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P RIMEIRO T RIMESTRE E NSINO M ÉDIO Resumo do conteúdo.

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1 P RIMEIRO T RIMESTRE E NSINO M ÉDIO Resumo do conteúdo

2 COMPOSIÇÃO – MONTAGEM E DIAGRAMAÇÃO Diagramar: diz respeito a distribuir os elementos gráficos no espaço limitado de uma página ou outros meios; Uma de suas principais práticas é no Design Gráfico; Resume-se essencialmente em design tipográfico;

3 Aplicada em: jornais, livros, revistas, cartazes, sinalização, websites e TV; Diagramar é ter consciência dos elementos gráficos com a estética, é a ligação entre o jornal e a arte de apresentação; Dar padrão, ligando harmonia e técnica;

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6 L EITURA E R ELEITURA DE I MAGENS Nossa leitura de mundo vai muito além da leitura da escrita; Porém, para isso é preciso adquirir a capacidade de se ter um olhar atento à velocidade das informações e às múltiplas facetas que o mundo apresenta e representa;

7 É: observação e análise visual, auditiva, táctil, sensorial e ou através de outros sentidos de uma obra de arte com posterior produção de uma análise descritiva; Por tanto: perceber a técnica e o trabalho como um todo; Iniciar uma investigação sobre os meios utilizados pelo artista; Buscar conhecimento sobre a vida do artista, seu contexto social e temporal;

8 Releitura, não é uma simples cópia, nem um plágio, muito menos uma falsificação. É a criação de uma nova obra, realizada a partir de outra feita anteriormente, acrescentando nessa nova produção um toque pessoal e uma nova maneira de ver e sentir, de acordo com a cultura e vivência próprias de cada pessoa;

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10 S ÍMBOLO, ÍCONE E ÍNDICE Ícones são signos que guardam uma relação de semelhança com a coisa representada. Por exemplo: fotografias, desenhos, estátuas, filmes, imagens... Símbolos são signos mais complexos. O símbolo não guarda nenhuma relação de semelhança ou de continuidade com a coisa representada. Para conhecer um símbolo, é necessário aprender o que ele significa. Por exemplo: um logotipo, um símbolo matemático entre outros;

11 Índices talvez sejam os primeiros signos utilizados pelo homem. Têm uma relação de continuidade com a coisa representada. Por exemplo: nuvens negras indicam chuva, marcas de pneus no chão indicam uma travagem rápida...

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13 B ELO X F EIO Para entender o Belo e o Feio, precisamos entender o conceito de Experiência Estética. Consiste em ser um estado de espírito; Não é uma espécie de coisa, mas uma maneira de ver, ouvir ou tocar;

14 O Belo vem sofrendo ao longo do tempo mudanças no seu conceito, mas numa perspectiva fenomenológica, o belo é uma qualidade de um objeto que se apresenta à percepção. Assim, o objeto será belo se cumprir com o proposto, mantendo autenticidade e significado;

15 Falar do Belo caracteriza dar conceito ao Feio. Em arte a dois modos de caracterizar o Feio: A leitura do artista do que é considerado feio; A má leitura do artista, que transforma o objeto em feio; O feio é sinônimo de negligência, incapacidade do artista, falta de esmero...

16 Eu lhes pergunto: O que é Belo? O que é Feio?

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18 Existe um ditado que diz: Quem ama o feio, bonito lhe parece!

19 E STÉTICAS U RBANAS A cidade como campo ampliado da Arte; Ao pensarmos em estéticas urbanas, devemos lembras que tudo o que acontece na sociedade entra em relação com a estética. Ou seja, os modismos criados pelos grupos sociais, como por exemplo um grupo de EMOS, onde se caracterizam pela vestimenta e estilos musicais ou pelos estilos das bandas ou ainda pelos gostos culturais;

20 Essa relação com os ESTILOS, MODISMOS, trás em discussão o preconceito e a vida social; Tatuagens para algumas culturas, não passa de modismo, mas para outras é uma questão cultural de identificação social; A pintura corporal, para muitos é apenas adorno em eventos folclóricos ou festivos, mas para os Índios por exemplo tem significado ritualístico;

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22 PROPORÇÃO E PERSPECTIVA Matematicamente falando, proporção é: a quantidade de um determinado fator em relação a quantidade de outro fator. Em arte a relação é muito próxima; Fala-se de proporção relacionando ao tamanho dos objetos, à ampliações ou reduções;

23 Perspectiva é o método que permite a representação de objetos tridimensionais em superfícies bidimensionais, através de determinadas regras geométricas de projeção. As imagens possibilitam a percepção de uma realidade tridimensional se para tal se obedecer ao conjunto de prescrições que da Vinci expôs em Tratado da Pintura (pelo que são frequentemente conhecidas por "regras de Leonardo") [Aumont, 1993, p. 63].

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25 ARTES CÊNICAS Resumidamente, arte cênica lembra diretamente o teatro. Porém as artes cênicas fazem uso de distintas linguagens artísticas; A dança e a música estão muito presente na linguagem teatral; Um grande exemplo disso atualmente é o grupo Cirque du Solei;

26 São todas as formas de arte que se desenvolvem num palco ou local de representação para um público. Muitas vezes estas apresentações das artes cênicas podem ocorrer em praças e ruas. Assim podemos dizer também que este palco pode ser improvisado. Ou seja, o palco é qualquer local onde ocorre uma apresentação cênica. Podemos destacar as seguintes classes: Teatro Ópera Dança Circo

27 O teatro surgiu a partir do desenvolvimento do homem, através das suas necessidades. O homem primitivo era caçador e selvagem, por isso sentia necessidade de dominar a natureza. Através destas necessidades surgem invenções como o desenho e o teatro na sua forma mais primitiva. O teatro primitivo era uma espécie de danças dramáticas coletivas que abordavam as questões do seu dia a dia, uma espécie de rito de celebração, agradecimento ou perda.

28 Estas pequenas evoluções deram-se com o passar de vários anos. Com o tempo o homem passou a realizar rituais sagrados na tentativa de apaziguar os boreiros da natureza, harmonizando-se com ela. Os mitos começaram a evoluir, surgem danças miméticas (compostas por mímica e música). Com o surgimento da civilização egípcia os pequenos ritos tornaram-se grandes rituais formalizados e baseados em mitos. Cada mito conta como uma realidade veio a existir. Os mitos possuíam regras de acordo com o que propunha o estado e a religião, eram apenas a história do mito em ação, ou seja, em movimento.

29 Estes rituais propagavam as tradições e serviam para o divertimento e a honra dos nobres. Na Grécia sim, surge o teatro. Surge o ditirambo, um tipo de procissão informal que servia para homenagear o Deus Dioniso (Deus do Vinho). Mais tarde o ditirambo evoluiu, tinha um coro formado por coreutas e pelo corifeu, eles cantavam, dançavam, contavam histórias e mitos relacionados a Deus. A grande inovação deu-se quando se criou o diálogo entre coreutas e o corifeu. Cria-se assim a ação na história e surgem os primeiros textos teatrais. No início fazia-se teatro nas ruas, depois tornou-se necessário um lugar. E assim surgiram os primeiros teatros.

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