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DIRETORIA DE ENSINO NORTE 1 NÚCLEO PEDAGÓGICO ORIENTAÇÃO TÉCNICO PEDAGÓGICA SALA DE LEITURA LER, PRAZER FANTÁSTICO PROFª. MS. MARCIA DI GIAIMO MECCA PCNP.

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1 DIRETORIA DE ENSINO NORTE 1 NÚCLEO PEDAGÓGICO ORIENTAÇÃO TÉCNICO PEDAGÓGICA SALA DE LEITURA LER, PRAZER FANTÁSTICO PROFª. MS. MARCIA DI GIAIMO MECCA PCNP – LÍNGUA PORTUGUESA

2 LEITURA E PRODUÇÃO TEXTUAL Formação do professor leitor e o desenvolvimento da competência leitora e escritora dos alunos através dos contos da literatura fantástica.

3 LEITURA E PRODUÇÃO TEXTUAL OBJETIVOS Subsidiar o docente de língua portuguesa para a sua formação de professor / leitor. Desenvolver estratégias de ensino-aprendizagem no tocante à leitura e escrita. Despertar o interesse pela leitura através do lúdico e do fantasioso. Entender e perceber as diferentes linguagens para um ensino- aprendizagem significativos. Integrar no processo de ensino-aprendizagem os pressupostos teóricos e a prática docente. Desenvolver atividades significativas para uma prática docente competente

4 Para saber mais.... Paulo Freire – A Importância do ato de ler Segundo Paulo Freire a leitura do mundo precede sempre a leitura da palavra. O ato de ler se veio dando na sua experiência existencial. Primeiro, a leitura do mundo do pequeno mundo em que vivia; depois, a leitura da palavra que nem sempre, ao longo da sua escolarização, foi a leitura da palavra mundo. Tzvetan Todorov Uma das atitudes para situar o fantástico, segundo Tzvetan Todorov, e bem difundida entre os teóricos, consiste em localizar-se do ponto de vista do leitor: não o leitor implícito ao texto, a não ser o leitor real. O critério do fantástico não se situa na obra a não ser na experiência particular do leitor, e esta experiência deve ser o medo.

5 E o Medo, onde fica? Literatura Fantástica Num conto fantástico, em nenhum momento o leitor perde a noção da realidade. Por não perdê-la é que lhe causa surpresa o acontecimento ou acontecimentos estranhos, fora do comum ou aparentemente sobrenaturais que de repente parecem desmentir a solidez do mundo real até então descrito no conto.

6 HISTÓRIA DA LEITURA Saiba mais sobre a História da Leitura, com o especialista Roger Chartier. Clique no link para ler a Reportagem da Revista Nova Escola portuguesa/fundamentos/especialista- historia-leitura shtml

7 Ler ou contar histórias? Assista ao Vídeo da educadora Denise Guilherme, produzido pela Revista Nova Escola, e descubra essa história. Clique aqui -1/qual-diferenca-ler-contar-historias shtml

8 Agora, leia o conto O Quarto Vermelho de H.G.Wells =PA35&dq=V+rios&hl=pt- BR&source=gbs_toc_r&cad=4#v=onepage&q&f=true

9 PARA REFLETIR... Está em nossas mãos a formação dos leitores do futuro. O professor aprimorando sua prática docente é capaz de transformar nossas crianças e jovens em pessoas mais solidárias, competentes e cientes de seu papel na sociedade. Profª. Ms. Marcia Di Giaimo Mecca

10 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS FREIRE, Paulo. A Importância do Ato de Ler: em três artigos que se completam. 22 ed. São Paulo: Cortez, p. POE, Edgar Allan. Histórias fantásticas. São Paulo: Ática, TODOROV, Tzvetan. Introduction a litterature fantastique. Tradução do francês para o espanhol de Silvia Delpy. México: Premia Editora de livros, WELLS, W. G. O Quarto Vermelho. In: Clássicos do Sobrenatural. 1. ed. 2. reimpressão. São Paulo: Iluminuras, p


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