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Unidade 1 - A educação do superdotado: história, concepção e definições.

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1 Unidade 1 - A educação do superdotado: história, concepção e definições

2 Pessoas que se destacaram em virtude de suas realizações criativas, deram contribuições positivas para a humanidade e elevaram o conhecimento humano, as ciências, a tecnologia, a cultura e as artes a patamares inusitados.

3 A despeito de suas potencialidades genéticas, essas mentes extraordinárias não nasceram inteiramente prontas. Temos aspectos comuns no nosso desenvolvimento e, embora nem todos nós sejamos um dia reconhecidos por nossos talentos, podemos encorajá-los e desenvolvê- los pelo menos para levarmos vidas mais produtivas e satisfatórias.

4 Anos pré-escolares A criança entra na vida escolar, em geral, sem consciência de seus talentos. Muitas crianças não têm a oportunidade de explorar suas potencialidades em seus anos iniciais de vida e seus talentos podem ficar escondidos ainda durante os anos escolares e, às vezes, por toda a sua vida. Virgolim, A.M.R. (2007). Altas habilidades/ superdotação: Encorajando potenciais

5 Anos pré-escolares: fomentar o ímpeto para o entusiasmo e aprendizagem nos anos vindouros Professor: deve validar ou aceitar as habilidades avançadas e interesses intelectuais da criança, incorporando-os ao currículo, evitando que ela vivencie sentimentos de não aceitação. Ajudar a criança a se comunicar quando apresenta diferença de vocabulário ou tem um modo de se expressar, evitando a não aceitação pelos amigos.

6 Evitar problemas emocionais Muito freqüentemente a criança aprende a esconder ou negar suas habilidades, passando a desenvolver problemas comportamentais ou psicológicos, a fim de melhor se adaptar às demandas do ambiente escolar.

7 Torna-se nossa tarefa, enquanto educadores, conhecer os pontos fortes e os interesses do aluno, suas necessidades cognitivas, sociais e afetivas peculiares, a fim de dar-lhes oportunidades de construir seu próprio conhecimento no seu próprio ritmo.

8 Os desafios do futuro exigem que nossos jovens: desenvolvam habilidades intelectuais fundamentais: a capacidade de recordar rapidamente informações; desenvolver o pensamento lógico; buscar soluções eficientes para problemas; tomar decisões efetivas. Busquem constantemente a inovação: o domínio e a conquista de novas habilidades; o desenvolvimento e aperfeiçoamento de talentos; agir e pensar com maior criatividade.

9 Essa postura exige uma combinação de inteligências para resolvermos problemas e criarmos novos produtos necessários ao desenvolvimento de nossa cultura. A inteligência, a criatividade, o entusiasmo e a habilidade das crianças constituem-se não só no bem maior de uma nação, como também são uma fonte revigorante, duradoura e infindável.

10 Pais e educadores: ajudar a criança a dominar as habilidades mentais essenciais para o sucesso futuro. O bom êxito da aprendizagem depende de: informação, motivação e segurança. Educadores devem colocar tais fatores em prática: (a) agindo como uma fonte de informação; (b) desenvolvendo o desejo natural da criança de aprender; (c) proporcionando-lhe um ambiente seguro onde ela possa exercitar e aperfeiçoar suas habilidades mentais. Estimular as crianças a manterem uma mente aberta. (Lewis, 1987, Mentes Abertas)

11 Torna-se necessário que nossas escolas encarem o desafio de guiar nossos alunos para o desenvolvimento de traços de personalidade e atitudes favoráveis ao desenvolvimento do talento; e que este possa ser corretamente identificado, estimulado e potencializado ao máximo.

12 A missão das escolas deveria ser a de encorajar a produtividade criativa e intensificar a qualidade de experiências de aprendizagem para todos os estudantes e não só para os que se destacam por suas capacidades intelectuais superiores; prover a cada aluno com as oportunidades, recursos e encorajamento necessários para atingir o seu potencial máximo, de forma inclusiva.

13 Dificuldades e Problemas

14 A área se caracteriza pela falta de: (a) treinamento especializado dos profissionais; (b) materiais adequados à necessidade do grupo; (c) currículos e programas adequados aos diferentes níveis em escolas públicas e particulares; (d) cursos de graduação e pós-graduação nas universidades brasileiras específicos para a área; (e) técnicas mais modernas de identificação; (g) maior número de pesquisas realizadas com esta população para a realidade brasileira; e (h) mais literatura especializada em nosso idioma.

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16 ampliação de serviços específicos para se conhecer melhor as características deste grupo em nosso país; atender, no contexto escolar e familiar, suas necessidades afetivas e cognitivas especiais; se fazer mais pesquisas na área; influenciar o desenvolvimento de políticas públicas, no contexto brasileiro; Integração do professor regular com o professor da sala de recursos Alencar & Fleith, 2001; Guenther, 2000; Sabatella, 2005; Virgolim, 1997, 2005

17 Aumento do nº de teses e dissertações em altas habilidades nos últimos anos: Universidade de Brasília Universidade Católica de Brasília Universidade Federal Fluminense Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Universidade Federal do Rio Grande do Sul Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Entre outros

18 Criação do Conselho Brasileiro para Superdotação [ConBraSD] congregando especialistas na área em todo o território nacional.

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20 6 a 9 novembro 2006 Pirenópolis, GO

21 Apoio da UNESCO (2005) Trabalho integrado com as Secretarias de Estado de Educação das 27 Unidades Federadas Objetivos: atender aos alunos com altas habilidades/superdotados promover a formação e capacitação dos professores para identificar e atender a esses alunos oferecer acompanhamento aos pais dessas crianças e à comunidade escolar em geral, no sentido de produzir conhecimentos sobre o tema, disseminar informações e colaborar para a construção de uma educação inclusiva e de qualidade.

22 Os superdotados são vistos como os que têm mais do que os outros, portanto não necessitam de mais recursos Falta de conhecimento mais aprofundado da sociedade sobre o tema (Alencar & Fleith, 2001) 05/03/ h16 Especial para o UOL Em Goiânia Faculdade aprova aluno de oito anos no vestibular; OAB pede intervenção do MEC Um garoto de oito anos é o novo calouro na Faculdade de Direito da Unip (Universidade Paulista) de Goiânia. João Víctor Portelinha de Oliveira, no 5º ano do ensino fundamental, pediu aos pais para ser inscrito no vestibular e foi aprovado. A situação inusitada aconteceu no último concurso da faculdade e a família já decidiu. Se precisar, vai recorrer à Justiça para garantir a efetivação da matrícula. Ele tem o direito de freqüentar as aulas", disse a mãe do garoto, a arquiteta Maristela Martins Portelinha. Para Maristela, o filho não é superdotado. Segundo ela, João é uma criança responsável, estudiosa e que gosta muito de ler. A OAB-GO também se pronunciou sobre o fato e pede intervenção do MEC.

23 O trabalho no campo da educação do superdotado e talentoso inclui: o desenvolvimento de uma concepção coerente de superdotação uma melhor compreensão das necessidades sociais e emocionais destes alunos. (Alencar & Fleith, 2001)

24 Nasceu em Kuala Lumpur, Malásia, em 1983 Desenvolvimento motor normal Precoce: deixou de usar fraldas aos 4 meses 6 meses: identificava todas as cores Leu com 1 ano e 3 meses Escreveu com 2 anos Aos 5 anos: preferia ficar na biblioteca da escola lendo (leu centenas de livros nesta idade!) Escreveu seu primeiro conto aos 10 anos Aos 12 foi convidado a escrever regularmente para uma coluna em um grande jornal na Malásia Entrou para a universidade de Stanford aos 14 anos

25 Características: Extenso vocabulário, rapidez na compreensão de conceitos abstratos, escrita imaginativa, excelente memória, sofisticação para desenhar; alto grau de perfeccionismo. Interesses e Habilidades: leitura e poesia; escreveu um livro sobre aviões aos 9 anos e um tratado sobre a paralaxe. matemática; computação e utilização de softwares; peças teatrais; boletins de jornais; é fã de Bill Gates desde criança – atualmente trabalha na Microsoft Aos 5 anos: QI de 145 (Stanford-Binet) (sub-estimativa do seu potencial) Memória para números: igual a 12 anos Aritmética, leitura: percentil 99,7 Aos 10 anos: QI 172 (Cattel) – percentil anos: 710 pontos no teste da Johns Hopkins: percentil 96

26 Pai: o mais novo de 11 filhos de uma família pobre; o primeiro a ir para uma universidade; PhD na Inglaterra Mãe: professora de pedagogia em uma Universidade na Malásia Ambos valorizam a educação, o trabalho árduo e a dedicação A irmã mais nova também adora ler Primo: 8 meses: discriminava cores ; 12 meses: começou a falar; 15 meses: números e letras; 20 meses: identificava números que faltavam em ordem crescente e decrescente até a casa dos milhares; os dias da semana e os meses do ano; identificava diversas cidades no globo terrestre. Começou a ler aos 2 anos.

27 Traga para a sala de aula (em formato Power Point) um perfil de uma pessoa (criança ou adulto) que se destacou por seu potencial superior, conforme descrito pela mídia. Como a mídia vê a superdotação? Qual é o recorte com que o superdotado tem sido mostrado? Quais os mitos a mídia tem ajudado a manter?


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