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Psicologia da Personalidade II MAJZampieri. Representante Frederick Perls (1897-1967)

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Apresentação em tema: "Psicologia da Personalidade II MAJZampieri. Representante Frederick Perls (1897-1967)"— Transcrição da apresentação:

1 Psicologia da Personalidade II MAJZampieri

2 Representante Frederick Perls ( )

3 Antecedentes Perls Gestal-terapia

4 final do século XIX - análise atomística Tentava compreender a experiência da pessoa elementos da experiência reduzidos aos componentes mais simples, cada componente analisado separadamente dos outros, Experiência total é a soma dos componentes.

5 surge - início da década de 50 EUA - reflexões de Friederich Perls e o grupo dos 7 – desenvolvimento da Gestal-terapia

6 Frederick Perls Fritz Judeu alemão principal criador da Gestalt-terapia, discussões e produções do grupo dos sete – intelectuais não conformistas – questionavam os códigos sociais vigentes na sociedade americana do pós-guerra e – buscavam um estilo de vida e de expressão mais autênticos.

7 Representante Frederick Perls ( )

8 Perls - psicanalista nascido em Berlim em 1893, década de 40 - África do Sul Estados Unidos da América - grupo dos 7

9 Gestalt Therapy 1951 lançamento do livro Gestalt Therapy: Excitement and Growth in the Human Personality, Frederick Perls, Ralph Hefferline e Paul Goodman. 2 volumes: Conceitos teóricos (apenas esse no Brasil ) Experimentos e aplicações práticas

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12 Crescimento Psicológico Saúde e a maturidade psicológicas Capacidade de emergir do apoio e da regulação ambientais para um auto-apoio e uma auto-regulação. Processo terapêutico Esforço na direção desta emergência.

13 Crescimento Psicológico Proposições básicas da teoria da Gestalt Equilíbrio Elemento crucial no auto-apoio e na auto-regulação. Todo organismo possui capacidade de realizar um equilíbrio ótimo: consigo com seu meio As condições para equilíbrio – conscientização clara da hierarquia de necessidades.

14 Crescimento Psicológico Proposições básicas da teoria da Gestalt Equilíbrio – HN (coordenação da HN) csc da hierarquia de necessidades Apreciação da hierarquia de necessidades - através da csc de todo organismo, Coordenação da HN Ritmo de contato/fuga com o meio ambiente - componente principal do equilíbrio do organismo.

15 Crescimento Psicológico imaturidade e a neurose Percepção imprópria do ritmo ou uma incapacidade de regular seu equilíbrio.

16 Crescimento Psicológico maturidade - saúde Δ auto-apoiados e auto-regulados: – Livre fluir e delineamento claro da formação figura-fundo (definição de sentido) nas expressões de suas necessidades de contato e retraimento. – Reconhecem sua própria capacidade de escolher os meios de satisfazer necessidades que emergem – Csc das fronteiras - eles mesmos e os outros – Estão csc da distinção: fantasias ( sobre os outros ou o ambiente ) e o que experienciam por contato direto.

17 Psicologia da Gestalt Gestalt - palavra alemã - disposição ou configuração de uma organização específica das partes que constituiria um todo particular.

18 Psicologia da Gestalt Princípio fundamental A análise das partes nunca pode proporcionar uma compreensão do todo, pois o todo será definido pelas interações e interdependências das partes. As partes de uma gestalt não mantêm sua identidade quando estão separadas de sua função e lugar no todo.

19 Psicologia da Gestalt Desenvolvimento da Teoria Esboço - final do século XIX - Alemanha e Áustria – (Max Wertheimer) publicou experimento c/ fundamento da escola gestáltica: Explorar aspectos da percepção do movimento. Sala escura, rápida sucessão dois pontos de luz próximos um do outro, variando os intervalos de tempo entre os clarões.

20 Psicologia da Gestalt Resultados do experimento Se intervalo entre os clarões – < 3/100 s – clarões pareciam simultâneos. = 6/100 s – via o clarão mover-se do primeiro ponto ao segundo. >=20/100 s - pontos de luz como de fato, ou seja, dois clarões de luz separados.

21 Psicologia da Gestalt Conclusões do experimento Percepção de movimento quando clarões separados por ± 6/100 de segundo. O movimento aparente não é função dos estímulos isoladamente, Depende das características relacionadas à organização neural e perceptiva do campo.

22 Psicologia da Gestalt Impactos do experimento Reformulações fundamentais - estudo da percepção Durante os anos 20, 30 e 40 -teoria da Gestalt – aplicada ao estudo da aprendizagem, resolução de problemas, motivação, psicologia social e, até certo ponto, à teoria da personalidade. A escola gestáltica - enorme impacto em toda a ψ. Abordagem gestática - intrínseca à corrente central da Psicologia.

23 Psicologia da Gestalt Anos 50 – contribuições da Gestalt Como as partes constituem e estão relacionadas com um todo. Como os organismos se adaptam para alcançar sua organização e equilíbrio ótimos. Adaptação - como organismo torna suas percepções significativas, como distingue figura do fundo. Como organismo seleciona o que é ou não é de seu interesse num dado momento.

24 Psicologia da Gestalt Anos 50 – contribuições da Gestalt A percepção adapta-se à necessidade, capacitando- nos a satisfazer nossas necessidades. Mudança fig/fundo conforme as mudanças nos interesses e necessidades dominantes.

25 Psicologia da Gestalt teoria da Gestalt já aplicada em muitas áreas da Psicologia, porém Ignorada no exame da dinâmica da estrutura da personalidade e do crescimento pessoal. Não havia nenhuma formulação de princípios da Gestalt específicos para psicoterapia. Fritz Perls - TGestalt na psicoterapia e teoria de mudança psicológica.

26 Psicologia da Gestalt O todo é diferente da soma das partes: Todo fenômeno psíquico é visto como um todo, em suas relações e dinamismos. Explora a situação, impacto e significado naquele momento. Considera o homem como um ser em relação, seu organismo é um sistema em equilíbrio, ou em constante busca de equilíbrio e auto-regulação em sua relação com o meio.

27 Psicologia da Gestalt Terapeuta gestáltico É atento à forma como se expressa o cliente: – linguagem gestual, corporal, motora. Perls mostra que a agressividade também desempenha um papel construtivo na maneira como a pessoa se relaciona com o mundo e consigo mesma.

28 O Organismo como um Todo holismo orgânico Conceito fundamental – organismo é visto como um todo – tanto em relação ao funcionamento orgânico – quanto à participação do organismo em seu meio para criar um campo único de atividades. Funcionamento intra-orgânico – os seres H são organismos unificados – não há entre o tipo de atividade física e mental.

29 O Organismo como um Todo níveis de atividades Atividade mental – atividade que se desenvolve num nível mais baixo de energia que a atividade física. Qualquer aspecto do comportamento pode ser considerado como uma manifestação do todo, do ser total da pessoa. Na terapia- o que Δ faz ou como ele se movimenta, fala e assim por diante, fornece tanta informação a seu respeito quanto o que ele pensa ou diz.

30 O Organismo como um Todo Δ: o organismo e seu meio holismo ao nível orgânico holismo ao nível ambiente Não há divisão interno- externo indivíduo - parte de um campo mais amplo, que inclui o organismo e seu meio. Não há divisão corpo-mente

31 O Organismo como um Todo Δ: o organismo e seu meio holismo ao nível orgânico holismo ao nível ambiente os efeitos causais de um são inseparáveis dos efeitos causais do outro limite de contato entre o indivíduo e seu meio

32 O Organismo como um Todo Δ: o organismo e seu meio holismo ao nível orgânico holismo ao nível ambiente limite de contato entre o indivíduo e seu meio Δ saudável - limite é fluido, sempre permitindo contato e depois afastamento do meio. Contatar: formação de uma gestalt Afastar-se: fechamento da G

33 O Organismo como um Todo Δ: o organismo e seu meio holismo ao nível orgânico holismo ao nível ambiente limite de contato entre o indivíduo e seu meio Δ frente a um aglomerado de G Inacabadas ou Nem plenam/ formadas Nem plenam/ fechadas Δ neurótico - funções de contato e afastamento perturbadas

34 O Organismo como um Todo Δ: o organismo e seu meio As pistas para este ritmo de contato e afastamento são ditadas por uma hierarquia de necessidades. As necessidades dominantes emergem como ou figura contra o fundo da personalidade total. A ação efetiva é dirigida para a satisfação de uma necessidade dominante.

35 O Organismo como um Todo Neuróticos Incapazes de distinguir necessidades dominantes ou definir sua relação com o meio, p/ satisfazer as necessidades. Assim, Acarreta alterações nos processos funcionais de contato e afastamento, Causando uma distorção na existência do Δ enquanto organismo unificado.

36 Ênfase no Aqui e Agora Importância da auto-percepção presente: Δ/meio. Neuróticos - incapazes de viver no presente. -incapazes de viver com sucesso. Carregam gestalten incompletas do passado. Que absorvem atenção - Δ sem csc e energia p/ lidar plenamente c/ presente.

37 Ênfase no Aqui e Agora Neuróticos - Terapia Não busca passado: traumas ou situações inacabadas Convida Δ a se concentrar para tornar-se csc da experiência presente - pressupõe que fragmentos de situações inacabadas e problemas não resolvidos do passado emergirão como parte da exp/ presente. Conforme surgem - pede-se ao paciente que as represente e experimente de novo, a fim de completá-las e assimilá-las no presente.

38 Ênfase no Aqui e Agora Ansiedade A lacuna, a "tensão entre o agora e o depois". Inabilidade p/ tolerar tensão, leva a preencher a lacuna com planejamentos, ensaios e tentativas de tornar o futuro seguro. Desvia a energia e a atenção do presente, criando situações inacabadas perpetuamente. Impede abertura para o futuro, decorrente do crescimento e da espontaneidade.

39 Ênfase no Aqui e Agora Tb de Perls é apologia de viver com a atenção voltada para o presente, ao invés do passado ou futuro, como algo bom que leva ao crescimento psicológico. Pressupõe - a experiência presente do Δ, num dado momento, – é a única experiência presente possível e – que a condição para se sentir satisfeito e realizado a cada momento da vida é a simples aceitação sincera desta experiência presente.

40 A preponderância do Como sobre o Porquê Orientação fenomenológica de Perls: – abordagem holística – ênfase na importância da compreensão da experiência de uma maneira descritiva e não causal. Estrutura e função são idênticas – se Δ compreende como faz, compreende a ação em si. O determinante causal - o porquê da ação, é irrelevante p/ qualquer compreensão plena da mesma.

41 A preponderância do Como sobre o Porquê Toda ação tem causas múltiplas, Toda causa tem causas múltiplas, As explicações de tais causas nos distanciam mais e mais da compreensão do ato em si.

42 A preponderância do Como sobre o Porquê Todo elemento da existência de alguém só pode ser compreendido como parte de uma das várias gestalten Uma relação causal não pode existir entre elementos que formam um todo; Todo elemento causa e é causado por outros. Assim, na Gestalt-terapia, a ênfase está em: – Ampliar constantemente a csc sobre como a pessoa se comporta, – E não p/ analisar a razão do cpto da Δ

43 Conscientização três principais conceitos Holismo - O organismo como um todo Ênfase no aqui e agora, Preponderância do Como sobre o Porquê, constituem os fundamentos para entender a conscientização - ponto central de sua abordagem terapêutica. O processo de crescimento, nos termos de Perls, é um processo de expansão das áreas de autoconsciência Fator principal que inibe o crescimento ψ é a fuga da conscientização.

44 Conscientização sabedoria do organismo Δ maduro e saudável: auto-apoiado e auto-regulado. Autoconscientização - dirigida p/ reconhecimento da natureza auto-reguladora do organismo humano. Princípio da hierarquia e necessidades está sempre operando: – A necessidade mais urgente, – a situação inacabada mais importante, – sempre emerge se a pessoa estiver csc da experiência de si mesma a todo momento.

45 Conscientização continuum de consciência A maioria Δs interrompe o continuum quase de imediato - pela csc de algo desagradável: – Fuga em relação a pensamentos, expectativas, recordações e associações de uma experiência à outra. (flashes sucessivos) – sem assimilação do material. – O Δ deixa a conscientização desagradável inicial tão fora do contexto quanto o resto do material.

46 Conscientização continuum de consciência A fuga da csctização contínua (auto-interrupção) impede Δ encarar e tb com a csctização desagradável. – Estar csc é prestar atenção às figuras emergentes da própria percepção. – Evitar a tomada de csc é enrijecer o livre fluir natural do delineamento figura e fundo.

47 Conscientização 3 zonas de consciência consciência de si mesmo, consciência do mundo e consciência do que está "entre", um tipo de zona intermediária da fantasia. Gde contribuição de Freud: exame da 3ª zona (que impede a conscientização das outras duas) Perls – inclui tentativa de ampliar a csctização e contato direto consigo e com o mundo.

48 Conscientização 3 zonas de consciência Equilíbrio orgânico - supõe uma constante interação com o meio. O ponto crucial - podemos escolher a maneira como nos relacionamos com o meio (Somos auto-apoiados e auto- regulados)

49 Conscientização crescimento psicológico Crescimento psicológico pode se dar por completar situações ou resolver gestalten inacabadas. Neurose pode ser considerada como um tipo de estrutura em cinco camadas Crescimento psicológico ocorre na passagem através destas cinco camadas.

50 Conscientização crescimento psicológico Passagem através das cinco camadas: 1ª. Camada - dos clichês ou da existência dos sinais. – Inclui todos os sinais de contato: – Ex: "bom dia", "oi", "o tempo está bom, não é?" 2ª. Camada - é a dos papéis ou jogos. – É a camada do "como se" em que as pessoas fingem que são aquelas que gostariam de ser. Ex: homem de negócios sempre competente, a menininha sempre bonitinha, a pessoa muito importante.

51 Conscientização crescimento psicológico 3ª. Camada - do impasse, ou camada da anti-existência ou do evitar fóbico. Aqui experienciamos o vazio, o nada. É o ponto em que, interrompemos nossa tomada de csc e voltamos à camada dos papéis p/ evitarmos o nada. 4ª. Camada - morte ou camada implosiva. Aparece como morte ou medo da morte, pois consiste numa paralisia de forças opostas: contraimo-nos e comprimimo-nos, ou seja, implodimos.

52 Conscientização crescimento psicológico 5ª. Camada: explosiva (explosão cilindro carro). Emergência da pessoa autêntica, do verdadeiro self, da Δ capaz de experienciar e expressar suas emoções. Há 4 tipos de explosões: – Explosão em pesar: trabalho c/ perda ou morte ainda não assimilada. – Explosão em orgasmo: em Δ sexualmente bloqueadas. – Explosão em raiva: quando sua expressão foi reprimida. – Explosão de alegria e riso: alegria de viver.

53 Conscientização crescimento psicológico: natural e espontâneo A estrutura dos papéis é coesiva- destina-se a absorver e controlar a energia das explosões. Medo do vazio e do nada - concepção errônea de que essa energia precisa ser controlada. Filosofias orientais (Zen) - ensinam – experiência do nada, positiva e geradora de vida, – importância de permitirmos a experiência do nada sem interrompê-la. A mudança não pode ser forçada O crescimento psicológico é um processo natural e espontâneo.

54 Dinâmica Patológica obstáculos ao crescimento psicológico Fuga da csctização e rigidez da percepção e do cpto: maiores obstáculos ao crescimento ψ. Neuróticos: os q interrompem seu próprio crescimento Não distinguem: suas necessidades eles/resto do mundo Sem equilíbrio adequado eles/mundo. Desequilíbrio: Δ sente q limites sociais e ambientais penetram muito fundo dentro dela mesma; Neurose: manobras defensivas destinadas ao equilíbrio e proteção contra este mundo invasor. Perls sugere que existem quatro mecanismos neuróticos básicos, ou distúrbios de limites capazes de impedir o crescimento: introjeção, projeção, confluência e retroflexão. (Na estrutura em cinco camadas da neurose, estes mecanismos de defesa operam basicamente na segunda e terceira camadas). Entre as teorias de Freud e de Perls alguns dos correlatos podem ser facilmente encontrados. Esses pontos de congruência podem ser vistos: na Catexia de Freud, correspondendo à figura-fundo de Perls; na libido de Freud, correspondendo à excitação básica de Perls; na associação livre de Freud, correspondendo ao continuum de consciência de Perls; na consciência de Freud, conscientização de Perls, no enfoque de Freud na resistência e o enfoque de Perls na fuga da conscientização; na compulsão à repetição de Freud e as situações inacabadas de Perls; na regressão de Freud, correspondendo ao retraimento do meio ambiente de Perls; no terapeuta que permite e encoraja a transferência em Freud, e no terapeuta que é um "habilidoso frustrador" em Perls; na configuração neurótica de defesa contra impulsos de Freud, e na formação rígida da gestalten de Perls; na projeção transferencial de Freud e na projeção de Perls, e assim por dìante.

55 Dinâmica Patológica 4 mecanismos neuróticos básicos Há 4 mecanismos neuróticos básicos, ou distúrbios de limites capazes de impedir o crescimento: – introjeção, – projeção, – confluência – retroflexão. Estes mecanismos de defesa operam na segunda e terceira camadas.

56 Dinâmica Patológica pontos de congruência Freud/Perls Freud Catexia Libido Associação livre Csc Resistência compulsão à repetição regressão terapeuta que permite e encoraja a transferência Perls figura-fundo excitação básica continuum de consciência Conscientização fuga da conscientização situações inacabadas retraimento do meio ambiente Terapeuta "habilidoso frustrador" em Perls

57 Dinâmica Patológica pontos de congruência Freud/Perls Freud configuração neurótica de defesa contra impulsos projeção transferencial de Freud Perls formação rígida da gestalten projeção de Perls

58 Introjeção: "engolir tudo Mecanismo - Δ incorpora padrões, atitudes e modos de agir e pensar dos outros - que não assimila ou digere o suficiente para torná-los seus. Efeitos prejudiciais: dificuldade em distinguir: o que realmente sente e o que os outros querem que ele sinta, ou simplesmente o que os outros sentem. Pode constituir uma força desintegradora da P: – qdo os conceitos e atitudes engolidos são incompatíveis uns com os outros, os Δ introjetivos se tornarão divididos.

59 Projeção: oposto da introjeção disfunção de contato do sujeito com o objeto Tendência de responsabilizar os outros pelo que se origina no self ( impulsos, desejos e cptos ) Atenção: Suposição baseada na observação é normal e saudável. processo patológico: inclinação em negar partes da P consideradas difíceis, ofensivas ou sem atrativos. os atribui a uma outra pessoa e aí, pode reconhecê-los e até criticá-los. T erapia- ajudar a pessoa recuperar pedaços de sua própria identidade, que se encontram projetados.

60 Confluência Δ não distingue nenhum limite si-mesmo/meio ambiente. Torna impossível ritmo saudável de contato e de fuga - que pressupõem um outro. Impossibilita a tolerância das entre Δs, Δ não pode aceitar um senso de limites e, portanto, a diferenciação entre si mesmo e as outras pessoas.

61 Retroflexão Voltar-se de forma ríspida contra Δs voltam-se contra si mesmo Ao invés de dirigir energias p/ mudança e manipulação do ambiente, dirigem a si próprios. Dividem-se e tornam-se sujeito e objeto de todas suas ações e passam a ser o alvo de seu cpto.

62 Função crucial dos mecanismos Preencher a confusão do neurótico na discriminação de limites. Os mecanismos raramente agem isolados Δs tendem a equilibrar tendências neuróticas em variadas proporções.

63 Introjeção - mecanismo central na luta entre o dominador e o dominado. O dominador se manifesta por 1 pacote de padrões e atitudes introjetados Enqto o dominador ( Superego ) permanece introjetado e não assimilado- exigências do dominador continuam irracionais e impostas a partir de fora. Projeção é crucial na formação e compreensão de sonhos. Todas as partes do sonho são projetadas, fragmentos desapropriados de nós mesmos. Todo sonho contém ao menos 1 situação inacabada que envolve as partes projetadas. Tb com o sonho é recuperar tais partes e, portanto, completar a Gestalt inacabada.

64 Corpo Cisão mente-corpo é arbitrária e artificiosa. Atividade mental funciona em nível menos intenso que a física. Nossos corpos são manifestações diretas de quem somos Pela observação de nossos comportamentos físicos ( postura, respiração, movimentos ), podemos aprender muito sobre nós mesmos.

65 Relacionamento Social Δ - parte de um campo do qual é inseparável. Funções de contato e fuga (do meio ambiente) são cruciais na determinação da existência do Δ - inclui o relacionamento com outras Δs. Pertencer a um grupo é nosso principal impulso de sobrevivência psicológica. Neurose resulta da: – rigidez na definição do limite de contato em relação às outras Δs e – inabilidade em encontrar e manter o equilíbrio com eles.

66 Vontade É importante Δ estar csc de suas preferências e ser capaz de agir sobre elas. O conhecimento das preferências leva ao conhecimento das necessidades p/ satisfazê-las. Preferência - qualidade natural e organísmica da vontade saudável. O "querer- uma das várias atividades mentais; – Afunila csc a certas áreas específicas a fim de – completar conjunto de ações dirigidas para a satisfação de algumas necessidades determinadas.

67 Emoções força que fornece energia a toda ação Expressão de nossa excitação básica, As vias e modos de expressar nossas escolhas, assim como de satisfazer nossas necessidades. – A emoção se diferencia de acordo com situação: – Ex: pelas glândulas suprarenais em raiva e medo pelas glândulas sexuais em libido.

68 Emoções força que fornece energia a toda ação A excitação emocional mobiliza sistema muscular. Se expressão muscular da emoção bloqueada: criaremos a ansiedade- contenção da excitação. Qdo ansiosos – tentamos dessensibilizar nossos sistemas sensoriais a fim de reduzir a excitação criada; é nesse ponto que sintomas como frigidez, se desenvolvem. Dessensibilização emocional - raiz da fuga da conscientização que Perls considera básica na neurose.

69 Intelecto A preocupação em perguntar por que as coisas acontecem impede as pessoas de experienciarem como acontecem A csc emocional genuína – bloqueada pelo explicar. Explicar é propriedade do intelecto - constitui muito menos que compreender. P/Perls há três níveis em produção intelectual: cocô-de-galinha (bate-papo social), cocô-de-boi (desculpas ou racionalizações) e cocô-de-elefante (teorizar, especialmente de modo filosófico e psicológico).

70 Self Perls não tinha interesse em enaltecer o conceito de self p/incluir qualquer coisa além do cotidiano, manifestações óbvias de quem somos. Somos quem somos. Maturidade e saúde psicológica envolvem o – sermos capazes de proclamar isto, – ao invés de sermos tomados pelo sentimento de que somos quem deveríamos ser ou – quem gostaríamos de ser.

71 Self Nossos limites estão ctm/ mudando na interação com os ambientes. Podemos, dado um certo nível de csc, confiar em nossa sabedoria organísmica p/ definir tais limites e dirigir o ritmo de contato e fuga em relação ao meio. A noção de "self ou "eu", não é estática e objetivável. O "eu" é um símbolo para 1 função de identificação. O "eu" identifica-se com qquer exp.emergente da fig. todos aspectos do organismo saudável ( sensorial, motor, psicológico ) identificam-se com a gestalt emergente, e a experiência do "eu" é essa totalidade de identificações. Função e estrutura, como já vimos antes, são idênticas.

72 Terapeuta Tela de projeção na qual o paciente vê seu próprio potencial ausente; Tarefa da terapia – recuper o potencial do paciente. 0 terapeuta é sobretudo um habilidoso frustrador. Dá satisfação ao paciente dando-lhe atenção e aceitação, porém frustra-o recusando-se a dar-lhe o apoio de que carece.

73 Terapeuta Age como um catalisador - ajuda o paciente a passar pelos pontos da "fuga" e do impasse; Principal instrumento catalisador do T - consiste em ajudar o paciente a perceber como ele ou ela constantemente se interrompe, como evita a conscientização, desempenha papéis... Terapeuta é humano e – seu encontro com o paciente envolve o encontro de dois indivíduos, – o que inclui mas também vai além do encontro definido de papéis terapeuta-paciente.

74 Terapeuta Terapia individual é obsoleta, tanto ineficiente quanto via de regra ineficaz. O trabalho em grupos tem muito mais a oferecer, quer o trabalho envolva explicitamente o grupo inteiro, quer assuma a forma de uma interação entre o terapeuta e um indivíduo dentro do grupo. O grupo pode fornecer uma situação de mundo microcósmica em q Δs podem explorar as atitudes e cptos uns em relação aos outros. O apoio do grupo na "emergência segura" da sit. terapêutica tb pode ser bastante útil ao Δ, assim como a identificação com os conflitos de outros membros e sua resolução dos mesmos.

75 O Organismo como um Todo Δ: o organismo e seu meio holismo ao nível orgânico indivíduo - parte de um campo mais amplo, que inclui o organismo e seu meio. Não há divisão corpo-mente, Não há divisão interno-externo. Ele considerava que a questão das pessoas serem dirigidas por forças internas ou externas não tinha nenhum sentido em si, uma vez que os efeitos causais de um são inseparáveis dos efeitos causais do outro. Há, no entanto, um limite de contato entre o indivíduo e seu meio e é esse limite que define a relação entre eles. Num indivíduo saudável este limite é fluido, sempre permitindo contato e depois afastamento do meio. Contatar constitui a formação de uma gestalt e afastar-se representa seu fechamento. Num indivíduo neurótico as funções de contato e afastamento estão perturbadas, e ele se encontra frente a um aglomerado de gestalten que estão de alguma forma inacabadas ou nem plenamente formadas nem plenamente fechadas. Perls sugeriu que as pistas para este ritmo de contato e afastamento são ditadas por uma hierarquia de necessidades. As necessidades dominantes emergem como ou figura contra o fundo da personalidade total. A ação efetiva é dirigida para a satisfação de uma necessidade dominante. Os neuróticos são freqüentemente incapazes de perceber quais de suas necessidades são dominantes ou de definir sua relação com o meio, de forma a satisfazer tais necessidades. Assim, a neurose acarreta alterações nos processos funcionais de contato e afastamento, e acabam causando uma distorção na existência do indivíduo enquanto organismo unificado.

76 Visão holística da realidade estrutura ou configuração - totalidade e organização compreender o homem, a natureza, o planeta, cada ser vivo, cada objeto ou fenômeno do Universo enquanto uma totalidade, unidade indivisível, um todo que é muito maior que a soma de suas partes, pois só pode ser compreendido pelas interações entre as partes que o compõem.

77 Visão holística do Homem não há no homem separação entre o seu sentir, o seu pensar e o seu agir. Mente, corpo e suas manifestações são partes de um todo São formas diferentes de expressão desse Δ integrados e contribuindo para a configuração desse todo. Assim, se algo muda em qualquer uma das suas partes, seja um aspecto emocional, mental, físico ou espiritual, o todo é reconfigurado surge uma nova organização, uma nova gestalt.

78 Bibliografia Ballone GJ - Friederich Perls, In. PsiqWeb, internet, disponível em revisto em 2005www.psiqweb.med.br


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