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Em colheita florestal o conjunto de atividades que visam derrubar, extrair e fazer sortimentos da madeira esta ligada ao planejamento de longo, médio.

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2 Em colheita florestal o conjunto de atividades que visam derrubar, extrair e fazer sortimentos da madeira esta ligada ao planejamento de longo, médio e curto prazos, sistema de exploração, consumo das unidades industriais, de vendas e ao meio ambiente (ZAGONEL, 2005).

3 O exercício sistemático do planejamento tende a reduzir a incerteza envolvida no processo decisório e provocar o aumento da probabilidade de alcance dos objetivos, desafios e metas estabelecidas para a empresa (REBOUÇAS, 2002; MALINOVSKI, 2007).

4 O planejamento é a elaboração, por etapas, com bases técnicas, de planos e programas com objetivos bem definidos. É a arte e a ciência de projetar, em uma base racional, cursos futuros de ação para indivíduos, grupos ou corporações, e sua implementação efetiva requer o uso combinado de medidas quantitativas e qualitativas. É um processo de decisão com características próprias, pois define o futuro desejado para a organização e delineia os possíveis caminhos para atingi-lo (MACHADO; LOPES, 2002).

5 Impossível na atualidade executar ou implantar um sistema de planejamento sem um Sistema de Informações Geográficas (SIG), conforme Ribeiro (2002), um conjunto de ferramentas para capturar, armazenar, recuperar, transformar e apresentar dados espaciais do mundo real.

6 Segundo Assunção (1996), Rebouças (2002) e Malinovski (2007), são identificáveis três tipos de planejamento: estratégico, tático e operacional.

7 Como estratégico, podemos citar as decisões que envolvem grandes investimentos, tais como aquisição de terra e construção ou expansão de fábrica (WEINTRAUB et al., 1986), além de associações entre grupos de investimento. Uma estratégia de produção, deve ser voltada à viabilidade do empreendimento, aos resultados da empresa e o melhor aproveitamento dos recursos deve ser o foco de uma estratégia de produção (ASSUMPÇÃO, 2002). Segundo Gunn (1991), o planejamento estratégico na área florestal objetiva principalmente investigar os recursos florestais que o empreendimento tem a sua disposição, definindo assim a capacidade de produção de seus vários segmentos

8 Quanto ao planejamento tático, de acordo com Machado e Lopes ( 2002), nos últimos anos, a atividade florestal no Brasil teve evolução técnica considerável e, somada à escassez de recursos financeiros, evidenciou a necessidade de planejar e controlar – condição indispensável para uma adequada gestão dos recursos produtivos. O tempo das rotações dos povoamentos florestais, a extensão das áreas plantadas, a diversidade de fatores técnicos, econômicos e ambientais, a política econômica e a própria atividade florestal tornaram complexo o planejamento.

9 Por isso, devem ser consideradas as peculiaridades de cada empresa, seu ambiente interno e externo a serem desenvolvidos, de modo que contribua com a consecução dos objetivos empresariais. Em virtude da existência e interação de inúmeros e complexos fatores técnicos, econômicos, ambientais e ergonômicos que interferem de forma dinâmica nas operações da colheita, há de se considerar que o planejamento é essencial para a identificação, previsão e controle dos aspectos adversos e com a antecedência devida. Fatores como: quando, onde e como realizar a colheita de madeira, satisfazendo as exigências do consumidor são fatores relacionados às decisões táticas (WEINTRAUB et al.,1994; MALINOVSKI, 2007).

10 As decisões são operacionais quando envolvem os executores nas frentes de operação tais como destinar máquinas, equipes e trabalho e veículos de transporte (GUNN, 1991). É essencial ter o conhecimento e controle dos fatores, permitindo o estabelecimento de estratégias e práticas operacionais para execução das operações dentro de critérios estabelecidos (MACHADO; LOPES, 2002).

11 Ainda segundo Machado e Lopes (2002), dentre os fatores técnicos que influenciam o planejamento das operações de colheita estão, a floresta, o terreno, a finalidade da madeira, o rendimento operacional das máquinas, a demanda e as estradas, principalmente.

12 Já dentre os fatores econômicos na tomada de decisão estão os recursos financeiros, os custos operacionais das máquinas, a manutenção mecânica, o grau de mecanização e o regime de manejo.

13 Por outro lado, nos fatores ambientais estão a capacidade de suporte do solo, as condições climáticas, o sistema de colheita e os valores estéticos e paisagísticos da floresta.

14 Entre os principais fatores ergonômicos que devem ser considerados no planejamento estão às características ergonômicas do ambiente de trabalho (precipitação, temperatura, umidade relativa, ruído, vibração, luminosidade e exaustão de gases, fuligens e poeiras), características ergonômicas das máquinas e equipamentos, segurança, alimentação e treinamento.

15 Para estes mesmos autores, os sistemas de controle desempenham importante função no gerenciamento das operações de colheita. As informações obtidas através dos sistemas de controle são as bases para a tomada de decisão operacional, para o acompanhamento das operações de acordo com seus objetivos, conhecimento dos custos e rendimentos, e para o planejamento geral da empresa.

16 Já os objetivos do sistema de controle são: assegurar o abastecimento da indústria; prover as informações para fins gerenciais e operacionais; alimentar o sistema de controle de custos e do orçamento da empresa; manter a integração entre as diversas operações da colheita; compor a base de dados do sistema de planejamento florestal; fornecer informações para pagamento de pessoal; gerar informações para treinamento operacional e reciclagens; e, finalmente assegurar o cumprimento do plano estratégico da empresa (MACHADO; LOPES, 2002).

17 - QUANDO PLANEJANDO - DURANTE A EXECUÇÃO - APÓS A EXECUÇÃO DO PLANO

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19 Segundo Zagonel (2005) a falta de planejamento detalhado, nível de cultura dos colaboradores, normatização das atividades operacionais do sistema de extração, definição do manejo de florestas plantadas, mecanismos de suporte para extração, adequação de equipamentos a extração e a falta de competitividade de equipamentos, são alguns aspectos que levam a ineficiência da colheita da madeira tendo reflexo na sustentabilidade do meio ambiente e no seu custo final.

20 No planejamento operacional são identificados por Assumpção (1996) dois níveis hierárquicos: um superior, que discute estratégias e metas de produção, portanto macro-planejamento. O outro é o inferior, de acordo com Oliveira (2006), o micro- planejamnto, que é responsável pelo planejamento das operações.

21 A idade de rotação das florestas, independentemente se cronologicamente são ótimas, contudo oportunas, devem, para efeito de planejamento macro, ter em todos seus talhões caracterizados e levantados seus dados, que ao atingirem determinada idade, permitam um planejamento estratégico.

22 Os objetivos específicos do macroplanejamento priorizam: macrovisão de aspectos operacionais da colheita e transporte da madeira; da rede viária; identificação de aspectos ambientais da área; nível de utilização de recursos externos ao empreendimento, indicação das necessidades de investimento; e, adequação da estrutura operacional, segundo Guimarães (2004) e Malinovski (2007). Para tanto, ainda segundo os os mesmos, a caracterização dos talhões inclui aspectos relativos à estrutura e produtividade da floresta, bem como, rede viária, própria e externa, considerada para atendimento aos seus fluxos de distribuição de madeira.

23 Em suma, os objetivos do macro-planejamento florestal, conforme os autores envolvem: -definição das regiões e talhões a serem trabalhadas dentro do horizonte de planejamento; -análise da rede viária disponível e da distância média de transporte por ano de planejamento; -avaliação dos investimentos de médio prazo; -planejamento para atendimento dos requisitos legais e ambientais

24 Machado e Lopes (2002) definem o microplanejamento aquele que refere-se ao planejamento no âmbito do talhão, em que são obtidas informações detalhadas, necessárias para facilitar a execução das operações.

25 Os mesmos autores completam que, no planejamento operacional, devem ser identificados fatores de relevância, como a área total do projeto e individual de cada unidade de colheita, o volume de madeira a ser colhido, as características da floresta (tais como espécie, volume.ha -1, diâmetro e classe), topografia, capacidade-suporte dos solos, distribuição da capacidade e distâncias médias da rede de estradas, informações pluviométricas, disponibilidade de máquinas, equipamentos e mão-de-obra (quantidade e qualidade), exigências do regime de manejo florestal, variações climáticas, demanda do mercado e alterações impostas pela empresa.

26 No âmbito de campo, o planejamento deve ser executado pelo supervisor e/ou encarregado, por possuírem conhecimento detalhado da área, com melhores condições de realizá-lo. É fundamental que tenham um bom conhecimento das operações, das atividades interdependentes, dos recursos disponíveis, dos padrões e das metas para a área, e bom senso (MACHADO; LOPES, 2002).

27 Para Guimarães (2004), o microplanejamento florestal, partindo da visão do macro, tem como objetivos segregar e caracterizar todos os aspectos operacionais que nortearão a estratégia de planejamento tático operacional de curto prazo. O talhão, menor unidade de manejo é segregada, visando a minuciosa caracterização da floresta a ser colhida, contendo: absoluta e detalhada quantificação do volume de madeira estabelecido por sortimento; descrição fiel da estrutura física do talhão; rede viária; declividade; áreas de preservação permanente; reserva legal; sítios de valor histórico; testes experimentais; e, aspectos de relevância para o planejamento e operacionalização de todas as operações florestais subseqüentes à colheita e ao transporte de madeira.

28 Guimarães (2004) identifica como os principais objetivos do microplanejamento florestal: -quantificação de volume de madeira por sortimento de produção; -definição de sentidos e distâncias de arraste;- definição de postos de processamento e carga; - identificação de reserva legal e áreas de preservação permanente; -programação de transporte de madeira (planejamento de rede viária); -caracterização física das estradas que serão utilizadas no escoamento da produção.

29 O maior domínio da produção, possibilidade de antecipar possíveis falhas na programação do macro-planejamento, correção das causas dos problemas de forma pró-ativa principalmente são apontadas como vantagens do micro-planejamento por Oliveira (2006).

30 ARAUJO, L. O.; GRILO, L. M.; SOUZA, U. E. L.; MELHADO, S. O microplanejamento do serviço de concretagem: análise e aplicação das ferramentas da qualidade. Fortaleza. In: AIMPÓSIO BRASILEIRO DE GESTÃO DE QUALIDADE E ORGANIZAÇÃO NO AMBIENTE Fortaleza. Anais... p. 16 ASSUMPÇÃO, J. F. P. Gerenciamento de empreendimentos da construção civil: modelo para planejamento estratégico da produção de edifícios. São Paulo, f. Doutorado (Engenharia Civil) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo.

31 GUIMARÃES, H. S. A logística como fator decisivo das operações de colheita de madeira e transporte florestal. In: SEMINÁRIO DE ATUALIZAÇÃO SOBRE SISTEMAS DE COLHEITA DE MADEIRA E TRANSPORTE FLORESTAL, 13., 2004, Curitiba. Anais... Curitiba: UFPR/FUPEF, P GUNN, E.A. Some aspects of hierarchical production planning in Forest management. In: SYMPOSIUM ON SYSTEMS ANALYSES IN FOREST RESOURCES, 1991, Charleston, South Carolina. Proceedings... Ashville, NC/USDA, Forest Service, Southeastern Forest Experiment Station, P

32 MACHADO, C. C.; LOPES, E. S. Planejamento. In: MACHADO, C. C. (Org.). Colheita florestal. Viçosa, MG: UFV, Imprensa Universitária, p. MALINOVSKI, R. A. Otimização da Distância de Extração de Madeira com Forwarder. Botucatu f. Tese (Doutorado em Agronomia / Energia na Agricultura). Faculdade de Ciências Agronômicas, Universidade Estadual Paulista

33 OLIVEIRA, R. A utilização do microplanejamento como ferramenta de gestão da produção. São Paulo, f. Monografia (Especialização em Tecnologia e Gestão da Produção de Edifícios). Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. REBOUÇAS, D. P. O. Planejamento estratégico – conceitos, metodologia e práticas. 18. Ed. São Paulo:Atlas, p.

34 WEINTRAUB, A.;GUITARD, S.; HOHN, V. Strategig planning in Forest industries. European Journal Research, v. 24, p. 152 – 162, WEINTRAUB, A.; JONES, G.; MAGENDZO, A.; MEACHAM, M.; KIRBY, M. A heuristic system to solve mixed interger Forest planning models. Operations Research, v. 42, n. 6, p – 1024, vov./dec

35 ZAGONEL, R. ANÁLISE DA DENSIDADE ÓTIMA DE ESTRADAS DE USO FLORESTAL EM RELÊVO PLANO DE ÁREAS COM PRODUÇÃO DE Pinus taeda. Dissertação. Curso de Pós Graduação em Engenharia Florestal – UFPR. Curitiba. 2005


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