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Manuel João Morais Ribeiro CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA GESTÃO DO RISCO S Í SMICO RISCO S Í SMICO E GESTÃO DE EMERGÊNCIA 25.

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2 Manuel João Morais Ribeiro CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA GESTÃO DO RISCO S Í SMICO RISCO S Í SMICO E GESTÃO DE EMERGÊNCIA 25 DE MAIO 2007

3 ÍNDICE 1.Sistema Nacional de Protecção Civil: a)Lei nº 27/2006, de 3 de Julho – Lei de Bases da Protecção Civil; b)Decreto-Lei nº 134/2006, de 25 de Julho – Sistema Integrado de Operações de Protecção e Socorro 2.Planeamento e Gestão de Emergência; 3.Planeamento e Gestão do Risco Sísmico em Portugal Continental

4 SISTEMANACIONALPROTECÇÃOCIVIL

5 LEI Nº 27/2006 LEI DE BASES DA PROTECÇÃO CIVIL

6 CAPÍTULO I - Objectivos e princípios Artigo 1º Protecção civil 1 - A protecção civil é a actividade desenvolvida pelo Estado, Regiões Autónomas e Autarquias Locais, pelos cidadãos e por todas as entidades públicas e privadas, com a finalidade de prevenir riscos colectivos inerentes a situações de acidente grave ou catástrofe, de atenuar os seus efeitos, proteger e socorrer as pessoas e bens em perigo quando aquelas situações ocorram.

7 Acidente grave 1 - Acontecimento inusitado com efeitos relativamente limitados no tempo e no espaço, susceptíveis de atingir as pessoas e outros seres vivos, os bens e o ambiente. CAPÍTULO I - Objectivos e princípios Artigo 3º Definições de acidente grave e de catástrofe

8 Catástrofe 2 - É o acidente grave ou a série de acidentes graves, susceptíveis de provocarem elevados prejuízos materiais e, eventualmente, vítimas, afectando intensamente as condições de vida e o tecido sócio-económico em áreas ou na totalidade do território nacional. CAPÍTULO I - Objectivos e princípios Artigo 3º Definições de acidente grave e de catástrofe

9 a) Prevenir os riscos colectivos e a ocorrência de acidente grave ou de catástrofe deles resultante; CAPÍTULO I - Objectivos e princípios Artigo 4º Objectivos e domínios de acção Objectivos

10 b) Atenuar os riscos colectivos e limitar os seus efeitos; Objectivos CAPÍTULO I - Objectivos e princípios Artigo 4º Objectivos e domínios de acção

11 c) Socorrer e assistir as pessoas e outros seres vivos em perigo, proteger bens e valores culturais, ambientais e de elevado interesse público. Objectivos CAPÍTULO I - Objectivos e princípios Artigo 4º Objectivos e domínios de acção

12 d) Apoiar a reposição da normalidade da vida das pessoas em áreas afectadas por acidente grave ou catástrofe. Objectivos CAPÍTULO I - Objectivos e princípios Artigo 4º Objectivos e domínios de acção

13 Domínios Levantamento, previsão, avaliação e prevenção dos riscos colectivos; Análise permanente das vulnerabilidades perante situações de risco; CAPÍTULO I - Objectivos e princípios Artigo 4º Objectivos e domínios de acção

14 Domínios Informação e formação das populações, visando a sua sensibilização em matéria de autoprotecção e colaboração com as autoridades; CAPÍTULO I - Objectivos e princípios Artigo 4º Objectivos e domínios de acção

15 Domínios Planeamento de soluções de emergência, visando a busca, o salvamento, a prestação do socorro e de assistência, bem como a evacuação, alojamento e abastecimento das populações; CAPÍTULO I - Objectivos e princípios Artigo 4º Objectivos e domínios de acção

16 Domínios Inventariação dos recursos e meios disponíveis e dos mais facilmente mobilizáveis, ao nível local, regional e nacional; CAPÍTULO I - Objectivos e princípios Artigo 4º Objectivos e domínios de acção

17 Domínios Estudo e divulgação de formas adequadas de protecção de edifícios em geral, de monumentos e de outros bens culturais, de infraestruturas, do património arquivístico, de instalações de serviços essenciais, bem como do ambiente e dos recursos naturais; CAPÍTULO I - Objectivos e princípios Artigo 4º Objectivos e domínios de acção

18 Domínios Previsão e planeamento de acções atinentes à eventualidade de isolamento de áreas afectadas por riscos. CAPÍTULO I - Objectivos e princípios Artigo 4º Objectivos e domínios de acção

19 DECRETO-LEI Nº 134/2006 SISTEMA INTEGRADO DE OPERAÇÕES DE PROTECÇÃO E SOCORRO

20 CAPÍTULO I - SIOPS Artigo 1º Sistema Integrado de Operações de Protecção e Socorro 1. 1.É o conjunto de estruturas, normas e procedimentos que asseguram que todos os agentes de protecção civil actuam, no plano operacional, articuladamente sob um comando único, sem prejuízo da respectiva dependência hierárquica e funcional O SIOPS visa responder a situações de iminência ou de ocorrência de acidente grave ou catástrofe.

21 CAPÍTULO II – Coordenação institucional Artigo 2º Estruturas de coordenação 1. 1.A coordenação institucional é assegurada, a nível nacional e a nível de cada distrito, pelos centros de coordenação operacional (CCO), que integram representantes das entidades cuja intervenção se justifica em função de cada ocorrência em concreto Os CCO são responsáveis pela gestão da participação operacional de cada força ou serviço nas operações de socorro a desencadear.

22 CAPÍTULO II – Coordenação institucional Artigo 3º Centro de Coordenação Operacional Nacional 1. 1.O Centro de Coordenação Operacional Nacional (CCON), assegura que todas as entidades e instituições de âmbito nacional imprescindíveis às operações de protecção e socorro, emergência e assistência previsíveis ou decorrentes de acidente grave ou catástrofe se articulam entre si, garantindo os meios considerados adequados à gestão da ocorrência em cada caso concreto.

23 CAPÍTULO II – Coordenação institucional Artigo 3º Centro de Coordenação Operacional Nacional O CCON integra representantes da Autoridade Nacional de Protecção Civil, da Guarda Nacional Republicana, da Polícia de Segurança Pública, do Instituto Nacional de Emergência Médica, do Instituto de Meteorologia e da Direcção-Geral dos Recursos Florestais e de outras entidades que cada ocorrência em concreto venha a justificar.

24 CAPÍTULO II – Coordenação institucional Artigo 3º Centro de Coordenação Operacional Nacional O CCON pode ainda integrar um elemento das Forças Armadas desde que estejam empenhados nas operações de protecção e socorro, emergência e assistência, meios humanos e materiais a estas solicitados O CCON é coordenado pelo presidente da Autoridade Nacional de Protecção Civil, podendo este fazer-se substituir pelo comandante operacional nacional da ANPC.

25 CAPÍTULO II – Coordenação institucional Artigo 3º Centro de Coordenação Operacional Nacional São atribuições do CCON, designadamente: a) a) Integrar, monitorizar e avaliar toda a actividade operacional quando em situação de acidente grave ou catástrofe; b) b) Assegurar a ligação operacional e a articulação nacional com os agentes de protecção civil e outras estruturas operacionais no âmbito do planeamento, assistência, intervenção e apoio técnico ou científico nas áreas do socorro e emergência;

26 CAPÍTULO II – Coordenação institucional Artigo 3º Centro de Coordenação Operacional Nacional c) c)Garantir que as entidades e instituições integrantes do CCON accionam, no âmbito da sua estrutura hierárquica, os meios necessários ao desenvolvimento das operações bem como os meios de reforço; d) d) Assegurar o fluxo permanente da informação estratégica com os serviços de protecção civil das Regiões Autónomas, nomeadamente na iminência ou caso de acidente grave ou catátrofe;

27 CAPÍTULO II – Coordenação institucional Artigo 3º Centro de Coordenação Operacional Nacional e) e) Difundir comunicados e avisos às populações e às entidades e instituições, incluindo os orgãos de comunicação social; f) f) Avaliar a situação e propor à Comissão Nacional de Protecção Civil que formule junto do Governo pedidos de auxílio a outros países e às organizações internacionais através dos orgãos competentes;

28 CAPÍTULO II – Coordenação institucional Artigo 3º Centro de Coordenação Operacional Nacional g) g) Assegurar o desencadeamento das acções consequentes às declarações das situações de alerta, de contingência e de calamidade.

29 CAPÍTULO III – Gestão de operações Artigo 5º Estruturas de direcção e comando 1. 1.Todas as instituições representadas nos CCO dispõem de estruturas de intervenção próprias que funcionam sob a direcção ou comando previstos nas respectivas leis orgânicas.

30 CAPÍTULO III – Gestão de operações Artigo 5º Estruturas de direcção e comando 2. 2.A Autoridade Nacional de Protecção Civil dispõe de uma estrutura operacional própria, competindo-lhe, nos termos da lei, assegurar o comando operacional das operações de socorro e ainda o comando operacional integrado de todos os corpos de bombeiros de acordo com o previsto no regime jurídico dos bombeiros portugueses.

31 CAPÍTULO IV – Sistema de gestão de operações Artigo 17º Sectorização de um teatro de operações 1. 1.Um teatro de operações organiza-se em sectores a que correspondem zonas geográficas ou funcionais conforme o tipo de acidente e as opções estratégicas consideradas Cada sector do teatro de operações tem um responsável.

32 CAPÍTULO IV – Sistema de gestão de operações Artigo 18º Delimitação das zonas de intervenção 1. 1.As zonas de intervenção configuram-se como áreas circulares, de amplitude variável e adaptadas às circunstâncias e à configuração do terreno, podendo compreender zonas de sinistro, zonas de apoio, zonas de concentração e reserva e zonas de recepção de reforços.

33 CAPÍTULO IV – Sistema de gestão de operações Artigo 18º Delimitação das zonas de intervenção 2. 2.As zonas de sinistro e de apoio são constituídas nas áreas consideradas de maior perigo As zonas de apoio e as zonas de concentração e reserva podem sobrepor-se en caso de necessidade.

34 CAPÍTULO IV – Sistema de gestão de operações Artigo 19º Zona de sinistro A zona de sinistro (ZS) é a superfície na qual se desenvolve a ocorrência, de acesso restrito, onde se encontram exclusivamente os meios necessários à intervenção directa, sob a responsabilidade exclusiva do posto de comando operacional.

35 CAPÍTULO IV – Sistema de gestão de operações Artigo 20º Zona de apoio A zona de apoio (ZA) é uma zona adjacente à ZS, de acesso condicionado, onde se concentram os meios de apoio e logísticos estritamente necessários ao suporte dos meios de intervenção ou onde estacionam meios de intervenção para resposta imediata.

36 CAPÍTULO IV – Sistema de gestão de operações Artigo 21º Zona de concentração e reserva A zona de concentração e reserva (ZCR) é uma zona do teatro de operações onde se localizam temporariamente meios e recursos disponíveis sem missão imediata, onde se mantém um sistema de apoio logístico e assistência pré-hospitalar e onde têm lugar as concentrações e trocas de recursos pedidos pelo posto de comando operacional.

37 CAPÍTULO IV – Sistema de gestão de operações Artigo 22º Zona de recepção de reforços A zona de recepção de reforços (ZRR) é uma zona de controlo e apoio logístico, sob a responsabilidade do centro de coordenação de operações distrital da área onde se desenvolve o sinistro, para onde se dirigem os meios de reforço atribuídos pelo CCON antes de atingirem a ZCR no teatro de operações.

38 CAPÍTULO V – Dispositivos de resposta SECÇÃO I Dispositivo de resposta operacional Artigo 26º Dispositivo de resposta operacional O dispositivo de resposta operacional é constituído por equipas de intervenção permanente destinadas à intervenção prioritária em missões de socorro.

39 CAPÍTULO VI – Articulação e compromissos Artigo 32º Articulação com o serviço de busca e salvamento marítimo 2. 2.O CCON coordena as acções de todas as entidades necessárias à intervenção e articula-se com o Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo - MRCC de Lisboa, sem prejuízo do disposto nos Decretos-Leis nºs 15/94, de 22 de Janeiro e 44/2002, de 2 de Março.

40 CAPÍTULO VI – Articulação e compromissos Artigo 33º Articulação com o serviço de busca e salvamento aéreo 2. 2.O CCON coordena as acções de todas as entidades necessárias à intervenção e articula-se com o Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Aéreo - RCC de Lisboa, sem prejuízo do disposto no Decreto- Lei nº 253/95, de 30 de Setembro.

41 PLANEAMENTO E GESTÃO DE EMERGÊNCIA

42 O QUE SÃO DESASTRES? (Acidentes graves, catástrofes)

43 Desastres Definição metafísica: Acontecimentos/fenómenos com origem divina

44 Desastres Definição naturalista: Acontecimentos/fenómenos com origem natural

45 Desastres Definição social: Acontecimentos/fenómenos com origem humana

46 Os DESASTRES são PROCESSOS DE RUPTURA SOCIAL que reflectem o TIPO E O GRAU DE PREPARAÇÃO do sistema social para LIDAR COM RISCOS NATURAIS E TECNOL Ó GICOS e para GERIR FEN Ó MENOS em grande parte por ele próprio criados, na produção de um ambiente cada vez mais socialmente construído.

47 RISCO O risco dimensiona-se em termos de FUTURO. Existe a PROBABILIDADE, a hipótese de algo poder vir a acontecer. As características do evento são, em muitos dos seus detalhes, desconhecidas. O QUE ESTÁ A SER FEITO AGORA EM ORDEM AO FUTURO.

48 DESASTRE O conceito de desastre reporta-se sempre ao PASSADO. Uma situação que ACONTECEU e teve um conjunto de EFEITOS E CONSEQUÊNCIAS. O QUE FOI FEITO.

49 Após o ESTUDO DAS AMEAÇAS e o DIAGNÓSTICO DAS RESPECTIVAS VULNERABILIDADES realiza-se uma AVALIAÇÃO DO RISCO em ordem a definir as orientações estratégicas do PLANEAMENTO E GESTÃO DE EMERGÊNCIA.

50 Um SISMO, como qualquer outro ACONTECIMENTO FÍSICO de consequências desastrosas, acontece sempre num CONTEXTO SOCIAL ESPECÍFICO.

51 COMPONENTES URBANAS E SEU FUNCIONAMENTO ELEMENTOS EM RISCO PONTOSFRACOS E DEFESAS ELEMENTOSDEVULNERABILIDADE RESILIÊNCIASISTEMAURBANO FÍSICOHUMANO FUNCIONAL ECONÓMICOSOCIAL CENÁRIOSÍSMICO ANÁLISE SISTEMA URBANO ANÁLISE VULNERABILIDADE EXPOSIÇÃO SISTEMA URBANO IMPACTE IMEDIATO IMPACTE IMEDIATO EVOLUÇÃO LOCAL: EVOLUÇÃO LOCAL: (FALHAS E ANÁLISE EVENTOS HISTÓRICOS (FALHAS E ANÁLISE EVENTOS HISTÓRICOS ANÁLISE DO IMPACTE (IMEDIATO E FUTURO) ANÁLISE DO IMPACTE (IMEDIATO E FUTURO) AMEAÇAPERIGO ANÁLISE DO RISCO SÍSMICO CAPACIDADE SISTEMA URBANO

52 PLANEAMENTO DE EMERGÊNCIA

53 Elaboração de um PLANO DE EMERGÊNCIA 1. Identificação e localização das ameaças; 2. Identificação das vulnerabilidades e riscos; 3. Identificação dos recursos e limitações internas; 4. Análise externa (oportunidades e limitações); 5. Elaboração do Plano Operacional de Intervenção. PLANEAMENTO DE EMERGÊNCIA

54 1.Identificação e localização das ameaças: conhecer as ameaças às quais se está exposto; determinar de entre essas ameaças quais as que podem causar situações de emergência; PLANEAMENTO DE EMERGÊNCIA

55 2.Identificação de vulnerabilidades e riscos (indivíduos, grupos, comunidades e edificado exposto à ameaça): identificar as construções (parque edificado, infraestruturas, património) nas áreas de perigo; conhecer a localização e o estado das vias de acesso e as vias alternativas conhecer onde se localiza a população exposta ao perigo e também as respectivas limitações e fragilidades dos indivíduos. PLANEAMENTO DE EMERGÊNCIA

56 3.Identificação dos recursos e limitações internas (capacidade para minimizar, reduzir ou enfrentar uma situação de emergência): Comunidades, grupos e famílias: mecanismos de sobrevivência e capacidade de resposta; Espaços físicos e instalações seguras que possam servir de ponto de encontro a alojamento provisório em caso de emergência; Meios de transporte (públicos e privados) que podem ser utilizados em caso de emergência; PLANEAMENTO DE EMERGÊNCIA

57 Equipamento básico de saúde e de primeiros socorros; Equipamento de protecção e resgate: pás, picaretas, escadas, etc; Sistemas de energia eléctrica e outras possíveis fontes de abastecimento; Sistemas de abastecimento de água; Direcções, números de telefone e contacto de pessoas em instituições que prestam serviço em caso de emergência; Organizações (base de dados dos responsáveis das organizações) PLANEAMENTO DE EMERGÊNCIA

58 4.Análise externa (oportunidades e limitações): Estado: estruturas, serviços, procedimentos, mecanismos de resposta e meios (a nível nacional, regional e local); Possíveis organismos cooperantes em caso de desastre; Cobertura geográfica dos organismos nacionais e internacionais que trabalham em desastres. PLANEAMENTO DE EMERGÊNCIA

59 5.Elaboração do Plano de Acção: Que tarefas ou actividades se vão desenvolver; Qual o propósito ou razão que tem o desenvolvimento dessas actividades; Como se desenvolvem essas actividades; PLANEAMENTO DE EMERGÊNCIA

60 Em que territórios, áreas, regiões, lugares se irão realizar essas actividades; Quem são os responsáveis pela execução dessas actividades; Quando, em que momento temporal, serão realizadas essas actividades; Que meios e recursos se possuem, e se pode contar, para a realização das actividades programadas e expectáveis. PLANEAMENTO DE EMERGÊNCIA

61 GESTÃO DE EMERGÊNCIA

62 A GESTÃO DE EMERGÊNCIA tem por objectivo (territórios, regiões, locais, comunidades, bairros), de forma, concorrendo para que estas ou dos seus efeitos. A GESTÃO DE EMERGÊNCIA tem por objectivo FORTALECER a SEGURANÇA das SOCIEDADES (territórios, regiões, locais, comunidades, bairros), de forma SUSTENTÁVEL E RESILIENTE, concorrendo para que estas EVITEM SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA ou MINIMIZEM E RECUPEREM dos seus efeitos.

63 Tarefas e acções de resposta na emergência 1. AVALIAÇÃO DE DANOS; 2. BUSCA E RESGATE de vítimas; 3. AJUDA M É DICA de emergência; 4. SEGURANÇA E CONTROLO de acessos; 5. Distribuição de INFORMAÇÃO; GESTÃO DE EMERGÊNCIA SÍSMICA

64 6. LISTAGEM DE DESAPARECIDOS; 7. MORTUÁRIA (tratamento de cadáveres); 8. Recuperação dos SERVIÇOS P Ú BLICOS; 9. ALOJAMENTO E ALIMENTAÇÃO das vítimas; 10. Gestão da AJUDA EXTERNA; 11. Integração do VOLUNTARIADO nas actividades institucionais; 12. COORDENAÇÃO DA RESPOSTA INSTITUCIONAL.

65 PLANEAMENTO E GESTÃO DO RISCO SÍSMICO EM PORTUGAL CONTINENTAL

66 Programa de Acções para a Minimização do Risco Sísmico da cidade de Lisboa Carta Geológica do Concelho de Lisboa, Plantas de Microzonagem Sísmica da cidade de Lisboa, Levantamento das Principais Tipologias Construtivas de Lisboa Estimativa da População Presente por Zonas e Intervalos de Tempo ANOS 80 - Serviço Nacional Protecção Civil

67 Estudos de Caracterização do Risco Sísmico no Concelho de Lisboa Cenário de Danos; Meios e Recursos; Áreas Críticas de Risco Sísmico; Gestão de Emergência ANOS 90 – Câmara Municipal de Lisboa (Serviço Municipal de Protecção Civil)

68 Cenário Vale Inferior doTejo Magnitude 7.0 Distribuição de Intensidades Estudos de Caracterização do Risco Sísmico no Concelho de Lisboa ANOS 90 – Câmara Municipal de Lisboa (Serviço Municipal de Protecção Civil)

69 Cenário Gorringe Magnitude 8.0 Distribuição de Intensidades Estudos de Caracterização do Risco Sísmico no Concelho de Lisboa ANOS 90 – Câmara Municipal de Lisboa (Serviço Municipal de Protecção Civil)

70 Capital; Área densamente povoada; Grande concentração de actividades: económicas políticas sociais Estudo do Risco Sísmico da AML e concelhos limítrofes 1997 – Serviço Nacional Protecção Civil

71 Caracterização do risco sísmico; Definição de cenários sísmicos e de danos Plano de Emergência Estudo do Risco Sísmico da AML e concelhos limítrofes 1997 – Serviço Nacional Protecção Civil

72 Plano Especial de Emergência do Risco Sísmico no Concelho de Lisboa 2003 – Câmara Municipal de Lisboa (Serviço Municipal de Protecção Civil)

73 Áreas Críticas de Risco Sísmico e Zona Vermelha Plano Especial de Emergência do Risco Sísmico no Concelho de Lisboa 2003 – Câmara Municipal de Lisboa (Serviço Municipal de Protecção Civil)

74 Áreas de Intervenção do RSB e Áreas Críticas de Risco Sísmico e Zona Vermelha Plano Especial de Emergência do Risco Sísmico no Concelho de Lisboa 2003 – Câmara Municipal de Lisboa (Serviço Municipal de Protecção Civil)

75 Espaços Livres sem Infraestruturas Plano Especial de Emergência do Risco Sísmico no Concelho de Lisboa 2003 – Câmara Municipal de Lisboa (Serviço Municipal de Protecção Civil)

76 Espaços Verdes Municipais Plano Especial de Emergência do Risco Sísmico no Concelho de Lisboa 2003 – Câmara Municipal de Lisboa (Serviço Municipal de Protecção Civil)

77 Instalações Desportivas Plano Especial de Emergência do Risco Sísmico no Concelho de Lisboa 2003 – Câmara Municipal de Lisboa (Serviço Municipal de Protecção Civil)

78 WORKSHOPWORKSHOP Estação Agronómica Nacional Oeiras 5 e 6 Novembro 2004 O SENTIDO DO RISCO SENTIDO Planeamento de Emergência. O risco sísmico na AML 2004 – Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil

79 2007 – Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil Plano Especial de Emergência Para o Risco Sísmico da Área Metropolitana de Lisboa e Concelhos Limítrofes ( em fase de conclusão)

80 2007 – Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil Epicentro – falha de V.F.V. (norte e sul) M= 6.3 Cenários de Danos - Distribuição das Intensidades Plano Especial de Emergência Para o Risco Sísmico da Área Metropolitana de Lisboa e Concelhos Limítrofes (em fase de conclusão)

81 2007 – Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil Parque edificado Edifícios com perdas totais - colapso Plano Especial de Emergência Para o Risco Sísmico da Área Metropolitana de Lisboa e Concelhos Limítrofes (em fase de conclusão)

82 ÁREA DE CONCENTRAÇÃO DE DANOS 2007 – Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil Plano Especial de Emergência Para o Risco Sísmico da Área Metropolitana de Lisboa e Concelhos Limítrofes (em fase de conclusão)

83 Representação da Zona de Intervenção 4 Zonas de Sinistro 8 Zonas de Apoio – Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil Plano Especial de Emergência Para o Risco Sísmico da Área Metropolitana de Lisboa e Concelhos Limítrofes (em fase de conclusão)

84 MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil

85 Manuel João Morais Ribeiro CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA OBRIGADO PELA VOSSA ATEN Ç ÃO


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