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SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL PROFESSORA JOICE ESTACHESKI INSTITUTO DE EDUCAÇÃO PROFESSOR CÉSAR PRIETO MARTINEZ.

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1 SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL PROFESSORA JOICE ESTACHESKI INSTITUTO DE EDUCAÇÃO PROFESSOR CÉSAR PRIETO MARTINEZ

2 PARA QUE SERVE A ESCOLA? Professores e especialistas que atuam nas quatro séries iniciais do Ensino Fundamental precisam avançar na compreensão de seu papel de educadores e da função educativa da escola, na perspectiva da formação para a cidadania. ESCOLA socialização do saber construção da cidadania

3 Identificar possibilidades de atuação que contribuam para que a educação escolar esteja a serviço da construção da cidadania dos alunos. Identificar possibilidades de atuação que contribuam para que a educação escolar esteja a serviço da construção da cidadania dos alunos. PROFESSORES DEVEM SER CAPAZES DE: Compreender o significado e a importância de Compreender o significado e a importância de utilizar as capacidades dos alunos como objetivos norteadores do trabalho escolar. norteadores do trabalho escolar. Compreender o significado e a importância de Compreender o significado e a importância de utilizar as capacidades dos alunos como objetivos norteadores do trabalho escolar. norteadores do trabalho escolar.

4 PROFESSORES DEVEM SER CAPAZES DE: A função da instituição escolar na sociedade – o papel da escola ao lado de outras instituições sociais. A função da instituição escolar na sociedade – o papel da escola ao lado de outras instituições sociais.

5 PROFESSORES DEVEM SER CAPAZES DE: O desenvolvimento das capacidades dos alunos como objetivo do trabalho escolar. O desenvolvimento das capacidades dos alunos como objetivo do trabalho escolar. O significado do trabalho do professor na socialização do saber e na construção da cidadania. O significado do trabalho do professor na socialização do saber e na construção da cidadania.

6 SER PROFESSOR E SER ALUNO Papel do professor e do aluno nas situações de ensino e de aprendizagem; Aspectos da prática do professor que precisam ser revistos ou potencializados para uma efetiva ajuda nos processos de aprendizagem dos alunos; Reconhecimento de que na escola se aprendem e se ensinam diferentes tipos de conteúdo; Necessidade de identificar concepções distorcidas e/ou inadequadas de avaliação escolar construindo alternativas adequadas.

7 SER PROFESSOR E SER ALUNO Reconhecimento de que por trás das práticas pedagógicas existem idéias que nem sempre são percebidas pelos professores; Disponibilidade para refletir e tomar posição sobre as atitudes que se tem com os alunos, seja nas situações de ensino e de aprendizagem formais ou nas demais situações de convívio escolar; Compreensão de que por trás de muitos erros dos alunos pode haver uma ação inteligente e que é preciso saber reconhecê-la para ajudá-los;

8 SER PROFESSOR E SER ALUNO Reconhecimento de que na escola se aprendem muitos conteúdos fora das atividades programadas e que existem diferentes tipos de conteúdos escolares; Compreensão da avaliação como algo contínuo e necessário para o planejamento e o desenvolvimento do trabalho do professor.

9 A ÉTICA NA VIDA ESCOLAR AUTONOMIA MORALIDADE VALORES COERÊNCIA RESPEITO ALUNO PROFESSOR

10 A ÉTICA NA VIDA ESCOLAR Reconhecer a necessidade de trabalhar conteúdos relacionados a valores; Compreender que a aprendizagem desses conteúdos ocorre tanto por meio do estudo das áreas do conhecimento como das mais variadas situações do convívio escolar; Fazer a distinção entre imposição e afirmação de valores; Reconhecer a necessidade de coerência entre discurso e prática;

11 A ÉTICA NA VIDA ESCOLAR Os valores como criação dos seres humanos em sua relação com o mundo e com os outros; O desenvolvimento das moralidade nos indivíduos; A vivência da ética no processo de ensino e aprendizagem; O desenvolvimento da autonomia como objetivo de uma educação em valores; A atuação do professor no processo de ensino e aprendizagem de valores; A ética como uma questão que perpassa todas as áreas de conhecimento e Temas Transversais.

12 Aluno leitor e produtor de textos Trabalhar didaticamente a Língua Portuguesa na perspectiva do uso.

13 PARA FORMAR ALUNOS LEITORES E PRODUTORES DE TEXTO Compreender os pressupostos de base da Língua Portuguesa. Compreender os pressupostos de base da Língua Portuguesa. Perceber a importância da leitura para o desenvolvimento das crianças, para o aprendizado da própria leitura e para a produção de textos. Perceber a importância da leitura para o desenvolvimento das crianças, para o aprendizado da própria leitura e para a produção de textos.

14 PARA FORMAR ALUNOS LEITORES E PRODUTORES DE TEXTO Analisar textos produzidos pelas crianças. Planejar propostas de trabalho com produção de textos a partir de alguns modelos de referências. Planejar propostas de trabalho com produção de textos a partir de alguns modelos de referências.

15 PARA FORMAR ALUNOS LEITORES E PRODUTORES DE TEXTO Seqüenciar o trabalho com diferentes tipos de texto. Seqüenciar o trabalho com diferentes tipos de texto. Estabelecer intercâmbio profissional e documentar experiências relevantes. Estabelecer intercâmbio profissional e documentar experiências relevantes.

16 PARA FORMAR ALUNOS LEITORES E PRODUTORES DE TEXTO Aprofundar seus conhecimentos sobre leitura e produção de textos e aprender coisas novas. Aprofundar seus conhecimentos sobre leitura e produção de textos e aprender coisas novas.

17 PARA FORMAR ALUNOS LEITORES E PRODUTORES DE TEXTOCONTEÚDOSCONTEÚDOS Leitura: objetivos, formas e estratégias; Leitura: objetivos, formas e estratégias; Produção de texto com apoio; Produção de texto com apoio; Relação entre leitura e produção de texto; Relação entre leitura e produção de texto; Compreensão de que os textos respondem sempre Compreensão de que os textos respondem sempre a uma necessidade; a uma necessidade; Análise de textos produzidos por alunos com Análise de textos produzidos por alunos com diferentes níveis de competência textual; diferentes níveis de competência textual; Leitura: objetivos, formas e estratégias; Leitura: objetivos, formas e estratégias; Produção de texto com apoio; Produção de texto com apoio; Relação entre leitura e produção de texto; Relação entre leitura e produção de texto; Compreensão de que os textos respondem sempre Compreensão de que os textos respondem sempre a uma necessidade; a uma necessidade; Análise de textos produzidos por alunos com Análise de textos produzidos por alunos com diferentes níveis de competência textual; diferentes níveis de competência textual;

18 PARA FORMAR ALUNOS LEITORES E PRODUTORES DE TEXTOCONTEÚDOSCONTEÚDOS Reconhecimento da importância (e uso) do Reconhecimento da importância (e uso) do conhecimento prévio do aluno no planejamento das conhecimento prévio do aluno no planejamento das atividades didáticas de leitura e produção de texto; atividades didáticas de leitura e produção de texto; Seqüenciação do trabalho com a diversidade textual; Seqüenciação do trabalho com a diversidade textual; Socialização de opiniões e propostas com os demais Socialização de opiniões e propostas com os demais professores; professores; Registro de experiências significativas no caderno de Registro de experiências significativas no caderno de anotações. anotações. Reconhecimento da importância (e uso) do Reconhecimento da importância (e uso) do conhecimento prévio do aluno no planejamento das conhecimento prévio do aluno no planejamento das atividades didáticas de leitura e produção de texto; atividades didáticas de leitura e produção de texto; Seqüenciação do trabalho com a diversidade textual; Seqüenciação do trabalho com a diversidade textual; Socialização de opiniões e propostas com os demais Socialização de opiniões e propostas com os demais professores; professores; Registro de experiências significativas no caderno de Registro de experiências significativas no caderno de anotações. anotações.

19 NOVOS DESAFIOS PARA ENSINAR E APRENDER MATEMÁTICA Refletir sobre como a Matemática pode contribuir para a formação da cidadania; Ampliar sua visão do que é proposto no PCN – Matemática; Saber selecionar os conteúdos e as abordagens didáticas necessárias para o desenvolvimento das capacidades pretendidas para os alunos; Refletir sobre a articulação que necessariamente existe entre objetos, conteúdos e orientações didáticas e incorporar alguns aspectos dessa reflexão nos momentos em que planejarem as atividades matemáticas.

20 NOVOS DESAFIOS PARA ENSINAR E APRENDER MATEMÁTICA CONTEÚDOSCONTEÚDOS O papel da Matemática na formação do aluno: O papel da Matemática na formação do aluno: - Matemática e cidadania; - Matemática e cidadania; - Relações entre o conhecimento matemático, o - Relações entre o conhecimento matemático, o aluno e o professor; aluno e o professor; - Caracterização dos alunos. - Caracterização dos alunos. O papel da Matemática na formação do aluno: O papel da Matemática na formação do aluno: - Matemática e cidadania; - Matemática e cidadania; - Relações entre o conhecimento matemático, o - Relações entre o conhecimento matemático, o aluno e o professor; aluno e o professor; - Caracterização dos alunos. - Caracterização dos alunos.

21 NOVOS DESAFIOS PARA ENSINAR E APRENDER MATEMÁTICA CONTEÚDOSCONTEÚDOS O processo de ensino e aprendizagem da O processo de ensino e aprendizagem da Matemática: Matemática: - Objetivos: capacidades matemáticas a serem - Objetivos: capacidades matemáticas a serem desenvolvidas; desenvolvidas; - Conteúdos a serem trabalhados; - Conteúdos a serem trabalhados; - Novas maneiras de ensinar. - Novas maneiras de ensinar. O processo de ensino e aprendizagem da O processo de ensino e aprendizagem da Matemática: Matemática: - Objetivos: capacidades matemáticas a serem - Objetivos: capacidades matemáticas a serem desenvolvidas; desenvolvidas; - Conteúdos a serem trabalhados; - Conteúdos a serem trabalhados; - Novas maneiras de ensinar. - Novas maneiras de ensinar.

22 NOVOS DESAFIOS PARA ENSINAR E APRENDER MATEMÁTICA CONTEÚDOSCONTEÚDOS Análise dos pressupostos metodológicos dos Análise dos pressupostos metodológicos dos PCN – Matemática. PCN – Matemática. Discussão dediferentes pontos de vista sobre Discussão dediferentes pontos de vista sobre os temas tratados. os temas tratados. Planejamento do trabalho didático. Planejamento do trabalho didático. Análise dos pressupostos metodológicos dos Análise dos pressupostos metodológicos dos PCN – Matemática. PCN – Matemática. Discussão dediferentes pontos de vista sobre Discussão dediferentes pontos de vista sobre os temas tratados. os temas tratados. Planejamento do trabalho didático. Planejamento do trabalho didático.

23 FAZER ARTE NA ESCOLAPintura Música Dobradura Desenho

24 FAZER ARTE NA ESCOLA Refletir sobre as experiências pessoais com atividades artísticas. Valorizar os conteúdos de Artes Visuais e assegurá-los no planejamento pedagógico.

25 FAZER ARTE NA ESCOLA Perceber o processo de desenvolvimento da criança em relação aos conteúdos de Artes Visuais e a importância da intervenção pedagógica para tanto.

26 FAZER ARTE NA ESCOLA CONTEÚDOS Eixos de aprendizagem em Artes Visuais: fazer arte, apreciar arte e refletir sobre a arte. As atividades de criação em Artes Visuais na escola. O desenvolvimento do desenho na criança

27 O ENSINO DE GEOGRAFIA E O CONHECIMENTO DO MUNDO Reconhecer as especificidades do ensino da Geografia e explorá-las com os alunos; Reconhecer a importância dos conhecimentos geográficos para a compreensão do mundo e a atuação na sociedade; Compreender a importância de se trabalhar conjuntamente aspectos da Geografia Física e Humana;

28 O ENSINO DE GEOGRAFIA E O CONHECIMENTO DO MUNDO Identificar problemáticas do cotidiano que possam ser estudadas em dimensões geográficas com os alunos; Organizar atividades didáticas a partir de um tema do cotidiano para ser estudado sob o ponto de vista da Geografia.

29 O ENSINO DE GEOGRAFIA E O CONHECIMENTO DO MUNDO CONTEÚDOSCONTEÚDOS Caracterização da área de Geografia: o que se Caracterização da área de Geografia: o que se estuda e a importância social dos conhecimentos estuda e a importância social dos conhecimentos geográficos na formação do aluno; geográficos na formação do aluno; Relação entre objetivos e conteúdos no ensino da Relação entre objetivos e conteúdos no ensino da Geografia; Geografia; A leitura da paisagem como estratégia de ensino; A leitura da paisagem como estratégia de ensino; A observação, a descrição, a comparação e a A observação, a descrição, a comparação e a explicação como conteúdos a serem ensinados. explicação como conteúdos a serem ensinados. Caracterização da área de Geografia: o que se Caracterização da área de Geografia: o que se estuda e a importância social dos conhecimentos estuda e a importância social dos conhecimentos geográficos na formação do aluno; geográficos na formação do aluno; Relação entre objetivos e conteúdos no ensino da Relação entre objetivos e conteúdos no ensino da Geografia; Geografia; A leitura da paisagem como estratégia de ensino; A leitura da paisagem como estratégia de ensino; A observação, a descrição, a comparação e a A observação, a descrição, a comparação e a explicação como conteúdos a serem ensinados. explicação como conteúdos a serem ensinados.

30 ENSINO E APRENDIZAGEM DE HISTÓRIA NAS SÉRIES INICIAIS Refletir sobre a especificidade do ensino de História nas séries iniciais; Identificar problemáticas do cotidiano que possam ser estudadas em dimensões históricas com os alunos; Organizar atividades didáticas a partir de um tema do cotidiano para ser estudado historicamente.

31 papel do ensino de História na formação do aluno; propostas para o ensino de História; os conteúdos de História nas séries iniciais; dimensões históricas de problemáticas do cotidiano. CONTEÚDOS DE HISTÓRIA PARA AS SÉRIES INICIAIS

32 CIÊNCIAS: CRIANÇA CURIOSA É CRIANÇA SABIDA Comparar diferentes propostas para o ensino de Ciências e eleger as mais adequadas; Priorizar conteúdos relevantes para a formação dos alunos, valorizando os conteúdos de Ciências propostos nos PCN para as séries iniciais do Ensino Fundamental; Reconhecer o papel do educador na aprendizagem dos alunos em Ciências; Elaborar propostas inovadoras de trabalho.

33 O ENSINO DE CIÊNCIAS NAS SÉRIES INICIAIS CONTEÚDOSCONTEÚDOS Papel do professor para a aprendizagem da área; Papel do professor para a aprendizagem da área; Papel do ensino de Ciências na formação do aluno; Papel do ensino de Ciências na formação do aluno; A atitude investigativa como conteúdo de ensino; A atitude investigativa como conteúdo de ensino; Análise comparativa de diferentes situações didáticas; Análise comparativa de diferentes situações didáticas; Elaboração de atividades significativas. Elaboração de atividades significativas. Papel do professor para a aprendizagem da área; Papel do professor para a aprendizagem da área; Papel do ensino de Ciências na formação do aluno; Papel do ensino de Ciências na formação do aluno; A atitude investigativa como conteúdo de ensino; A atitude investigativa como conteúdo de ensino; Análise comparativa de diferentes situações didáticas; Análise comparativa de diferentes situações didáticas; Elaboração de atividades significativas. Elaboração de atividades significativas.

34 A EDUCAÇÃO FÍSICA É PARA TODOS Observar e organizar situações de aprendizagem da cultura corporal, bem como realizar intervenções pedagógicas adequadas; Identificar conteúdos nas atividades desencadeadas pelos alunos; Adaptar regras, espaços e materiais; Favorecer a participação ativa de todos os alunos, especialmente aqueles com maior dificuldade.

35 O ENSINO DE EDUCAÇÃO FÍSICA NAS SÉRIES INICIAIS CONTEÚDOSCONTEÚDOS Compreensão do que é a cultura corporal de Compreensão do que é a cultura corporal de movimento; movimento; Análise da relação entre as práticas da cultura Análise da relação entre as práticas da cultura corporal e o desenvolvimento pessoal dos corporal e o desenvolvimento pessoal dos alunos; alunos; Reflexão sobre as vivências pessoais Reflexão sobre as vivências pessoais relacionadas às práticas da cultura corporal; relacionadas às práticas da cultura corporal; Compreensão do que é a cultura corporal de Compreensão do que é a cultura corporal de movimento; movimento; Análise da relação entre as práticas da cultura Análise da relação entre as práticas da cultura corporal e o desenvolvimento pessoal dos corporal e o desenvolvimento pessoal dos alunos; alunos; Reflexão sobre as vivências pessoais Reflexão sobre as vivências pessoais relacionadas às práticas da cultura corporal; relacionadas às práticas da cultura corporal;

36 O ENSINO DE EDUCAÇÃO FÍSICA NAS SÉRIES INICIAIS CONTEÚDOSCONTEÚDOS Localização da preponderância da competição, da Localização da preponderância da competição, da cooperação e da recreação em diferentes contextos; cooperação e da recreação em diferentes contextos; Planejamento de atividades considerando diferentes Planejamento de atividades considerando diferentes variáveis didáticas: a organização do tempo, do variáveis didáticas: a organização do tempo, do espaço, dos agrupamentos e dos materiais; espaço, dos agrupamentos e dos materiais; Reflexão sobre o conceito de inclusão. Reflexão sobre o conceito de inclusão. Localização da preponderância da competição, da Localização da preponderância da competição, da cooperação e da recreação em diferentes contextos; cooperação e da recreação em diferentes contextos; Planejamento de atividades considerando diferentes Planejamento de atividades considerando diferentes variáveis didáticas: a organização do tempo, do variáveis didáticas: a organização do tempo, do espaço, dos agrupamentos e dos materiais; espaço, dos agrupamentos e dos materiais; Reflexão sobre o conceito de inclusão. Reflexão sobre o conceito de inclusão.

37 Os professores devem trabalhar em suas classes considerando a importância da organização do espaço, do tempo e dos agrupamentos de alunos para potencializar a aprendizagem. O GRUPO CLASSE: SEU TEMPO, SEU ESPAÇO

38 O GRUPO CLASSE: SEU TEMPO, SEU ESPAÇO CONTEÚDOSCONTEÚDOS Importância da organização do tempo e do Importância da organização do tempo e do espaço; espaço; Organização do tempo e do espaço da sala de Organização do tempo e do espaço da sala de aula; aula; Organização do trabalho em grupo. Organização do trabalho em grupo. Importância da organização do tempo e do Importância da organização do tempo e do espaço; espaço; Organização do tempo e do espaço da sala de Organização do tempo e do espaço da sala de aula; aula; Organização do trabalho em grupo. Organização do trabalho em grupo.


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