PARA PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM PARA MACRORREGIÃO Vias de Administração e as Vacinas do Calendário de Vacinação Doiane Lemos.

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1 8º CURSO BÁSICO DE VACINAÇÃO PARA PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM PARA MACRORREGIÃO Vias de Administração e as Vacinas do Calendário de Vacinação Doiane Lemos Souza

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3 CONHECIMENTOS HABILIDADES E ATITUDES Conhecer a composição e atuação dos imunobiológicos Conhecer a dinâmica do calendário vacinal Fundamentar procedimentos técnicos em bases cientificas da anatomia, fisiologia, microbiologia Investir no desenvolvimento das habilidades psicomotoras para a administração Investir nas habilidades de comunicação com o cliente

4 ÉTICA E RESPONSABILIZAÇÃO A conservação, a prescrição e a administração de vacinas é responsabilidade da equipe de enfermagem e deve ser fundamentada em princípios científicos, técnicos e éticos.

5 É nossa responsabilidade ética, como profissionais de saúde e como cidadãos, contribuir para ampliar o acesso das pessoas aos imunobiológicos com segurança e qualidade

6 PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS Art.1º- A Enfermagem é uma profissão comprometida com a saúde do ser humano e da coletividade. Atua na promoção, proteção, recuperação da saúde e reabilitação das pessoas, respeitando os preceitos éticos e legais. Art.2º - O Profissional de Enfermagem participa, como integrante da sociedade, das ações que visem satisfazer às necessidades de saúde da população. Art.3º - O Profissional de Enfermagem respeita a vida, a dignidade e os direitos da pessoa humana, em todo o seu ciclo vital, sem discriminação de qualquer natureza. Art.4º - O Profissional de Enfermagem exerce suas atividades com justiça competência, responsabilidade e honestidade.

7 Os profissionais de enfermagem são regulados pelo Código de Ética Profissional de Enfermagem que explicita entre as responsabilidades profissionais: Assegurar ao cliente uma assistência de enfermagem livre de danos decorrentes de imperícia, negligência e imprudência. (Cap. III, art. 18). Falta de habilidade específica Violação da regras de condutas Omissão aos deveres que as circunstâncias exigem.

8 Vias de administração

9 TÉCNICAS DE APLICAÇÃO DA VACINA Administrar um IMUNOBIOLÓGICO é uma tarefa psicomotora complexa. Requer habilidade e conhecimento por parte do profissional que está realizando o procedimento. Mais do que ser capaz de realizar fisicamente esse procedimento, o profissional precisa de conhecimento de farmacologia, anatomia, fisiologia, medicina e microbiologia, além de questões éticas e legais.

10 LEMBRANDO OS ONZE CERTOS NA ADMINISTRAÇÃO DA VACINA

11 VIA ORAL Administração de imunobiológicos pela boca. Rápida absorção Não é invasivo É eficaz Vacinas: Pólio Oral, Rotavírus, Febre Tifóide, Cólera

12 VIAS DE ADMINISTRAÇÃO PARENTERAIS

13 VIA INTRADÉRMICA Vacina(s): BCG-ID, Raiva Humana (Pré-exposição Nesta via, a solução é introduzida nas camadas superficiais da derme. A seringa a ser utilizada deve ser a de 0,5 ml ou 1,0 ml com graduação de 0,1 ml e agulha de bisel curto. O bisel ao ser introduzido deve estar voltado para cima paralelamente à superfície da pele. A região a ser utilizada para a aplicação deve ser estar levemente distendida pelo dedo indicador e polegar da mão não dominante, injetando o líquido suavemente. Aguardar cerca de 10 seg. para retirar a agulha. Observando–se a formação de uma pápula esbranquiçada.

14 VIA SUBCUTÂNEA Vacina(s): Febre Amarela, Triplice viral, Varicela A agulha deve ser curta (13 x 4,5), podendo ser introduzida em ângulo de 90º em adultos e em crianças entre 45º e 60º. Para aplicação, deve ser realizada uma prega do subcutâneo utilizando apenas dois dedos, evitando o levantamento da fáscia muscular. Sua administração deve sempre ser lenta e em seguida fazer uma pressão com algodão seco, para evitar sangramento. Volume máximo a ser introduzido por esta via é de 1,5ml.

15 Epiderme Músculo Hipoderme Derme Via intramuscular IM (Acesso em 22/06/04) É a introdução de medicamentos nas camadas musculares. Finalidade Terapêutica de efeito relativamente rápido Vacina(s): Hepatite B, Pentavalente, MMC, Pneumo 10V, DTP, dT, Imunogobulina Hepatite B e Varicela, Raiva humana, VIP

16 Locais para administração IM A via intramuscular é, sem dúvida, aquela que suscita maiores dúvidas e levanta maiores polêmicas.

17 MÚSCULO DELTÓIDEMÚSCULO VENTROGLÚTEO MÚSCULO GLÚTEO

18 A aplicação simultânea de injeções IM deve ser feita preferencialmente no músculo vasto lateral da coxa por sua grande massa muscular. A distância que separa os locais é arbitrária, devendo ter no mínimo 2,5 cm para que haja menor possibilidade de sobreposição de reações locais MÚSCULO VASTO LATERAL

19 A técnica em Z é descrita como um método para diminuir a dor. Técnica em Z Consiste em realizar uma tração aplicada à pele e aos tecidos subcutâneos antes da inserção da agulha e depois liberá-la após a retirada da agulha, para que a rota da injeção superficial ao músculo seja deslocada da rota dentro do músculo, selando a medicação no mesmo. Portanto, não havendo retorno do líquido para o subcutâneo. Keen MF. Comparison of intramuscular injection techniques to reduce site discomfort and lesions. Nurs Res. 1986;35 :207 –210

20 ESCOLHENDO A AGULHA IM LocalTamanho Deltóide Glúteo 13x4,5 20x5,5 25x6 25x7 30x7 Agulha (do Latim acucla) é uma ferramenta utilizada para perfurar superfícies, e para tanto deve ter bisel afiado.Latim ferramenta

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22 A higiene das mãos é um procedimento de fundamental importância que necessita ser realizado antes de cada administração e deve ser repetido ao final de toda a aplicação.

23 ALGUMAS VACINAS DO NÍVEL LOCAL

24 VACINA BCG – ID COMPOSIÇÃO: bacilos vivos atenuados da cepa de Mycobacterium bovis. IDADE PARA VACINAÇÃO: A partir do nascimento. INDICAÇÃO: Prevenção de formas graves ( tuberculose meningea e miliar) em crianças de 0 a 4 anos. CONTRA-INDICAÇÃO: RN com peso inferior a 2 kg; Presença de afecções dermatológicas em atividade; Imunodeficiência; Tratamento prolongado com dose elevada de imunossupressor por mais de duas semanas. Dose: 0,1 mL, em qualquer idade. Situações de revacinação: 1) Crianças que não apresentarem cicatriz, após 6 meses da aplicação, deverão ser revacinadas. 2) Vacinação de comunicantes intradomiciliares de hanseníase mediante a indicação do Programa de Hanseníase. VIA DE ADMINISTRAÇÃO: Intradérmica, na inserção inferior do músculo deltóide direito ( convenção).

25 Recomendações sobre o uso da vacina BCG (Bacilo de Calmette- Guërin) para os contatos intradomiciliares de hanseníase A aplicação da vacina BCG depende da história vacinal e segue as recomendações do quadro abaixo: Fonte: Caderno da Atenção Básica- nº 21/2008 Atenção: todo contato de hanseníase deve receber orientação de que a BCG não é uma vacina específica para este agravo e neste grupo, é destinada, prioritariamente, aos contatos intradomiciliares. Notas: A) Contatos intradomiciliares de hanseníase com menos de 1 ano de idade, já vacinados, não necessitam da aplicação de outra dose de BCG; B) Contatos intradomiciliares de hanseníase com mais de 1 ano de idade, já vacinados com a primeira dose, devem seguir as instruções do quadro acima; C) Na incerteza de cicatriz vacinal ao exame dos contatos intradomiciliares, recomenda-se aplicar uma dose, independentemente da idade.

26 VACINA HEPATITE B (HB) COMPOSIÇÃO: Antígeno de superfície do vírus (HbsAg), obtido através de técnica de engenharia genética (DNA recombinante), hidróxido de alumínio (adjuvante). IDADE PARA VACINAÇÃO : A partir do nascimento, o mais precocemente possível. INDICAÇÃO: Prevenção contra a hepatite B em gestantes (a partir do 4º mês de gestação ou 1º trimestre), recém-nascidos de mãe HbsAg+, crianças e adultos até 49 anos, grupos de risco (qualquer idade). GRUPOS DE RISCO: trabalhadores da saúde; bombeiros, policiais militares, civis e rodoviários; caminhoneiros, carcereiros de delegacias e penitenciárias; coletores de lixo hospitalar e domiciliar; agentes funerários; comunicantes sexuais de portadores da Hepatite B; doadores de sangue, convívio domiciliar contínuo com pessoas portadoras de VHB; homens e mulheres que mantêm relações sexuais com pessoas do mesmo sexo (HSH e MSM); lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais; pessoas reclusas; vítimas de abuso sexual; vítimas de acidentes com material biológico positivo ou fortemente suspeito de infecção por VHB; RN de mãe HbsAg+; portadores de HIV; doadores e transplantados de órgãos sólidos e/ou medulas ósseas; hemofílicos, talassêmicos ou politransfundidos; pacientes submetidos a diálises; hepatopatias crônicas; portadores de hepatite C; asplenia anatômica ou funcional; fibrose cística; doenças de depósito e Imunodeprimidos, manicures, pedicures e podólogos; populações de assentamentos e acampamentos;

27 CONSERVAÇÂO: +2C a +8ºC, não podendo ser congelada. DOSE E VOLUME: Esquema habitual - 3 doses (0, 30 dias e 180 dias a partir da primeira dose). Não existe reforço. = < 19 ANOS – 0,5ML >= 20 ANOS – 1,0 ML Pacientes Renais – 2ML VIA DE ADMINISTRAÇÃO: IM profunda. Menores de 2 anos - no vasto lateral da coxa. A partir de 2 anos - no deltóide CONTRA-INDICAÇÃO: Ocorrência de reação anafilática após a aplicação de dose anterior. A vacina não deve ser aplicada na região glútea. EVENTOS ADVERSOS: Hipertermia, cefaléia, edema, eritema, dor e/ou enduração no local da injeção, mal-estar, tontura e fadiga. VACINA HEPATITE B (HB)

28 COMPOSIÇÃO: toxoides de difteria e tetano, suspensaõ celular inativada de Bordetella Pertussis, antígeno de superficie da Hepatite B (HBsAg), e oligassacarideos conjugados de Haemophilus Influenzae do tipo B (conjugada) IDADE PARA VACINAÇÃO: a partir dos meses de idade INDICAÇÃO: prevenção contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B, doenças causadas pelo Haemophilus Influenzae do tipo B. CONTRA-INDICAÇÃO: Criança com 7 anos de idade ou mais (componente Pertussis); hipersensibilidade conhecida a qualquer componente da vacina ou ter manifestado sinais de hipersensibilidade após a administração prévia; quadro neurológico em atividade; que tenha apresentado após aplicação da dose aplicação da dose anterior qualquer das seguintes manifestações: convulsão até 72 horas; colapso circulatório (choque ou episódio hipotônico Hiporresponsivo-EHH )até 48 horas após a administração; encefalopatia nos primeiros 7 dias; púrpura trombocitopênica pós-vacinal. VACINA PENTAVALENTE (DTP+Hib+Hepatite B)

29 CONSERVAÇÂO: +2ºC a +8ºC. NÃO podendo ser congelada. ESQUEMA E DOSE: Cada dose é de 0,5ml. A vacinação básica consiste na aplicação de 3 doses com intervalo de 60 dias (mínimo de 30 dias) a partir de 2 meses de idade. Os dois reforço serão realizados com a Vacina DTP (1º - 15 meses e 2º - 4 anos) Idade máxima para aplicação da DTP (células inteiras) é de 6 anos 11 meses e 29 dias VIA DE ADMINISTRAÇÂO: Intramuscular, no vasto lateral da coxa, em crianças menores de 2 anos e na região deltóide nas crianças acima de dois anos de idadde. VACINA PENTAVALENTE (DTP+Hib+Hepatite B)

30 COMPOSIÇÃO: vírus vivo atenuado do ROTAVIRUS HUMANO. IDADE PARA VACINAÇÃO: a partir de 1 mês e 15 dias ou 2 meses INDICAÇÃO: prevenção contra ROTAVIRUS HUMANO em menores de 6 meses. CONTRA-INDICAÇÃO: quadro febril, imunodeficiência primária ou secundária, uso de medicamentos imunossupressores por duas ou mais semanas, alergia grave, urticária disseminada, bronco espasmo, doença gastrintestinal crônica, má formação congênita ou história prévia de INVAGINAÇÃO intestinal (intussuscepção), reação anafilática aos componentes da vacina ou à dose anterior, vômitos e diarréia (situações de adiamento). CONSERVAÇÂO: +2ºC a +8ºC. NÃO podendo ser congelada. EVENTOS ADVERSOS: nenhum evento clínico específico foi relacionado a esta vacina. VACINA ROTAVÍRUS (VORH)

31 IDADE1ª DOSE *2ª DOSE Mínima1 mês e 15 dias3 meses e 15 dias Máxima3 meses e 15 dias7 meses e 29 dias Observações: Em relação a 1ª dose - O esquema vacinal não pode ser iniciado em crianças com mais de 3 meses e quinze dias de idade. Em relação a 2ª dose – Deve-se respeitar o intervalo mínimo de quatro semanas (30 dias) entre a primeira e a segunda dose. A vacina não deve, em nenhuma hipótese, ser administrada fora desses prazos. APRESENTAÇÃO: Dose liquida seringada. DOSE: duas doses. Não existe reforço. Não repetir a dose se a criança regurgitar ou vomitar. VIA DE ADMINISTRAÇÃO: oral.

32 A INVAGINAÇÃO INTESTINAL (intussuscepção) é uma forma de obstrução intestinal, em que um segmento do intestino penetra em outro segmento. É mais freqüente em crianças entre quatro e sete meses de idade, sendo a causa mais comum de emergência abdominal na faixa etária de dois anos. A preocupação referente à invaginação é proveniente da situação ocorrida anteriormente com outro tipo de vacina contra Rotavírus. VACINA ROTAVÍRUS (VORH) Crianças que forem vacinadas fora da faixa etária preconizada serão consideradas CRIANÇAS VACINADAS INADVERTIDAMENTE e deverão ser acompanhadas por um período de 30 dias, em quatro visitas semanais. REGISTRAR na caderneta de vacinação da criança e na FICHA ESPECÍFICA DE ACOMPANHAMENTO DE CRIANÇAS VACINADAS INADVERTIDAMENTE. (Notificar e acompanhar).

33 COMPOSIÇÃO: Vacina Trivalente, contendo os três tipos de poliovírus (1, 2 e 3), sendo ele inativado (VIP) ou atenuados (VOP). IDADE PARA VACINAÇÃO : A partir dos dois meses. INDICAÇÃO: prevenção da poliomielite. CONTRA-INDICAÇÃO: VIP – qualquer pessoa que já apresentou quadro de reação alérgica grave a uma vacinação anterior com a VIP ou indivíduo portador de alergia grave (anafilaxia) a qualquer componente da vacina. VOP - diarréia severa ou vômitos intensos, crianças com imunodeficiência e crianças que tenham convívio familiar com pessoas imunodeficientes. As crianças assintomáticas, com HIV, podem receber a VOP. * Crianças hospitalizadas e/ou HIV+ sintomáticas deverão receber a Salk. ESQUEMA SEQUENCIAL VIP/VOP

34 APRESENTAÇÃO: líquida VOP - em bisnaga de plástico ou frasco multidoses. VIP – solução injetável em frascos multidoses CONSERVAÇÂO: +2 a +8ºC, podendo ser congelada a nível central. DOSE E VOLUME: ESQUEMA SEQUENCIAL VIP/VOP IDADEDOSEVOLUMEVACINA 2 meses1ª0,5 mlVacina Inativada – VIP 4 meses2ªVIP 6 meses3ª2 gotasVacina oral atenuada - VOP 15 mesesReforçoVOP

35 VIA DE ADMINISTRAÇÃO: VIP – Preferencialmente é intramuscular. Em crianças menosres de 2 anos, utilizar o vastolateral da coxa. Entretanto a via subcutânea pode ser usada em situações especiais, discrasias sanguíneas, por exemplo. VOP - Via oral. As crianças alimentadas, mesmo que com leite materno, podem ser vacinadas normalmente, não havendo necessidade de intervalo entre a aplicação da vacina e as mamadas ou refeições. CUIDADOS NA APLICAÇÃO (VOP) Deve-se tomar o máximo cuidado em não contaminar o recipiente e/ou conta gotas. Estes não devem entrar em contato com móveis, utensílios ou boca da criança. Caso isso aconteça, o recipiente e/ou conta-gotas precisam ser desprezados. EVENTOS ADVERSOS: VOP - poliomielite pós-vacinal (raramente). VIP – reações locais e sistêmicas. ESQUEMA SEQUENCIAL VIP/VOP

36 VACINA PNEUMOCÓCICA 10 VALENTE COMPOSIÇÃO É constituída por: - 10 sorotipos de pneumococo: 1, 4, 5, 6B, 7F, 9V, 14, 18C, 19F e 23F - Proteína D de Haemophilus Influenzae para 8 sorotipos - Carreadores de toxóide diftérico (DT) e de toxóide tetânico (TT ou T) - Cloreto de Sódio, Fosfato de alumínio, Água para injeção IDADE PARA VACINAÇÃO: 2 MESES INDICAÇÃO: prevenção de infecções causadas pelos sorotipos contidos na vacina (otites, pneumonias, meningites,etc.) CONTRA-INDICAÇÃO: Reação anafilática a dose anterior VIA DE ADMINISTRAÇÃO Intramuscular profunda, no vasto lateral da coxa, em crianças acima de dois anos pode ser usada a região deltóide. DOSE E VOLUME Dose: 0,5ML. Esquema - 3 doses (2,4,6 meses) Reforço – entre 12 e 15 meses

37 Idade - mesesNúmero de dosesReforço 2 – 4 – 6 ou 3 – 5 – 7 ou 4 – 6 – 8 ou 5 – 7 – 9 ou 6 – 8 – 10 3 (três) doses com intervalo de dois meses Uma dose aos 12 meses Crianças a partir de 2 meses de idade: Esquema Vacinal Pneumocócica 10 – valente (conjugada)

38 Idade - mesesNúmero de dosesReforço ou 8 – 10 ou 9 – 11 ou 2 (duas) doses com intervalo de dois meses 12 meses 10 – 12 ou 11 – 13 2 (duas) doses com intervalo de dois meses Nesta faixa etária, ao receber a 2ª dose, não há a necessidade de reforço Crianças de 7 – 11 meses de idade: Esquema Vacinal Pneumocócica 10 – valente (conjugada) OBS: A vacina esta indicada para crianças de 2 meses a 1 ano 11 meses e 29 dias (< 2 anos) A partir de 1 anoDose única Nota Técnica n.º33/2013 / CGPNI – Recomenda a administração simultânea das Vacinas Febre Amarela e Pneumocócica 10 valente

39 COMPOSIÇÃO É constituída por: -Oligossacarídeo meningocócico C 10 μg; -Conjugado com proteína CRM197 de Corynebacterium Diphteriae 12,5 a 25,0 μg; - Hidróxido de alumínio 0,3 a 0,4 mg Al3+ Excipientes: Manitol, fosfato de sódio monobásico monoidratado, fosfato de sódio dibásico heptaidratado, cloreto de sódio e água para injeção. IDADE PARA VACINAÇÃO: 3 meses de idade INDICAÇÃO prevenção da meningite tipo C CONTRA-INDICAÇÃO indivíduos com hipersensibilidade conhecida a qualquer componente da vacina VIA DE ADMINISTRAÇÃO Intramuscular profunda, no vasto lateral da coxa, em crianças acima de dois anos pode ser usada a região deltóide. DOSE E VOLUME Dose: 0,5ML. Esquema - 2 doses Reforço – entre 12 e 15 meses ( 1 reforço) VACINA MENINGITE MENINGOCÓCICA C

40 ESQUEMA VACINA MMC OBS: A vacina esta indicada para crianças de 2 meses a 1 ano 11 meses e 29 dias (< 2 anos) A partir de 1 anoDose única

41 COMPOSIÇÃO: vírus vivo atenuado da febre amarela. IDADE PARA VACINAÇÃO: a partir dos 6 meses de idade (área endêmica) ou 9 meses de idade (área de transição) para residentes ou viajantes para estas áreas. INDICAÇÃO: prevenção contra febre amarela. CONTRA-INDICAÇÃO: história de reação anafilática após ingestão de ovo; choque anafilático; Nota Técnica n.º33/2013 / CGPNI – * NÃO Recomenda a administração simultânea das Vacinas Febre Amarela e Triplice Viral. * Recomenda a administração simultânea das Vacinas Febre Amarela e Vacina Pneumo 10 V CONSERVAÇÂO: +2 a +8ºC PRECAUÇÃO: A vacina é contraindicada para gestantes e mulheres que estejam amamentando, nos casos de risco de contrair o vírus buscar orientação médica. Caso a mulher que esteja amamentando receba a vacina terá que suspender a amamentação. A aplicação da vacina a partir de 60 anos depende da avaliação do risco da doença e o benefício da vacina. DOSE E VOLUME: uma dose de 0,5 ml. Reforços a cada 10 anos. VIA DE ADMINISTRAÇÃO: Subcutânea, na região do deltóide. VACINA FEBRE AMARELA (FA)

42 COMPOSIÇÃO: vírus vivo atenuado do sarampo, rubéola e caxumba, cultivados em células diplóides humanas. IDADE PARA VACINAÇÃO : 12 meses INDICAÇÃO: prevenção contra o sarampo, rubéola e caxumba. CONTRA-INDICAÇÃO: Imunodeficiência; Choque anafilático. Uso hemoderivados no momento ou nos últimos 3 meses, ou que vão fazer uso nos próximos 15 dias:adiar a vacinação. Nota Técnica n.º33/2013 / CGPNI – Recomenda a administração simultânea das Vacinas Febre Amarela e Pneumocócica 10 valente VIA DE ADMINISTRAÇÃO: Subcutânea, na região do deltóide. DOSE E VOLUME: dose de 0,5 ml VACINA TRÍPLICE VIRAL ( SCR ) DoseIDADE 1ª dose12 meses 2ª dose15 meses

43 COMPOSIÇÃO: toxóide tetânico e diftérico com a Bordetella pertussis inativada, hidróxido ou fosfato de alumínio e Timerosal. CONSERVAÇÂO: +2 a +8ºC, não podendo ser congelada. DOSE E VOLUME: dois reforços de 0,5 ml 1º reforço - seis meses após a 3ª dose da Tetravalente ( equivalente aos 15 meses); 2º reforço - 4 anos até 6 anos 11 meses e 29 dias de idade com a vacina DTP. Utilizar a vacina dupla adulto (dT) para reforços subseqüentes a cada 10 anos, ou 5 anos para nova gravidez ou acidente de risco. CONSERVAÇÂO: +2 a +8ºC, não podendo ser congelada. VIA DE ADMINISTRAÇÃO: Intramuscular profunda, na região glútea e na região deltóide. VACINA TRIPLICE BACTERIANA (DTP)

44 ORDEM CRONOLÓGICA - CRIANÇAS IDADEVACINAS Ao nascer BCG, Hepatite B 2 meses Poliomielite (VIP), Pneumo 10 V, Penta (DTP+Hib+Hepatite B), Rotavírus 3 meses Meningocócica C 4 meses Poliomielite (VIP), Pneumo 10 V, Penta (DTP+Hib+Hepatite B), Rotavírus 5 meses Meningocócica C 6 meses Poliomielite (VOP), Penta (DTP+Hib+Hepatite B), Pneumo 10V 9 meses Febre Amarela 12 meses Tríplice Viral (SCR), Pneumo 10V 15 meses DTP, Poliomielite (VOP), Meningocócica, SCR 4 a 6 anos DTP Fonte: PORTARIA Nº , DE 28 DE OUTUBRO DE 2010 NT Nº193/2012/ CGPNI/DEVEP/SVS/MS - Alteração da idade para administração da Vacina Tríplice Viral e da Vacina Oral de Rotavírus Humano.

45 COMPOSIÇÃO: toxóide tetânico e diftérico, hidróxido ou fosfato de alumínio e Timerosal. INDICAÇÃO: prevenção contra difteria e tétano, a partir dos 7 anos de idade, mulheres em idade fértil, gestantes e adultos que necessitem completar esquema ou reforço. CONTRA-INDICAÇÃO: reação de Arthus; neuropatia periférica; Síndrome de Guillain-Barré choque anafilático. CONSERVAÇÂO: +2 a +8ºC, não podendo ser congelada. O congelamento inativa os componentes da vacina dT. VACINA DUPLA ADULTO (dT)

46 DOSE E VOLUME: três doses de 0,5 ml, com intervalo de 60 dias e mínimo de 30 dias entre as doses. AVALIAÇÃO DO CARTÃO; Considerar as doses anteriores de toxóide Tetânicos (Tetravalente, DTP, dT, DT). Reforços a cada 10 anos ou 5 anos, para nova gravidez ou acidente de risco. VIA DE ADMINISTRAÇÃO: Intramuscular profunda, no deltóide ou no glúteo. EVENTOS ADVERSOS: hipertermia, dor, eritema, edema, enduração, e abscessos frios ou quentes no local da vacina e, mais raramente: reação de Arthus, neuropatia periférica, Síndrome de Guillain-Barré, choque anafilático. VACINA DUPLA ADULTO (dT)

47 IMUNIZAÇÃO NA GESTANTE 2011 SITUAÇÃO VACINAL dT CONDUTA dT Parcialmente imunizada 1ª dose Dose 2ª no segundo trimestre, e dose 3ª, se possível 20 dias antes parto 2 ªdoses Dose 3ª, se possível 20 dias antes do parto. Observação: *Intervalo entre as doses 30 ou 60 dias; *Iniciando o esquema no inicio da gestação usar o intervalo de 60 em 60 dias; *Iniciando o esquema a partir do 5º mês usar o intervalo de 30 em 30 dias ESQUEMA PRIMÁRIO COMPLETO Se < 5 anos não imunizar Se > 5 anos, 1 dose reforço Se > 10 anos, 1 dose reforço VACINA DUPLA ADULTO (dT)

48 IMUNIZAÇÃO NO ADOLESCENTE/ADULTO, IDOSO e GESTANTE SITUAÇÃO VACINAL dT CONDUTA dT Parcialmente imunizado 1ª dose Dose 2ª sessenta dias após a 1ª dose. 2 ªdoses Dose 3ª sessenta dias após a 2ª dose. E da 3ª para o reforço são dez anos após a data da aplicação. Observação: *Intervalo mínimo entre as doses 30 ou de 60 dias que é o ideal Reforço: A cada 10 anos. Exceto em situações especias ( acidentes perfurocortantes e/ou traumas, cirurgia, gestação) vide esquema abaixo. Gestante – Fazer a dose 3ª, se possível 20 dias antes parto ESQUEMA PRIMÁRIO COMPLETO(Em caso de acidente, cirurgia) Se < 5 anos não imunizar Se > 5 anos, 1 dose reforço Se > 10 anos, 1 dose reforço VACINA DUPLA ADULTO (dT)

49 COMPOSIÇÃO: Vacina de vírus inativado produzida em cultivo celular. IDADE PARA VACINAÇÃO : qualquer idade INDICAÇÃO Pré-exposição: para grupos de alto risco de exposição ao vírus da raiva, tais como: veterinários, estudantes de veterinária, pesquisadores, laçadores de cães e outros. Pós-exposição: quando houver possível exposição acidental ao vírus da raiva. Re-exposição: situações de reexposição após algum tipo de exposição CONTRA-INDICAÇÃO: administração na região glútea. VIA DE ADMINISTRAÇÃO: Intramuscular profunda, no vasto lateral da coxa; em crianças acima de dois anos pode ser usada a região deltóide. VACINA RAIVA HUMANA

50 DOSE E VOLUME: A dose é de 0,5ml. A quantidade de doses será indicada de acordo com o esquema recomendado considerando o tipo de exposição, animal agressor e o tipo de ferimento. CONSERVAÇÂO: +2 a +8ºC. EVENTOS ADVERSOS: Não há relato. VACINA RAIVA HUMANA

51 Esquema para Tratamento Profilático Anti-Rábico Humano Pré-Exposição Vacina de Cultivo Celular: Esquema: 03 doses Dias de aplicação: 0, 7, 28 Via de administração e dose: intramuscular profunda Local de aplicação: músculo deltóide ou vasto lateral da coxa (não aplicar no glúteo). Controle sorológico: a partir do 14º dia após a última dose do esquema. VACINA RAIVA HUMANA

52 CONDIÇÕES DO ANIMAL AGRESSOR CÃO OU GATO SEM SUSPEITA DE RAIVA NO MOMENTO DA AGRESSÃO 1 CÃO OU GATO CLINICAMENTE SUSPEITO DE RAIVA NO MOMENTO DA AGRESSÃO CÃO OU GATO RAIVOSO, DESAPARECIDO OU MORTO; ANIMAIS SILVESTRES² ( INCLUSIVE OS DOMICILIADOS) ANIMAIS DOMÉSTICOS DE INTERESSE ECONÔMICO OU DE PRODUÇÃO TIPO DE EXPOSIÇÃO Contato Indireto Lavar com água e sabão Não tratar Lavar com água e sabão Não tratar Lavar com água e sabão Não tratar Acidentes Leves ferimentos superficiais, pouco extensos, geralmente únicos, em tronco e membros (exceto mãos e polpas digitais e planta dos pés); podem acontecer em decorrência de mordeduras ou arranhaduras causadas por unha ou dente; lambedura de pele com lesões superficiais Lavar com água e sabão Observar o animal durante 10 dias após à exposição. Se o animal permanecer sadio no período de observação, encerrar o caso. Se o animal morrer, desaparecer ou se tornar raivoso, administrar 5 doses de vacina (dias 0, 3, 7, 14 e 28). Lavar com água e sabão Iniciar tratamento com 2 (duas) doses, uma no dia 0 e outra no dia 3.; Observar o animal durante 10 dias após à exposição. Se a suspeita de raiva for descartada após o 10º dia de observação, suspender o tratamento e encerrar o caso. Se o animal morrer, desaparecer ou se tornar raivoso, completar o esquema até 5 (cinco) doses. Aplicar uma dose entre o 7º e o 10º dia e uma dose nos dias 14 e 28. Lavar com água e sabão Iniciar imediatamente o tratamento com 5 (cinco) doses de vacina administradas nos dias 0, 3, 7, 14 e 28 Acidentes Graves ferimentos na cabeça, face, pescoço, mão, polpa digital e/ou planta do pé; ferimentos profundos, múltiplos ou extensos, em qualquer região do corpo; lambedura de mucosas; lambedura de pele onde já existe lesão grave; ferimento profundo causado por unha de gato. Lavar com água e sabão Observar o animal durante 10 dias após exposição. Iniciar tratamento com duas doses uma no dia 0 e outra no dia 3; Se o animal permanecer sadio no período de observação, encerrar o caso. Se o animal morrer, desaparecer ou se tornar raivoso, dar continuidade ao tratamento, administrando o soro 3 e completando o esquema até 5 (cinco) doses. Aplicar uma dose entre o 7º e o 10º dia e uma dose nos dias 14 e 28. Lavar com água e sabão Iniciar o tratamento com soro 3 e 5 doses de vacina nos dias 0, 3, 7, 14 e 28. Observar o animal durante 10 dias após à exposição. Se a suspeita de raiva for descartada após o 10º dia de observação, suspender o tratamento e encerrar o caso. Lavar com água e sabão Iniciar imediatamente o tratamento com soro 3 e 5 (cinco) doses de vacina administradas nos dias 0, 3, 7, 14 e 28 Quadro 1. Esquema para tratamento profilático anti-rábico humano com vacina de cultivo celular VACINA RAIVA HUMANA

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54 Orientações do quadro 1 (1) É preciso avaliar, sempre, os hábitos dos cães e gatos e os cuidados recebidos. Podem ser dispensados do tratamento as pessoas agredidas por cão ou gato que, com certeza, não tem risco de contrair a infecção rábica. Por exemplo, animais que vivem dentro do domicílio (exclusivamente); não tenham contato com outros animais desconhecidos; que somente saem à rua acompanhados dos seus donos e que não circulem em área com a presença de morcegos. Em caso de dúvida, iniciar o esquema de profilaxia indicado. (2) Nas agressões por morcegos deve-se indicar a soro-vacinação independentemente da gravidade da lesão, ou indicar conduta de reexposição; (3) Aplicação do soro na(s) porta(s) de entrada. Quando não for possível infiltrar toda dose, a quantidade restante deve ser aplicada pela via intramuscular podendo ser utilizada a região glútea. Sempre aplicar em local anatômico diferente do que aplicou a vacina

55 Tipo de esquema anterior ESQUEMA DA REEXPOSIÇÃO Cultivo Celular Completo a) até 90 dias: não tratar b) após 90 dias: 2 doses, uma no dia 0 e outra no dia 3 Incompleto a) até 90 dias: completar o número de doses b) após 90 dias: ver esquema de pós-exposição (conforme o caso) VACINA RAIVA HUMANA

56 Conduta em caso de paciente faltoso ou que abandona o tratamento com a vacina de cultivo celular Quando o paciente comparecer para aplicação da: Agendar a próxima dose ou seja a: Com intervalo mínimo de: Segunda doseTerceira dose2 dias Terceira doseQuarta dose4 dias Quarta doseQuinta dose14 dias após Nota: o esquema recomendado (dias: 0,3,7,14,28), as cinco doses devem ser administradas no período de 28 dias a partir do início do tratamento. Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Guia de vigilância epidemiológica. 5ª edição. Brasília: FUNASA, p.

57 IMUNOBIOLÓGICOS INFORMES TÉCNICOS IMPORTANTES VACINASCOMPOSIÇÃOVALIDADE APÓS ABERTURA DO FRASCO PÓLIO Vírus vivo atenuado (VOP)5 dias após abertura do frasco Vírus Inativado (VIP) 7 dias após abertura do frasco D.T.P Toxóide diftérico Bordetella perfussis inativado e Toxóide tetânico 15 dias ou até o final do frasco B.C.G. Microbactéria atenuada (Mycobacterium bovis) 6 horas após diluição HEPATITE B Antígeno de superfície do vírus inativado 15 dias ou até o final do frasco DUPLA OU TRIPLICE VIRAL Vírus vivos atenuados Sanofir Pasteur – 6 horas Biomanguinhos/Fiocruz – 8 horas FEBRE AMARELA Vírus vivo atenuado Frasco de 5 a 10 doses - 6 horas Frasco de 50 doses - 4 horas

58 IMUNOBIOLÓGICOS INFORMES TÉCNICOS IMPORTANTES VACINASCOMPOSIÇÃO VALIDADE APÓS ABERTURA DO FRASCO INFLUENZAVírus purificado e inativado 7 DIAS OU A DEPENDER DO LABORATÓRIO PRODUTOR PNEUMO 10 VALENTE Polissacarídeo purificado de Streptococus pneumonie Unidose Pentavalente ( DTP + Hib + Hepatite B) Toxóide diftérico Bordetella perfussis inativado e Toxóide tetânico + Polissacarídeo purificado da membrana externa da bactéria haemophilus influenzae tipo B + antígeno de superficie do vírus Hepatite B 5 dias após diluição RAIVA HUMANAVírus inativadoUnidose MENINGITE TIPO CVirus atenuadoUnidose ROTAVÍRUSVirus atenuado humanoUnidose DUPLA ADULTO Frações de bactérias toxóide tetânico e diftérico 15 dias ou até o final do frasco

59 OBRIGADA!!!


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