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AMÉRICA COLONIAL : ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO historiativanet.wordpress.com CURSO DE PREPARAÇÃO PARA A 2ª ETAPA DA UFMG.

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1 AMÉRICA COLONIAL : ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO historiativanet.wordpress.com CURSO DE PREPARAÇÃO PARA A 2ª ETAPA DA UFMG

2 A base da exploração colonial Espanha e Portugal (metalismo) Inglaterra (comercialismo) Política mercantilista Política mercantilista – Intervenção do Estado na Economia com o objetivo de realizar a acumulação primitiva de capital historiativanet.wordpress.com 2

3 Principais atividades econômicas prata Exploração de grandes jazidas de prata (Ex:Potosí) Antilhas Antilhas :observa-se a produção de artigos tropicais Região Platina: Região Platina: pecuária Colônias do Norte Colônias do Norte: artigos agrícolas voltados para o mercado interno, cerais Colônias do Sul: Colônias do Sul: platation de algodão América EspanholaAmérica Inglesa historiativanet.wordpress.com 3

4 Q.4/P.13 (UFMG) Este fluxo de prata é despejado em um país protecionista, barricado de alfândegas. Nada sai ou entra em Espanha sem o consentimento de um governo desconfiado, tenaz em vigiar as entradas e as saídas de metais preciosos. Em princípio, a enorme fortuna americana vem, portanto, terminar num vaso fechado. Mas o fecho não é perfeito(...) ou dir-se-ia tão comumente que os Reinos de Espanha são as Índias dos outros reinos estrangeiros (BRAUDEL, Fernand. O mediterrâneo e o mundo mediterraneo à época de Felipe II: Martin Fontes, ,v.1, p ) Q.4/P.13 (UFMG) Este fluxo de prata é despejado em um país protecionista, barricado de alfândegas. Nada sai ou entra em Espanha sem o consentimento de um governo desconfiado, tenaz em vigiar as entradas e as saídas de metais preciosos. Em princípio, a enorme fortuna americana vem, portanto, terminar num vaso fechado. Mas o fecho não é perfeito(...) ou dir-se-ia tão comumente que os Reinos de Espanha são as Índias dos outros reinos estrangeiros (BRAUDEL, Fernand. O mediterrâneo e o mundo mediterraneo à época de Felipe II: Martin Fontes, ,v.1, p ) 1.I DENTIFIQUE a prática econômica a que se faz referência nesse texto Resposta: Mercantilismo ou Metalismo ( muito embora não possuam o mesmo significado, determinam elementos correlatos e ambas respostas foram consideradas pela UFMG) 2. C CC CITE o principal objetivo dessa prática Resposta: O objetivo dessa prática era promover o enriquecimento do Estado, ou seja, a acumulação primitiva de capital. 3. Mas o fecho não era perfeito(...) Ou dir-se-ia tão comumente que os Reinos de Espanha são as Índias dos outros Reinos Estrangeiros. E EE EXPLIQUE o sentido histórico dessa frase Resposta: Muito embora um grande fluxo de prata chegasse à Espanha, pouco ficava retido devido à necessidade de manter as importações de produtos que eles não produziam. historiativanet.wordpress.com 4

5 Q.8/P.15 (UFF) O mapa a seguir ilustra o comércio triangular realizado pelos habitantes das colônias do norte dos Estados Unidos, durante o período de colonização da América historiativanet.wordpress.com 5 13 colôniasÁfrica Antilhas inglesas DESCREVA a)Observando o mapa, DESCREVA esse comércio Resposta: Os colonos comercializavam com a África, onde adquiriam escravos que, por sua vez, eram negociados nas Antilhas e nas colônias do Sul. As Antilhas enviavam para as 13 colônias melaço que era a base da produção do rum, importante moeda de troca por escravos. EXPLIQUE b) EXPLIQUE por que outros produtos lucrativos, como o tabaco e o algodão, não participavam desse comércio Resposta: O tabaco e o algodão não entravam nas relações entre a América Inglesa e a África, devido ao seu alto valor na Europa, sendo enviados para a metrópole.

6 América Portuguesa – Aspectos econômicos Sistema de plantation Mão de obra escrava africana Açúcar grosso e mascavo Participação indireta dos holandeses, que compravam o açúcar de Portugal, refinavam e distribuíam na Europa Processo de interiorização (bandeirantismo) Formação de um mercado interno Processo de urbanização Controle metropolitano: quinto, finta, derrama, capitação Casas de Fundição Distrito diamantífero 6 historiativanet.wordpress.com Economia açucareiraMineração

7 historiativanet.wordpress.com 7 Q.13/P.17 (UFJF) Leia atentamente o trecho a seguir e, com base nele e em seus conhecimentos, RESPONDA ao que se pede. Se pensarmos na história do Brasil (...) veremos que nenhum produto, ou atividade desaparece. Ás vezes, nem mesmo decaí (...). Na verdade, o que aconteceu ( no caso do açúcar) deve ser explicado por fatores que dizem respeito ás condições do mercado consumidor mundial, ao nível técnico da produção, à competitividade do produto... LINHARES,M.Y.L. História da agricultura brasileira. Q.13/P.17 (UFJF) Leia atentamente o trecho a seguir e, com base nele e em seus conhecimentos, RESPONDA ao que se pede. Se pensarmos na história do Brasil (...) veremos que nenhum produto, ou atividade desaparece. Ás vezes, nem mesmo decaí (...). Na verdade, o que aconteceu ( no caso do açúcar) deve ser explicado por fatores que dizem respeito ás condições do mercado consumidor mundial, ao nível técnico da produção, à competitividade do produto... LINHARES,M.Y.L. História da agricultura brasileira. a)CITE E ANALISE a)CITE E ANALISE dois fatores que levaram à chamada crise do açúcar, em meados do século XVI Resposta: Os holandeses após serem expulsos do Brasil ampliaram a produção de açúcar nas Antilhas, criando uma concorrência, que acabou levando a uma redução da produção e dos lucros obtidos com esse produto. Além disso, vale ressaltar, que a dominação holandesa, assim como o processo de expulsão deixaram marcas profundas na organização colonial, prejudicando ainda mais a produção. CORRETOJUSTIFIQUE b) É CORRETO dizer que existiu um ciclo do açúcar no Brasil? JUSTIFIQUE sua resposta. Resposta: O termo ciclo não é adequado para determinar a produção açucareira, pois pressupõem um fim, o que não ocorreu. O açúcar foi produzido ao longo da história brasileira de forma ininterrupta, sendo um dos produtos mais tradicionais até os dias de hoje.

8 historiativanet.wordpress.com 8 Q.16/P.19 (UFMG) Leia este trecho, em que a personagem principal Robinson Crusoé rememora fatos por ele vividos no século XVII: Pouco tempo depois do desembarque(na Bahia) fui recomendado pelo Capitão a um homem muito honrado, semelhante aos mesmo capitão, que tinha o que vulgarmente se chama um Engenho, isto é, uma plantação e uma manufatura de açúcar. Vivi alguns tempos em sua casa e por esse meio me instrui no modo de plantar e de fazer o açúcar. Ora, vendo que comodamente viviam estes cultivadores e com rapidez enriqueciam, resolvi-me a estabelecer-me e a ser cultivador como os outros, se fosse possível obter licença: bem entendido que procuraria o meio de me fazer vir á mão o dinheiro que tinha deixado em Londres (...) [Importei da Inglaterra] panos, sedas meias e outras coisas extraordinariamente estimadas e procuradas neste país [e...] achei o segredo de as vender por alto preço, de sorte que posso dizer que, depois de sua venda, ajuntei mais de quatro vezes o valor da minha carregação (...) o ano seguinte tive toda a sorte de vantagens na minha plantação; colhi minha própria terra cinquanta rolos de tabaco (que) estavam bem acondicionados e prontos para quando a frota voltasse para Lisboa. Q.16/P.19 (UFMG) Leia este trecho, em que a personagem principal Robinson Crusoé rememora fatos por ele vividos no século XVII: Pouco tempo depois do desembarque(na Bahia) fui recomendado pelo Capitão a um homem muito honrado, semelhante aos mesmo capitão, que tinha o que vulgarmente se chama um Engenho, isto é, uma plantação e uma manufatura de açúcar. Vivi alguns tempos em sua casa e por esse meio me instrui no modo de plantar e de fazer o açúcar. Ora, vendo que comodamente viviam estes cultivadores e com rapidez enriqueciam, resolvi-me a estabelecer-me e a ser cultivador como os outros, se fosse possível obter licença: bem entendido que procuraria o meio de me fazer vir á mão o dinheiro que tinha deixado em Londres (...) [Importei da Inglaterra] panos, sedas meias e outras coisas extraordinariamente estimadas e procuradas neste país [e...] achei o segredo de as vender por alto preço, de sorte que posso dizer que, depois de sua venda, ajuntei mais de quatro vezes o valor da minha carregação (...) o ano seguinte tive toda a sorte de vantagens na minha plantação; colhi minha própria terra cinquanta rolos de tabaco (que) estavam bem acondicionados e prontos para quando a frota voltasse para Lisboa. a)IDENTIFIQUE a)IDENTIFIQUE duas atividades econômicas de caráter distinto desenvolvidas por Robinson Crusoé na Bahia Resposta: Comércio e Agricultura (tabaco) RELACIONE b) RELACIONE as atividades indicadas no item A desta questão à política colonizadora das potências europeias para a América na Época Moderna Resposta: As potências europeias mercantilistas enviavam para a América produtos manufaturados e adquiriam em terras coloniais matérias primas e artigos tropicais. Essas atividades eram controladas pelo Exclusivo Metropolitano.

9 historiativanet.wordpress.com 9 A)APRESENTE A)APRESENTE a situação em que se encontrava Portugal na época da assinatura do tratado Resposta: A economia portuguesa encontrava-se decadente e dependente da crescente economia inglesa, que enviava produtos manufaturados para abastecer Portugal. CITE B) CITE a principal cláusula do tratado de Methuen Resposta: Os tecidos importados por Portugal tinham de vir da Inglaterra, enquanto os Portugueses teriam, por sua vez, exclusividade no comércio de vinhos. APRESENTE C) APRESENTE 2 (duas) implicações fundamentais desse tratado para a economia portuguesa Resposta: A economia portuguesa se tornou cada vez mais dependente da Inglaterra, havendo, portanto, um desequilíbrio em sua Balança Comercial. Destaca-se, também, o desistimulo à produção manufatureira. APRESENTE D) APRESENTE a implicação fundamental desse tratado para a economia inglesa Resposta: O Tratado de Methuen contribuiu para a acumulação de capital, uma vez que auxiliou na manutenção de uma Balança Comercial Favorável. Q.14/P.18 (UFMG)Em 1703, Portugal assinou com a Inglaterra o tratado de Methuen. A assinatura desse tratado teve implicações profundas para as economias portuguesa e inglesa.

10 Administração Colonial 10 historiativanet.wordpress.com

11 11 Q.9/P.15 (UFJF) (...) ponderando-se o acharem-se hoje as Vilas dessa capitania tão numerosas como se acham, e que sendo uma grande parte das famílias dos seus moradores de limpo nascimento, era justo que somente as pessoas que tiverem essa qualidade andassem na governança delas... Ordem régia para a Câmara de Vila Rica – MG A Câmara e a Misericórdia podem ser descritas, apenas com um ligeiro exagero, como os pilares gêmeos da sociedade colonial desde Maranhão até Macau BOXER.C,R. O império marítimo português Q.9/P.15 (UFJF) (...) ponderando-se o acharem-se hoje as Vilas dessa capitania tão numerosas como se acham, e que sendo uma grande parte das famílias dos seus moradores de limpo nascimento, era justo que somente as pessoas que tiverem essa qualidade andassem na governança delas... Ordem régia para a Câmara de Vila Rica – MG A Câmara e a Misericórdia podem ser descritas, apenas com um ligeiro exagero, como os pilares gêmeos da sociedade colonial desde Maranhão até Macau BOXER.C,R. O império marítimo português O mais significativo órgão político administrativo implantado por Portugal nas vilas coloniais da América Portuguesa era a Câmara Municipal. Baseando-se nas citações apresentadas, RESPONDA. a)Qual era a origem social daqueles que ocupavam os cargos nas Câmaras Municipais? Resposta: Os cargos nas Câmaras Municipais eram ocupados pelos Homens Bons, ou seja, brancos, cristãos e proprietários de terras. a)CITE três funções das Câmaras Municipais nas principais vilas coloniais Resposta: As Câmaras Municipais tinham a função de cobrar impostos locais, zelar pela administração da vila e garantir a segurança da região.

12 historiativanet.wordpress.com 12 Q.11/P.16 (Unicamp) A união de Espanha e Portugal, em 1580, trouxe vantagens para ambos os lados. Portugal era tratado pelos monarcas espanhóis não como uma conquista, mas como um outro reino. Os mercados, as frotas e a prata espanhóis revelaram-se atraentes para a nobreza e para os mercadores portugueses. A Espanha beneficiou-se da aquisição de um porto atlântico de grande importância, acesso ao comércio de especiarias da Índia, comércio com as colônias portuguesas na costa da África e contrabando com a colônia do Brasil. (Adaptado de Sutart B.Schwartz. Da América Portuguesa ao Brasil. Lisboa. Difel, p ) Q.11/P.16 (Unicamp) A união de Espanha e Portugal, em 1580, trouxe vantagens para ambos os lados. Portugal era tratado pelos monarcas espanhóis não como uma conquista, mas como um outro reino. Os mercados, as frotas e a prata espanhóis revelaram-se atraentes para a nobreza e para os mercadores portugueses. A Espanha beneficiou-se da aquisição de um porto atlântico de grande importância, acesso ao comércio de especiarias da Índia, comércio com as colônias portuguesas na costa da África e contrabando com a colônia do Brasil. (Adaptado de Sutart B.Schwartz. Da América Portuguesa ao Brasil. Lisboa. Difel, p ) a)Segundo o texto, quais foram os benefícios da União Ibérica para Portugal e para a Espanha? Resposta: A nobreza e a economia portuguesa foi beneficiada com a ampliação dos mercados. Os espanhóis foram beneficiados com a aquisição de portos no Atlântico, facilitando as trocas comerciais. b) No contexto da União Ibérica, o que foi o sebastianismo? Resposta: O sebastianismo foi um movimento nacionalista português que cultivava o mito do retorno de D.Sebastião, desaparecido no norte da África em meio à guerra, como uma forma de retomar a autonomia e o brilho da Coroa Portuguesa.

13 historiativanet.wordpress.com 13 Q.15/ P. 18 (UFMG) Vários têm sido os motins e as sublevações que em diversos tempos houve (nessa região). Mas nenhuma de tão perniciosas consequências, e tanto para temer, como a presente no ano de mil setecentos e vinte, pelo temerário e inaudito fim a que se encaminhava e dirigia, qual era alçar a obediência ao seu príncipe, usurpar ao patrimônio esta rica porção, e introduzirem nela despoticamente soberanos, os mesmos que ainda eram indignamente vassalos. D.Pedro de Almeida. Conde de Assumar Q.15/ P. 18 (UFMG) Vários têm sido os motins e as sublevações que em diversos tempos houve (nessa região). Mas nenhuma de tão perniciosas consequências, e tanto para temer, como a presente no ano de mil setecentos e vinte, pelo temerário e inaudito fim a que se encaminhava e dirigia, qual era alçar a obediência ao seu príncipe, usurpar ao patrimônio esta rica porção, e introduzirem nela despoticamente soberanos, os mesmos que ainda eram indignamente vassalos. D.Pedro de Almeida. Conde de Assumar DESCREVA o contexto histórico a que o autor faz referência nesse trecho. Resposta: O contexto refere-se ao início da mineração aurífera nas Minas Gerais. As relações entre a população local e as autoridades metropolitanas eram conflituosas e frequentemente havia movimentos de resistência aos excessos cometidos pela Coroa. 2- CITE a principal motivação que levou à eclosão do movimento a que se refere o autor nesse trecho Resposta: A principal motivação foi a instalação das Casas de Fundição 3- CITE dois outros movimentos ocorridos na mesma região, durante o período colonial, APRESENTANDO a principal razão que levou à eclosão de cada um deles. a)Movimento: Guerra dos Emboabas Principal razão: Conflito entre paulistas e forasteiros (emboabas) provocado pela disputa pelas areas mineradoras recém descobertas b) Movimento: Inconfidência Mineira Principal razão: Movimento republicano e separatista que representava a resistência da sociedade mineira aos desmandos da Coroa Portuguesa.

14 historiativanet.wordpress.com 14 Q17/P.20 (Unicamp) No quadro das revoltas ocorridas em Minas Gerais na primeira metade do século XVIII – entre 1707 e 1736-, verificamos, em algumas delas, elementos de marcante originalidade, por contestarem abertamente os direitos do Rei e envolverem participação ativa de segmentos procedentes dos estratos sociais inferiores. (Adaptado de Luciano Raposo de Almeida Figueiredo, O Império em apuros: notas para o estudo das relações ultramarina no Império Português, séculos XVII e XVIII, em Júnia Furtado(org.). Diálogos oceânicos: Minas Gerais e as novas abordagens para uma história do Império Ultramarino Português. Belo Horizonte:UFMG, 2001, p.236.) Q17/P.20 (Unicamp) No quadro das revoltas ocorridas em Minas Gerais na primeira metade do século XVIII – entre 1707 e 1736-, verificamos, em algumas delas, elementos de marcante originalidade, por contestarem abertamente os direitos do Rei e envolverem participação ativa de segmentos procedentes dos estratos sociais inferiores. (Adaptado de Luciano Raposo de Almeida Figueiredo, O Império em apuros: notas para o estudo das relações ultramarina no Império Português, séculos XVII e XVIII, em Júnia Furtado(org.). Diálogos oceânicos: Minas Gerais e as novas abordagens para uma história do Império Ultramarino Português. Belo Horizonte:UFMG, 2001, p.236.) a)Segundo o texto, quais eram as características originais apresentadas por algumas revoltas ocorridas na primeira metade do século XVIII? Resposta: As revoltas ocorridas nesse período tinham como características gerais o questionamento da autoridade real, e os excessos administrativos e tributários. Eram revoltas que envolviam as camadas mais altas da sociedade, mas também, além das classes mais populares. b) Dê DUAS características da Inconfidência Mineira que a diferenciam das revoltas ocorridas na primeira metade do século XVIII Resposta: A Inconfidência Mineira pretendia a separação de Minas em relação ao resto da colônia, além de propor um projeto republicano.


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