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Ruth Bruno SISTEMA SOL-TERRA-LUA.

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Apresentação em tema: "Ruth Bruno SISTEMA SOL-TERRA-LUA."— Transcrição da apresentação:

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2 Ruth Bruno

3 SISTEMA SOL-TERRA-LUA

4 Unidades de Distâncias 1 ano-luz = x = c x t onde: c = velocidade da luz = m/s t = 1 ano = 365 dias x 24 horas x 60 min x 60 s Assim, 1 ano-luz = x 365 x 24 x 3600 = 9,46 x m (cerca de 10 trilhões de km) Ano-luz: distância percorrida pela luz em um ano.

5 Distâncias de alguns objetos astronômicos 1,3 segundos-luz 8,3 minutos-luz 11 horas-luz 4,3 anos-luz 100 mil anos-luz 2,3 milhões de anos-luz jumk.de/astronomie/img/naechste.jpg

6 LUNAÇÃO E uma grande Lua saiu do mar... Fotografia/Tom Jobim Lunation - Credit & Copyright:Astronomy Picture of the Day and Antonio Cidadao

7 AS FASES DA LUA A figura acima mostra as quatro principais fases da Lua, vistas por um observador no Hemisfério Sul. Como as fases ocorrem simultaneamente, da mesma forma no mundo todo, as horas das fases em tempo universal podem ser utilizadas em qualquer ponto da superfície da Terra, após a correção do fuso horário. (créditos:

8 MÊS SINÓDICO Nova, Crescente, Cheia e Minguante Período da lunação : 29,53 dias

9 Simulação do movimento de translação da Lua e suas fases.

10 ROTAÇÃO DA LUA O tempo que a Lua leva para orbitar em volta da Terra (27,3 dias) é igual ao tempo que ela leva para girar em torno do seu eixo. Por este motivo, a mesma face da Lua está sempre voltada para nós. A face oculta da Lua só pode ser vista ou fotografada por astronautas ou satélites em órbita da Lua. Face oculta da Lua tirada por ocasião da missão Apolo 16 em nssdc.gsfc.nasa.gov/imgcat/hires/a16_m_3021.gif

11 PERÍODO SIDERAL da LUA O período sideral da Lua, ou mês sideral, é o tempo necessário para a Lua completar uma volta em torno da Terra, em relação a uma estrela distante. Sua duração é de 27d 7h 43m 11s. Astronomy Today, Prentice Hall,Inc.

12 Rotação sincronizada e os efeitos de maré astro.if.ufrgs.br/lua/rotlua.gif

13 Acredita-se que, no passado, o período de rotação da Lua era menor do que o seu período de translação em torno da Terra. Ao girar, ela tentava arrastar consigo os bojos de maré, que sempre ficavam alinhados na direção da Terra. Assim, havia um movimento relativo entre as diferentes partes da Lua, o qual gerava atrito, que por sua vez tendia a frear a rotação. Devido a esse atrito a Lua foi perdendo energia de rotação até ficar com a rotação sincronizada, estado em que o período sideral é exatamente igual ao período de revolução. FORÇAS de MARÉ Astronomy Today, Prentice Hall,Inc.

14 ALTERAÇÃO na ÓRBITA da LUA Com o achatamento da Lua causado pelas marés, sua rotação teria diminuído até alcançar o mesmo período de translação. Para conservar o momentum angular, a perda de rotação teria provocado o afastamento maior entre a Lua e a Terra. Logo, para compensar a diminuição no momentum angular de rotação, o momentum angular de translação da Lua (L) aumenta e, conseqüentemente, r aumenta.

15 MARÉS NA TERRA Um importante fenômeno terrestre causado pelas forças gravitacionais do Sol e da Lua é a subida e a descida dos oceanos, duas vezes em um dia.

16 Devido à rotação da Terra, a combinação desse movimento com o de translação da Lua resulta em duas marés altas e cada 24h e 50m, que é a duração do dia lunar.

17 A atração gravitacional sentida em cada ponto da Terra, devido à Lua, depende da distância do ponto à Lua. No lado da Terra mais próximo à Lua, a atração gravitacional é maior do que a sentida no centro da Terra. No lado da Terra mais afastado da Lua, a força gravitacional é menor do que a sentida no centro da Terra. Assim, em relação ao centro da Terra, um lado está sendo puxado em direção da Lua, e o outro lado está sendo puxado na direção contrária. Forças de maré provocadas pela Lua sobre a Terra

18 Entendendo as forças de maré

19 Forças de maré provocadas pelo Sol sobre a Terra Quando a Lua é Nova ou Cheia, o efeito do Sol reforça o efeito da Lua, produzindo marés relativamente altas. São as chamadas marés de primavera ou marés de águas vivas. Por outro lado, quando a Lua se encontra nas fases correspondentes aos primeiros e terceiros quartos, ocorrem as marés das águas mortas. Astronomy Today, Prentice Hall,Inc.

20 Comparação entre as marés produzidas pelo Sol e pela Lua Devido à distância do Sol à Terra, o efeito gravitacional do Sol produz marés cujas intensidades são aproximadamente a metade das marés devido à Lua

21 ECLIPSES

22 GEOMETRIA DOS ECLIPSES

23 TIPOS DE ECLIPSES DO SOL

24

25 Quando ocorrem os eclipses

26 Ocorrem no mínimo 2 eclipses por ano (que são solares) e, no máximo, 7 eclipses por ano: 2 lunares e 5 solares, ou 3 lunares e 4 solares. Periodicidade dos eclipses O eclipse total do Sol dura apenas alguns minutos, pois a umbra da Lua move-se a mais de 1700 km/h. A escuridão total não dura mais que 7 minutos e 40 segundos. A cada milênio ocorrem menos que 10 eclipses totais do Sol que ultrapassam mais de 7 min de duração Apesar dos eclipses ocorrerem em algum lugar da Terra a cada dezoito meses, é estimado que eles recaem em um dado lugar apenas a cada trezentos ou quatrocentos anos

27 Eclipse solar de 11 de agosto de 1999, visto da estação espacial MIR. A sombra da Lua sobre a Terra moveu-se com uma velocidade aproximada de km/h. Somente os observadores no centro do círculo escuro viram o eclipse total do Sol. antwrp.gsfc.nasa.gov

28 ECLIPSES LUNARES

29 Eclipse Total do Sol, em 4 de novembro de 1994, em Criciúma, Santa Catarina.

30 Simulação do eclipse solar total visível do Brasil em 3 de novembro de A umbra é um pontinho preto que aparece no centro da penumbra. Cada imagem está separada por 10 min e a simulação total dura 2h 20m.

31 AURORAS

32 As auroras - boreais no Hemisfério Norte, e austrais no Hemisfério Sul – são fenômenos luminosos que ocorrem na atmosfera superior da Terra, entre 100 e 1000 km, causadas pelas partículas carregadas solares que excitam os átomos do ar. As auroras são observadas principalmente nas regiões polares, uma conseqüência do efeito do campo magnético terrestre que deflete as partículas para estas regiões. Cores das auroras: verde, vermelho e azul – correspondem às linhas de emissão do oxigênio e nitrogênio.

33 Canadá, outubro de 2001 A coloração verde indica a presença de oxigênio, a baixas altitudes apod.nasa.gov

34 As cores das auroras variam de acordo com a altitude em que a maioria das colisões ocorrem. A cor mais comum é o amarelo ou verde, causadas pelo oxigênio, a baixas altitudes. O oxigênio, em grandes altitudes (acima de 300 km), produz auroras vermelhas. O nitrogênio, a altitudes de cerca de 100 km, produz auroras também vermelhas

35 Wisconsin, 8 de novembro de 2004

36 Aurora Austral

37 REFERÊNCIAS 1- Chaisson, Eric; McMillan Steve, Astronomy Today, 1996, Prentice Hall, New Jersey 2- Hester Jeff et al, 21 st Century Astronomy, 2002, Norton & Company, London 3- Oliveira Filho, Kepler de Souza, Oliveira Saraiva, Maria de Fátima, Astronomia e Astrofísica, 2004, Editora Livraria da Física http://en.wikipedia.org/wiki/ http://www.tqnyc.org/NYC040808/homepage.html


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