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LOGÍSTICA COMO JUNÇÃO DE QUATRO ATIVIDADES BÁSICAS: AQUISIÇÃO, MOVIMENTAÇÃO, ARMAZENAGEM E ENTREGA DE PRODUTOS ORIGEM DO NOME: DO GREGO: LOGOS, RAZÃO,

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1 LOGÍSTICA COMO JUNÇÃO DE QUATRO ATIVIDADES BÁSICAS: AQUISIÇÃO, MOVIMENTAÇÃO, ARMAZENAGEM E ENTREGA DE PRODUTOS ORIGEM DO NOME: DO GREGO: LOGOS, RAZÃO, RACIONALIDADE, CONTABILIDADE; NO FRANCÊS: ALOJAR OU ACOLHER. O CONCEITO FOI UTILIZADO INICIALMENTE PARA DESCREVER A CIÊNCIA DA MOVIMENTAÇÃO, SUPRIMENTO E MANUTENÇÃO DE FORÇAS MILITARES NO TERRENO. POSTERIORMENTE FOI USADO PARA DESCREVER A GESTÃO DO FLUXO DE MATERIAIS NUMA ORGANIZAÇÃO, DESDE A MATÉRIA-PRIMA ATÉ OS PRODUTOS ACABADOS. A LOGÍSTICA

2 O QUE É LOGÍSTICA? Na Grécia antiga, no Império Romano e no Império Bizantino, os oficiais militares com o título Logistikas eram responsáveis pelos assuntos financeiros e de distribuição de suprimentos. Até a 1ª GM, raramente aparecia a palavra Logística; Até o fim da 2ª GM a Logística esteve associada apenas às atividades militares. Após este período, com o avanço tecnológico e a necessidade de suprir os locais destruídos pela guerra, a logística passou também a ser adotada pelas organizações e empresas civis.

3 Logística A logística possibilita: - Redução de custos; - Redução nos prazos de entrega e aumento da qualidade no cumprimento do prazo, disponibilidade constante dos produtos; - Programação das entregas. - Facilidade na gestão dos pedidos e flexibilização da fabricação; - Análises de longo prazo com incrementos em inovação tecnológica - Novas metodologias de custeio - Novas ferramentas para redefinição de processos e adequação dos negócios. Indicação de site:

4 LOGÍSTICA - DEFINIÇÃO “É a parte do Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento que planeja, implementa e controla o fluxo e armazenamento eficiente e econômico de matérias- primas, materiais semi- acabados e produtos acabados, bem como as informações a eles relativas, desde o ponto de origem até o ponto de consumo, como o propósito de atender às exigências dos clientes”

5 EXEMPLO: CORREIOS/GAROTO Correios Log é o serviço de logística integrada dos Correios, prestado de forma customizada, totalmente adaptado às necessidades de cada cliente. Oferece soluções, consultoria logística e gerenciamento completo da cadeia de valor. O setor logístico da empresa Chocolates Garoto subdivide-se por sua vez em transportes, compras e gestão de estoques. Algumas atividades logísticas(transporte fábrica/centro de distribuição e posteriormente até distribuidores regionais, etc.) da empresa em questão são realizadas por organizações externas contratadas para esse fim.

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8 A EVOLUÇÃO DA LOGÍSTICA PRIMEIRA FASE: ATUAÇÃO SEGMENTADA: - Após a 2 GM; - Produtos padronizados com pouquíssimas variações; - O estoque era elemento chave; - Formação de lotes econômicos para transporte; SEGUNDA FASE: INTEGRAÇÃO RÁPIDA: - Produtos diferenciados; - Aumento dos estoques; - Utilização da multimodalidade no transporte; - Informática nas operações logísticas; - Otimização e planejamento.

9 A EVOLUÇÃO DA LOGÍSTICA TERCEIRA FASE: INTEGRAÇÃO FLEXÍVEL: - Final da déc 80; - Integração com flexibilidade; - Intercâmbio de informações; - Preocupação com a satisfação plena do cliente; - Just in time QUARTA FASE: INTEGRAÇÃO ESTRATÉGICA: - Logística para ganho de competitividade; - Uso de TI em grande escala; - Redução dos níveis de estoque; - Redução do ciclo do pedido;

10 AS ATIVIDADES PRIMÁRIAS DA LOGÍSTICA AS ATIVIDADES PRIMÁRIAS: transportes, manutenção de estoques e processamento de pedidos AS ATIVIDADES DE APOIO (SECUNDÁRIAS): armazenagem, manuseio de materiais, embalagem de proteção, obtenção, programação de produtos e manutenção de informação.

11 TRANSPORTES MODAIS DE TRANSPORTES DISPONÍVEIS: A) RODOVIÁRIO: No Brasil algumas rodovias ainda apresentam estado de conservação ruim, o que aumenta os custos com manutenção dos veículos. Além disso, a frota é antiga (aproximadamente 18 anos ) e sujeita a roubo de cargas. O transporte rodoviário caracteriza-se pela simplicidade de funcionamento. No entanto, é importante lembrar a menor capacidade de carga e maior custo operacional, comparado ao ferroviário ou aquaviário e a diminuição da eficiência das estradas em épocas de grandes congestionamentos. USAR MAPA MULTIMODAL (PEN DRIVE)

12 Trecho de descida dos Andes pela Ruta-60, no Chile. Conhecida como Los Caracoles, fica entre Eva Péron e Los Andes alguns quilômetros após a fronteira Argentina.

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14 TRANSPORTE RODOVIÁRIO

15 B) FERROVIÁRIO A malha ferroviária brasileira possui aproximadamente km e no Estado de SP cerca de km. Os processos de privatização do sistema iniciou-se em 1996, e as empresas que adquiriram as concessões de operação desta malha, assumiram com grandes problemas estruturais. A transferência da operação das ferrovias para o setor privado foi fundamental para que esse setor voltasse a operar. As empresas que operam a malha ferroviária brasileira são: ALL – América Latina Logística, CFN – Companhia Ferroviária do Nordeste, CVRD/EFC – Cia. Vale do Rio Doce – Estrada de Ferro Carajás, CVRD/EFVM – Cia. Vale do Rio Doce - Estrada de Ferro Vitória Minas, FCA - Ferrovia Centro Atlântica, Ferroban - Ferrovia Bandeirantes, Ferronorte – Ferrovias Norte Brasil Ferropar – Ferrovias do Paraná FTC - Ferrovia Tereza Cristina, MRS Logística, Ferrovia Novoeste, Ferrovia Norte-Sul, * Portofer**, * Norte-Sul – administrada pelo governo federal ** Portofer – administra a malha ferroviária do Porto de Santos

16 A Ferrovia Norte-Sul – FNS, é um projeto ferroviário que contempla a construção de uma ferrovia de aproximadamente km atravessando as regiões Centro- Oeste e Norte do País, conectando- se ao norte com a Estrada de Ferro Carajás e ao sul com a Ferrovia Centro Atlântica, buscando com isso reduzir o custo do frete para longas distâncias na região, assim como incentivar o desenvolvimento do cerrado brasileiro. Quando estiver plenamente em operação, a FNS deverá transportar 12,4 milhões de toneladas / ano, com um custo médio de longo prazo equivalente a US$ 15 / 1000 t.km, menos da metade do frete rodoviário.

17 Obras da Ferrovia Norte-Sul avançam em Goiás

18 FERROVIA NOVOESTE

19 TREM DA MORTE – BRASIL/BOLÍVIA

20 Trem da Morte (Bolívia) - Um dos caminhos preferidos dos mochileiros que vão a Machu Picchu, no Peru, o trem liga a cidade de Quijarro, fronteira com Corumbá (MS), à Santa Cruz de La Sierra. Apesar do nome, o trem já deixou de oferecer tanto perigo, mas é uma opção para mergulhar de cabeça na cultura do país

21 FERROVIA CENTRO –ATLÂNTICA

22 MRS LOGÍSTICA

23 FERROVIA TEREZA CRISTINA

24 ALL - América Latina Logística do Brasil S.A

25 Companhia Ferroviária do Nordeste

26 Estrada de Ferro Vitória a Minas

27 Estrada de Ferro Carajás

28 FERROESTE - Estrada de Ferro Paraná Oeste S.A.

29 FERRONORTE S.A. - Ferrovias Norte Brasil:

30 Ferrovia Norte-Sul

31 ERROBAN - Ferrovias Bandeirantes S.A.

32 Trem do fim do mundo (Argentina) - No extremo da América do Sul, um trem no Ushuaia, na Argentina. O passeio começa na estação 'Fin del mundo', que dá nome ao passeio, passando pelas belezas naturais do Parque Nacional da Terra do Fogo. Abaixo, só a Antártida

33 Nariz del Diabo (Equador) - Os surfistas de trem cariocas podem se sentir em casa no Equador. Em Riobamba, a três horas da capital Quito, o trem percorre vales e montanhas da região central do país, apresentando detalhes da natureza e da vida indígena aos turistas, que ficam todos bem acomodados sobre os vagões

34 Furka Cogwheel Steam Railway (Suíça) - Existem diversas opções de trens de alta velocidade e sofisticação que cruzam os Alpes suíços. O trajeto que liga Realp a Oberwald pode ser feito em um tradicional trem a vapor de mais de 80 anos restaurado por um grupo de aposentados da companhia ferroviária estatal

35 Rovos Rail (África) - Um safári pela África sobre trilhos. Antigos vagões reformados oferecem o conforto no que promete ser um dos mais luxuosos trens do mundo. O destaque é a viagem anual entre Cape Town, na África do Sul, e o Cairo, no Egito, cruzando o continente sobre trilhos em 34 dias

36 Alaska Railroad - EUA : A ferrovia liga Fairbanks a Anchorage, na costa sudoeste, em uma viagem de 12 horas entre montanhas e vales do inóspito estado. O trem promete ser a melhor opção de conhecer o topo de continente americano

37 Expresso do Oriente (Europa) - Famoso seja pela música dos Paralamas do Sucesso ou o livro de Agatha Christie, o Expresso do Oriente carrega o glamour dos tempos áureos em que ligava Paris à cidade de Constantinopla (hoje Istambul) na década de 30. Hoje o percurso vai de Londres até Veneza, passando pela capital francesa Música: Uns DiasOs Paralamas do SucessoOs Paralamas do Sucesso

38 Eastern & Oriental Express (Ásia) - A versão asiática do Expresso do Oriente liga Bancoc, na Tailândia, até Singapura, cruzando a Malásia de ponta a ponta.

39 Flam Railway (Noruega) - O percurso é de apenas 20 quilômetros e demora cerca de 60 minutos para ser percorrido, mas é uma complexa obra da engenharia ferroviária. A viagem é uma das mais íngremes do mundo, e leva os passageiros da montanha de Myrdal até o fiorde mais profundo da Europa, o Sognefjorden

40 Qinghai-Tibet Railway (China) - É a ferrovia mais alta do mundo, chegando a cinco mil metros em relação ao nível do mar em Tanggula Pass, no Tibete. É a primeira a ligar a região autônoma a qualquer outra província chinesa, conectando Xining, em Qinghai, a Lhasa, no Tibete, por quase dois mil quilômetros de trilhos

41 TRANPORTE FERROVIÁRIO Vantagens: Adequado para longas distâncias e grandes quantidades: Menor custo de seguro; Menor custo de frete. Desvantagens: Diferença na largura de bitolas; Menor flexibilidade no trajeto; Necessidade maior de transporto

42 TRANSPORTE FERROVIÁRIO - FRETE O transporte ferroviário não é tão ágil e não possui tantas vias de acesso quanto o rodoviário, porém é mais barato, propiciando menor frete, transporta quantidades maiores e não está sujeito a riscos de congestionamentos. O frete ferroviário é baseado em dois fatores: A) quilometragem percorrida: distância entre as estações de embarque e desembarque; B) peso da mercadoria. O frete ferroviário é calculado por meio da multiplicação da tarifa ferroviária pelo peso ou volume, utilizando-se aquele que proporcionar maior valor. O frete também pode ser calculado pela unidade de contêiner, independente do tipo de carga, peso ou valor da mercadoria. Não incidem taxas de armazenagem, manuseio ou qualquer outra. Podem ser cobradas taxa de estadia do vagão.

43 DUTOVIÁRIO GASODUTO BRASIL- BOLÍVIA extensão de 3,15 mil quilômetros – 560 quilômetros em território boliviano e 2,59 mil quilômetros em solo brasileiro O gasoduto liga Rio Grande, na Bolívia a Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, passando por Puerto Suárez, na fronteira entre os dois países, MS, SP, PR, SC e RS.

44 TRANSPORTE TUBULAR OU DUTOVIÁRIO GASODUTO OLEODUTO ALCOOLDUTO MINERODUTO Os oleodutos, gasodutos e alcooldutos, também conhecidos como pipeline, são o meio de transporte mais seguro e econômico que existe para grandes quantidades. Estima-se que no Brasil, 500 milhões de litros de hidrocarbonetos sejam transportados diariamente através de oleodutos. No Brasil também são transportados sucos de laranja e minérios de ferro através deste método.

45 MINERODUTO DA SAMARCO

46 GASODUTOS

47 O Brasil investe no mais ambicioso projeto de expansão de biocombustível. A tubulação se estenderá por nada menos que km e nela serão usadas 180 mil toneladas de tubos de aço carbono – metal leve e resistente utilizado como matéria- prima na fabricação de bicicletas. Para construir o gigantesco duto, o governo pretende investir R$ 500 milhões. A construção levará em torno de dois anos e, depois de concluída, a tubulação será capaz de transportar até seis bilhões de litros de álcool. O empreendimento segue o plano estratégico da Petrobras. Ver reportagem na íntegra no site: /3785_O+NOVO+ALCOOLDUTO+ DE KM+ /3785_O+NOVO+ALCOOLDUTO+ DE KM+

48 TRANSPORTE TUBULAR OU DUTOVIÁRIO O TRANSPORTE TUBULAR TEM COMO PRINCIPAIS VANTAGENS: - A redução dos custos a médias e longas distâncias; - A diminuição da poluição pois os riscos de acidente e de derrame ou fuga são reduzidos; - A redução do consumo de combustíveis fósseis, pois os motores acionadores das bombas e compressores usados neste modal são acionados, na maior parte das vezes, por energia elétrica.

49 MARÍTIMO O transporte marítimo é o modal mais utilizado no comércio internacional ou longo curso refere-se ao transporte marítimo internacional. Inclui tanto os navios que realizam tráfego regular, pertencentes a Conferências de Frete, Acordos Bilaterais e os outsiders, como aqueles de rota irregular, os “tramps”.

50 FRETE MARÍTIMO A tarifa do frete marítimo é composta basicamente do seguintes item: - frete básico: valor cobrado segundo o peso ou o volume da mercadoria. Pode substituir o frete básico ou complementar seu valor; - sobretaxa de combustível: percentual aplicado sobre o frete básico, destinado a cobrir custos com combustível; - taxa para volumes pesados : valor de moeda atribuído às cargas cujos volumes individuais, excessivamente pesados (normalmente acima de 1500 kg), exijam condições especiais para embarque/desembarque ou acomodação no navio; - taxa para volumes com grandes dimensões : aplicada geralmente a mercadorias com comprimento superior a 12 metros; - sobretaxa de congestionamento : incide sobre o frete básico, para portos onde existe demora para atracação dos navios; - fator de ajuste cambial: utilizado para moedas que se desvalorizam sistematicamente em relação ao dólar norte-americano; - adicional de porto: taxa cobrada quando a mercadoria tem como origem ou destino algum porto secundário ou fora da rota.

51 ALGUNS TIPOS DE NAVIOS Cargueiros - são navios construídos para o transporte de carga geral, ou seja, carga acondicionada. Normalmente, seus porões são divididos horizontalmente, formando o que poderíamos chamar de prateleiras (conveses), onde diversos tipos de cargas podem ser estivados ou acomodados para o transporte. A fim de diferenciá-los dos navios destinados ao transporte de mercadorias específicas, são também chamados de navios convencionais.

52 ALGUNS TIPOS DE NAVIOS Porta-Container- são navios especializados, utilizados exclusivamente para transportar contêineres, dispondo de espaços celulares. Os contêineres são movimentados com equipamento de bordo ou de terra. As unidades são transportadas tanto nas células como no convés

53 Alguns tipos de navios Roll-on/Roll-off (Ro- Ro) - são navios especiais para o transporte de veículos, carretas ou trailers. Dispõem de rampas na proa, popa e/ou na lateral, por onde a carga sobre rodas se desloca para entrar ou sair da embarcação. Internamente possuem rampas e elevadores que interligam os diversos conveses.

54 Alguns tipos de navios Multipurpose - são navios projetados para linhas regulares para transportarem cargas diversas como: neo- granéis(aço, tubos etc.) e contêineres, embora também possam ser projetados para o transporte de granéis líquidos em adição a outras formas de acondicionamento como granéis sólidos e contêineres.

55 Alguns tipos de navios Graneleiros - são navios destinados apenas ao transporte de granéis sólidos. Seus porões, além de não possuírem divisões, têm cantos arredondados, o que facilita a estiva da carga. A maioria desses navios opera como “tramp”, isto é, sem linhas regulares. Considerando que transportam mercadorias de baixo valor, devem ter baixo custo operacional. A sua velocidade é inferior à dos cargueiros.

56 TRANSPORTE AÉREO O Brasil conta atualmente com duas grandes companhias aéreas. Tam e Gol e outras de menor atuação, como a Azul, a Webjet, a Avianca e a Trip, além de outras empresas de aviação regional. Grandes companhias internacionais também operam no Brasil: American Airlines, Continental Airlines, Delta Airlines, Lufthansa, Iberia, TAP Portugal, Japan Airlines, South African Airways, Air France, Air Canada.

57 Infraero autoriza ampliação do Aeroporto de Vitória, 18/04/2011 O presidente da Infraero, Gustavo do Vale, assinou Ordem de Serviço, no valor de R$ 4 milhões, para a construção do Terminal de Passageiros Auxiliar no Aeroporto de Vitória. A obra vai triplicar a área de embarque e desembarque do Aeroporto Eurico de Aguiar Salles, que passará dos atuais 800 metros quadrados para metros quadrados. As obras tiveram início nesta segunda-feira (18/4). Também foi discutida a participação das Forças Armadas na ampliação do terminal.

58 Segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o aeroporto de Vitória/ES é o mais superlotado do país, operando com demanda 472% maior que a capacidade. Mais de 10 anos de construção de uma pista moderna que nunca saiu de uma pista de terra. O processo ainda está na justiça.

59 Manutenção de Estoques O grande desafio é ter o menor nível de estoque possível sem prejudicar o nível de serviço ao cliente. O estoque tem algumas finalidades como: evitar rupturas no processo de produção, evitar oscilações bruscas de preços de venda, proteger a produção em caso de anomalias no processo, entre outras.

60 O valor da Logística A) VALOR DE LUGAR: distanciamento espacial entre a indústria e os mercados consumidores. É necessário que a mercadoria seja colocada no lugar desejado; B) VALOR DE TEMPO: entrega dos produtos rigorosamente dentro dos prazos combinados; C) VALOR DE QUALIDADE: qualidade no processo; D) VALOR DA INFORMAÇÃO: sistemas de rastreamentos de entregas nos produtos.

61 LOGÍSTICA INTEGRADA Como ferramental, a logística utiliza: a) O WMS, Warehouse Management System: sistema de automação e gerenciamento de depósitos, armazéns e linhas de produção. b) O TMS, Transportation Management System, que é um software para melhoria da qualidade e produtividade de todo o processo de distribuição. Para controlar toda a operação e gestão de transportes de forma integrada c) O ERP, Entreprise Resource Planning (Sistemas Integrados de Gestão Empresarial), são SI que integram todos dos dados e processos de uma organização em um único sistema. d) O MRP, Enterprise Resource Planning (Planejamento das Necessidades de Materiais)

62 ARMAZENAGEM A armazenagem é constituída por um conjunto de funções de RECEPÇÃO, DESCARGA, CARREGAMENTO, ARRUMAÇÃO E CONSERVAÇÃO DE MATÉRIAS-PRIMAS, PRODUTOS ACABADOS OU SEMI-ACABADOS. Vantagens da aramazenagem: - Incremento na produção e maior utilização da tecnologia; - Melhor aproveitamento do espaço; - Redução dos custos de movimentações bem como das existências; - Facilidade na fiscalização do processo e consequente diminuição de erros; - Redução de perdas e inutilidade; - Versatilidade perante novas condições.

63 Desvantagens da Armazenagem: - os materiais armazenados estão sujeitos a capitais os quais se traduzem em juros a pagar; - A armazenagem requer ocupação de recintos ou o aluguel que se traduz em rendas; - A armazenagem requer serviços administrativos; - A mercadoria armazenada tem prazos de validade; - Um armazém de grandes dimensões implica elevados custos de movimentação; - Um armazém de grande porte necessita de máquinas com tecnologia.

64 Fatores que afetam a armazenagem: O material: classificação A espera A existência: quantidade de cada material em espera em um armazém; O tráfego: homens, máquinas e materiais. Desacomodação, carregamento, movimentações internas do local, movimentações externas do local, descarregamento, colocações. Custos

65 UNITIZAÇÃO DE CARGAS Unitizar significa reunir cargas de diversas naturezas num só volume para fins de transporte. Vantagens da unitização: - Redução da quantidade de volumes manipulados; - Menor número de manuseio de carga; - Menor utilização do uso de mecanização; - Redução no tempo de operação de embarque e desembarque; - Redução dos custos com embalagens; - Diminuição das perdas ou roubos de mercadorias; - Padronização internacional dos recipientes de unitização. As principais formas de unitização são containers e paletização.

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68 A MOVIMENTAÇÃO NA ARMAZENAGEM Ponte móvel ou rolante: o material é colhido verticalmente o que ajuda nos acessos. Armazenagem de curta distância.

69 A MOVIMENTAÇÃO NA ARMAZENAGEM Armazém munido de guindaste em rodas: acesso de maior dimensão. Não possuem grande alcance. O material precisa de pranchas para ser movimentado.

70 A MOVIMENTAÇÃO NA ARMAZENAGEM Movimentação por empilhador ao ar livre: é necessário bons acessos. O material precisa ser colocado em estrados. O solo deve ser firme.

71 CARRINHO EMPILHADEIRAS AUTOCARRINHO (AGV) GUINDASTE AUTOPROPELIDO

72 EQUIPAMENTOS DE ELEVAÇÃO E TRANSFERÊNCIA TALHAS PÓRTICO

73 EQUIPAMENTOS DE ELEVAÇÃO E TRANSFERÊNCIA SEMI-PÓRTICO

74 TRANSPORTADORES CONTÍNUUOS Esteira de roletes

75 Estruturas de armazenagem Porta-paletes convencional: quando é necessária seletividade nas operações de carregamento

76 Estruturas de armazenagem Porta-paletes para corredores estreitos: permite otimização do espaço útil de armazenagem em função da redução dos corredores. Custo maior devido investimento em trilhos ou fios indutivos. Em caso de pane na empilhadeira, outra máquina não tem acesso aos paletes.

77 Estruturas de armazenagem Porta-paletes para trans- elevadores: otimiza espaço útil. Permite elevada densidade de carga com rapidez na movimentação. Aproveitamento do espaço vertical. Automação do FIFO

78 Estruturas de armazenagem Porta-paletes deslizante: muito utilizado em espaços extremamente restritos para armazenagem de produtos de baixo giro e alto valor agregado.

79 Estruturas de armazenagem Estrutura tipo Drive- trough: grande aproveitamento volumétrico para armazéns. Tipo FIFO. Acesso por trás, possibilitando corredores de armazenagem longos e velocidade de movimentação lenta.

80 Estruturas de armazenagem Drive-in: LIFO. Alta densidade de estocagem. Sua utilização torna-se necessária quando é preciso alta densidade de estocagem.

81 Estruturas de armazenagem Estrutura dinâmica: rotação automática de estoques. Permite sistema FIFO. É uma das mais caras mas utilizada na indústria de alimentos para atender aos prazos de validade dos produtos perecíveis.

82 Estruturas de armazenagem Estrutura tipo Cantilever : para madeiras, barras, tubos, trefilados, pranchas. Para armazenagem de peças de grande comprimento.

83 Estruturas de armazenagem Estrutura tipo Push-Back: seletividade maior em função de permitir o acesso a qualquer nível de armazenagem.

84 Estruturas de armazenagem Estrutura tipo Flow- rack: indicado para pequenos volumes e grande rotatividade. Sistema FIFO.

85 Estruturas de armazenagem Estante: para estocagem de itens de pequeno tamanho. São adequadas pra armazenar itens leves e manuseáveis sem a ajuda de qualquer equipamento e com volume máximo de 0,5m3

86 A MOVIMENTAÇÃO NA ARMAZENAGEM Armazenagem em função dos materiais: a) Materiais diversos: agregar o material em unidades de transporte e armazenagem tão grandes quanto possíveis, de modo a preencher o veículo por completo. b) Material a granel: transporte dispendioso. Para grandes quantidades: silos ou reservatórios de grandes dimensões. Para quantidades menores utilizam-se bidões, latas e caixas.

87 SILOS BIDÃO

88 ARMAZENAGEM: LÍQUIDOS GASES

89 CADEIA DE SUPRIMENTOS A gestão da cadeia logística é a integração dos processos do negócio do consumidor através dos fornecedores de produtos, serviços e informação, como o objetivo de acrescentar valor para o cliente. Na atualidade, a função logística interage basicamente com quatro setores das empresas: marketing, finanças, controle da produção e gestão de recursos humanos.

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91 CADEIA LOGÍSTICA Existem empresas na cadeia logística que desempenham funções diferentes. Algumas são produtores, distribuidores ou revendedores, outras são clientes (consumidores).

92 ELEMENTOS DA CADEIA LOGÍSTICA PRODUTORES DISTRIBUIDOR ES- ATACADISTAS VAREJISTAS ATACADISTA

93 ELEMENTOS DA CADEIA LOGÍSTICA Produtores

94 ELEMENTOS DA CADEIA LOGÍSTICA VAREJISTAS

95 ELEMENTOS DA CADEIA LOGÍSTICA

96 ESTRUTURAS DOS CIRCUITOS DE DISTRIBUIÇÃO SISTEMAS CONVENCIONAIS: produtor e intermediários como entidades independentes; INTEGRAÇÃO VERTICAL: o produtor e os intermediários atuam como um todo e a gestão das funções realizadas pelos membros do canal são dirigidos por apenas um componente. É centralizada. INTEGRAÇÃO HORIZONTAL: cooperação de duas ou mais empresas independentes entre si; SISTEMA MULTICANAL: empresas que comercializam os seus produtos em varejistas e paralelamente permite a venda direta ao cliente final nas suas instalações. (loja da fábrica)

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98 TIPOS DE INTERMEDIÁRIOS Grossista ou Atacadista: não vende ao consumidor ou utilizador final. Atividades: - Compra de mercadoria; - Agrupamento e normalização de produtos; - Transporte de mercadorias; - Armazenagem e conservação dos produtos; - Promoção e venda de produtos; - Entrega ao varejista ou a outro atacadista; - Crédito a clientes - Assumir risco - Assessoria ao fabricante em diversas áreas.

99 TIPOS DE INTERMEDIÁRIOS VAREJISTAS, funções: - Redução de custos; - Adaptação da oferta à procura; - Criação de sortido; - Movimento físico do produto até o último destino; - Realização da atividade de marketing; - Transmissão da propriedade; - Financiamento; - Serviços adicionais; - Assunção de riscos (não conseguir vender por um preço melhor do que o de compra; riscos de roubos, incêndios, inundações ou outros desastres)

100 OPERAÇÕES DA CADEIA LOGÍSTICA a) Planejamento: Previsão da procura; Preço do produto; Gestão de Estoques; b) Aprovisionamento (abastecimento): Aquisição de materiais e serviços; Gestão de Estoques; c) Fábrica: Projeto do produto; Gestão da produção; Gestão das infra-estruturas; d) Entregas: Ordem de encomenda; Entrega do produto; Processos.

101 NATUREZA DA CARGA TRANSPORTADA CARGA GERAL: carga embarcada e transportada com ou sem acondicionamento em paletes. CARGA A GRANEL: carga líquida ou seca. Ex: soja, arroz CARGA FRIGORÍFICA: necessita permanente resfriamento ou congelamento. Ex: carnes, frutas CARGA PERIGOSA: produto químico.

102 MULTIMODALIDADE & INTERMODALIDADE INTERMODALIDADE: é a operação em que se utiliza mais de um modo de transporte – caminhão/navio, por exemplo – para se levar a mercadoria de um ponto a outro em que tudo é independente. MULTIMODALIDADE: um operador de transporte multimodal se responsabiliza por todo o processo de ponto a ponto com a responsabilidade única e documento único em que o dono da carga é seu embarcador.

103 Para que um transporte seja considerado multimodal é necessário que: Seja realizado, pelo menos, por dois modos de transporte; Exista um único responsável perante o dono de carga; Exista um único contrato de transporte entre o transportador e o dono da mercadoria; Exista um conhecimento único, válido para todo o percurso; Sejam utilizadas cargas unitizadas indivisíveis; Sejam feitas inspeções fiscais apenas na origem e no destino.


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