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INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ ENCONTRO ARQUIDIOCESANO LITURGIA e CATEQUESE 20 de novembro de 2011.

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1 INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ ENCONTRO ARQUIDIOCESANO LITURGIA e CATEQUESE 20 de novembro de 2011

2 Um caminho para formar discípulos-missionários Iniciação à Vida Cristã A catequese não é uma supérflua introdução na fé, um verniz ou um cursinho de admissão à Igreja. É um processo exigente, um itinerário prolongado de preparação e compreensão vital, de acolhimento dos grandes segredos da fé (mistérios), da vida nova revelada em Cristo Jesus e celebrada na Liturgia (DNC 37)

3 1 – Tornar-se cristão significa assumir uma vida nova, isto é para um grande projeto de vida. 2 – Para os primeiros cristãos foi preciso uma mudança radical de vida ao assumir o seguimento de Jesus (At 2, 42-47). 3 – A pessoa que aderia a Jesus mudava o seu jeito de ser. Assumia uma nova identidade, a ponto de dar a própria vida pela causa de Jesus.

4 4 – A formação da fé, dos primeiros séculos passava pelo catecumenato, com tempos e etapas bem definidos, para o crescimento da fé. 5 – A partir do ano 313 o cristianismo passou de uma religião perseguida a uma religião oficial. Igreja e estado civil de mãos dadas: tempo chamado de cristandade. 6 – Com o tempo, a base da catequese passou a ser doutrinal, tendo por modelo o catecismo. Tudo virou costume: batizar, casar, ir à missa... 7 – Somos muitos católicos batizados, mas poucos evangelizados.

5 8 – Temos também, muitos cristãos convictos de sua fé que vivem na prática a Palavra, celebração e a missão. 9 – Precisamos nos alegrar por tantos jovens que procuram a crisma, outros o sacramento do batismo. Este é o tempo de mudanças, mas também de graça e oportunidades. O que fazer, então?

6 10 – É preciso olhar para a proposta de iniciação à vida cristã das primeiras comunidades e adaptá-la às necessidades presentes. 11 – Iniciação é um processo pelo qual a pessoa vai experimentando o mistério da fé em Jesus Cristo. É a passagem para um modo novo de viver. Este processo é gradativo e permanente. Toda a comunidade caminha junto, num entendimento de adesão a Jesus Cristo.

7 INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ POR QUÊ? Tarde te amei, Beleza tão antiga e tão nova, tarde te amei! Tu estavas dentro de mim e eu te buscava fora de mim.(...) Brilhaste e resplandeceste diante de mim, e expulsaste dos meus olhos a cegueira. Exaltaste o teu Espírito e aspirei o teu perfume, e desejei-te. Saboreei-te, e agora tenho fome e sede de ti. Tocaste-me, e abrasei-me na tua paz. (Santo Agostinho, confissões X,27,38).

8 1.1. Muitos, sem saber, estão em busca dessa beleza Agostinho e tantas outras pessoas descobriram tarde o encantamento pela proposta de Jesus. Isto poderá também ter ajudado para um encontro mais profundo e uma entrega mais intensa, conhecendo em profundidade e uma consciência maior do vazio deixado por tantas outras buscas.

9 A procura e a pergunta por Deus, está em todos nós. Muitos são os que andam descontentes, inquietos, descontentes pelo mundo, com propostas que ainda não conquistaram sua mente e seu coração; há os que perderam de vista o transcendente, se deixaram levar pelo imediatismo, pelo materialismo e tantas outras seduções de uma sociedade que valoriza outras conquistas.

10 Mesmo estes poderão redescobrir a necessidade básica, humana de buscar a fonte do mistério da sua própria existência. A pessoa humana vive à procura de respostas sobre a vida, sobre o sentido de si mesmo. Mesmo quando anda por caminhos alienantes e perigosos, as perguntas continuam: porque estou no mundo? Quem sou eu? Que sentido tem as escolhas que a vida exige de nós?

11 A fé e a razão constituem duas asas sobre as quais o espírito humano se eleva à contemplação da verdade. Foi Deus que colocou no coração do homem o desejo de conhecer a verdade, de o conhecer para que pelo conhecimento e amor possa chegar também à verdade plena sobre si mesmo. (João Paulo II, Fides et Ratio, p.5)

12 O catecismo da Igreja Católica afirma: o homem é capaz de Deus, Deus atrai a pessoa a si e somente nele já de encontrar a verdade e a felicidade que não cessa de procurar. (CIC n. 27.) Chegar à idade adulta com essas interrogações, perguntas, precisa mais do que uma síntese doutrinal.

13 É toda uma vida de experiências, alegrias, decepções. Por isso não basta estudar o cristianismo, mas precisa descobrir o sentido na vida, nos relacionamentos e no mistério de Deus. Faz-se necessário um mergulho no mistério, uma experiência profunda nas diferentes dimensões da vida cristã.

14 Isto não é possível em um cursinho rápido ou com uma catequese isolada do contexto da vida eclesial. Pois se trata de uma adesão consciente a um projeto de vida. Hoje uns dizem que não tem religião, não sentem sua pertença eclesial, participam de vez enquanto, os relacionamentos são por amizades, conveniência, trabalho, parentesco e...

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16 RITUAL RITUAL é um conjunto de gestos, palavras e formalidades, geralmente imbuídos de um valor simbólico, cuja performance é, usualmente, prescrita e codificada por uma religião ou pelas tradições da comunidade. Os rituais são característicos de quase todas as sociedades humanas conhecidas, passadas ou atuais. Eles podem incluir os vários ritos de cultos, mas também os de iniciação, de passagem, de reconhecimento, celebrativos, etc. RITUAL RITUAL é um conjunto de gestos, palavras e formalidades, geralmente imbuídos de um valor simbólico, cuja performance é, usualmente, prescrita e codificada por uma religião ou pelas tradições da comunidade. Os rituais são característicos de quase todas as sociedades humanas conhecidas, passadas ou atuais. Eles podem incluir os vários ritos de cultos, mas também os de iniciação, de passagem, de reconhecimento, celebrativos, etc.

17 INICIAÇÃO O PROCESSO INICIÁTICO é uma necessidade religiosa e antropológica. Importância dos ritos, símbolos, celebrações na realidade humana INICIAR (Latim: In ire = conduzir para dentro): é um processo que ajuda aos poucos a pessoa a entrar no segredo... INICIAR (Latim: In ire = conduzir para dentro): é um processo que ajuda aos poucos a pessoa a entrar no segredo...

18 A INICIAÇÃO está sempre relacionada ao MISTÉRIO. Muitas vezes não se entende o que é iniciação pois não se entende o que é Mistério... MISTÉRIO: no gr. profano é usado no plural para designar ritos religiosos – Cultos Mistéricos (mundo romano e helênico) / Os participantes comprometiam-se sob juramente e não revelavam os ritos. = fechar a boca, calar, silenciar

19 MISTÉRIO na BÍBLIA Antigo Testamento (LXX): no sentido de culto mistérico: Sb 14, 15.23; no sentido de algo secreto: Eclo 22, 22; 27, ; 2Mc 13, 21. O mistério do rei = Tb 12, 7; Jt 2, 2 = é o plano ou a decisão do rei. Os mistérios de Deus = Sb 2, 22 Em hebraico e aramaico raz = Dn 2, 18ss ; 4, 6 = sonho de Deus revelado a Daniel.

20 MISTÉRIO na BÍBLIA Novo Testamento: Mt 13, 11; Mc 4, 11; Lc 8, 10 – Mistério do Reino revelado aos discípulos... SÃO PAULO: MISTÉRIO... - é o plano de salvação concedido por Deus (1Cor 2, 7); - ocultado a todas as criaturas, até mesmo aos Anjos (1Cor 2, 8; Ef 3, 9; Cl 1, 26; Rm 16, 25); - revelado aos homens mediante a missão da Igreja (Ef 3, 5.10ss.; 1Cor 2, 1.7); - identificado com o próprio Cristo (Cl 1, 27; 2, 2; 4, 3) - inaugura os últimos tempos – plenitude (Ef 1, 9).

21 MISTÉRIO na BÍBLIA Dn 2, Ef 1, 9; 3, 9 Mt 13, 11 Mt 11, 25 Rm 16, Cor 2, 7-10 Ef 3, 3-12

22 Os processos iniciáticos, bem vividos, possuem a capacidade de fazer assimilar vitalmente as grandes experiências cristãs.

23 JESUS JESUS assim procedeu: formou aos poucos, houve etapas: a)na opção pessoal por ele; b)na preparação dos discípulos; c)no treinamento, envio, na missão; d)no aprofundamento dos segredos do Reino. CRISTÃ

24 FOI ASSIM NO COMEÇO 1º - Tudo começa com uma BUSCA: Que procurais? (cf. Jo 1,38) 2º - Essa busca gera um ENCONTRO: Mestre, onde moras?... Vinde e vede. (cf. Jo 1,38-39) 3º - O encontro produz CONVERSÃO 4º - A conversão leva à COMUNHÃO, ou seja, a compartilhar tudo 5º - A comunhão impele à MISSÃO, a buscar que outros também façam a mesma experiência 6º - A Missão leva à TRANSFORMAÇÃO da sociedade (cf. At 4, 32-34)

25 25 Jo 1, 38 Jo 1, Jo 1,39 Jo 1, cf. At 4, 32-34

26 Características de um encontro com Jesus a)É um processo – passa pelo conhecimento e amadurecimento. Passa sobretudo, pelo coração (encantamento). b)É pessoal – é uma experiência pessoal c)É comunitário – o encontro se alimenta e se desenvolve em comunidade. d)Relaciona-se com o mistério – só a linguagem simbólica, celebrativa, poética dá conta de revelar este misterioso encontro. e)Compromisso com a mudança de vida – quem não cresce no amor e na justiça não encontrou Jesus Cristo.

27 Não se começa a SER CRISTÃO por uma decisão ética ou uma grande idéia, mas pelo ENCONTRO com um acontecimento, com uma PESSOA, que dá um novo horizonte à vida e, com isso, uma orientação decisiva. CRISTÃ

28 Os cristão não nascem, se fazem (Tertuliano) É preciso um processo para se tornar cristão Os cristão não nascem, se fazem (Tertuliano) É preciso um processo para se tornar cristão

29 A Restauração do CATECUMENATO quer: retomar a dimensão mística E celebrativa da catequese. ser um processo de compromisso, adesão, transformação; e também de preparação, compreensão vital e de acolhimento dos grandes segredos (Mistérios) da vida nova revelada em Jesus Cristo.

30 O modelo catecumenal visa levar os iniciantes a orar mais facilmente, dar testemunho da fé, guardar em tudo a esperança em Jesus Cristo, seguir na vida as inspirações de Deus, praticar a caridade para com o próximo, até a renúncia de si mesmos.

31 RITUAL DA INICIAÇÃO CRISTÃ DE ADULTOS Ritual da Iniciação Cristã de Adultos Concílio Vaticano II – SC, 64 - restauração do Catecumenato Publicado pela Congregação para o Culto Divino e aprovado pelo Papa Paulo VI em Traduzido para o português em 1973 (em vigor em 1974). Em 2001 ganhou nova publicação da edição típica (nova disposição gráfica; concordância com o Código de Direito Canônico e os textos bíblicos aprovados pela Sé Apostólica).

32 Características essenciais Cristocentrismo Gradualidade: É organizado em quatro tempos E em três grandes celebrações ou etapas, Das quais participam membros da comunidade, parentes e amigos. O modelo de catecumenato apresentado pelo RICA possibilita a elaboração de itinerários diversos, de acordo com as necessidades de cada realidade. Continua...

33 Características essenciais - continuação O caminho catecumenal proposto pelo RICA se apresenta como um verdadeiro processo de iniciação: Está vinculado a: Ritos, Símbolos, Sinais, E está em função da Comunidade Cristã. Alguns desses ritos: Incluem entregas que representam os compromissos que vão sendo assumidos; Que devem ser celebradas somente quando os catecúmenos derem sinais de maturidade. Os escrutínios da quaresma, na sua qualidade de ritos penitenciais, visam uma progressão na consciência do pecado e no desejo de salvação. São previstos também: unção, exorcismos...

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36 Tempo de acolhimento na comunidade cristã: - Primeira Evangelização. - Inscrição e colóquio com o catequista. - RITOS => catequistas + equipes litúrgicas

37 Tempo de acolhimento na comunidade cristã: - Primeira Evangelização. - Inscrição e colóquio com o catequista. - RITOS => catequistas + equipes litúrgic.

38 Tempo de acolhimento na comunidade cristã: - Primeira Evangelização. - Inscrição e colóquio com o catequista. - RITOS => catequistas + equipes litúrgicas Tempo suficientemente longo para: - Catequese, Reflexão, Aprofundamento. - Vivência cristã, Conversão. - Entrosamento com a Igreja. - RITOS => catequistas + equipes litúrgicas

39 Tempo de acolhimento na comunidade cristã: - Primeira Evangelização. - Inscrição e colóquio com o catequista. - RITOS => catequistas + equipes litúrgicas Tempo suficientemente longo para: - Catequese, Reflexão, Aprofundamento. - Vivência cristã, Conversão. - Entrosamento com a Igreja. - RITOS => catequistas + equipes litúrgicas

40 Tempo de acolhimento na comunidade cristã: - Primeira Evangelização. - Inscrição e colóquio com o catequista. - RITOS => catequistas + equipes litúrgicas Tempo suficientemente longo para: - Catequese, Reflexão, Aprofundamento. - Vivência cristã, Conversão. - Entrosamento com a Igreja. - RITOS => catequistas + equipes litúrgicas Preparação próxima para Sacramentos: - Escrutínios, -Entregas: Símbolo Oração do Senhor - Catequese. - Práticas quaresmais: CF... - RITOS => catequistas + equipes litúrgicas

41 Tempo de acolhimento na comunidade cristã: - Primeira Evangelização. - Inscrição e colóquio com o catequista. - RITOS => catequistas + equipes litúrgicas Tempo suficientemente longo para: - Catequese, Reflexão, Aprofundamento. - Vivência cristã, Conversão. - Entrosamento com a Igreja. - RITOS => catequistas + equipes litúrgicas Preparação próxima para Sacramentos: - Escrutínios, -Entregas: Símbolo Oração do Senhor - Catequese. - Práticas quaresmais: CF... - RITOS => catequistas + equipes litúrgicas

42 Tempo de acolhimento na comunidade cristã: - Primeira Evangelização. - Inscrição e colóquio com o catequista. - RITOS => catequistas + equipes litúrgicas Tempo suficientemente longo para: - Catequese, Reflexão, Aprofundamento. - Vivência cristã, Conversão. - Entrosamento com a Igreja. - RITOS => catequistas + equipes litúrgicas Preparação próxima para Sacramentos: - Escrutínios, -Entregas: Símbolo Oração do Senhor - Catequese. - Práticas quaresmais: CF... - RITOS => catequistas + equipes litúrgicas Tempo para: - Aprofundamento e maior mergulho no mistério cristão, no mistério pascal, na vida nova. - Vivência na comunidade cristã - Festa

43 1º Tempo 1º Tempo – Pré-Catecumenato Acolher quem nos procura. Cada pessoa tem sua história, sua situação particular. Tempo do 1º anúncio (querigma) encantamento pela vida e mensagem de Jesus. Apresentar o evangelho de Marcos. Perceber se a pessoa quer continuar, disposta a optar por Jesus. É importante o/a acompanhante (INTRODUTOR). 1º Tempo 1º Tempo – Pré-Catecumenato Acolher quem nos procura. Cada pessoa tem sua história, sua situação particular. Tempo do 1º anúncio (querigma) encantamento pela vida e mensagem de Jesus. Apresentar o evangelho de Marcos. Perceber se a pessoa quer continuar, disposta a optar por Jesus. É importante o/a acompanhante (INTRODUTOR).

44 2º Tempo 2º Tempo – O Catecumenato Fase mais longa. Presença do catequista (catequese). Vivência da Palavra de Deus. Ensinamento doutrinal (profissão de fé (credo), celebração do mistério (sacramentos), vida em Cristo (mandamentos) e a oração cristã (Pai- Nosso). Catequese relacionada ao ano litúrgico, apoiada nas celebrações da Palavra. Vida espiritual, marcada pela oração. Prática da caridade. Participação em ritos (exorcismo, bênção, unção) (RICA ). 2º Tempo 2º Tempo – O Catecumenato Fase mais longa. Presença do catequista (catequese). Vivência da Palavra de Deus. Ensinamento doutrinal (profissão de fé (credo), celebração do mistério (sacramentos), vida em Cristo (mandamentos) e a oração cristã (Pai- Nosso). Catequese relacionada ao ano litúrgico, apoiada nas celebrações da Palavra. Vida espiritual, marcada pela oração. Prática da caridade. Participação em ritos (exorcismo, bênção, unção) (RICA ).

45 3º Tempo 3º Tempo – Purificação e Iluminação Acontece nos quarenta dias da quaresma Faz-se uma revisão de vida (exorcismos e escrutínios, ritos de discernimento e de purificação interior). Os escrutinios realizam-se no 3º, 4º e 5º domingos da quaresma. 3º Tempo 3º Tempo – Purificação e Iluminação Acontece nos quarenta dias da quaresma Faz-se uma revisão de vida (exorcismos e escrutínios, ritos de discernimento e de purificação interior). Os escrutinios realizam-se no 3º, 4º e 5º domingos da quaresma.

46 46 Aprofunda-se a conversão e a renúncia. Realizam-se os ritos das entregas (credo, Pai-Nosso,. Estas entregas servem para fortalecer a decisão do seguimento a Jesus. RICA 125 e 135. No sábado Santo fazer um dia de recolhimento e oração. Aprofunda-se a conversão e a renúncia. Realizam-se os ritos das entregas (credo, Pai-Nosso,. Estas entregas servem para fortalecer a decisão do seguimento a Jesus. RICA 125 e 135. No sábado Santo fazer um dia de recolhimento e oração.

47 47 º Tempo 4º Tempo – Mistagogia: aprofundamento na fé e na vida da comunidade O processo não terminou o aprofundamento da experiência feita (da gratuidade e amor de Deus) através dos sacramentos recebidos. Vivência profunda dos mistérios selados com a presença de Cristo. Compromisso com a vida da comunidade. Tudo precisa ser feito com afeto e alegria, pois nada é obrigatório. Os neófitos receberão ajuda, atenção e amizade da comunidade. RICA 37 a 40 e 235 e 236. º Tempo 4º Tempo – Mistagogia: aprofundamento na fé e na vida da comunidade O processo não terminou o aprofundamento da experiência feita (da gratuidade e amor de Deus) através dos sacramentos recebidos. Vivência profunda dos mistérios selados com a presença de Cristo. Compromisso com a vida da comunidade. Tudo precisa ser feito com afeto e alegria, pois nada é obrigatório. Os neófitos receberão ajuda, atenção e amizade da comunidade. RICA 37 a 40 e 235 e 236.

48 Iniciação à Vida Cristã e os Sacramentos O Processo de Iniciação não faz dos sacramentos um ponto de chegada sem prosseguimento de caminho. Os Sacramentos da Iniciação devem levar: à opção consciente por Jesus, à inserção na Igreja e ao engajamento na construção do Reino de Deus, com uma profunda marca de profetismo, devido às condições adversas do mundo de hoje.

49 Aparecida (288) prevê duas maneiras de percorrer o caminho Catecumenato batismal para os não batizados: escola preparatória para a vida cristã; processo formativo e verdadeira escola de fé; Catecumenato pós-batismal para os já batizados, mas não catequizados: iniciação integral desses jovens e adultos não suficientemente envolvidos no compromisso cristão.

50 Quem são os Candidatos à Iniciação à Vida Cristã? Pessoas que têm sede: É preciso conhecer bem a situação de cada candidato à Iniciação à Vida Cristã. A proposta a ser apresentada deve ser resposta à sede que cada pessoa experimenta com mais intensidade. Cabe aqui a pergunta: quais são as sedes dos homens e mulheres que vivem nesta época de mudanças, neste tempo de crise?

51 Deveres e Direitos dos candidatos: Devem: confirmar suas disposições; manifestar a fé inicial; apresentar os sinais de adesão pessoal a Jesus Cristo, portanto de conversão. Precisam: sentir-se bem na Comunidade descobrir nela o exemplo concreto do tipo de vida com o qual ele quer se comprometer.

52 Deveres dos responsáveis pela IVC: Favorecer aos Candidatos todo apoio para que: realizem o encontro pessoal e intransferível com Jesus Cristo vivo, o assumam e ajustem suas vidas: a ele, a seus ensinamentos e à sua missão.

53 OS ANIMADORES / RESPONSÁVEIS 1- Os introdutores ( Pessoa amiga / pessoa de fé / já iniciada / orante / atenta à Palavra de Deus / constante na vida litúrgica / solidária com os demais, sobretudo com os pobres / acolhedora / capaz de diálogo e de testemunho). 2- Os padrinhos 3- A família 4- O catequista 5- A equipe de coordenação 6- A comunidade 7- Os ministros ordenados


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