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REDE DE ATENDIMENTO ÀS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS A partir da criação do SUS (Lei 8080 de 19/09/1999), tem sido publicadas normativas e portarias diversas.

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1 REDE DE ATENDIMENTO ÀS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS A partir da criação do SUS (Lei 8080 de 19/09/1999), tem sido publicadas normativas e portarias diversas que visam a regulamentação dos múltiplos componentes do Sistema Único de Saúde interferindo diretamente na sua própria construção. Dentre estas, citamos: NOAS-SUS 01/2002 que amplia as responsabilidades dos municípios na Atenção Primária; estabelece o processo de regionalização como estratégia de hierarquização dos serviços de saúde e de busca de maior equidade; cria mecanismos para o fortalecimento da capacidade de gestão do SUS e procede à atualização dos critérios de estados e municípios.

2 REDE DE ATENDIMENTO ÀS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS Portaria GM nº 2048 (05/11/2002) que entre outros aprova o Regulamento Técnico dos sistemas de Estaduais de Urgência e Emergência; Portaria GM nº 1863 (29/09/2003) que Institui a Política Nacional de Atenção às Urgências, a ser implantada em todas as unidades federadas, respeitadas as competências das três esferas de gestão; Portaria GM nº 1020 (13/05/2009) que estabelece diretrizes para a implantação do componente pré-hospitalar fixo para a organização das redes locorregionais de atenção integral às urgências em conformidade com a Política Nacional de Atenção às Urgências;

3 REDE DE ATENDIMENTO ÀS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS Com a implantação da Política Nacional de Atenção às Urgências, definiu-se a necessidade de participação de todos os níveis do SUS, organizando a assistência desde os Centros de Saúde (Equipes de Saúde da Família) até os cuidados pós-hospitalares na convalescença, recuperação e reabilitação. Dentre os componentes desta Rede de Assistência municipal estão os serviços pré-hospitalares móveis (SAMU) com as suas Centrais Reguladoras sob responsabilidade Estadual e os serviços pré- hospitalares fixos (as UPAS) de responsabilidade municipal.

4 REDE DE ATENDIMENTO ÀS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS As Unidades de Pronto Atendimento (UPAS 24h) são estruturas de complexidade intermediária entre os Centros de Saúde e as portas de urgência hospitalares (Estaduais), onde em conjunto com estas compõe uma rede organizada de Atenção às Urgências. As UPAS são classificadas em três diferentes portes, de acordo com a população da região a ser coberta e a capacidade instalada (área física, número de leitos disponíveis, recursos humanos e capacidade diária de atendimentos médicos). Atualmente o município de Florianópolis possui 2 UPAS porte II (norte e sul) em pleno funcionamento e a terceira unidade porte III (continente) em fase inicial de construção.

5 Unidades de Pronto Atendimento (UPAS) UPA SUL (set/2008) UPA NORTE ( fev/2009)

6 Unidades de Pronto Atendimento (UPAS)

7 PORTARIA GM Nº1020(13/05/2009)

8 EQUIPE DE PLANTÃO POR DIA (24H) EM CADA UPA UPA SUL DOIS (2) MÉDICOS CLÍNICOS DOIS (2) MÉDICOS PEDIATRAS UM (1) MÉDICO CIRURGIÃO UM (1) DENTISTA DOIS (2) ADMINISTRATIVOS UM (1) ACD ( ATENDENTE CONSULTÓRIO DENTÁRIO ) SEIS (6) TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DOIS (2) ENFERMEIROS DOIS (2) TÉCNICO DE RADIOLOGIA UM (1) MOTORISTA DE AMBULÂNCIA * EQUIPE DE LIMPEZA E SEGURANÇA

9 EQUIPE DE PLANTÃO POR DIA (24H) EM CADA UPA UPA NORTE TRÊS (3) MÉDICOS CLÍNICOS DOIS (2) MÉDICOS PEDIATRAS UM (1) MÉDICO CIRURGIÃO UM (1) DENTISTA DOIS (2) ADMINISTRATIVOS UM (1) ACD ( ATENDENTE CONSULTÓRIO DENTÁRIO ) SEIS (6) TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DOIS (2) ENFERMEIROS DOIS (2) TÉCNICOS DE RADIOLOGIA UM (1) MOTORISTA DE AMBULÂNCIA * EQUIPE DE LIMPEZA E SEGURANÇA

10 NÚMERO DE ATENDIMENTO POR PROFISSIONAL A CADA 24H UPA SUL * 330 ATENDIMENTOS/DIA: ATENDIMENTOS/DIA EM ODONTOLOGIA ATENDIMENTOS/DIA POR PROFISSIONAL MÉDICO UPA NORTE * 360 ATENDIMENTOS/DIA: ATENDIMENTOS/DIA EM ODONTOLOGIA ATENDIMENTOS/DIA POR PROFISSIONAL MÉDICO Obs: Na temporada estes números aumentam em aproximadamente 30%

11 MÉDIA ATENDIMENTOS/MÊS/2010 UPA SULUPA NORTE MÉDICOS DENTISTAS TOTAL

12 TOTAL ATENDIMENTOS EM 2010 SOMATÓRIO DAS UPAS: pessoas atendidas ( por médicos e/ou dentistas em regime de pronto atendimento ) * Nos meses de verão houve acréscimo de 30% do número de atendimentos/mês para Dezembro e 50% em janeiro.

13 PROPORÇÃO DE PACIENTES ENCAMINHADOS VIA AMBULÂNCIA PARA UNIDADES HOSPITALARES

14 NÚMERO DE ATENDIMENTOS EM 2010 *numero estimado UPA SUL UPA NORTE HGCR50.000* HF HU HRHMG MCD14728

15 ATENDIMENTOS EM 2010

16 FONTES DE INFORMAÇÃO DADOS MUNICIPAIS: DIRETORIA DE CONTROLE/AVALIAÇÃO, REGULAÇÃO E AUDITORIA; REGISTROS DO INFOSAÚDE. DADOS ESTADUAIS: TABWIN SIASUS – FORNECIDO PELO ESTADO; SUPERINTENDÊNCIA DOS HOSPITAIS ESTADUAIS.

17 SAMU (SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA) O SAMU foi implantado em Florianópolis em janeiro 2006, possuindo atualmente 04 bases distribuídas estrategicamente dentro do município; Sendo duas destas bases compartilhadas com a Polícia Militar (conforme acordos de cooperação ), a Sede própria localizada ao lado da Policlínica Continente no bairro do Estreito e, ainda, a 4ª base implementada em parceria com o 2º Batalhão dos Bombeiros em agosto de Cada base conta com uma ambulância de suporte básico (Tipo B) adequadamente equipadas, possuindo cada uma um DEA (Desfibrilador Externo Automático) e operacionalizada por quatro equipes de Motorista-socorrista e Técnicos de enfermagem capacitados para os atendimentos de Urgência/Emergência pré-hospitalares. É de responsabilidade do município o gerenciamento total dos recursos humanos e dos insumos necessários para operacionalização dos serviços, bem como a manutenção das ambulâncias, ficando a regulação dos fluxos de atendimentos das Urgências/Emergências sob responsabilidade do Estado através Central Reguladora do SAMU Estadual. Tal estrutura é capaz de prestar atendimentos em diversas categorias (Traumas, urgências clínicas, ginecológicas, pediátricas e outras).

18 BASES DO SAMU MUNICIPAL 1-BASE NORTE 2-BASE SUL 3-BASE ESTREITO 4-BASE LESTE

19 SEDE DO SAMU MUNICIPAL

20 ATENDIMENTOS REALIZADOS PELO SAMU FLORIANÓPOLIS EM 2010 MÊSATENDIMENTOS Janeiro 400 Fevereiro 373 Março 432 Abril 332 Maio 467 Junho 507 Julho 518 Agosto 632 Setembro 631 Outubro 645 Novembro 587 Dezembro 646 TOTAL 6170

21 ATENDIMENTOS REALIZADOS PELO SAMU FLORIANÓPOLIS EM 2010

22 REDE DE ATENDIMENTO ÀS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS OUTRAS ESTRUTURAS QUE COMPÕEM A REDE DE ATENDIMENTO ÀS URGÊNCIAS SÃO CS (Centros de Saúde), PACS, CAPS E OUTROS. Centros de Saúde

23 POLICLÍNICAS MUNICIPAIS De acordo com a Política de Atenção Primária de Saúde de Florianópolis (PORTARIA/SS/GAB/Nº 283/2007), constitui-se como vocação das Policlínicas Municipais, o atendimento integralmente referenciado. Somente a partir dos Centros de Saúde (porta de entrada do Sistema Municipal de Saúde) é que os pacientes são encaminhados para as Policlínicas através do Sistema de Regulação (SISREG). Portanto, reforçamos que as POLICLÍNICAS MUNICIPAIS não possuem porta aberta para atendimento direto.

24 POLICLÍNICAS MUNICIPAIS

25 AÇÕES DA SMS PARA ORGANIZAÇÃO DA REDE DE ATENÇÃO ÀS URGÊNCIAS INTERNAS Estruturação da Atenção Primária aumentando a cobertura pelas ESF (Equipes de Saúde da Família) e definindo os Centros de Saúde como porta principal de entrada do usuário ao Sistema de Saúde; Construção das UPAS (Duas em funcionamento e a terceira a ser inaugurada em meados de 2012); Estruturação do SAMU Municipal de acordo com normativas ministeriais; Instituição de Grupo de Trabalho (Portaria/SS/GAB/Nº051/2010) com o intuito de construir a Normativa Municipal de Funcionamento das UPAs, contemplando Classificação de Risco*, Processos de Trabalho e Atuação em rede. * O Município possui Classificação de Risco (nas UPAs), porém discute uniformização da mesma com o Estado e outros serviços pré-hospitalares.

26 AÇÕES DA SMS PARA ORGANIZAÇÃO DA REDE DE ATENÇÃO ÀS URGÊNCIAS EXTERNAS Criação (junto com o Estado) da Comissão Permanente de Urgências e Emergências composta por membros das diversas instituições que compõem a Rede de Atenção às Urgências (Estado, SAMU, Hospitais e SMS); Discussão juntamente com o Estado e o SAMU a adoção de Classificação de Risco uniforme (Protocolo de Manchester, já em processo de aprovação para instituição no Município); Discussão junto ao Estado para que este desenhe o Fluxo de acesso às Urgências Hospitalares, respeitando a vocação de cada unidade hospitalar; Solicitação para que o Estado determine mecanismos de acesso (telefones, rádios e outros) específicos para contato entre os serviços de Urgência da rede Estadual- Municipal; Normatização de mecanismos de referência e contra-referência, fornecendo ao Estado modelo (impresso) de documento utilizado hoje pelas unidades municipais; Solicitação para que o Estado publique e informe mensalmente as escalas de plantão e responsáveis por estas de todas as suas unidades Hospitalares.

27 CLASSIFICAÇÃO DE RISCO CHEGADA DO CLIENTE EMERGÊNCIA ? ATENDIMENTO MÉDICO IMEDIATO NÃO É EMERGÊNCIA? ACOLHIMENTO SINAIS VITAIS CLASSIFICAÇÃO DE RISCO ENFERMEIRO E/OU MÉDICO RISCO AMARELO ATENDIMENTO MÉDICO PRIORIZADO RISCO VERDE ATENDIMENTO MÉDICO NÃO PRIORIZADO RISCO AZUL ATENDIMENTO MAIOR QUE 120 MIN.

28 CLASSIFICAÇÃO DE RISCO Vermelho Não será submetido à classificação de risco. Os casos vermelhos irão para Sala de Emergências ou serão priorizados nos consultórios. Amarelo Paciente classificado como amarelo aguardará atendimento médico em cadeira ou leito, em local pré- determinado, devendo ter atendimento em tempo não superior a 30 minutos. Verde Paciente classificado como verde também aguardará atendimento médico em cadeira, mas será informado que o tempo para atendimento será maior, e que pacientes mais graves serão atendidos antes. Azul Pacientes classificados como azuis serão orientados que o tempo de espera pode ser superior a 120 min.

29 CLASSIFICAÇÃO DE RISCOCLASSIFICAÇÃO DE RISCO IMEDIATA URGÊNCIA MAIOR URGÊNCIA MENOR NÃO É URGÊNCIA SALA DE EMERGÊNCIA CONSULTÓRIOS e/ou SE (ATÉ 30) CONSULTÓRIOS (ATÉ 120 MIN) CONSULTÓRIOS ( ATÉ 360 MIN ) Parada Cardiorrespiratória, Instabilidade Hemodinâmica, Choque, Insuficiência Respiratória Severa, Coma PA inaudível FR < 10 irpm Pulso carotídeo impalpável Oximetria < 80% HGT < 60 Cianose Central FC > 150 ou < 50 com sintomas Convulsão prolongada Agitação Psicomotora severa Trauma leve, contusão Ferida limpa Sintomas gripais Dor abdominal leve, crônica Tonturas e mal estar com sinais gerais normais Dermatites crônicas Conjuntivite Trauma craniano baixo impacto, sem alterações consciência Dor abdominal moderada (4-7) Dor torácica moderada, sem alteração de sinais vitais Cefaléia não intensa (4-7) Vômito e diarréia sem desidratação Urticária e prurido intenso Ferimento com febre > 65 anos, gestantes, necessidades especiais Hematêmese / melena Hemoptise / Epistaxe Vômitos ou diarréia com desidratação Reação alérgica disseminada Retenção urinária aguda Renal crônico em diálise FC 140 bpm PAs 220 mmHg PAd > 120 mmHg Febre > 38,5º C FR > 32 irpm Trauma craniano, sem alterações consciência, cefaléia moderada (7-10), náusea ou vômito Dor torácica moderada, localizada, >FC, com dispnéia Dispnéia moderada

30 PACIENTES QUE NÃO PREENCHEM REQUISITOS PARA ATENDIMENTO NAS UNIDADES DE PRONTO ATENDIMENTO NÃO SERÁ FEITA A CLASSIFICAÇÃO DE RISCO NOS SEGUINTES CASOS: - AVALIAÇÃO DE EXAMES DIAGNÓSTICOS EXTERNOS - TROCA E/OU FORNECIMENTO DE RECEITAS DE MEDICAÇÕES DE USO CONTÍNUO - SOLICITAÇÃO DE EXAMES DIAGNÓSTICOS DE PACIENTES QUE NÃO PREENCHEM CRITÉRIOS DE CLASSIFICAÇÃO DE RISCO - SOLICITAÇÃO DE ENCAMINHAMENTOS PARA ESPECIALISTAS - FORNECIMENTO DE ATESTADOS DE SAÚDE, ADMISSIONAIS E PARA AUSÊNCIAS INJUSTIFICADAS AO TRABALHO - FORNECIMENTO DE LAUDOS MÉDICOS PARA BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS E/OU SIMILARES - RETIRADA DE PONTOS (NÃO SERÁ REALIZADA) ATENÇÃO - CURATIVOS SERÃO REALIZADOS NOS FINAIS DE SEMANA E FERIADOS DE 08:00H Às 11:00H


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