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Para tudo há um tempo, para cada coisa há um momento debaixo dos céus: tempo para nascer e tempo para morrer, tempo para plantar e tempo para arrancar.

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3 Para tudo há um tempo, para cada coisa há um momento debaixo dos céus: tempo para nascer e tempo para morrer, tempo para plantar e tempo para arrancar o que se plantou, tempo para matar e tempo para sarar, tempo para demolir e tempo para construir, tempo para chorar e tempo para rir, tempo para gemer e tempo para dançar, tempo para atirar pedras e tempo para ajuntá-las, tempo para dar abraços e tempo para apartar-se. Tempo para procurar e tempo para perder, tempo para guardar e tempo para jogar fora, tempo para rasgar e tempo para costurar, tempo para calar e tempo para falar, tempo para amar e tempo para odiar, tempo para a guerra e tempo para a paz. (Ecl 3, 1-8)

4 Dentro de uma visão de fé, a morte do homem é a cessação da sua existência terrena e somática. É a cisão entre o modo de ser temporal e o modo de ser eterno. É a união definitiva com Cristo. É o momento em que a vida vivida em suas limitações terrenas e na sua dimensão física emerge para a plenitude e se torna glorificação em Deus.

5 Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que esteja morto, viverá. E todo aquele que vive e crê em mim, jamais morrerá. (Jo 11,25-26)

6 Diz o livro da Sabedoria: Deus não é o autor da morte. Ele criou tudo para a existência. (Sb 1, 13a,14a) Assim sendo, um Deus que é pai, amor, ternura e misericórdia nada pode ter criado para matar, mas para viver. A morte terrena está a serviço da vida para a qual fomos criados. A nossa morte corporal, no tempo, é uma expressão da nossa finitude, a porta, o meio, para a plenitude, para a imortalidade para a qual fomos criados.

7 É Jesus quem revela o verdadeiro sentido da morte: o Filho de Deus, o Verbo Encarnado, assumindo em tudo a natureza humana, também nasceu para morrer. Em Jesus – como em todos nós - a morte foi a passagem da vida terrena para a vida eterna. Foi a passagem deste mundo para o Pai.

8 Isto fica bem claro no Evangelho de São João: Jesus sabia que tinha chegado a sua hora. A hora de passar deste mundo para o Pai... (Jo 13,1). Jesus teve a hora dele como todos nós teremos a nossa de passar deste mundo para a casa do Pai. Não é uma hora de morrer, é uma hora de passar, de trocar de casa: Não temos aqui a nossa pátria definitiva, mas buscamos a pátria futura.(Hb 13,14)

9 Quando a nossa morada terrestre, a nossa tenda for desfeita, receberemos de Deus uma habitação no céu, uma casa eterna não construída por mãos humanas. Por isto, suspiramos neste nosso estado, desejosos de revestir o nosso corpo celeste; e isso será possível se formos encontrados vestidos, e não nus. Pois nós, que estamos nesta tenda, gememos acabrunhados, porque não queremos ser despojados da nossa veste, mas revestir a outra por cima desta, e, assim, aquilo que é mortal seja absolvido pela vida. E quem para isso nos preparou foi Deus, o qual nos deu a garantia do Espírito. Por essa razão, estamos sempre confiantes...(cf. 2cor 5, 1-6)

10 Não se perturbe o vosso coração. Credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Não fora assim, eu vos teria dito; pois vou preparar-vos um lugar. (Jo 14, 1-2)

11 O papa considera que a oração pelos mortos é "não só útil, mas necessária", deixando votos de que "o pranto, devido ao afastamento terreno, não prevaleça sobre a certeza da ressurreição". "Também a visita aos cemitérios, ao mesmo tempo que guarda os laços de afeto com aqueles que nos amaram nesta vida, recorda-nos que todos tendemos para uma outra vida, para lá da morte", observou. "A comemoração dos fiéis defuntos, à qual é dedicada o dia 2 de novembro, ajuda-nos a recordar os nossos entes queridos que nos deixaram e todas as almas a caminho da plenitude da vida, precisamente no horizonte da Igreja celestial, à qual a Solenidade de hoje nos elevou", prosseguiu Bento XVI, na oração do Angelus.

12 Ao chegarmos ao céu, extasiados, diremos como Jó: eu te conhecia só de ouvir. Agora, porém, os meus olhos te viram (Jó 42,5). Ou diremos como a rainha de Sabá, diante da glória do rei Salomão: eu não queria acreditar no que diziam antes de vir ver com meu próprios olhos. O que contaram não é nem a metade: sua sabedoria e riqueza são muito maiores do que eu tinha ouvido! (1Rs 10, 6-7)

13 Com esta fé no destino supremo do homem, dirigimo-nos agora a Maria, que viveu aos pés da Cruz o drama da morte de Cristo e participou, depois, na alegria da sua ressurreição. Oxalá Ela, Porta do céu, nos ajude a compreender cada vez mais o valor da oração de sufrágio pelos nossos queridos defuntos. Que Ela ampare a nossa peregrinação quotidiana sobre a terra e nos ajude a jamais perder de vista a meta definitiva da vida, que é o Paraíso. (JOÃO PAULO II, Angelus, 2 de Novembro de 1997)

14 Texto – Bíblia – Edições Ave Maria O corpo, sacramento de Deus – Carmita Overbeck Pastoral da Saúde na Paróquia – Pe. Arcídio Favretto Ministério da Vida – Pe. Leo Pessini Imagem – Google Música – Tristesse – Chopin Formatação - Graziela


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